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Categoria: Mundo

Petistas fazem romaria a Cristina Kirchner, presa por roubar

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A visita de solidariedade de Paulo Pimenta (PT-RS) a ex-presidente Cristina Kirchner, condenada e presa por roubar os argentinos, rendeu críticas internas no governo, exceto de Lula (PT), que já manifestou a intenção de fazer o mesmo, levar “conforto” à amiga ladra transitada em julgado. Pimenta vem sendo criticado também pelos adversários na disputa ao governo gaúcho. Os petistas jogaram a toalha: já não acreditam em suas chances, que já não são lá essas coisas. a informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Pimenta desperdiçou a oportunidade de se cacifar após desempenho fraco no ministério que Lula inventou para “reconstruir o Estado”.

Outra vaga que sobra para Pimenta é o Senado. Aí o PT tende a lançar Edegar Pretto (Conab) ao governo. Pretto já tomou uma sova em 2022.

O petista escolhido deve enfrentar nomes como Gabriel Souza (MDB), vice-governador, e o deputado Zucco (PL), apoiado por Jair Bolsonaro.

Diário do Poder

Israel começa a usar ‘Raio de Ferro’ para derrubar mísseis do Irã

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Israel empregou pela primeira vez o sistema de defesa láser Iron Beam (Raio de Ferro, em tradução livre), informou a agência de notícias russa Tass na quarta-feira (18). A tecnologia foi utilizada para interceptar mísseis e drones, como parte da estratégia de defesa contra ataques do Irã no conflito que começou na última sexta-feira (13).

De acordo com a agência, a informação foi confirmada por um funcionário da embaixada de Israel na Rússia. “Este sistema laser é uma mudança estratégica para Israel e para o mundo”, declarou Naftali Bennett, ex-primeiro-ministro de Israel, durante o anúncio do desenvolvimento da tecnologia em 2022.

Como funciona o Iron Beam

O Raio de Ferro é um sistema de defesa que utiliza feixes de laser de alta energia para interceptar uma ampla variedade de ameaças, incluindo foguetes, artilharia, morteiros, mísseis de cruzeiro e drones. O sistema conta com duas configurações principais: uma fixa, que utiliza radares para monitorar o ambiente, e uma móvel, que pode ser instalada em caminhões ou blindados.

O laser empregado pelo Iron Beam é altamente preciso, com um feixe de luz do diâmetro de uma moeda, e é imune aos efeitos de distorção causados por vento ou temperatura atmosférica. Ele utiliza energia elétrica ou baterias, o que reduz significativamente os custos de operação. Segundo o fabricante, o custo por interceptação é “quase zero” e os danos colaterais são mínimos, em contraste com os sistemas tradicionais que utilizam mísseis, cujos custos variam entre 40 e 80 mil dólares por unidade.

Benefícios e limitações

O engenheiro e analista de defesa israelense Uzi Rubin destacou algumas vantagens do sistema. “Há duas vantagens: o custo por alvo atingido é baixo e a recuperação é fácil. A segunda é que não há munição, o que economiza toda a cadeia de produção e logística”, disse em entrevista ao “Wall Street Journal” em 2022.

Por outro lado, especialistas apontam limitações importantes. O alcance de apenas 10 km pode ser insuficiente para grandes conflitos, e a dependência de eletricidade ou baterias sugere baixa autonomia sem recarga. Além disso, o Iron Beam ainda não foi testado em situações de combate reais, o que limita seu uso como sistema principal de defesa. Atualmente, ele complementa o Domo de Ferro, outra tecnologia de defesa aérea israelense.

Tecnologia avançada e aplicações futuras

O sistema foi projetado para operar mesmo em condições adversas, como atravessar nuvens densas. Além disso, há a possibilidade de instalação em aeronaves civis, o que amplia sua versatilidade.

As Forças de Defesa de Israel destacaram que o desenvolvimento do Iron Beam levou quase 10 anos. A complexidade do projeto e sua aplicação em defesa nacional representam um avanço significativo para o país.

O governo israelense não confirmou oficialmente o uso do sistema no conflito em curso com o Irã, mantendo em sigilo detalhes de sua estratégia militar. Apesar disso, especialistas acreditam que o emprego do Iron Beam marca uma nova era na defesa aérea, com potencial para transformar a segurança de Israel e inspirar outros países a investirem em tecnologia láser.

Folhapress

Mulher sobrevive a 22 facadas no peito graças a implante de silicone

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Uma mulher de 29 anos sobreviveu a um ataque brutal com 22 facadas graças aos implantes mamários de silicone. O caso aconteceu no estacionamento de um shopping na última terça-feira (17).

Identificada apenas como Ma, a mulher estava estacionada em um shopping em Hangzhou, na China, quando o agressor entrou em seu carro e a ameaçou com uma faca. De acordo com a vítima, ela tentou gritar por ajuda, mas o homem a obrigou a sair do local e dirigir até o condado de Tongxiang.

Enquanto dirigiam até o outro condado, o homem começou a pedir que Ma pedisse dinheiro emprestado dos amigos para pagá-lo. Entretanto, aproveitando a oportunidade, a mulher conseguiu mandar uma mensagem de socorro para o namorado, que chamou a polícia.

Ao perceber que ia ser pego pela polícia, o suspeito esfaqueou a mulher 22 vezes no peito e, em seguida, usou a arma em si mesmo. Ma foi imediatamente levada ao hospital, enquanto o homem morreu no local.

Médicos se surpreenderam com silicone que absorveu facadas
Quando a vítima chegou no hospital, os médicos se surpreenderam ao perceber que, graças aos implantes de silicone, apenas uma das 22 facadas havia perfurado o torso da mulher. De acordo com a equipe médica ao portal South China Morning Post, os implantes “amorteceram” a agressão.

Felizmente, eu já havia passado por uma cirurgia de aumento de mama no passado, e o implante bloqueou o que poderia ter sido um golpe fatal”, relatou a mulher. “Apenas uma facada atingiu meu pulmão.”

Agora, Ma já recebeu alta do hospital e está terminando de se recuperar em casa. Por conta da morte do suspeito, mais investigações não serão feitas.

Ric Mais

EUA enviam navio mais poderoso para pressionar o Irã

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Para aumentar a pressão sobre o Irã enquanto decide se irá juntar-se a Israel nos ataques à teocracia persa, Donald Trump ordenou o deslocamento de mais um grupo de porta-aviões para perto do Oriente Médio, aquele liderado pelo USS Gerald Ford.

Primeiro modelo de uma classe desses supernavios movidos a propulsão nuclear, que leva seu nome, o Ford é a belonave mais poderosa do planeta. Ele irá unir-se em talvez 20 dias ou mais ao USS Carl Vinson, já operando perto do Golfo Pérsico, e ao USS Nimitz, que deve chegar na semana que vem, vindo do mar do Sul da China.

O Ford está em seu porto americano, Norfolk, e ficará postado no Mediterrâneo oriental. Do grupo do Carl Vinson, há pelo menos dois destróieres destróieres no mar Vermelho, já lidando com os rebeldes houthis do Iêmen, que estão em trégua com os ocidentais, mas lançando mísseis e drones contra Israel, em apoio a seus patronos em Teerã.

Além disso, Trump já enviou quase 30 aviões-tanque para bases na Europa, que podem tanto apoiar uma grande ação americana quanto, se o presidente recuar da intervenção direta, ajudar Tel Aviv: os israelenses têm uma frota mais limitada, de 10 aviões, 6 dos quais de longa distância.

Trump também reforçou as 19 bases, 8 delas permanentes, na região com defesas e, no caso dos aeródromos, mais aviões. A principal fica no Qatar, de frente para o Irã no Golfo Pérsico.

Por fim, há alguns meses a estação de Diego Garcia, que fica no Índico e serve para ataques de longa distância no Oriente Médio, está em ritmo de guerra, com bombardeios e aviões de apoio. Não há números fechados, mas estima-se que haja até 45 mil militares americanos em toda a região, ante 30 mil em tempos menos complexos.

Os porta-aviões sempre se destacam nesse contexto. Enquanto o Nimitz é o mais antigo em operação, o primeiro da classe com seu nome, lançado em 1972, o Carl Vinson é da mesma categoria, operando desde 1980. Ambos deslocam 88 mil toneladas.

Há dez grupos centrados em torno de navios da classe Nimitz. Já o Ford, comissionado em 2017 após muitos problemas no seu desenvolvimento, particularmente a troca de catapultas a vapor para eletromagnéticas, é ainda mais poderoso, deslocando mais de 100 mil toneladas.

Tem 333 metros de comprimento, pode levar até 90 aeronaves -usualmente, 55 são caças de ataque do modelo F/A-18 Super Hornet. Ele não pode operar ainda os mais modernos F-35C de quinta geração por falta de compatibilidade com as novas catapultas, que permitem lançar até 220 aviões por dia, 25% a mais que os Nimitz.

A escolta de cada grupo costuma ter de três a seis destróieres, um cruzador, navios de apoio e um submarino nuclear de ataque com funções defensivas. É poder de fogo sem comparação, maior que a maioria das aeronáuticas e marinhas do mundo, certamente as degradadas iranianas -Teerã conta mais com seus mísseis balísticos, que podem ser uma ameaça aos navios também.

Um ataque hipotético com o complemento mínimo de três grupos de porta-aviões somaria quase 1.200 mísseis de cruzeiro lançados dos navios de escolta, além de tudo o que os aviões podem disparar. No primeiro dia da guerra que derrubou Saddam Hussein em 2003, Bagdá recebeu 40 explosões de mísseis Tomahawk.

Por evidente, isso é um exercício numérico, já que tal concentração de uma só vez nem faria sentido militar. Mas o que importa é a sinalização.

Trump pode optar também apenas a ajudar Israel finalizar seu objetivo declarado de anular o programa nuclear iraniano. Aí volta-se à bomba GBU-57 destruidora de bunkers, um mamute de 13,6 toneladas que só pode ser lançada pelo bombardeiro furtivo ao radar B-2.

Esses modelos estiveram em Diego Garcia recentemente, mas foram substituídos por B-52. Seja como for, uma ação com eles apoiada por aviões-tanque poderia deixar os EUA diretamente, ir até o Irã e voltar.

Folhapress

Hezbollah declara apoio ao Irã e chama Israel de ‘tumor cancerígeno’

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O secretário-geral do Hezbollah, Naim Qassem (foto em destaque), divulgou nesta quarta-feira (19/6) uma declaração pública em apoio ao Irã na guerra contra Israel. No comunicado, o líder do grupo libanês criticou as recentes ameaças dos Estados Unidos e afirmou que o Hezbollah não permanecerá neutro diante do conflito.

“Nós, do Hezbollah e da Resistência Islâmica, não somos neutros entre os direitos legítimos e independentes do Irã e a malevolência dos Estados Unidos e sua agressão ao tumor cancerígeno, Israel”, afirmou Qassem.

Conflito Israel x Irã

  • A troca de ataques entre Israel e Irã começou na madrugada da última sexta-feira (13/6), quando as Forças de Defesa de Israel (FDI) lançaram uma ofensiva contra o centro do programa nuclear iraniano e contra líderes militares de Teerã.
  • O governo iraniano reagiu com ataques de retaliação poucas horas depois, aumentando o risco de um conflito mais amplo na região.
  • Mais de 240 pessoas já morreram nos dois países desde o início da escalada, segundo balanços oficiais divulgados até o momento.
  • Israel afirma que os bombardeios têm como principal objetivo impedir o avanço do programa nuclear do Irã, que o governo considera uma ameaça direta à sua segurança.
  • A rápida escalada e a intensidade dos ataques reacenderam o temor de que o confronto evolua para uma guerra de grandes proporções no Oriente Médio, principalmente com a entrada dos EUA no conflito.
  • A declaração marca a primeira manifestação oficial de Qassem desde o início da ofensiva israelense. Até então, o Hezbollah vinha mantendo distância direta do conflito, apesar de sua histórica aliança com Teerã. Enfraquecido pela guerra devastadora com Israel no ano passado, o grupo não ativou a frente libanesa.

Reação à Trump

Qassem também reagiu a recentes declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, que sugeriu a possibilidade de um ataque direto ao líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

Na última terça-feira (17/6), Trump fez um ultimato a Khamenei. Em publicação na Truth Social, o presidente norte-americano afirmou que não vão matá-lo “por enquanto”, mas enfatizou que a “paciência está se esgotando”.

Trump declarou que sabe exatamente onde o líder supremo do Irã está e o classificou como um “alvo fácil”. Na mesma publicação, pediu ainda “rendição incondicional”.

Segundo o dirigente do Hezbollah, a fala de Trump representa uma “agressão” não só contra o Irã, mas contra todos os povos da região.

O líder do Hezbollah encerrou sua mensagem deixando em aberto a possibilidade de uma futura intervenção militar. Segundo ele, o grupo fará “o que achar apropriado” para enfrentar o que chamou de “essa hedionda agressão americano-israelense”.

Metrópoles

Trump tomará decisão sobre Irã nas próximas duas semanas

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomará uma decisão sobre “ir ou não ao Irã nas próximas duas semanas”, anunciou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (19).

– Com base no fato de que há uma possibilidade substancial de que haverá negociações com o Irã em um futuro próximo, tomarei minha decisão sobre ir ou não nas próximas duas semanas – disse Leavitt, citando diretamente Trump.

Leavitt enfatizou que “ninguém deveria se surpreender” com a afirmação de Trump de que o Irã “não deveria ter uma arma nuclear”, uma posição que ele defendeu “não apenas como presidente, mas também como cidadão”.

– Em 2011, ele disse que o principal objetivo dos EUA no Irã deveria ser destruir suas ambições nucleares. Em 2015, ele disse que o Irã representava uma ameaça para Israel, para os aliados do Oriente Médio e para os Estados Unidos – lembrou a assessora.

Nos últimos dias, a imprensa americana informou que Trump aprovou supostos planos de ataque ao Irã, mas ainda não tomou uma decisão final. De acordo com a CBS, citando uma fonte do setor de inteligência e um funcionário do Departamento de Defesa, o presidente deu o sinal verde para se juntar formalmente à campanha aérea de Israel.

EFE

Mulher rezou por engano durante 30 anos para guitarrista David Gilmour

FOTO: REPRODUÇÃO

Mulher por engano, rezava diariamente para uma imagem do guitarrista David Gilmour, ex-integrante da icônica banda Pink Floyd.

A confusão só veio à tona recentemente, quando um familiar reconheceu o músico na foto emoldurada que ela mantinha em seu altar doméstico.

O caso inusitado viralizou nas redes sociais e despertou tanto risos quanto reflexões sobre fé, símbolos e cultura pop.

Site Rockner Monstro

Irã ataca hospital no sul de Israel e deixa diversos feridos

FOTO: EFE

Um míssil iraniano atingiu o principal hospital no sul de Israel, nesta quinta-feira (19), ferindo várias pessoas e causando “danos extensos”, segundo a unidade médica. A mídia israelense exibiu imagens de janelas quebradas e fumaça preta intensa no local. Um outro míssil atingiu um edifício alto e vários prédios residenciais em pelo menos dois locais perto de Tel Aviv. Pelo menos 40 pessoas ficaram feridas nos ataques.

O Centro Médico Soroka, atingido pelo míssil, tem mais de mil leitos e fornece serviços para cerca de 1 milhão de moradores do sul de Israel. A unidade fica localizada na cidade de Beersheba. Um comunicado do hospital informou que várias partes do centro médico foram danificadas e que o pronto-socorro estava atendendo a feridos leves. O hospital foi fechado para novos pacientes, exceto para casos com risco de morte.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, condenou o ataque e prometeu uma resposta, dizendo que Israel exigirá “o preço total dos tiranos em Teerã”.

O Irã disparou centenas de mísseis e drones contra Israel, embora a maioria tenha sido abatida pelas defesas aéreas multiníveis de Israel, que detectam disparos e abatem mísseis que se dirigem a centros populacionais e infraestruturas críticas. Mas autoridades israelenses reconhecem que essa defesa não consegue deter todos os ataques.

Enquanto isso, Israel realizou ataques ao reator de água pesada de Arak, no Irã, em seu mais recente ataque ao programa nuclear do país, no sétimo dia de um conflito que começou com uma onda surpresa de ataques aéreos israelenses visando instalações militares, autoridades superiores e cientistas nucleares do Irã.

Com informações AE