18 de janeiro de 2026 às 04:11
18 de janeiro de 2026 às 04:19
FOTO: DIVULGAÇÃO
Uma massagista de Fort Walton Beach (Flórida, EUA) recorreu a uma estratégia bizarra para evitar ser presa: Fang Wang, de 55 anos, baixou a roupa e defecou intencionalmente na direção dos policiais.
Os agentes haviam sido chamados ao Palms of Emerald Coast Massage Parlor após Fang, de acordo com o boletim de ocorrência, insultar e agredir verbalmente um funcionário do Departamento de Saúde que realizava uma inspeção de rotina na última terça-feira (13/1).
Quando os policiais chegaram e tentaram deter Fang, ela “começou a defecar em direção aos policiais para evitar a prisão”, disse o Departamento de Polícia de Fort Walton Beach.
Não funcionou, contou reportagem no “NY Post”.
Fang acabou sendo formalmente acusada de agressão a um funcionário do Departamento de Saúde, obstrução da justiça e exercício ilegal da profissão de massagista, segundo os registros da prisão.
Ela está detida na cadeia do condado de Okaloosa sem direito a fiança.
16 de janeiro de 2026 às 09:15
16 de janeiro de 2026 às 06:33
FOTO: DIVULGAÇÃO
A suspensão do processamento de vistos anunciada pelo governo dos Estados Unidos não deve afetar brasileiros que pretendem viajar para a Copa do Mundo, que será realizada nos EUA, México e Canadá.
A medida, revelada nesta quarta-feira (14), atinge apenas vistos de imigrante e não se aplica a vistos de turista ou estudante.
O Brasil está entre os 75 países incluídos na decisão do governo Trump, que determinou a pausa no processamento de vistos de imigrante, como os de trabalho. No entanto, como os vistos de não imigrante não estão abrangidos pela suspensão, viagens para fins turísticos, incluindo a Copa do Mundo, seguem sem alteração.
Segundo um funcionário do governo americano, a suspensão passará a valer a partir de 21 de janeiro. Ainda não há detalhamento oficial sobre como a medida será implementada.
Fontes do governo brasileiro afirmaram ao âncora da CNN Brasil, Gustavo Uribe, que a decisão pegou o Brasil de surpresa. O governo Lula adota uma postura de cautela e aguarda a formalização da medida antes de se manifestar oficialmente.
De acordo com uma fonte do governo dos Estados Unidos ouvida pela correspondente da CNN Brasil em Nova York, Priscila Yazbek, o governo brasileiro não foi comunicado previamente sobre a suspensão.
A decisão ocorre em meio à política de repressão à imigração adotada por Donald Trump desde que retornou à Presidência dos Estados Unidos, em janeiro do ano passado.
16 de janeiro de 2026 às 08:45
16 de janeiro de 2026 às 06:28
FOTO: DIVULGAÇÃO
Aralyn Martinez, de 24 anos, foi presa na semana passada após jogar um peso de 11 quilos (25 libras) contra a cabeça de uma rival amorosa.
A cliente da academia 24 Hour Fitness, nos arredores de Houston (Texas, EUA), teria reconhecido “a vítima como alguém com quem seu parceiro tinha um relacionamento” e a atacou com o peso, de acordo com Gabinete do Delegado do Condado de Harris.
“Vadia, vou jogar esse peso de 25 libras em você!”, gritou ela para Cindy Aguilar antes do ataque violento em 7 de janeiro, segundo documentos da acusação obtidos pelo “Daily Mail”.
A polícia foi acionada e Martinez foi presa no dia seguinte.
16 de janeiro de 2026 às 04:15
16 de janeiro de 2026 às 05:51
FOTO: EFE
A vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, María Corina Machado, entregou sua medalha ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), nesta 5ª feira (15.jan.2026). Líder da oposição venezuelana ao regime de Nicolás Maduro (PSUV, esquerda), Corina foi escolhida por “seu trabalho incansável promovendo os direitos democráticos para o povo da Venezuela e por sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia”, segundo o Comitê Norueguês do Nobel.
A premiação de Corina havia desagradado Trump, que manifestara reiteradamente seu desejo de receber o Nobel da Paz. Quando Maduro foi capturado, Corina surgiu como opção à transição do governo venezuelano, comandada pelos EUA, mas foi descartada pelo republicano. Segundo o jornal Washington Post, o prêmio teria sido o motivo. Em seguida, a Corina disse que iria presentear Trump com a medalha, mas o Instituto Nobel disse que o prêmio é intransferível.
Em reunião na Casa Branca na tarde desta 5ª feira (15.jan), Corina decidiu entregar a medalha a Trump. Afirmou ter feito a entrega como um gesto simbólico de reconhecimento pelo “compromisso único” de Trump com a liberdade do povo venezuelano, em meio ao turbulento contexto político que envolve seu país e os Estados Unidos. …
Em suas declarações, Corina comparou a entrega ao gesto histórico do general Lafayette, que há cerca de 200 anos teria dado uma medalha com a efígie de George Washington a Simón Bolívar, como símbolo de fraternidade entre os povos dos Estados Unidos e da Venezuela. Ela afirmou que, séculos depois, o povo venezuelano devolve esse símbolo ao “herdeiro de Washington” em reconhecimento ao seu suposto apoio à causa da liberdade.
Trump agradeceu e considerou o presente da venezuelana “maravilhoso”. Segundo estadunidense, há entre os 2 um respeito mútuo.
“Foi uma grande honra para mim conhecer María Corina Machado, da Venezuela, hoje. Ela é uma mulher maravilhosa que passou por tanta coisa. María me presenteou com seu Prêmio Nobel da Paz pelo trabalho que fiz. Um gesto tão maravilhoso de respeito mútuo. Obrigada, María!”, publicou o republicano.
15 de janeiro de 2026 às 13:00
15 de janeiro de 2026 às 16:13
FOTO: EFE
Após as ameaças do presidente americano, Donald Trump, de intervir diante da repressão à onda de protestos que já deixou mais de 2,5 mil mortos no Irã, o país informou a aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio de que atacará bases americanas em seus territórios caso Washington realize uma ofensiva contra Teerã, segundo a agência de notícias Reuters.
A agência informou que um alto funcionário iraniano afirmou nesta quarta-feira (14), sob condição de anonimato, que Teerã pediu aos aliados dos EUA na região que “impedissem Washington de atacar o Irã”.
De acordo com a reportagem, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Turquia estão entre os países alertados sobre possíveis ataques. A autoridade iraniana também disse à Reuters que o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, e o enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, suspenderam as conversas diretas após o aumento das tensões.
Ainda segundo a Reuters, Israel já está ciente de que Trump pretende intervir no Irã, mas não há definição sobre o alcance nem o momento dessa ação. No ano passado, israelenses e iranianos travaram uma guerra que durou 12 dias.
A agência disse ainda que a mídia estatal iraniana informou que o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, conversou com o ministro das Relações Exteriores do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al Thani. Já Araqchi conversou com os ministros de Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Abdullah Bin Zayed Al Nahyan, e da Turquia, Hakan Fidan.
Em entrevista à emissora CBS News, Trump afirmou nesta terça-feira (13) que irá intervir caso o Irã comece a enforcar manifestantes.
– Tomaremos medidas muito enérgicas se eles fizerem isso – disse.
O republicano não especificou quais ações pretende adotar, mas alertou que não descarta o uso da força militar.
– Não queremos que se repita o que está acontecendo no Irã. E sabe, se eles querem fazer protestos, tudo bem, mas quando começam a matar milhares de pessoas, e agora você me fala em enforcamento, vamos ver como isso vai acabar para eles. Não vai acabar bem – apontou.
Entidades ligadas aos direitos humanos disseram que o jovem Erfan Soltani, de 26 anos, será executado nesta quarta (14). Ele foi preso no dia 8 de janeiro, em casa, após participar das manifestações contra o governo iraniano.
Os EUA têm bases espalhadas pelo Oriente Médio, incluindo a sede do quartel-general da Quinta Frota da Marinha dos EUA, no Bahrein, e a Base Aérea de Al Udeid, no Catar. No ano passado, após os EUA atacarem instalações nuclearas iranianas, Teerã reagiu lançando mísseis contra a Base Aérea de Al Udeid.
14 de janeiro de 2026 às 16:45
14 de janeiro de 2026 às 12:13
FOTO: EFE
Investigações conduzidas por organizações internacionais de combate à corrupção identificaram um conjunto de ativos avaliados em bilhões de dólares ligados ao ditador venezuelano Nicolás Maduro e ao seu círculo próximo.
Relatórios recentes apontam que esses recursos estariam distribuídos em pelo menos 20 países, fora da Venezuela, e incluem uma ampla gama de bens de alto valor.
Segundo os documentos acessados por autoridades e por grupos de fiscalização, os bens suspeitos totalizam cerca de US$3,8 bilhões, embora partes desse patrimônio ainda estejam sob investigação e possam ainda não ter sido totalmente contabilizadas pelas autoridades responsáveis.
Os ativos identificados em diferentes jurisdições incluem imóveis em áreas de prestígio, contas bancárias, aeronaves particulares, relógios de luxo e cavalos de corrida, entre outros itens de valor significativo.
Esses bens estariam registrados em nome de pessoas físicas ou jurídicas ligadas a membros do governo venezuelano ou a intermediários associados.
Grande parte dessas fortunas está localizada fora das fronteiras da Venezuela, frequentemente em países europeus e nas Américas, o que, segundo as investigações, têm dificultado o rastreamento e a recuperação de recursos suspeitos de terem sido obtidos por meio de esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro.
Autoridades financeiras de países como Suíça, Espanha, Panamá, Colômbia e Argentina estão entre aqueles que participam das investigações ou já adotaram medidas específicas para congelar ou monitorar parte dos ativos ligados ao regime venezuelano.
Nos Estados Unidos, operações que começaram ainda na década passada foram intensificadas nos últimos anos com sanções e bloqueios judiciais.
Imóveis avaliados em dezenas de milhões de dólares na Flórida foram bloqueados, e em 2025 autoridades norte-americanas anunciaram o congelamento adicional de cerca de US$700 milhões em bens atribuídos a Maduro e a seus associados, incluindo casas, aviões, joias e veículos de luxo.
14 de janeiro de 2026 às 15:30
14 de janeiro de 2026 às 12:22
FOTO: PIXABAY
A França registrou em 2025 mais óbitos do que nascimentos pela primeira vez desde o fim da Segunda Guerra Mundial, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Estudos Econômicos (Insee).
O país, que tem 69,1 milhões de habitantes, apresentou saldo natural negativo de 6 mil pessoas, resultado da combinação entre a queda da natalidade e o aumento do número de mortes.
Apesar disso, a população francesa cresceu 0,25% em 1º de janeiro de 2026 em relação ao ano anterior. Esse aumento ocorreu exclusivamente por causa do saldo migratório, estimado em mais 176 mil pessoas, já que o crescimento natural, diferença entre nascimentos e óbitos, foi negativo pela primeira vez desde 1944.
Em 2025, nasceram 645 mil bebês na França, uma queda de 2,1% em relação ao ano anterior e o menor número registrado em um único ano desde o fim da guerra. O indicador conjuntural de fecundidade caiu para 1,56 filho por mulher, após 1,61 em 2024, mantendo uma tendência de queda observada desde 2010, quando o índice era de 2,02 filhos por mulher.
Os especialistas atribuem a redução da natalidade a fatores como mudanças nas aspirações pessoais, dificuldades econômicas, instabilidade no trabalho e desafios para conciliar vida profissional e familiar. O custo elevado de serviços como creches também aparece como um obstáculo importante ao desejo de ter filhos.
Ao mesmo tempo, o número de mortes chegou a 651 mil em 2025, aumento de 1,5% em relação ao ano anterior. O Insee aponta que esse crescimento está ligado ao envelhecimento das gerações do baby boom e ao impacto de uma epidemia de gripe sazonal, considerada particularmente virulenta no início do ano.
14 de janeiro de 2026 às 14:30
14 de janeiro de 2026 às 12:26
FOTO: REPRODUÇÃO
Andrea Sunshine, de 55 anos, afirmou ter sido suspensa da academia onde treina em Londres (Inglaterra) após circular em grupo de clientes do estabelecimento um foto sua adulterada por ferramenta de inteligência artificial (IA).
Na foto original, Andrea, conhecida como “Vovó Fitness”, aparece de macaquinho de treino rosa na academia. Na foto editada por IA, o macaquinho deu lugar a um sutiã rosa, compondo com um short da mesma cor, no mesmo ambiente.
A foto teria causado incômodo à direção da academia.
“Um amigo me mandou o print dizendo que a foto estava circulando em grupos da academia. Até então, eu não fazia ideia do que estava acontecendo”, contou Andrea.
O desconforto aumentou quando o gerente da academia a chamou para uma conversa e mostrou a imagem que estava circulando.
“Quando ele me mostrou a foto, eu fiquei em choque. Colocaram um sutiã no lugar do meu macaquinho de treino. Aquilo não é real”, declarou ela.
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