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Categoria: Mundo

Assessor de Trump chama de ‘patético’ artigo de Lula no NYT

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A publicação de artigo assinado com o nome de Lula (PT) no jornal norte-americano New York Times criticando a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, provocou reação dura de Jason. Miller, assessor próximo ao presidente Donald Trump, chamou o texto atribuído ao petista de “patético” e sugeriu que o presidente brasileiro deveria “ficar de fora” de debates que, segundo ele, são de interesse dos aliados ocidentais e da ordem regional.

No artigo publicado, Lula descreveu a operação que resultou na captura de Nicolás Maduro e sua companheira, Cilia Flores, em Caracas, no dia 3 de janeiro, como “mais um capítulo lamentável na contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida depois da Segunda Guerra Mundial”.

Na crítica, Miller fez menções diretas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que acontecimentos no Brasil, como a prisão de Bolsonaro e questões de assistência médica ao ex-mandatário, seriam exemplos de um “capítulo lamentável” muito mais relevante do que a intervenção americana na Venezuela.

A operação americana feita no início de janeiro foi justificada pela Casa Branca como parte de um esforço de combate ao narcoterrorismo e de restabelecimento da ordem democrática na Venezuela.

Até o momento, líderes de países da região reagiram de maneiras variadas à ação, com alguns elogiando o resultado e outros condenando a intervenção por suposta violação de soberania.

O confronto de narrativas entre o presidente brasileiro e o aliado de Trump intensifica o debate sobre o papel do Brasil na política externa latino-americana, sobretudo diante de questões envolvendo a Venezuela e a influência dos Estados Unidos na região.

Diário do Poder

TV Iraniana é hackeada e mensagem de príncipe exilado é transmitida

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Hackers conseguiram invadir, na noite de domingo, 18, o sinal da televisão estatal iraniana para passar mensagem de apoio para Reza Pahlavi, filho de xá Mohammad Reza Pahlavi, que comandou o país asíatico de 1941 até 1979, quando ocorreu a revolução islâmica.

É mais um capítulo da onda de protestos que assola o Irã e que, de acordo com a Reuters, já vitimou pelo menos cinco mil pessoas, de acordo com oficial iraniano.

No vídeo, o príncipe, que saiu do país em 1978 e é considerado um dos líderes da oposição, diz que as forças armadas possuem apenas um dever: “Proteger suas pr´prias vidas. Vocês não tem muito tempo. Se juntem ao povo o quanto antes”. Confira o vídeo do momento abaixo.

Entre imagens do príncipe, eram mostrados cards com textos como “Não aponte suas armas para o povo. Junte-se a nação em prol da liberdade do Irã”

De acordo com a ABC, o vídeo foi transmitido apenas no sinal via satélite da IRIB, Radiotelevisão da República Islâmica do Irã, que detém o monopólio dos serviços de televisão e rádio no país. Demais sinais não foram afetados.

Essa não é a primeira vez, nos últimos anos, em que terceiros conseguiram sequestrar o sinal estatal. Em 2022, uma gravação de líderes exilados de um grupo da oposição foi transmitida por diversos canais; parte da mensagem pedia pela morte do Aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país.

Extra

Presidente do Irã diz que ataque a Khamenei será “guerra total”

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O acesso à internet foi restabelecido parcialmente no Irã neste domingo, antes de um retorno das restrições, apontado pela organização especializada em segurança cibernética Netblocks.

“Após 240 horas de bloqueio da internet, os níveis de tráfego caíram após um breve restabelecimento”, publicou a organização no X. “Durante esse período, alguns iranianos puderam dar informações detalhadas sobre a gravidade da crise.”

Mais cedo, a Netblocks havia publicado nas redes sociais que os dados de tráfego indicavam “um retorno significativo de alguns serviços, como o Google, o que sugere que foi habilitado um acesso com alto nível de filtragem, o que corrobora os relatos dos usuários de uma restauração parcial”.

O governo busca passar a sensação de que retomou o controle da situação, e ordenou a reabertura das escolas, fechadas há uma semana. O aparente retorno à calma foi acompanhado de uma advertência do presidente iraniano, Masoud Pezeshkian.

“Um ataque contra o grande líder do nosso país [aiatolá Ali Khamenei] equivale a uma guerra total contra a nação iraniana”, publicou o presidente, no X. O alerta parece ser uma resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que expressou ontem sua convicção de que chegou o momento de uma nova liderança no Irã.

As comunicações no país foram cortadas no último dia 8, em meio a uma onda de manifestações contra o governo que começou em 28 de dezembro com protestos contra o alto custo de vida e resultou em uma mobilização contra o regime autocrático no poder desde a revolução de 1979.

Estes protestos são considerados o maior desafio ao regime iraniano desde as manifestações de 2022-2023, após a morte na detenção da jovem Mahsa Amini.

Segundo o balanço mais recente da Iran Human Rights (IHR), pelo menos 3.428 manifestantes morreram. A organização confirmou os casos através de fontes do sistema de saúde da república islâmica, diferentes testemunhos e várias fontes independentes.

No entanto, a ONG adverte que o número real de mortos pode ser muito maior. Meios de comunicação não conseguem confirmar de forma independente este balanço e as autoridades iranianas não divulgaram um número exato de mortos nos protestos.

Outras estimativas elevam este balanço para mais de 5.000 e inclusive a 20.000, mas o bloqueio da internet dificulta enormemente a verificação independente, segundo a IHR.

O Tempo

Europa aceitará anexação da Groenlândia pelos EUA, afirma secretário

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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou acreditar que a Europa acabará aceitando a anexação da Groenlândia pelos EUA, ideia defendida pelo presidente Donald Trump, por considerar que esse seria o “melhor desfecho possível” em termos de segurança internacional.

Em entrevista à NBC, Bessent declarou que os países europeus “projetam fraqueza” e dependem das garantias de segurança oferecidas por Washington. “Paz por meio da força. Se a Groenlândia for incorporada aos Estados Unidos, não haverá conflito. Os EUA são hoje o país mais forte do mundo”, disse.

Segundo o secretário, líderes europeus acabariam cedendo ao perceberem que precisam da proteção norte-americana. “Eles vão compreender que a Groenlândia sob controle dos Estados Unidos é o melhor resultado possível”, afirmou. Bessent também reforçou que o território é considerado estratégico para os EUA, sobretudo no contexto do novo sistema de defesa antimísseis batizado de “Cúpula Dourada”.

“O presidente Trump está avaliando os riscos de um eventual conflito no Ártico nos próximos anos. A América precisa manter o controle da situação”, acrescentou.

Em paralelo, o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, fez um apelo para que a Europa evite retaliações comerciais após o Partido Popular Europeu defender a suspensão do acordo comercial entre Washington e Bruxelas, que havia encerrado a última disputa tarifária entre as partes.

“Nós moderamos nossas tarifas enquanto aguardamos que eles façam o mesmo”, disse Greer à Fox News. “Se eu estivesse no lugar deles, deixaria esse assunto de lado. Mas, se quiserem transformar isso em um problema comercial, que o façam.”

Notícias ao Minuto

Espanha: Acidente com trens de alta velocidade deixa mortos

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Ao menos dez pessoas morreram e 25 ficaram gravemente feridas devido a um acidente envolvendo dois trens de alta velocidade no município de Adamuz, no sul da Espanha. O caso aconteceu neste domingo (18).

O acidente aconteceu quando um trem da empresa Iryo com destino a Madri descarrilou cerca de uma hora depois de sair de Málaga e atravessou a via contígua, pela qual passava um trem da estatal Renfe Alvia que fazia o trajeto Madri-Huelva, atingindo-o.

Três dos mortos estavam no comboio da Renfe Alvia e dois no da Iryo. Autoridades locais não informaram onde estavam os outros cinco falecidos.

Um total de 317 pessoas viajava no trem da Iryo, segundo disseram fontes da empresa. Os dois últimos vagões do trem foram os que descarrilaram, e o último ficou tombado, de acordo com o jornalista da Radio Nacional de España (RNE) Salvador Jiménez, que estava a bordo.

O ministro dos Transportes da Espanha, Óscar Puente, confirmou que os últimos vagões do trem Iryo descarrilaram em Adamuz e invadiram a via contrária, causando um impacto “terrível” com um número de vítimas que “não se podia confirmar” ainda.

Alguns dos passageiros saíram em segurança em direção à estação de Adamuz, e a tripulação pegou martelos para quebrar janelas e ajudar a retirar pessoas a bordo dos vagões descarrilados.

Pleno News

‘Loiro bonitão’ e trabalho falso: aposentada cai em dois golpes e perde mais de R$ 1 milhão

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Aos 67 anos, Cindy Palecek estava aproveitando a sua aposentadoria após deixar o emprego de assistente de fisioterapia em 2019. Mas a tranquilidade da americana do Wisconsin acabaria de forma cruel.

No ano passado, ela recebeu um e-mail sobre um trabalho remoto comissionado, dedicando uma hora por dia à otimização de dados com ajuda de inteligência artificial para empresas de publicidade.

Cinco meses depois de começar o trabalho, Cindy descobriu que, na verdade, tratava-se de um golpe. O emprego era falso. Ele prometia altos rendimentos, mas só estava tomando as economias da aposentada, sem qualquer retorno.

Cindy acabou perdendo cerca de US$ 130 mil (R$ 700 mil).

Mas esse não seria o único prejuízo.

Em novembro, Cindy se cadastrou num site de namoro, onde conheceu um “loiro bonitão”. Ele dizia ser um operário da construção civil. “Mike” morava em outro estado.

A aposentada acreditava que “Mike” era o “cara certo”. Cindy contou a ele sobre os problemas financeiros que estava enfrentando por causa do golpe do falso emprego.
Foi aí que o “bonitão” decidiu “ajudá-la”, oferecendo uma oportunidade de investimento “bem lucrativa” que garantia “altos rendimentos” que “resolveria” os problemas financeiros de Cindy “rapidamente”.

Era outro golpe. Os US$ 80 mil (R$ 430 mil) investidos por Cindy desapareceram. E “Mike” também sumiu.

Extra

Candidatos socialista e de direita vão disputar 2º turno em Portugal

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O ex-ministro e ex-líder socialista António José Seguro e o ultradireitista André Ventura foram os dois candidatos mais votados nas eleições deste domingo (18) para a presidência de Portugal. Eles vão se enfrentar em segundo turno no dia 8 de fevereiro.

Quando 95% dos votos do primeiro turno de hoje tinham sido apurados, Seguro liderava com 30,62%, seguido por Ventura, com 24,26%.

Em terceiro lugar, com 15,49%, aparecia o eurodeputado liberal João Cotrim de Figueiredo, logo à frente do almirante na reserva Henrique Gouveia e Melo (12,25%) e do comentarista político conservador e ex-ministro Luís Marques Mendes (11,97%). Nenhum dos demais seis candidatos tinha mais de 2% dos votos.

Mais de 11 milhões de cidadãos portugueses – dos quais mais de 1,7 milhão vivem no exterior – estavam aptos a votar para eleger o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, que deixará o posto após dois mandatos de cinco anos e não podia mais se reeleger.

O presidente de Portugal tem a função de árbitro e fiscalizador da vida política e não tem prerrogativas executivas, mas, entre outros poderes, pode vetar leis, dissolver o Parlamento e convocar eleições.

Pleno News

Trump ameaça Europa com novas tarifas para forçar compra da Groenlândia

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O presidente americano, Donald Trump, elevou o tom, neste sábado (17), em seu empenho por adquirir a Groenlândia, ao ameaçar vários países europeus com tarifas aduaneiras de até 25% até que seja concretizada a compra do território autônomo dinamarquês.

A partir de 1º de fevereiro, Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia estarão sujeitos a uma sobretaxa adicional de 10 % sobre todos os produtos exportados aos Estados Unidos, anunciou Trump em uma publicação em sua plataforma, Truth Social.

“Em 1º de junho de 2026, a tarifa será aumentada para 25%” e deverá ser aplicada “até que se alcance um acordo para a compra completa e total da Groenlândia”, escreveu.

Jovem Pan