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Categoria: Mundo

Deputado americano bate recorde ao discursar por quase 9 horas para atrasar projeto de Trump

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O deputado americano Hakeem Jeffries, líder da minoria democrata, quebrou o recorde de discurso mais longo sem interrupções na Câmara dos Representantes dos EUA, que equivale à Câmara dos Deputados no Brasil.

Ele discursou por 8 horas e 45 minutos em oposição ao projeto de lei orçamentário e tributário do governo Donald Trump, que foi aprovado na terça-feira (1º) pelo Senado.

Jeffries começou a discursar por volta das 4h50 (horário local, 5h50 em Brasília) desta quinta-feira e só terminou às 13h37 (14h37 de Brasília). O deputado contou histórias de norte-americanos que, segundo ele, serão prejudicados pela legislação de Trump.

“Este projeto de lei, este projeto de lei grande e feio [o projeto é chamado de “grande e bonito” por Trump], -este orçamento imprudente dos republicanos, esta abominação repugnante- não se trata de melhorar a qualidade de vida do povo norte-americano”, afirmou Jeffries, que havia prometido na terça-feira (1º) que faria o máximo para atrasar a votação.

Os deputados debatem o projeto de lei que, segundo analistas independentes, acrescentará US$ 3,3 trilhões à dívida do país na próxima década. O projeto foi alvo de muita discussão no Senado por causa do alto preço da lei e cortes substanciais no programa de saúde Medicaid.

O projeto foi aprovado por 51 votos a 50, sendo decidido pelo voto de desempate de J,D, Vance, vice-presidente, após empate em 50 votos. Na Câmara, a expectativa é de uma divisão semelhante, apesar de os republicanos terem maioria de 220 a 212.

Na quarta-feira, ao menos um dos democratas votou contrário à abertura do debate na Câmara, que foi aprovado por 219 a 213.

“A Câmara trabalhará rapidamente para aprovar o projeto de lei que promulga toda a agenda doméstica de Trump até o dia 4 de julho”, disse o presidente da Casa, Mike Johnson, em um comunicado na terça-feira, citando a extensão de uma legislação de 2017 e o aumento do financiamento para as Forças Armadas e o controle da imigração.

Os líderes republicanos da Câmara esperavam iniciar a votação às 9h (10h de Brasília), mas o longo discurso de Jeffries atrasou a programação.

Algumas das mais fortes objeções republicanas ao projeto vêm de membros conservadores do partido, irritados porque ele não corta suficientemente os gastos e aumenta em US$ 5 trilhões o teto da dívida do país, que os parlamentares devem abordar nos próximos meses ou correm o risco de um calote na dívida de US$ 36,2 trilhões.

“O que o Senado fez foi inconcebível”, disse o deputado republicano Ralph Norman, da Carolina do Sul, um dos vários conservadores que se manifestaram contra o preço mais alto do projeto de lei do Senado, acusando os senadores de distribuírem “sacos de brindes” de gastos para satisfazer opositores. Norman disse que votará contra o projeto de lei.

Os democratas estão unidos em oposição ao projeto de lei, dizendo que suas isenções fiscais beneficiam desproporcionalmente os mais ricos, ao mesmo tempo em que cortam serviços dos quais os norte-americanos de baixa e média renda dependem.

“Esse é o maior ataque à saúde norte-americana da história”, disse Jeffries na terça-feira, prometendo que seu partido usará “todas as opções processuais e legislativas” para tentar impedir -ou atrasar- a aprovação. O longo discurso que realizou nesta quinta-feira foi uma demonstração do que prometeu.

“Não apoiarei um projeto de lei final que elimine o financiamento vital do qual nossos hospitais dependem”, disse o deputado David Valadao, da Califórnia, antes da aprovação no Senado.

Quaisquer alterações feitas pela Câmara exigiriam outra votação no Senado, tornando praticamente impossível cumprir o prazo de 4 de julho, estabelecido por Trump, para aprovação do projeto de lei.

Durante semanas, Trump pressionou pela aprovação do projeto antes do feriado do Dia da Independência, em 4 de julho, embora nos últimos dias ele também tenha flexibilizado esse prazo, descrevendo-o como menos que crítico.

Folhapress

Enfermeira é condenada a prisão por matar 7 bebês em maternidade

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Uma enfermeira condenada à prisão perpétua por matar sete bebês e tentar matar outros oito no Reino Unido segue no centro de uma série de investigações que agora atingem a antiga direção do hospital onde trabalhava.

Nesta semana, três gestores do Hospital Countess of Chester, no norte da Inglaterra, foram presos por suspeita de homicídio culposo por negligência grave. Eles foram liberados sob fiança e seguem sob investigação. A informação é do site ‘The New York Post’.

Lucy Letby, de 35 anos, foi considerada culpada pelos assassinatos cometidos entre junho de 2015 e junho de 2016, quando atuava na UTI neonatal da instituição. O caso a tornou a pior assassina em série de crianças da história recente do país. Ela está presa desde 2023 e foi sentenciada à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. A enfermeira sempre negou os crimes e teve sua apelação rejeitada pela Justiça.

As novas prisões fazem parte de uma investigação da polícia sobre possíveis responsabilidades da liderança do hospital, que pode ter ignorado sinais de alerta durante o período em que Letby cometeu os crimes. Segundo a polícia, os gestores agora são alvo de apuração por negligência grave, e o hospital também é investigado por possível homicídio corporativo.

As autoridades ainda avaliam se a enfermeira cometeu outros crimes em unidades diferentes. Uma investigação pública segue em andamento e deve divulgar um relatório final em 2026. Em depoimentos recentes, advogados da antiga direção do hospital negaram que Letby tenha sido protegida de forma consciente pela equipe gestora.

Enquanto isso, a Comissão de Revisão de Casos Criminais analisa um pedido da defesa de Letby, que tenta reverter a condenação. O caso permanece cercado de questionamentos por parte de especialistas e autoridades britânicas.

Polêmica Paraíba

RECORDE: Estrela do OnlyFans anuncia ter feito sexo com 1113 homens em 12h

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A polêmica criadora de conteúdo adulto Lily Phillips chocou seus seguidores ao anunciar que bateu o recorde mundial do sexo ao dormir com mais de mil homens ao longo de uma maratona de 12 horas.

“Os que me acompanham há algum tempo entenderão que eu estava querendo quebrar um certo recorde mundial. Agora, estou muito feliz em anunciar que ontem eu consegui exatamente isso. Transei com 1.113 homens em 12 horas”, revelou a inglesa, em vídeo no Instagram publicado na última segunda, dia 30 de junho.

A marca de Phillips, de 23 anos, superaria a da sua principal rival nas plataformas de conteúdo adulto, a compatriota Bonnie Blue, de 26 anos, que relatou em janeiro ter feito sexo com 1057 homens no mesmo período de 12 horas.

Phillips observou em seu vídeo que levaria “um tempinho” para editar e publicar o material, que será compartilhado no Fansly.

“Ontem estive com 1.113 homens em apenas 12 horas. E hoje estou me sentindo surpreendentemente bem. Quer dizer, sinto dores, mas tecnicamente fiz exercícios físicos por 12 horas seguidas, então isso faz sentido”, relatou Lily Phillips no mesmo vídeo – ela também ja postou algumas cenas de bastidores da quebra de recorde.

Monet

Morre pastor que chamou Igreja Católica de “prostituta do apocalipse”

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Morreu, aos 90 anos, o pastor pentecostal Jimmy Swaggart, nos Estados Unidos. O líder religioso foi um dos televangelistas mais conhecidos do século 20. Em uma de suas pregações, ele disse que Igreja Católica era “a grande prostituta do apocalipse”.

A morte do sacerdote foi confirmada, nesta terça-feira (1º/7), por meio de nota oficial nas redes sociais da igreja dele, a Jimmy Swaggart Ministries, que tem sede no estado americano de Louisiana.

“Por mais de sete décadas, o Irmão Swaggart dedicou sua vida pregando o evangelho, cantando cânticos de fé e apontando milhões para o poder salvador de Jesus Cristo e o batismo do Espírito Santo. Sua voz ecoou por nações, sua música abrandou corações e sua mensagem nunca mudou: Jesus Cristo e Ele crucificado”, diz a nota.

“Ele não era apenas um pregador — ele era um adorador, um guerreiro e uma testemunha da graça e misericórdia de Deus. Ele era um homem cuja fé era inabalável e que sempre entrou por qualquer porta que o Senhor abrisse“, continua a publicação.

Carreira e escândalos do pastor Swaggart

Foi na televisão que Jimmy Swaggart se tornou um fenômeno religioso global. No entanto, em 1988, ele protagonizou um escândalo sexual ao ser flagrado com uma prostituta em um motel da Louisiana. O caso ganhou as manchetes e culminou em sua famosa confissão pública: “Eu pequei contra vocês. Peço perdão”.

Ele era da Assembleia de Deus, que exigiu que ele passasse por um processo de reabilitação, incluindo um ano afastado do púlpito. A sua recusa em acatar a exigência da instituição fez com que ele fosse desligado da denominação e passasse a liderar uma igreja não denominacional.

Em 1991, ele foi flagrado novamente com uma prostituta, afastando-se brevemente das atividades religiosas, sem pedidos públicos de perdão.

Controvérsias

Apesar dos escândalos, Jimmy manteve a influência no meio evangélico americano. Segundo dados da sua própria organização, ele vendeu cerca 15 milhões de álbuns de música gospel, dado que não foi oficialmente verificado.

Em sermões mais antigos, ele disse que a Igreja Católica era “a grande prostituta do apocalipse” e que os judeus sofreram por rejeitarem Jesus Cristo.

No últimos anos, Swaggart se manteve mais recluso, concentrado nos cultos de sua igreja e nas transmissões pelo canal fundado pelo ministério dele.

Swaggart estava hospitalizado desde 15 de junho, após sofrer uma parada cardíaca em casa. Segundo a família, ele passou duas semanas internado em estado grave antes de vir a óbito.

Metrópoles

Lula evita Milei na Argentina, mas quer visitar ex-presidente acusada de ladroagem em prisão domiciliar

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Entre um compromisso e outro na 66ª Cúpula de governantes de países do Mercosul, Lula (PT) tenta encaixar visita a Cristina Kirchner, que cumpre seis anos de prisão por ladroagem. A ex-presidente foi condenada por roubar dinheiro público em 51 contratos de obras. A menos que ocorra algo imprevisto, Lula não terá reunião bilateral com Javier Milei, presidente da Argentina, país de relações históricas e 3º maior parceiro comercial do Brasil, atrás só da China e Estados Unidos.

A verdade dói

O clima azedou quando Milei chamou Lula de ladrão e “dinossauro idiota”. O líder argentino não se desculpou: “são verdades”, disse.

Primarismo lulista

Lula não entende que países têm interesses. Desde que assumiu, em cerimônia com Jair Bolsonaro presente, Milei e Lula não se reuniram.

Fascínio ou fetiche?

Lula autorizou em abril o “resgate” da ex-primeira-dama do Peru Nadine Heredia, condenada a 15 anos por corrupção, em um jatinho da FAB.

Sem explicação

Mesmo sem ter relação com o novo vexame de Lula, a Secom do Planalto foi procurada para se posicionar. O espaço segue aberto.

Diário do Poder

Ex-bruxa, pastora fala de infância no ocultismo e conversão a Jesus

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A pastora nigeriana Olajumoke Adewuyi vive no Brasil há mais de 20 anos. Ao PodCrê, ela contou seu impactante testemunho, no qual relembrou seu passado na bruxaria até sua conversão a Jesus.

Olajumoke viralizou na internet após começar a falar sobre as batalhas espirituais que enfrentou desde seu nascimento. Ela compartilhou que, em sua cultura, era normal que as crianças tivessem amigos imaginários que, na verdade, eram orixás. A pastora também contou que foi usada pelo diabo dentro da igreja.

Na infância, Olajumoke foi abusada sexualmente por um tio. Ao relembrar do trauma, ela alertou sobre a importância dos pais conversarem com seus filhos. Ela disse que a sequência de abusos que sofreu a fez ficar viciada e destruiu sua vida sentimental. Na época dos fatos, ela estava entre 5 e 6 anos de idade.

A nigeriana ainda dissertou sobre missões. A pastora destacou a importância que as igrejas que atuam arduamente e incansavelmente em campos missionário têm, e como esse trabalho é um instrumento de Deus para ganhar vidas no continente africano.

Pleno News

Beijo fora de lugar, rainha da Espanha coloca presidente da Colômbia no seu devido lugar

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O presidente colombiano Gustavo Petro protagonizou mais um momento constrangedor, desta vez, no exterior. Durante um cumprimento à rainha Letizia da Espanha, tentou beijá-la no rosto, rompendo o protocolo de uma monarquia europeia que preza por gestos medidos e respeito formal. Letizia, com a discrição e elegância que a situação exigia, recuou delicadamente e apontou a ele o gesto apropriado: um cumprimento à distância, sem toque, como é esperado em eventos diplomáticos com representantes da realeza.

O episódio seria apenas uma gafe, se não fosse um sintoma recorrente. A América Latina parece não se cansar de repetir líderes que, sob o pretexto de espontaneidade ou autenticidade, desrespeitam regras básicas de convivência institucional. Petro, que tanto se esforça para posar como homem do povo e da mudança, revela, na prática, a velha arrogância dos que confundem o poder com intimidade e o cargo com licença para ignorar os códigos do mundo civilizado.

Num continente que ainda luta para consolidar repúblicas maduras, o descompasso entre formalidade e populismo barato continua a expor nossa distância das práticas diplomáticas de verdade. Enquanto líderes como Petro se aproximam dos autocratas e se afastam do decoro, a América Latina permanece presa ao atraso, e longe do mundo da dignidade formal.

BZN

Ex-estrela de reality é internada após arrancar a cabeça do namorado

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Julian Story, de 39 anos, foi brutalmente assassinado no dia 19 de junho, na Austrália. A principal suspeita é sua então namorada, Tamika Sueann-Rose Chesser, ex-participante do reality As Gostosas e os Geeks. Segundo a polícia, ele foi morto, desmembrado e decapitado um dia após seu aniversário. A cabeça ainda não foi localizada, e as buscas foram suspensas para análise de câmeras de segurança.

Tamika foi presa no local do crime, em estado de choque, e está internada na ala psiquiátrica de um presídio. Ela foi formalmente acusada por homicídio, agressão a policiais, obstrução da Justiça e tentativa de destruição de provas.

A polícia foi acionada após vizinhos notarem fumaça na casa. No local, encontraram o corpo queimado e mutilado de Julian. Relatos da irmã de Tamika apontam que ela enfrentava graves distúrbios mentais, agravados nos meses anteriores ao crime.

Julian tinha antecedentes criminais e, segundo a família de Tamika, já havia se envolvido com drogas. A polícia segue investigando o caso e busca novas pistas para localizar a cabeça da vítima.

Com informações de Terra