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Categoria: Mundo

FBI divulga imagens de suspeito ‘ligado ao assassinato’ de Charlie Kirk e pede ajuda da população para identificá-lo

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O FBI divulgou nesta quinta-feira imagens de um homem suspeito de “conexão” com o assassinato do influenciador conservador Charlie Kirk, pedindo ajuda da população para identificá-lo. As fotos, divulgadas pelo escritório de campo do FBI em Salt Lake City, mostram um homem usando boné de beisebol, óculos escuros e uma camisa preta de manga comprida. Em uma das imagens, ele aparece subindo uma escada.

“Estamos pedindo ajuda do público para identificar esta pessoa com conexão ao assassinato de Charlie Kirk na Utah Valley University”, informou o FBI em uma publicação no X.

Segundo a polícia, o suspeito foi flagrado anteriormente no vídeo subindo uma escada em direção a um telhado, de onde o tiro que matou Kirk foi realizado. De acordo com a agência Associated Press, que citou autoridades americanas, o suspeito pulou do telhado e fugiu para um bairro após disparar um tiro.

Também nesta quinta, o FBI anunciou ter recuperado um rifle nos arredores da Universidade Utah Valley, onde o influenciador foi morto com um tiro no pescoço. A arma está passando por perícia, segundo a polícia federal americana, que disse acreditar que é a mesma que foi utilizada pelo atirador para atingir Kirk.

A caçada continua. O suspeito não estava na área de mata onde o rifle foi encontrado. Investigadores da polícia local e do FBI realizaram buscas de porta em porta nas imediações do campus em Utah, enquanto a esperança de uma solução rápida para o caso se esvai, após dois suspeitos detidos terem sido liberados depois de prestarem depoimento.

O comissário do Departamento de Segurança Pública de Utah, Beau Mason, afirmou que toda a movimentação do suspeito no campus, do momento em que chegou até o momento da fuga, foi mapeada. Ainda de acordo com o comissário, o suspeito que está no centro das investigações neste momento parece estar em “idade universitária”, o que o possibilitou se misturar bem ao ambiente.

Durante o primeiro dia de investigação, os policiais também coletaram marcas de calçados, uma impressão da palma de uma mão e impressões de antebraço, que foram enviadas para análise pericial. O FBI agradeceu à comunidade pela colaboração com as investigações, afirmando que mais de 130 pistas foram enviadas pelo público.

O assassinato do influenciador, que era um forte apoiador do presidente Donald Trump, é o mais recente em uma série de ataques contra figuras políticas tanto da esquerda quanto da direita nos EUA. O caso fez especialistas levantarem o temor de que a violência política esteja se tornando algo normal em um país cada vez mais polarizado.

Extra

Trump se diz insatisfeito com condenação de Bolsonaro e cita possível impacto nas relações com Brasil

FOTO: REPRODUÇÃO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quinta-feira estar muito insatisfeito com a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Para ele, a decisão do tribunal brasileiro causa surpresa.

Trump afirmou que acompanhou o julgamento e destacou sua relação com Bolsonaro. Segundo o republicano, o ex-presidente brasileiro foi um bom líder e a condenação soa inesperada. Ele acrescentou que a situação lembra o que tentaram fazer contra ele nos Estados Unidos, mas sem êxito, disse antes de embarcar no helicóptero oficial.

Questionado sobre a chance de novas sanções contra o Brasil, Trump preferiu não dar resposta direta. Enquanto isso, integrantes do Palácio do Planalto acompanham de perto o cenário e avaliam medidas que possam ter reflexos nas relações comerciais, financeiras ou até mesmo sobre autoridades do Supremo e do Executivo.

Em momentos anteriores, Trump já havia adotado uma postura dura, impondo tarifas de 50% sobre exportações brasileiras. Ele classificou o processo envolvendo Bolsonaro como uma espécie de caça às bruxas e defendeu que fosse abandonado imediatamente. Representantes do governo americano também sinalizaram a diplomatas brasileiros que existe um impasse político.

Além disso, o Departamento de Estado dos EUA reiterou publicamente a possibilidade de adotar novas medidas diante do que consideram perseguição contra Bolsonaro.

BNews

Influenciador ligado a Trump morre após ser baleado durante palestra em universidade dos EUA

FOTO: GETTY

O influenciador de extrema direita Charlie Kirk, 31 anos, morreu após ser baleado enquanto discursava em um evento no campus da Universidade Utah Valley, nos EUA, nesta quarta-feira. A informação foi confirmada pelo residente americano, Donald Trump.

“O Grande, e até mesmo Lendário, Charlie Kirk está morto”, escreveu Trump em sua rede social, o Truth Social. “Ninguém compreendia ou tinha o Coração da Juventude dos Estados Unidos da América melhor do que Charlie. Ele era amado e admirado por TODOS, especialmente por mim, e agora não está mais entre nós. Melania e meus pêsames vão para sua linda esposa Erika e sua família. Charlie, nós te amamos!”

Segundo a universidade, o atirador ainda não foi capturado.

Kirk era chefe da Turning Point USA, a principal organização conservadora juvenil dos Estados Unidos.

Ele foi atingido cerca de 20 minutos depois de começar a falar com os alunos no campus. Treanor disse que o suspeito deu o disparo em um prédio a cerca de 200 metros de distância do evento, e foi detido. Segundo ela, não era um aluno

Pelo menos três vídeos postados nas redes sociais mostram o conservador sendo atingido por tiros. Neles todos, ouve-se um barulho forte antes de Kirk recuar após o golpe.

Kirk começou a ficar conhecido em 2012, quando publicou um artigo no Breitbart News, site conservador que chegou a ter como diretor outra figura proeminente da extrema direita, Steve Bannon, ex-assessor de Trump.

Ele nasceu em 1993 em um bairro rico de Chicago.

Apoiador de Trump, Kirk foi um dos que promoveu a teoria da conspiração sobre uma suposta fraude nas últimas eleições presidenciais americanas. Foi também entusiasta das manifestações que resultaram na invasão ao Capitólio, de 6 janeiro de 2021.

Extra

Kirk: FBI oferece R$ 539 mil por informações sobre assassino

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O FBI (polícia federal dos Estados Unidos) anunciou nesta quinta-feira (11) que oferecerá até 100 mil dólares (R$ 538,8 mil) para quem fornecer informações verdadeiras que levem à captura do suspeito do assassinato do ativista conservador Charlie Kirk em um campus universitário de Utah no dia anterior.

– O FBI está oferecendo uma recompensa de até 100 mil dólares por informações que levem à identificação e prisão dos responsáveis pelo assassinato de Charlie Kirk em 10 de setembro de 2025 na Utah Valley University em Orem, Utah – escreveu a agência em sua conta oficial na rede social X.

Na mensagem, a agência lista um número para dicas telefônicas e o endereço de um site da divisão de Salt Lake City do FBI, para onde podem ser enviadas fotos e vídeos de possíveis suspeitos.

Kirk, conhecido por realizar fóruns de discussão em escolas dos Estados Unidos, morreu nesta quarta (10) depois de levar um tiro no pescoço enquanto discursava em um evento organizado na Universidade do Vale de Utah.

A equipe conjunta que investiga o caso, formada pelo FBI e pelo Departamento de Segurança Pública de Utah, ativou o que chamou de “caça” para encontrar o homem por trás das imagens que ele havia postado em suas redes sociais.

O FBI divulgou nesta quinta duas fotografias do suspeito de assassinato. As imagens mostram um homem branco vestindo calças, um moletom, boné e óculos escuros.

Pleno News

Larry Ellison supera Elon Musk e se torna pessoa mais rica do mundo

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O cofundador da Oracle, Larry Ellison, de 81 anos, assumiu o posto de pessoa mais rica do mundo nesta quarta-feira (10/9), superando Elon Musk. A mudança na liderança do ranking global de bilionários ocorreu após as ações da empresa de software empresarial dispararem mais de 40% no início do pregão nas bolsas dos Estados Unidos, impulsionadas por resultados financeiros superiores às expectativas do mercado.

A fortuna de Ellison alcançou $393 bilhões, ultrapassando os $384 bilhões acumulados pelo CEO da Tesla, segundo dados do índice de bilionários da Bloomberg. Com a valorização, os papéis da Oracle atingiram $340 por ação, elevando o valor de mercado da companhia para $958 bilhões.

O empresário, que possui 41% de participação na Oracle, beneficiou-se diretamente da expressiva valorização das ações. Além da empresa de software, o patrimônio de Ellison inclui participações na Tesla, uma equipe de vela, o torneio de tênis “Indian Wells Open” e uma ilha no Havaí, nos Estados Unidos.

Ellison e Musk ocupam agora as duas primeiras posições no ranking global de bilionários, à frente de Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, e Jeff Bezos, da Amazon. A Oracle deve continuar se beneficiando da crescente demanda por seus serviços de nuvem, impulsionada por empresas de inteligência artificial como a OpenAI, desenvolvedora do “ChatGPT”, que necessitam de vastos datacenters (centros de processamento de dados) para suas operações.

Musk havia se tornado a pessoa mais rica do mundo pela primeira vez em 2021, mas perdeu a posição para Ellison após pouco mais de 300 dias no topo do ranking. Os dois empresários mantêm uma relação próxima, com o cofundador da Oracle sendo frequentemente descrito como mentor do CEO da Tesla.

Quando Musk buscou investidores para a compra do Twitter (atual “X”), Ellison ofereceu apoio dizendo que colocaria “um bilhão de dólares ou o que você recomendar”. O cofundador da Oracle também é apoiador de Donald Trump e tem aparecido regularmente ao lado do presidente dos Estados Unidos na Casa Branca, inclusive no lançamento do projeto “Stargate”, que prevê investimentos de $500 bilhões em infraestrutura de inteligência artificial nos Estados Unidos.

O Tempo

Trump pede pena de morte para assassino de ucraniana em trem

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nesta quarta-feira (11) a pena de morte para o homem que assassinou uma jovem ucraniana em Charlotte, na Carolina do Norte, em agosto.

– O animal que matou de forma tão violenta a bela jovem da Ucrânia, que veio para os Estados Unidos em busca de paz e segurança, deve receber um julgamento rápido (sem dúvida!) e ser condenado apenas com a pena de morte. Não pode haver outra opção – escreveu Trump, na plataforma Truth Social.

O republicano publicou essa mensagem após a divulgação do caso de Iryna Zarutska, que foi esfaqueada fatalmente no pescoço por um homem, identificado como Decarlos Brown, em 22 de agosto. A jovem ucraniana viajava em um trem em Charlotte, e sangrou até a morte diante da passividade de alguns passageiros.

Nesta terça (10), o presidente americano instou o governo a ser “implacável” com os criminosos e a responder com “força e determinação”.

– Temos que ser impiedosos como eles. Essa é a única coisa que eles entendem – declarou Trump em um vídeo publicado na rede social X pela Casa Branca.

Nesta semana, o Departamento de Justiça acusou Brown de um crime federal em uma denúncia criminal apresentada no Tribunal para o Distrito Ocidental da Carolina do Norte. O acusado enfrenta a possibilidade de ser condenado à prisão perpétua ou à pena de morte.

Essas acusações são adicionais às apresentadas anteriormente na Justiça estadual, na qual o homem foi acusado de assassinato em primeiro grau, que também é punível com prisão perpétua ou pena de morte na Carolina do Norte, um estado onde há uma moratória sobre as execuções desde 2006.

Pleno News

Soberania da cocaína é defendida pelo presidente da Colômbia em reunião com Lula

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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, voltou a defender na terça-feira, 9, durante evento com Lula (PT) em Manaus, a legalização da cocaína.

“Se a cocaína fosse legalizada no mundo, não haveria essa destruição da selva amazônica. Esse é um tema de discussão. A América Latina também deveria discutir sem temor, sem constrangimento, sem vergonha de discutir, porque é como se nós fôssemos criminosos e estamos agachando a cabeça para uma política feita em Nova York, uma política fracassada.

Qual é a demonstração do fracasso. Os gringos agora estão usando o fentanil e morrem aos milhares. E quando era cocaína morriam muito menos. E quando era maconha menos ainda. E quantas pessoas morreram na América Latina, começando pela Colômbia porque legalizaram a maconha e que agora ela é usada nas ruas, por exemplo. Então o que foi feito com todos nós. As pessoas estão nas prisões, jovens que fumavam um cigarro de maconha, agora estão presos. Então essa é uma estupidez latino-americana. Essa maconha era produzida e agora ela é colocado imposto sobre ela e ela é utilizada nas ruas.

E agora coisas piores é que a maconha, por exemplo, o álcool, o alcoolismo. Então, eu não sei, há muitas ideias. Então, agora nós temos a cocaína na mão das nas mãos das máfias. Ela está enriquecendo as máfias”, disse o ex-guerrilheiro das Farc durante a inauguração do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia.

‘Cocaína não é pior que uísque’

Essa não é a primeira vez que Gustavo Petro defende a legalização da cocaína.

Em fevereiro, durante um conselho de ministros exibido ao vivo, ele afirmou que “a cocaína é ilegal porque é produzida na América Latina, não porque é pior que o uísque”.

“Os cientistas analisam. A cocaína não é pior que o uísque”, acrescentou.

“Se alguém quer paz, deve desmantelar o negócio [do narcotráfico]. Poderia ser facilmente desmantelado se legalizassem a cocaína no mundo. Seria vendida como os vinhos”, continuou.

Em maio, o ex-ministro de Relações Exteriores da Colômbia Alvaro Leyva Durán pediu a renúncia de Petro, acusando o presidente da Colômbia de ser viciado em cocaína.

O antagonista

Maduro antecipa Natal, desrespeitando tradições e gerando controvérsias

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O ditador Nicolás Maduro anunciou que as celebrações natalinas na Venezuela terão início em 1º de outubro, por meio de um decreto presidencial. Esta é a segunda vez consecutiva que ele antecipa o Natal, alegando que a medida beneficiaria a economia e o comércio local.

Durante transmissão em rede nacional, o ditador afirmou que a antecipação das festividades visa promover a “alegria e felicidade” da população.

A Igreja Católica e a oposição criticaram a medida, apontando que Maduro está usando uma festividade religiosa como ferramenta política.

Líderes opositores afirmam que a antecipação do Natal serve para desviar a atenção dos problemas econômicos e sociais enfrentados pela população venezuelana.

A decisão de Maduro ocorre em meio a tensões com os Estados Unidos, que têm posicionado navios de guerra próximos à costa venezuelana.

Diário do Poder