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Categoria: Mundo

Drone “Lucas”: conheça a arma dos EUA inspirada em tecnologia iraniana

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As Forças Armadas dos Estados Unidos estão utilizando uma nova arma em seu arsenal bélico: o drone “Lucas” (Sistema Não Tripulado de Baixo Custo de Ataque e Combate, traduzido do inglês para o português), uma versão aprimorada e praticamente clonada do famoso drone kamikaze iraniano Shahed-136.

Segundo informações da CNN, as forças americanas obtiveram um exemplar do drone iraniano e o encaminharam para engenheiros nos Estados Unidos com a missão de criar uma versão melhorada. O resultado foi o desenvolvimento de uma arma muito similar, mas com capacidades superiores, colocando “drones primos” lutando entre si no campo de batalha.

Vantagens estratégicas e operacionais

O que torna este tipo de drone tão atrativo do ponto de vista militar é sua versatilidade operacional. Diferentemente dos grandes mísseis convencionais, que necessitam de plataformas de lançamento fixas e facilmente detectáveis, o drone “Lucas” pode ser transportado e disparado rapidamente de caminhões, campos abertos ou até mesmo embarcações.

Outra vantagem significativa é seu baixo custo de produção, que tem um valor aproximado de US$ 20 mil. Esta característica econômica permite que sejam lançados em grande quantidade, criando os chamados “enxames” de drones, uma tática que dificulta significativamente a defesa inimiga.

A produção destes drones também apresenta vantagens logísticas importantes. Não há necessidade de grandes instalações industriais centralizadas, que seriam alvos óbvios em conflitos. Os componentes podem ser fabricados em pequenas operações clandestinas espalhadas pelo território, tornando o processo produtivo mais resiliente a ataques.

O uso dessa tecnologia representa uma evolução significativa na guerra moderna, em que armas relativamente simples e de baixo custo podem ter um impacto desproporcional no campo de batalha. A estratégia de utilizar enxames de drones kamikaze tem se mostrado eficaz em diversos conflitos recentes, desafiando sistemas de defesa convencionais projetados para lidar com ameaças tradicionais e não com múltiplos alvos pequenos e ágeis atacando simultaneamente.

CNN

Trump diz que precisa se envolver na escolha do novo líder do Irã

FOTO: EFE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que precisa se envolver na escolha do próximo líder supremo do Irã. Ele deu declarações ao site Axios.

O republicano explicou seu planejamento de guerra e reconheceu que Mojtaba Khamenei, filho do líder supremo que foi morto, Ali Khamenei, é o sucessor mais provável. No entanto, Trump considera esse resultado “inaceitável”.

– O filho de Khamenei é inaceitável para mim. Queremos alguém que traga harmonia e paz ao Irã – comentou.

O regime iraniano vem adiando o anúncio do novo líder supremo.

Em sua análise, o presidente americano citou a Venezuela.

– Eles estão perdendo tempo. O filho de Khamenei é um peso-leve. Eu preciso estar envolvido na nomeação, como fiz com Delcy [Rodriguez] na Venezuela – avalia Trump.

Ele acrescentou que se recusa a aceitar um novo líder iraniano que dê continuidade às políticas de Khamenei.

Pleno News

Governo Trump quer mais ação do Brasil contra cartéis de drogas, diz fonte

FOTO: DIVULGAÇÃO

Uma fonte do Departamento de Defesa dos Estados Unidos disse nesta quinta-feira (5) esperar que o Brasil, a Colômbia e o Uruguai “façam mais” no combate aos cartéis de tráfico de drogas.

O Brasil não participou da Conferência das Américas sobre o Combate aos Cartéis, realizada nesta quinta no quartel-general do Comando Sul dos Estados Unidos, na Flórida.

O evento contou com a presença de líderes militares de Argentina, Bahamas, Belize, Bolívia, Chile, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidad e Tobago.

À CNN Brasil, um funcionário do Departamento de Defesa afirmou que “o fato de alguns países não estarem participando não reflete uma mudança de postura em relação ao relacionamento de defesa”.

Segundo o oficial, a ausência brasileira “não prejudica o diálogo contínuo, os exercícios e outros engajamentos de rotina e atividades essenciais que formam a base da nossa relação de defesa”.

“Esperamos que Brasil, Colômbia e Uruguai façam mais”, disse, no entanto, o funcionário do Departamento de Defesa norte-americano.

A fonte não esclareceu à CNN Brasil se o Brasil foi convidado para o evento, apenas citou quais países estiveram presentes e reforçou que todos eles assinaram uma declaração conjunta sobre segurança.

A reportagem questionou o Itamaraty e a embaixada brasileira nos Estados Unidos sobre a fala do integrante do Departamento de Defesa e a ausência do Brasil no evento, e aguarda retorno.

Combate ao narcoterrorismo

Apesar da recente reaproximação, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump têm se posicionado de maneiras diferentes sobre o combate aos cartéis de drogas na América Latina.

O petista tentou atuar como mediador na crise entre os Estados Unidos e a Venezuela, mas não houve abertura para isso por parte das autoridades em Washington.

CNN

Vigilância em prédio: porteiros e síndica flagraram abusos de José Dumont através de câmeras

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Aos 35 anos, Lauren Harkins se mantém virgem. E ela se orgulha disso. A moradora de Portland (Maine, EUA) que virou influencer se diz orgulhosa da situação e afirma que é “sinal de empoderamento”, conforme declarou à revista “Newsweek”.

Lauren afirma que, numa época em que as pessoas frequentemente ostentam experiências sexuais e acesso aos seus corpos, ela decidiu seguir na direção oposta. A americana nunca teve um relacionamento ou intimidade com ninguém, e não tem medo de admitir isso.

A escolha não tem nada a ver com religião, casamento ou uma decisão consciente de abstinência. Lauren simplesmente ainda não encontrou ninguém com quem queira ter intimidade.

Lauren postou uma lista de “não motivos” e explicou a escolha pela virgindade:

  • Não sou religiosa
  • Não sou feminista
  • Não sou gay
  • Sem traumas
  • Ótimos pais
  • Hormônios em equilíbrio
  • Mente e corpo sãos
  • Sempre me dei bem socialmente
  • Nunca tive um namorado
  • Não fiz nada além de beijar
  • Cuido de mim mesma quando preciso
  • Não quero filhos
  • Não quero me casar (apenas relacionamentos sérios)
  • Simplesmente ainda não encontrei alguém que me faça sentir bem
  • Só faço o que me parece certo!

“A vulnerabilidade nunca foi algo natural para mim, e compartilhar seu corpo com alguém me parece a forma mais elevada de vulnerabilidade. Nunca consegui abordar isso casualmente”, disse a americana. “A última coisa que quero é me acomodar numa vida com um parceiro que não seja o certo para mim. Muitas pessoas carregam arrependimentos silenciosos sobre suas escolhas românticas e, embora eu não esteja convencida de que exista uma pessoa ideal para todos, acredito na importância da intencionalidade”, emendou ela.

Durante a adolescência e os vinte e poucos anos, namoro e sexo não estavam entre suas prioridades. Ela observava as experiências das pessoas ao seu redor, desde relacionamentos longos até casos passageiros, e não as invejava. Lauren admite que deseja um relacionamento íntimo e gratificante no futuro, mas Harkins não sente que precisa procurá-lo.

“Nunca estive em um relacionamento antes. Tenho tendência ao tudo ou nada, e não é que eu esteja me privando de sexo, mas sim da pessoa. Já senti desejo e curiosidade, mas o que eu não sentia era aquele tipo de sintonia que faz a intimidade parecer um ato de amor-próprio, em vez de uma concessão. Para mim, sexo não é uma questão de oportunidade; é uma questão de intenção”, declarou ela, que viralizou após postagens sobre o tema no TikTok. Vários dos seus vídeos têm milhões de visualizações e ajudaram Lauren a se conectar com muitas pessoas que pensam exatamente como ela.

A idade média para a primeira relação sexual nos EUA é 17 anos, de acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

Extra

Irã diz que Estreito de Ormuz está fechado para os EUA, Israel e Europa

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A Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta quinta-feira (5) que o Estreito de Ormuz — uma das rotas marítimas mais importantes do mundo, cujo tráfego praticamente desapareceu desde o início da guerra — está fechado apenas para navios dos Estados Unidos, de Israel, da Europa e de outros aliados ocidentais.

“Já havíamos dito anteriormente que, com base nas leis e resoluções internacionais, em tempos de guerra, a República Islâmica do Irã terá o direito de controlar a passagem pelo Estreito de Ormuz”, afirmou o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), segundo a emissora estatal IRIB.

Se embarcações pertencentes aos Estados Unidos, a Israel, à Europa “e a seus apoiadores (…) forem observadas, certamente serão atingidas”, advertiu o IRGC.

O estreito está, na prática, fechado desde que os Estados Unidos e Israel lançaram uma operação conjunta contra o Irã no sábado, o que fez os preços do petróleo dispararem e ameaça desestabilizar a economia global.

A guerra entre os Estados Unidos e o Irã se intensificou nesta quarta-feira, depois que um ataque norte-americano atingiu um navio de guerra iraniano ao largo do Sri Lanka, aprofundando uma crise que paralisou o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz pelo quinto dia consecutivo e interrompeu o fluxo vital de petróleo e gás do Oriente Médio.

O ataque do submarino norte-americano ao navio iraniano ocorreu no momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu fornecer seguro e escolta naval aos navios que exportam petróleo e gás do Oriente Médio, em uma tentativa de conter a alta dos preços da energia.

CNN

Irã lança nova onda de mísseis contra Israel durante a madrugada

FOTO: AFP

O Irã lançou uma nova onda de mísseis contra Israel durante a madrugada, de acordo com informações Exército israelense.

De acordo com as Forças de Defesa de Israel (IDF), o Comando da Frente Interna enviou um alerta preventivo diretamente para celulares em áreas consideradas relevantes pouco antes das 4h no horário local.

Segundo os militares, esta é a terceira leva de mísseis disparada do Irã contra Israel desde a meia-noite.

O Irã continuou seus ataques retaliatórios contra seus vizinhos no Oriente Médio, nesta quarta-feira (4), após os ataques conjuntos EUA-Israel que deram início à guerra neste fim de semana.

O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, declarou à imprensa que “os disparos de mísseis balísticos iranianos diminuíram 86% em relação ao primeiro dia de combates, com uma redução de 23% apenas nas últimas 24 horas”

Ataques do Irã

As Forças de Defesa de Israel afirmaram anteriormente ter identificado “mísseis lançados do Irã” em direção ao seu território. Um oficial das Forças de Defesa de Israel declarou recentemente à CNN que “duas barragens de mísseis do Irã e do Hezbollah foram lançadas simultaneamente contra civis israelenses”

Os Emirados Árabes Unidos interceptaram três mísseis e 121 drones nesta quarta-feira, enquanto outros oito drones caíram em seu território, informou o governo. Em um comunicado divulgado ontem, o Ministério das Relações Exteriores do país afirmou ter sido “alvo de mais de mil ataques” desde o início do conflito.

O Ministério da Defesa do Catar informou, em uma publicação na rede social X, que o país foi alvo de dez drones e dois mísseis de cruzeiro ao amanhecer desta quarta-feira (4). Todos foram interceptados com sucesso por uma combinação das forças aéreas e navais do Catar.

CNN

NYT: inteligência do Irã negocia fim do conflito com a CIA

FOTO: WIKIMEDIA

Representantes do Ministério da Inteligência do Irã abriram negociações com a CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) para tentar encerrar a guerra no país, segundo informações do jornal New York Times.

A oferta de negociação foi feita através de uma agência de inteligência de um terceiro país, não identificado pela reportagem. Nem a Casa Branca, nem a CIA confirmaram as negociações.

A oferta indireta seria para criar condições iniciais de um acordo que encerraria o conflito armado. Segundo o NYT, autoridades americanas estão céticas em relação à disposição tanto do Irã, quanto dos EUA de darem fim aos ataques. Já autoridades israelenses teriam insistido que os EUA ignorem a oferta, que não é considerada “séria”.

Há dúvidas em ambos os países se existem autoridades no Irã capazes de negociar, neste momento, um cessar-fogo, após boa parte do comando do país ter sido eliminado nos ataques americanos e israelenses, que inclusive mataram o ditador Ali Khamenei (há 47 anos no poder).

Diário do Poder

Mulher com 138 cm de quadril chama atenção na web; veja fotos

FOTO: REPRODUÇÃO

Se você acha que já viu de tudo na internet, conheça Gracie Bon. A influenciadora panamenha chamou atenção pelo quadril de 138 cm e desde então se tornou sensação nas redes sociais. Gracie costuma publicar vídeos de biquíni, na academia e com roupas justas que destacam suas curvas fora do comum aos seus mais de 11 milhões de seguidores.

Além de conteúdos de humor, participações em brincadeiras com amigos, respostas aos comentários dos fãs e até vídeos andando pelas ruas e filmando a reação das pessoas ao seu quadril.

FOTO: REPRODUÇÃO

Como era de se esperar, o tamanho impressionante do quadril gera dúvidas. A influenciadora chegou a rebater rumores de que sua aparência seria fruto de Photoshop, filtro ou até inteligência artificial. “Parem de dizer que eu sou uma inteligência artificial. Eu não sou uma inteligência artificial”, disse em vídeo, brincando com filtros tecnológicos, mas reforçando que seu corpo é natural.

Ela também revelou que herdou as curvas da mãe e que enfrenta desafios com perfis falsos, segundo Gracie, cerca de 20 contas estariam se passando por ela na plataforma.

Experiência com gordofobia

Recentemente, a panamenha relatou episódios de gordofobia que marcaram um passeio à Disney. “Eu queria me divertir com meus irmãos, mas nosso dia foi arruinado por pessoas que riam do tamanho do meu corpo e tiravam fotos sem permissão. O pior é que ensinavam os filhos a fazerem o mesmo”, contou.

Portal Dol