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Categoria: Mundo

Presidente do México nega ruptura de diálogo com Trump

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A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que pode conversar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após declarações do norte-americano sobre possíveis ataques terrestres contra cartéis de drogas.

Segundo ela, as falas fazem parte do “estilo de comunicação” de Trump e não significam, necessariamente, uma ruptura no diálogo entre os dois países.

Em coletiva de imprensa, Sheinbaum disse que orientou o chanceler mexicano, Juan Ramón de la Fuente, a manter contato direto com o secretário de Estado dos EUA. Caso seja necessário, segundo a presidente, a conversa pode avançar até um diálogo direto com Trump para “fortalecer a coordenação” bilateral.

As declarações da presidente mexicana ocorreram após Trump afirmar, na quinta-feira (8), que seu governo pretende intensificar ações contra cartéis de drogas também em terra. Em entrevista à Fox News, o presidente dos EUA disse que o país já teria reduzido em 97% a entrada de drogas por via marítima e que agora voltaria esforços para operações terrestres.

Trump mencionou diretamente o México ao falar sobre o tema e afirmou que os cartéis estariam controlando o país. “É muito, muito triste ver o que aconteceu com aquele país”, declarou o presidente americano, reacendendo tensões diplomáticas e levando o governo mexicano a sinalizar disposição para o diálogo.

Pleno News

Venezuela: Em posse, presidente usa vestido de 1,7 mil salários

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A presidente interina da Venezuela Delcy Rodríguez se tornou alvo de críticas por ter usado um vestido que custa centenas de euros em sua posse no último dia 5 de janeiro. Produzida pela grife italiana Chiara Boni La Petite Robe, a peça é estimada entre 660 e 746 euros (o equivalente a R$ 4.135 e R$ 4.674 reais).

A polêmica ganha força especialmente, porque a maioria da população venezuelana vive um contexto de pobreza e precisaria trabalhar quase 150 anos para ter acesso ao vestido em questão.

– O vestido que Delcy Rodríguez usou em sua posse custou 742 dólares. O salário mínimo é de 130 bolívares, o equivalente a 0,42 dólar. Para economizar 742 dólares: 742/0,42 = 1.767 meses. Isso significa que, na Venezuela, você levaria 147 anos para comprar aquele vestido, sem gastar um centavo com comida – calculou uma usuária do X.

Além disso, Delcy ter optado por um vestido europeu contradiz a ideologia do governo chavista, que é anticapitalista.

A posse presidencial foi conduzida pelo irmão de Delcy, Jorge Rodríguez. Na ocasião, a presidente afirmou jurar pela sua honra que não descansará seu braço e sua alma “até ver a Venezuela alcançar o seu devido destino, o pedestal de honra histórica que merece como nação livre, soberana e independente”.

– Juro, pelo povo da Venezuela, que não descansarei um único minuto para garantir a paz da república, a tranquilidade espiritual do nosso povo e o bem-estar econômico e social do nosso povo – declarou.

Ela assumiu a presidência após os Estados Unidos conduzirem uma operação para retirar o ditador Nicolás Maduro do poder e levá-lo ao país norte-americano para ser julgado por crimes relacionados a tráfico de drogas internacional. Número 2 do governo chavista, Delcy prometeu cooperar com o presidente dos EUA, Donald Trump, enquanto estiver no cargo.

Pleno News

Elefante assassino já matou 19 pessoas na Índia; animal continua a solta

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Um elefante descontrolado já matou 19 pessoas e deixou outras 10 feridas na distrito de Singhbum Oeste, na Índia. Na última sexta-feira, dia 9, o animal conseguiu escapar de mais de 300 guardas florestais, continuando a solta.

De acordo com os oficiais, o elefante tende a se esconder durante o dia, atacando os moradores de vilas próximas à floresta de Benisagar, em Jharkhand, desde o início do ano.

Entre os mortos estão pelo menos duas crianças: Kodama e Samu, filhos de Kundra Bahoda, de 6 e 8 oito anos, respectivamente. Eles foram mortos pelo elefante no último dia 5, de acordo com a BBC.

Na madrugada seguinte, entre os dias 6 e 7 de janeiro, outras sete pessoas, sendo cinco da mesma família, foram mortas após o elefante destruir as cabanas onde dormiam.

Em entrevista à BBC, Kuldeep Meena, um guarda florestal, disse se tratar de uma situação inédita: “É a primeira vez que um padrão de fatalidades como esse é associado a um único elefante macho na região”.

Na última sexta-feira, dia 9, foi o dia que as autoridades chegaram mais perto de deter o animal. Mais de 300 guardas florestais, armados com toda sorte de equipamento — de dardos tranquilizantes a guindastes — participaram da ação.

Foram, no total, três tentativas de detê-lo, segundo o jornal Times Of India. Em todas as oportunidades, o elefante conseguiu desviar dos dardos, ficando mais furioso: numa das tentativas, Sukhal Behera, um guarda florestal, até conseguiu se aproximar do elefante, mas se tornou mais uma de suas vítimas ao ser atingido pela tromba do animal. Vivo, ele segue internado em um hospital da área.

Extra

Policial detido após criticar Maduro morre em prisão na Venezuela

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Um policial que estava preso após criticar o regime do ditador Nicolás Maduro morreu nesse sábado (10/1) na Venezuela, enquanto a libertação de prisioneiros políticos acontece lentamente. Edison José Torres Fernández, de 52 anos , morreu dentro de uma prisão em Caracas.

O homem era um agente da polícia do estado de Portuguesa. Segundo a ONG, ele era lotado na brigada do hospital Guanare, com mais de 20 anos de serviço.

O Comitê de Familiares pela Liberdade dos Presos Políticos, que informou sobre a morte pelo X, disse que não há informações oficiais até o momento sobre o que possa ter acontecido.

Edison foi preso em 9 de dezembro de 2025. Ainda de acordo com a instituição, a detenção ocorreu após ele compartilhar mensagens críticas ao regime e ao governador do estado. “Extraoficialmente, foi acusado de traição e conspiração criminosa”, afirmou.

Comitê exige uma investigação imediata sobre a morte de policial. O órgão diz ainda que não há qualquer notícia sobre o atendimento médico que possa ter recebido durante a custódia e muito menos sobre a causa da morte. “Essa falta de informação e transparência torna o Estado responsável por sua vida e bem-estar.”

Ninguém mais pode morrer sob custódia do Estado. A vida das pessoas privadas de liberdade é de responsabilidade absoluta daqueles que as mantêm detidas. Comitê de Familiares pela Liberdade dos Presos Políticos

Venezuela liberta 17 detentos

A Venezuela libertou 17 presos políticos desde que os EUA invadirem o país sul-americano e capturaram o ditador Nicolás Maduro. Na sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a libertação dos presos políticos era um sinal da “busca pela paz” e que ele havia cancelado uma segunda onda planejada de ataques contra o país.

A organização não governamental Foro Penal estima que haja 863 presos políticos na Venezuela. Entre eles, estão figuras políticas, ativistas de direitos humanos, manifestantes presos após as polêmicas eleições de 2024 e jornalistas. O número inclui pelo menos 86 estrangeiros, alguns dos quais enfrentam acusações criminais.

O Tempo

Filho de Nicolás Maduro diz que o pai ‘está bem e forte’ e fez um pedido: ‘Não fiquem tristes’

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Preso nos Estados Unidos há uma semana, o ditador Nicolás Maduro disse ao seu pai que ‘está bem’. “Os advogados nos disseram que ele está forte. Disse para não ficarmos tristes, que ‘nós estamos bem, somos lutadores’”, disse Nicolás Maduro Guerra, conhecido como “Nicolasito”, ao citar seu pai. Nicolás Maduro responde nos Estados Unidos por narcotráfico, ele foi capturado pelos norte-americanos no dia 3 de janeiro, quando a Venezuela foi ataca após ordem de Trump.

“Um homem que não puderam vencer por nenhum meio e tiveram que usar uma força desproporcional, mas não o venceram. Ele é forte”, acrescentou o filho de Maduro. O ditador venezuelano e sua esposa, Cilia Flores, estão detidos em Nova York. Na segunda-feira (5), eles passaram por uma audiência onde se declararam inocentes das acusações. “Eu sou inocente. Eu sou um homem decente. Eu sou um presidente”, declarou o líder venezuelano ao juiz.

A segunda audiência está marcada para o dia 17 de março. O Departamento de Justiça dos EUA formalizou acusações contra Maduro por quatro crimes principais:

Maduro e Cilia estão detidos no Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn. A unidade federal, que agora custodia o herdeiro político de Hugo Chávez, possui uma reputação tão terrível que advogados e juízes locais a descrevem como “o inferno na Terra”.

Jovem Pan

Cuba diz a Trump que defenderá ilha “até a última gota de sangue”

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Em publicação na rede social X neste domingo (11), o ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, respondeu às falas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que recomendou que o país caribenho faça um “acordo” com os norte-americanos “antes que seja tarde demais” e advertiu que os cubanos não terão mais acesso ao petróleo da Venezuela.

Díaz-Canel afirmou que os estadunidenses “não têm moral para apontar o dedo para Cuba em nada, absolutamente em nada” e os acusou de “transformar tudo em negócio, inclusive as vidas humanas”.

– Os que hoje destilam histeria contra a nossa nação o fazem doentes de raiva pela decisão soberana deste povo de escolher seu modelo político – adicionou.

O líder cubano voltou a culpar as sanções dos EUA contra Cuba para justificar as mazelas econômicas e sociais da ilha.

– Os que culpam a Revolução pelas severas carências econômicas que padecemos deveriam se calar de vergonha. Porque sabem, e reconhecem, que elas são fruto das medidas draconianas de asfixia extrema que os EUA nos impõem há seis décadas e que agora ameaçam intensificar.

Ele finalizou afirmando que “Cuba é uma nação livre, independente e soberana”.

– Ninguém nos dita o que fazer. Cuba não agride; é agredida pelos EUA há 66 anos, e não ameaça; se prepara, disposta a defender a Pátria até a última gota de sangue – concluiu.

Como mostrou o Pleno.News, neste domingo o presidente dos EUA advertiu que Cuba não receberá mais dinheiro ou petróleo da Venezuela. Ele disse que a ilha tem “vivido há anos” às custas dos recursos venezuelanos em troca de “serviços de segurança” prestados aos “dois últimos ditadores”, em referência a Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

Pleno News

Joesley tentou convencer Maduro a se exilar na Turquia, diz jornal

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Uma reportagem do The Washington Post mostra que o empresário brasileiro Joesley Batista viajou a Caracas no fim de novembro de 2025 para tentar convencer o presidente venezuelano Nicolás Maduro a renunciar e aceitar exílio na Turquia como parte de uma saída negociada da crise política no país.

A tentativa aconteceu meses antes da intervenção militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Maduro, em 3 janeiro de 2026.

Segundo a publicação, Batista atuou como interlocutor informal em negociações que incluíam condições estratégicas para os Estados Unidos em troca da retirada de Maduro do poder.

A proposta levada por Joesley incluía a renúncia imediata de Maduro e a oferta de exílio seguro na Turquia, com garantias de que ele e sua família não seriam extraditados para os Estados Unidos.

Durante o encontro, também foram discutidos temas como acesso americano a minerais críticos e petróleo venezuelanos e a possível ruptura da Venezuela com Cuba, que manteve forte aliança com o governo de Maduro.

Fontes ouvidas pelo jornal disseram que, apesar das conversas, Maduro e sua esposa rejeitaram a oferta e mostraram resistência às condições apresentadas por Batista.

A reportagem destaca que, depois de esgotadas as tentativas diplomáticas e negociações informais, a administração do presidente dos Estados Unidos decidiu pela ação militar que culminou na captura de Maduro em Caracas em janeiro de 2026.

Representantes da J&F, grupo ligado a Joesley Batista, não comentaram publicamente a atuação dele nessas negociações.

Pleno News

Trump diz gostar da ideia de Rubio ser presidente de Cuba

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, opinou nesse domingo (11) que gosta da ideia que seu secretário de Estado, Marco Rubio, seja presidente de Cuba, e pediu para fazer “um acordo, antes que seja tarde demais”.

– Soa bem para mim! – comentou Trump em sua rede social Truth Social ao compartilhar uma publicação no X de um usuário que prevê que “Marco Rubio será presidente de Cuba”.

Momentos depois, Trump advertiu Cuba de que o país não receberá mais dinheiro ou petróleo da Venezuela, assinalando que a ilha esteve “vivendo durante anos” graças ao dinheiro e ao petróleo bruto venezuelanos em troca de “serviços de segurança” para os “dois últimos ditadores”, em referência a Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

– NÃO HAVERÁ MAIS PETRÓLEO OU DINHEIRO INDO PARA CUBA: ZERO! Sugiro fortemente que façam um acordo, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS – escreveu o republicano em sua rede social própria, a Truth Social, onde não esclareceu a qual acordo se refere.

O líder da Casa Branca sugeriu que poderia focar em Cuba após a intervenção militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro na Venezuela, onde capturou Maduro e sua esposa, Cilia Flores, para transferi-los a Nova Iorque, onde enfrentam acusações relacionadas ao narcotráfico e terrorismo.

Trump indicou que, entre as pessoas “no comando” agora do país sul-americano, está Rubio, a quem a imprensa tem chamado de “vice-rei da Venezuela”, o que se soma aos seus cargos como secretário de Estado, Conselheiro de Segurança Nacional e antigo encarregado da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).

Rubio, filho de imigrantes cubanos, tem sido um dos principais impulsionadores no governo das ações dos Estados Unidos contra a Venezuela e Cuba.

A operação “Resolução Absoluta”, como foi batizada a manobra dos Estados Unidos para depor Maduro à frente da Venezuela, causou a morte de pelo menos 56 militares, sendo 32 deles cubanos, segundo o governo de Havana.

Pleno News