SELO BLOG FM (4)

Categoria: Mundo

Trump defende Bolsonaro e diz que processo é “execução política”

FOTO: ALAN SANTOS

Nesta quinta-feira (14), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender o ex-presidente Jair Bolsonaro, dizendo a jornalistas que o líder da direita no Brasil sofre perseguição.

– O Brasil tem algumas leis muito ruins acontecendo… Quando eles pegam um presidente e eles o colocam na prisão ou estão tentando prendê-lo. Eu conheço esse homem e vou lhe dizer — eu sou bom em avaliar pessoas: acho que ele é um homem honesto – disse Trump durante coletiva.

E continuou:

– Acho que o que fizeram é uma coisa… Isso é realmente uma execução política que estão tentando fazer com o Bolsonaro.

Essa não é a primeira vez que ele defende o ex-presidente brasileiro para jornalistas, Trump tem feito declarações semelhantes sempre que é questionado sobre sua relação com o Brasil.

Na coletiva desta quinta, ele chegou a tecer críticas à relação comercial com o país, dizendo que o “Brasil tem sido um péssimo parceiro comercial” e que são cobradas “tarifas enormes” e “muito maiores do que as que nós cobramos”.

– Eles cobram tarifas enormes e tornaram tudo muito difícil de fazer. Então, agora estão sendo cobrados 50% de tarifas, e não estão felizes, mas é assim que funciona.

Pleno News

EUA devem incluir Dilma e Padilha entre punidos pelo Mais Médicos’

FOTO: DIVULGAÇÃO

O governo dos Estados Unidos avaliam estender à ex-presidente Dilma Rousseff e ao seu ministro da Saúde, Alexandre Padilha, as sanções aplicadas contra petistas que inventaram e implantaram o programa “Mais Médicos” com ajuda de outros ativistas de esquerda que integravam a Organização Panamericana de Saúde (Opas). Entre as sanções está a proibiçãio de entrar em território norte-americano, com o cancelamento de visto de entrada.

O anúncio da punição deve ser divulgado a qualquer momento pelo Departamento de Estado, por meio do seu porta-voz ou do secretário adjunto Chrispher Land, e reflete a repulsa do governo de Donald Trump pelo programa baseado na escravização de profissionais de saúde cubanos, que ficavam apenas com 10% dos pouco mais de R$10 mil que o Brasil pagava pelo serviço.

Somente no primeiro ano de vigência do programa, o governo brasileiro enviou para a ditadura cubana cerca de US$1,6 bilhão, que embolsava 85% do total, enquanto a Opas abiscoitava 5% de “comissão”.

Já começa a circular a notícia de que é iminente a punição de Dilma e Padilha poor terem lançado o programa “Mais Médicos”, como já foi noticiado na plataforma Alerta News 24 (ao lado), em língua hispânica. As relações análogas à escravidão no “Mais Médicos ainda hoje provocam indignação nos norte-americanos, como o secretário de Estado Marco Rubio, descendente de cubanos.

Os médicos cubanos transportados para o Brasil em aviões militares não podiam trazer suas famílias, obrigadas a permanecerem em Cuba como reféns da ditadura. Essa norma tinha o objetivo de inibir qualquer tentativa de fuga ou pedido de asilo político, sob pena de seus familiares serem punidos pela “traição à pátria”.

Ocupando atualmente outra vez o cargo de ministro da Saúde, e antes desta informação de reprimenda norte-americana, nesta quinta-feira (14) Padilha chegou a chamar Trump de “inimigo da saúde”, mesmo tendo sido ele um dois suportes do programa que se transformou e um dos mais vergonhosos casos de abuso contra os direitos humanos praticados no Brasil, que se deixou usar no trabalho escravo de médicos cubanos com o objetivo de financiar a ditadura cubana.

Em 2015, o “Jornal da Band” divulgou reportagem mostrando gravações de reuniões de idealizadores e líderes do “Mais Médicos” confessando abertamente, durante reunião ampliada, que o objetivo do programa não era outro senão mandar dinheiro para Cuba.

Diário do Poder

Estados Unidos apreendem joias, mansões e aviões de Nicolás Maduro

FOTO: EFE

Os Estados Unidos apreenderam cerca de US$ 700 milhões (R$ 3,8 bilhões) em bens do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, incluindo mansões, casas na Flórida e na República Dominicana, dois aviões, nove veículos, joias e dinheiro vivo. A informação foi confirmada pela procuradora-geral Pam Bondi, que comparou o regime chavista à máfia.

Em 7 de agosto, Washington dobrou para US$ 50 milhões (R$ 270 milhões) a recompensa por informações que levem à captura de Maduro, acusado de ligação com o Cartel de Sinaloa e de ser um dos maiores traficantes de drogas do mundo. No dia seguinte, o presidente Donald Trump autorizou o envio de militares ao Caribe para combater cartéis na América Latina.

Site Luiz Bacci

EUA avaliam Mais Médicos como trabalho escravo

FOTO: EBC

A decisão do Departamento de Estado de cancelar os vistos de petistas que implantaram o “Mais Médicos” atinge, entre outros, Alberto Kleiman, atualmente o coordenador-geral da Cop30. O governo dos Estados Unidos apurou que ele e os demais sancionados inventaram esse programa como forma de fazer o Brasil financiar a ditadura cubana. O Mais Médicos era tão cruel quanto covarde: pagava a cada médico cubano apenas 10% do valor que era repassado à ditadura. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em Brasília, prospera a expectativa de que Dilma Rousseff, cujo governo implantou o Mais Médicos, também está na mira dos EUA.

O responsável pela decisão de cancelar vistos de petistas que inventaram o Mais Médicos foi o secretário de Estado Marco Rubio.

Descendente de cubanos, Marco Rubio sempre se mostrou indignado com o drama da exploração dos médicos pelo consórcio Brasil-Cuba.

Diário do Poder

Estados Unidos atacam Mais Médicos e revogam vistos de brasileiros que atuaram no programa

FOTO: EFE

Os Estados Unidos revogaram os vistos de brasileiros que trabalharam com o programa Mais Médicos. A medida determinada pelo Departamento de Estado norte-americano nesta quarta-feira (13/8) é uma nova retaliação ao Brasil, mas também afeta servidores da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que pertence à Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Departamento de Estado norte-americano, através do secretário Marco Rubio, afirmou que o Brasil e OPAS “foram cúmplices do esquema do regime cubano de exportação de trabalho forçado. “O programa Mais Médicos representou um golpe diplomático inadmissível de ‘missões médicas’ estrangeiras”, atacou em publicação no X.

A revogação dos vistos desses funcionários brasileiros que atuaram no programa é uma entre as estratégias de retaliação adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil.

No dia 6 de agosto começou a valer uma sobretaxa aplicada pelos EUA aos produtos brasileiros destinados à exportação. O país também revogou os vistos de oito ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e aplicou sanções da lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes, relator de ações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Corte.

O programa Mais Médicos, criticado pelos Estados Unidos, começou durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2013 e selecionou médicos brasileiros e cubanos para atendimento em regiões vulneráveis com deficiência na cobertura da atenção básica.

O Tempo

Idoso sobrevive por dois dias com flecha atravessada na cabeça

FOTO: PIXABAY

Um homem de 64 anos foi encontrado consciente em sua cama com uma flecha de besta atravessando seu crânio, da testa até a nuca, em Ancona, na Itália. O paciente permaneceu nesta condição por dois dias, sem ingerir alimentos ou líquidos, até ser localizado pela polícia. A flecha foi disparada a curta distância pelo próprio homem, por motivos ainda não esclarecidos.

O italiano, conhecido por seu interesse por bestas, foi descoberto após um familiar preocupado acionar os serviços de emergência. Quando os policiais chegaram à residência, precisaram forçar a entrada e encontraram o homem com os olhos abertos, falando de forma incoerente.

“Nunca vi nada parecido! Um milímetro a mais e o paciente teria morrido instantaneamente”, afirmou Maurizio Iacoangeli, chefe de Neurocirurgia do hospital Torrette em Ancona, ao jornal Corriere Della Sera. “Ele teve sorte”, completou.

Um fator determinante para o sucesso da intervenção médica foi o material da flecha. Por ser feita de carbono, os médicos conseguiram realizar uma tomografia computadorizada, exame essencial para planejar a cirurgia que salvou a vida do paciente.

“Porque não se trata apenas de remover a flecha, mas sim de removê-la sem causar sangramento massivo. A flecha age como um tampão. Se você a remove, corre o risco de hemorragia”, explicou o Dr. Iacoangeli ao mesmo veículo.

Apesar da cirurgia ter sido realizada com sucesso, o estado do paciente permanece grave e o prognóstico é reservado, conforme as informações médicas disponíveis.

As autoridades investigam se o ferimento foi resultado de um acidente, considerando o interesse do homem por bestas, ou se foi um gesto autoinfligido deliberadamente. Segundo as informações disponíveis, o homem não possui histórico de doenças mentais ou tratamentos psiquiátricos.

O Tempo

Washington tem 4 vezes mais homicídios que Brasília

FOTO: SECOM

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou números incorretos sobre a criminalidade em Brasília durante fala à imprensa nesta segunda-feira.

Trump mostrou dados falsos de que a taxa de homicídio na capital brasileira é de 13 homicídios a cada 100 mil habitantes. Dados da Secretaria de Segurança Pública do DF apontam que o número, na verdade, é quase a metade, só 6,9 a cada 100 mil habitantes.

Mesmo se for considerado o Atlas da Violência 2025, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o número fica abaixo do citado pelo presidente norte-americano, 11 casos por 100 mil habitantes.

Em qualquer um dos cenários, Brasília aparece com índices melhores do que a capital dos Estados Unidos. Washington registrou, em 2024, 180 homicídios, taxa aproximada de 27 por 100 mil habitantes, de acordo com dados do Departamento de Polícia Metropolitana (MPD).

Diário do Poder

Mulher é condenada a 39 anos de prisão por tirar regularmente sangue do filho por motivo terrível

FOTO: GETTY

Uma mulher foi condenada, na última quinta-feira (7/8), no condado de Crow Wing (Minnesota, EUA), a 39 anos de prisão por um golpe terrível. Jorden Nicole Borders, de 34 anos, tirava constantemente o sangue de um filho, que tinha 9 anos à época, para que ele parecesse doente e ela pudesse arrecadar com a “doença” do menino.

Além disso, Jorden forçava os dois outros filhos — uma menina de 8 anos e um menino de 11 — a usar gesso e colar cervical sem que as crianças tivesse qualquer problema ortopédico. A americana alegava que eles sofriam de osteoporose precoce.

Médicos de vários hospitais suspeitaram de Jordan pela primeira vez depois que seus filhos começaram a apresentar “problemas de saúde” inexplicáveis ao longo de três anos. Chamou atenção especialmente a queda dos níveis de hemoglobina de um deles.

Em 2022, quando os resultados de exames não conseguiram esclarecer as condições da criança, os profissionais que as acompanhavam começaram a especular sobre o papel de Jorden em causar ou fabricar suas doenças.

Os irmão do menino de 9 anos afirmaram, então, ter visto frequentemente viam a mãe coletar o sangue dele. Ao ser ouvido por policiais, a criança confirmou que tinha regularmente o sangue retirado pela mãe, o que fazia com que ele se sentisse “enjoado e sonolento”. Com o golpe, a americana chegou a arrecadar cerca de R$ 290 mil em auxílio governamental e de uma ONG.

Quando policiais revistaram a casa da família encontraram várias seringas. Durante o julgamento, as crianças descreveram ter sofrido diversas formas de abuso. Jorden as forçava a ficar no frio sem roupas, as privava de comida e as submetia a ameaças de morte, segundo declararam. O menino de 9 anos contou aos investigadores que era forçado a dormir no chão e ficar em uma cadeira de rodas sempre que o pai chegava em casa.

“Os crimes de Jorden Borders estão entre os mais hediondos e agonizantes que já vi no mandato como procurador-geral. Os fatos que provamos no tribunal são simplesmente aterrorizantes. É um esforço enorme e parte meu coração pensar na tortura e angústia física, mental e emocional que Jorden Borders infligiu aos seus próprios filhos”, declarou o procurador-geral de Minnesota, Keith Ellison, de acordo com o “Sun”.

Extra