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Categoria: Mundo

Enfermeira revela 3 sinais comuns nas últimas 24 horas antes da morte

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Enfermeira com vasta experiência em cuidados paliativos, Julie McFadden tem compartilhado algumas lições aprendidas com pacientes terminais. Com 1,7 milhão de seguidores no TikTok, a americana se tornou referência por falar sobre o tema de forma didática, ajudando familiares e cuidadores a entenderem o processo da morte. Entre os tópicos que ela já abordou, estão três sinais que podem surgir nas últimas 24 horas de vida de um paciente.

Autora do livro Nothing to Fear: Demystifying Death to Live More Fully (Nada a Temer: Desmistificando a Morte para Viver Mais Pleno), Julie descreveu o primeiro fenômeno como “ronco da morte”, caracterizado por um som semelhante a um gorgolejo.

Ele ocorre devido ao acúmulo de secreções na garganta, já que o paciente perde a capacidade de engolir ou tossir. Segundo a enfermeira, esse som não provoca dor e é um processo natural.

Metrópoles

Ex-candidata a Miss Universo morre aos 30 anos após acidente de carro

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Kseniya Alexandrova, modelo russa que ganhou projeção ao participar do Miss Universo em 2017, morreu aos 30 anos em decorrência de um grave acidente de carro.

O acidente ocorreu em 5 de julho, na região de Tver Oblast, Rússia, quando o carro em que estava colidiu com um alce. Kseniya, que viajava no banco do passageiro ao lado do marido, sofreu graves lesões cerebrais e ficou internada desde então. Ela não resistiu e faleceu no último dia 12 de agosto, segundo informou o jornal Rossiyskaya Gazeta.

O marido relatou que o animal surgiu de forma repentina na estrada: “Do momento em que ele saltou para o impacto, foi um décimo de segundo. Não tive tempo de fazer nada”. Ele contou ainda que a modelo perdeu a consciência imediatamente após a batida e ficou gravemente ferida.

Kseniya foi levada para um hospital em Moscou, mas os ferimentos se mostraram fatais. Ela havia se casado há apenas quatro meses, informação que havia compartilhado em sua conta no Instagram.

Além da carreira como modelo, Kseniya era formada em Psicologia e integrou a agência Modus Vivendis, que confirmou sua morte em comunicado oficial.

“Com profunda tristeza informamos que nossa colega e amiga, a modelo Kseniya Alexandrova, faleceu ontem. Kseniya era brilhante e talentosa, sabia inspirar e apoiar as pessoas ao seu redor. Para nós, será sempre um símbolo de beleza, generosidade e força interior”, declarou a agência.

A nota ainda expressou condolências à família, amigos e a todos que tiveram a oportunidade de conhecê-la.

Notícias ao Minuto

Evo Morales diz que pleito na Bolívia é ilegítimo; candidato de esquerda, seu ex-aliado, é apedrejado

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O ex-presidente da Bolívia Evo Morales, impedido de concorrer nas eleições gerais desse domingo (17), afirmou que o voto nulo será o vencedor do pleito, como forma de rejeição a um processo “sem legitimidade”. A autoridade eleitoral do país já declarou a votação encerrada.

“Esta votação vai demonstrar que se trata de uma eleição sem legitimidade. Pela primeira vez na história, se não houver fraude, o voto nulo será o mais votado”, declarou Evo, após votar em uma comunidade próxima a Lauca Eñe, um pequeno povoado no centro da Bolívia, onde seus seguidores o protegem dia e noite para evitar o cumprimento de uma ordem de prisão contra o ex-presidente.

Vestido com camisa branca e sandálias, o ex-presidente de 65 anos votou enquanto dezenas de camponeses davam as mãos para formar um cordão de segurança ao seu redor, segundo a agência AFP. Não foi observada presença policial nas proximidades.

O presidente do Senado e candidato da esquerda, Andrónico Rodriguez, foi atacado por críticos ao votar em uma escola em Entre Ríos, no departamento de Cochabamba. Vídeos nas redes sociais mostram o candidato cercado por apoiadores que tentavam protegê-lo enquanto pessoas xingavam e lançavam pedras quando ele deixava o local, segundo o jornal El Pais.

“Cumprimos com nossa vocação democrática ao exercer nosso voto no dia de hoje”, escreveu ele no X, após votar.

Favorito pela esquerda, Andrónico, 36, era visto como o sucessor natural de Evo, mas os dois se distanciaram nos últimos meses, e apoiadores do ex-presidente agora o tratam como um traidor. Nas pesquisas, ele pontua por volta dos 5% das intenções de voto.

“Claramente são grupos organizados que, de forma intolerante, no momento em que cheguei, queriam evitar que eu votasse. Ainda assim, a população se impôs e controlou a situação”, disse ele aos jornalistas, ao classificar o episódio como um incidente isolado.
Primeiro presidente indígena da Bolívia, Evo tentou um quarto mandato, mas foi inabilitado pelo Tribunal Constitucional, que proibiu mais de uma reeleição. Além disso, ele enfrenta uma ordem de prisão por suposto envolvimento com tráfico de uma menor de idade durante seu governo —acusação que ele nega.

“Desta vez vamos votar, mas não vamos eleger”, afirmou Evo, que se desvinculou do partido governista MAS (Movimento ao Socialismo) —legenda com a qual chegou ao poder— devido ao rompimento com seu ex-ministro e hoje presidente, Luis Arce.
Sem candidato para apoiar, Evo fez campanha pelo voto nulo, apesar de isso não impactar o resultado oficial. A autoridade eleitoral na Bolívia considera apenas os votos válidos para os resultados finais.

Neste domingo, mais de 7,9 milhões de bolivianos estão chamados a escolher entre oito candidatos presidenciais e a renovar o Congresso.

Mais cedo, Evo criticou Arce. Ele disse na rede social X que seu movimento político estaria liderando o processo eleitoral se não fosse pelo atual mandatário. O rompimento de Evo com Arce acabou minando a força do MAS, por 20 anos dominante na esquerda e no país.

Enquanto isso, a liderança da corrida presidencial é partilhada, com ampla vantagem, pelo milionário empresário Samuel Doria Medina e pelo ex-mandatário Jorge “Tuto” Quiroga.

Praticamente empatados nas pesquisas com cerca de 20% das intenções de voto para cada, os dois disputariam um segundo turno em 19 de outubro, num duelo inédito entre duas candidaturas de direita. O governista Eduardo del Castillo e o esquerdista e Andrónico aparecem atrás nas pesquisas.

“Hoje é um dia muito importante para os bolivianos, porque por meio do voto poderemos sair desta crise econômica de forma pacífica, de forma democrática”, declarou Doria Medina à imprensa após votar em uma escola em La Paz.

Já Quiroga sinaliza com um giro radical em relação aos anos de prevalência da esquerda. “Vamos provocar uma reviravolta: vamos mudar tudo, absolutamente tudo. São 20 anos perdidos.”

Medida e Quiroga encarnam o desejo de ruptura. Suas propostas convergem: implantar uma economia de mercado e desmontar o modelo implantado pelo MAS, que nacionalizou setores da economia nos primeiros anos de governo Evo.

O primeiro promete um plano de choque de 100 dias para combater a escassez de combustíveis, de dólares e de alguns produtos básicos. O empresário fez fortuna na indústria do cimento, no setor hoteleiro e no ramo de fast food.

Seu rival é um velho conhecido da política. Quiroga foi presidente de 2001 a 2002, quando, sendo vice-presidente, assumiu o poder no lugar de Hugo Banzer —um ex-ditador dos anos 1970 que depois foi eleito democraticamente, mas renunciou ao ser diagnosticado com câncer.

O Tempo

Zelensky admite ceder territórios para encerrar guerra

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou pela primeira vez que pode ceder à Rússia parte do território de seu país a fim de encerrar a guerra.

Após reunião com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Bruxelas, neste domingo (17) Zelensky declarou que “é preciso ter negociações reais”, sugerindo pela primeira vez a possibilidade de iniciar um diálogo de paz com base na atual linha de frente.

“Isso significa que podemos começar por onde está a linha de frente agora”, afirmou o líder ucraniano.

A visita de Zelensky à sede da União Europeia teve como principal objetivo angariar apoio político e econômico em meio ao avanço das forças russas no leste do país.

Em paralelo, o presidente russo, Vladimir Putin, esteve nos Estados Unidos na última sexta-feira (15), onde se reuniu com o presidente Donald Trump para discutir os rumos do conflito.

Embora o encontro entre Putin e Trump não tenha resultado em um cessar-fogo, o líder norte-americano indicou disposição para promover um acordo de paz duradouro, mesmo que isso envolva concessões territoriais por parte da Ucrânia.

A sugestão de cessão de territórios tem potencial para agradar Moscou. A Rússia controla hoje mais de 400 km² nas regiões de Sumi e Kharkiv, além das quatro áreas oficialmente anexadas — Donetsk, Lugansk, Zaporíjia e Kherson — e a península da Crimeia, ocupada desde 2014.

Apesar da ocupação russa, cerca de 6.600 km² da região de Donetsk permanecem sob domínio ucraniano, mas estão sob pressão constante de avanços militares russos.

Zelensky também pode se reunir com Trump nos próximos dias, em uma tentativa de influenciar as negociações e garantir que qualquer eventual acordo contemple interesses ucranianos mínimos, como segurança territorial e soberania política.

Diário do Poder

Padre investigado por sexo com stripper de 17 anos teria comprado silêncio por R$ 1,4 milhão

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Um padre do Alabama, nos Estados Unidos, foi acusado de pagar para manter relações sexuais durante anos com uma stripper. O caso teria começado quando a vítima, Heather Jones, tinha 17 anos.

A denúncia contra o padre Robert Sullivan, 61 anos, foi divulgada pelo jornal britânico The Guardian nesta semana. A ex-stripper, hoje com 33 anos, acusa o clérigo de tentar comprar seu silêncio.

O padre e seu advogado a fizeram assinar um contrato de confidencialidade em troca de US$ 273 mil (cerca de R$ 1,47 milhão). Registros bancários comprovam os pagamentos, segundo o jornal britânico.

Heather Jones decidiu denunciá-lo no fim de julho à diocese de Birmingham, no Alabama, ao descobrir que o padre continuava trabalhando com famílias e crianças. A vítima expressou medo de que “outros estejam vulneráveis ao mesmo tipo de manipulação e exploração” que ela sofreu.

A mulher cresceu em lares adotivos após sua mãe perder a guarda por “negligência severa”. Em uma carta, ela afirma que carecia de “apoio adulto consistente” e passou a trabalhar como stripper em um clube noturno para se sustentar.

Foi ali que conheceu Robert Sullivan, padre que se apresentou como médico e ofereceu para “mudar sua vida”. Ele passou a levar a adolescente para fazer compras, jantar, beber e dormir em hotéis, pagando pelas relações sexuais.

“Eu estava hesitante, mas por fim aceitei, devido à sua persistência e ao estado de espírito em que eu estava”, contou Jones ao The Guardian.

Ela ficou em choque ao descobrir que Sullivan, na verdade, era padre. Ele chegou a pagar pelo tratamento da vítima contra depressão e dependência química, dizendo que “estava feliz em dar o dinheiro porque a amava – assim como Jesus Cristo”.

Padre investigado por sexo com stripper é afastado no Alabama
Robert Sullivan anunciou aos fiéis que está tirando uma “licença pessoal”. O porta-voz da diocese de Birmingham, Donald Carson, informou que o caso está sob análise do conselho da igreja local.

As acusações contra o padre investigado por sexo com stripper também foram encaminhadas ao Vaticano para apuração da má conduta, como manda o protocolo. Até o esclarecimento do caso, Robert Sullivan está proibido de desempenhar suas funções eclesiásticas.

O porta-voz da diocese também disse que ele foi denunciado ao Departamento de Recursos Humanos do estado do Alabama, que investiga casos de abuso sexual infantil.

Apesar da Igreja Católica considerar abusiva qualquer relação sexual de clérigos com menores de 18 anos, a legislação estadual não proíbe. A idade de consentimento legal no Alabama é 16 anos, o que descartaria o caso do padre investigado por sexo com stripper de 17 anos.

Portal NDMais

Bolívia deverá escolher presidente no 2º turno com disputa entre dois candidatos de direita, segundo projeções

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A Bolívia deverá eleger o próximo presidente em um segundo turno entre Rodrigo Paz, um senador de centro-direita, que se converteu na surpresa da jornada, e o ex-presidente de direita Jorge “Tuto” Quiroga, segundo as projeções de duas empresas de pesquisas divulgadas nesse domingo (17).

Paz, de 57 anos, filho do ex-presidente Rodrigo Paz Zamora (1989-1993), corte todas as especificidades ao se importar no primeiro turno, com 31% dos votos, de acordo com as apurações rápidas da Ipsos-Ciesmori e da Captura Consulting. Com 27%, Quiroga ficou em segundo lugar. Se as tendências forem confirmadas, os dois se enfrentarão no segundo turno em 19 de outubro. Nenhuma pesquisa antecipou a passagem de Paz para o segundo turno.

O senador, que cresceu no exílio por causa da perseguição que seus pais sofreram durante as ditaduras militares, superou o grande favorito das sondagens, Samuel Doria Medina, que somou 19% dos apoios. As eleições confirmaram a exclusão ao Movimento ao Socialismo, que governou durante 20 anos, primeiro com Evo Morales e depois com Luis Arce, hoje adversários.

Os bolivianos votaram em meio a uma grave crise econômica pela escassez de dólares e combustíveis e com uma inflação anual de quase 25%, a maior em 17 anos. Durante a administração de Arce, a Bolívia, outra rica produtora de gás e com importantes recursos de lítio para exploração, quase esgotou suas reservas em dólares devido aos subsídios aos combustíveis que chegam a 11,3 milhões de habitantes.

O fim de um ciclo

Quase em uníssono, os candidatos prometeram uma mudança para este país após duas décadas de governos do MAS. “A Bolívia precisa de estabilidade, governabilidade e gerar uma mudança na economia que não seja uma economia para o Estado, mas uma economia para o povo”, afirmou Paz após votar na cidade de Tarija, no sul da Bolívia.

Quiroga também se comprometeu com uma etapa que, segundo ele, será uma importação e uma democracia. “A Bolívia vai ser exemplo para o mundo, pela forma como vamos mudar a importação e democraticamente depois de 20 anos de abusos”, declarou o candidato do movimento Libre ao eleitor.

Quiroga foi mandatário entre 2001 e 2002, quando, sendo vice-presidente, assumiu o poder em substituição a Hugo Banzer, um ex-ditador dos anos 70 que depois foi eleito democraticamente, mas renunciou ao adolescente de câncer. Paz e Quiroga coincidem em seu propósito de que Evo Morales presta contas à Justiça.

“Sem legitimidade”

Morales, primeiro presidente indígena da Bolívia, que governou entre 2006 e 2019, tentou disputar nesta eleição por um quarto mandato. Uma decisão judicial o impediu de proibir a reeleição por mais de uma vez. Além disso, enfrenta uma ordem de prisão pela suposta exploração de uma menor quando era presidente, acusação que ele nega.

O líder cocaleiro, de 65 anos, que durante sua gestão conseguiu reduzir a pobreza e triplicar o PIB com seu plano de nacionalizações, rompeu de forma irreconciliável com Arce, o que implodiu o MAS. Desde outubro, encontra-se resguardado em um pequeno povoado no centro da Bolívia, onde simpatizantes o protegidos para evitar sua detenção. Desvinculado do MAS, fez campanha pelo voto nulo.

Nesse domingo saiu do seu refúgio para votar. “Esta votação vai demonstrar que é uma eleição sem legitimidade”, disse, e assegurou que “se não houver fraude”, o voto nulo sairá “em primeiro lugar”.

Jovem Pan News

Governo Trump avalia devolver visto de um dos ministros do STF

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Autoridades do governo dos Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, avaliam a possibilidade de restabelecer o visto de entrada do ministro Edson Fachin, recém-eleito presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). A posse está marcada para 28 de setembro, com mandato de dois anos.

De acordo com a coluna de Paulo Cappelli, do Metrópoles, o tema foi discutido em uma reunião entre representantes do Departamento de Estado norte-americano, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o jornalista Paulo Figueiredo.

A reativação do visto pode ser interpretada como um gesto de boa vontade ao próximo dirigente da Suprema Corte brasileira.

Fontes ligadas à diplomacia norte-americana afirmam que Fachin é percebido como uma figura que não contribui para o aumento de tensões entre Brasília e Washington. A medida, portanto, teria como objetivo sinalizar apoio institucional e, ao mesmo tempo, isolar o ministro Alexandre de Moraes, que assumirá a vice-presidência do STF.

Além de Edson Fachin, o governo norte-americano revogou vistos de ministros de outros ministros do STF: Luis Roberto Barroso, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Flavio Dino, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

Pleno News

Com escalada das tensões, EUA avaliam barrar Seleção Brasileira na Copa

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O cancelamento do visto de toda delegação da Seleção Brasileira às vésperas da Copa do Mundo, que inclusive chegou a ser considerado no início da crise, está mesmo entre as opções de sanções contra o Brasil, após a escalada das tensões. A possibilidade já é discutida entre congressistas dos Estados Unidos, incluindo senadores próximos à Casa Branca, mas os mais experientes advertem que isso favoreceria politicamente o “regime autoritário” brasileiro que Trump vem criticando.

Política go home

A Fifa, cujo presidente se dá bem com Trump, terá papel decisivo: nem mesmo países-sede ditatoriais barram seleções de nações inimigas.

No coração

Trumpistas do Maga acham que as sanções já impostas ao Brasil “não foram suficientes” e querem sanções que “machuquem mais”.

Flórida no horizonte

A Copa de 2026 será nos EUA, México e Canadá, com a maioria dos jogos em território americano. A CBF negocia sediar o time na Flórida.

Principalmente diesel

O Brasil já teve imposta tarifa de 50% e está sob ameaça de punições adicionais, em razão do relacionamento comercial com a Rússia.

Diário do Poder