14 de janeiro de 2026 às 14:30
14 de janeiro de 2026 às 12:26
FOTO: REPRODUÇÃO
Andrea Sunshine, de 55 anos, afirmou ter sido suspensa da academia onde treina em Londres (Inglaterra) após circular em grupo de clientes do estabelecimento um foto sua adulterada por ferramenta de inteligência artificial (IA).
Na foto original, Andrea, conhecida como “Vovó Fitness”, aparece de macaquinho de treino rosa na academia. Na foto editada por IA, o macaquinho deu lugar a um sutiã rosa, compondo com um short da mesma cor, no mesmo ambiente.
A foto teria causado incômodo à direção da academia.
“Um amigo me mandou o print dizendo que a foto estava circulando em grupos da academia. Até então, eu não fazia ideia do que estava acontecendo”, contou Andrea.
O desconforto aumentou quando o gerente da academia a chamou para uma conversa e mostrou a imagem que estava circulando.
“Quando ele me mostrou a foto, eu fiquei em choque. Colocaram um sutiã no lugar do meu macaquinho de treino. Aquilo não é real”, declarou ela.
14 de janeiro de 2026 às 13:45
14 de janeiro de 2026 às 12:29
FOTO: REPRODUÇÃO
Em 3 de março de 1985, Shirley Ann Durdin estava nadando ao lado do marido, Barry, e dos quatro filhos em Peake Bay (Austrália) quando foi atacada por um grande-tubarão-branco de 6 metros de comprimento.
Até hoje, o episódio trágico é considerado um dos ataques de tubarão mais brutais já registrados. Shirley foi partida ao meio com apenas uma e poderosa mordida.
O que torna este caso peculiar é que se trata de um dos raros casos em que um grande-tubarão-branco não apenas matou, mas também devorou um ser humano.
Barry precisou ser contido por pessoas que estavam no local para evitar que mergulhasse na água atrás dela. Mas nada restou da sua esposa.
O incidente deixou os moradores locais apavorados demais para voltar à água, com alguns até mesmo pedindo o abate de tubarões. À época, o caso teve tanta repercussão que chegou a ser comparado a cenas de “Tubarão”, filme de Steven Spielberg de 1975, especialmente pela dimensão do predador.
Nos dias seguintes, mergulhadores vasculharam a área, mas não acharam qualquer sinal dos restos mortais de Shirley.
A família havia se mudado recentemente para o litoral, vinda da comunidade agrícola de Karkoo, no interior – a cerca de uma hora de distância –, devido às graves alergias de Barry, marido de Shirley, causadas por atividades agrícolas.
Recentemente, o caso voltou a ganhar atenção em redes sociais após vídeos sobre o caso pipocarem no YouTube.
“Absolutamente horrível! Coitada daquela mulher e de seus entes queridos, especialmente o marido. Eu ficaria traumatizada para sempre e provavelmente teria pesadelos para sempre”, postou uma internauta.
“Imagine presenciar isso, ainda mais sendo um membro da família ou companheiro! Coitado do marido, ter que conviver com um ato tão cruel. Orações para ele e sua família”, escreveu outra.
“Essa é uma história que sempre me marcou. Provavelmente o ataque mais horrível que já ouvi falar”, declarou um terceiro.
A tragédia de Shirley marcou o primeiro encontro com morte envolvendo um tubarão nas águas do Sul da Austrália desde 1974, quando um grande-tubarão-branco havia matado o mergulhador Terry Manuel, que tinha 26 anos.
14 de janeiro de 2026 às 11:15
14 de janeiro de 2026 às 05:13
FOTO: EFE
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, nesta terça-feira (13) que ‘tomará medidas duras’ se o Irã enforcar manifestantes. “Patriotas iranianos, continuem protestando – ocupem suas instituições!!!! Guardem os nomes dos assassinos e abusadores”, escreveu Trump em sua conta nas redes sociais. “Eles pagarão um preço alto. Cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que o assassinato sem sentido de manifestantes pare. A ajuda está a caminho”, acrescentou.
O anúncio veio no mesmo dia em que o regime iraniano informou que na quarta-feira (14) irá executar um manifestante que participou dos protestos contra o governo. A vítima é Erfan Soltani, de 26 anos. Ele foi mantido em detenção sem acesso a um advogado, e as autoridades não o acusaram formalmente.
A população do Irã denunciou ao jornal The New York Times que as manifestações no país estão sendo reprimidas de forma “brutal”. Os relatos são de que as forças armadas foram autorizadas a “atirar para matar”. Segundo informou dois funcionários do Ministério da Saúde iraniano ao veículo, pelo menos 3.000 pessoas foram mortas desde o início dos protestos.
Diante dos relatos e do aumento de número de mortos, Trump, que no final de semana disse que ajudaria os iranianos se libertarem do regime islâmico, informou que atacar o Irã é mais provável que improvável. As informações são do jornal The Wall Street Journal. Um funcionário da Casa Branca afirmou ao veículo que “todas as opções” de medidas contra o Irã foram apresentadas ao presidente dos Estados Unidos.
Há duas semanas, os iranianos estão indo às ruas em manifestações que são as maiores já vistas desde 2022, quando Mahsa Amini foi presa por supostamente violar o código de vestimenta feminino. Dessa vez, os protestos são contra o governo com pressão econômica, que é um dos problemas do país há anos devido às sanções dos Estados Unidos e da União Europeia devido às ambições nucleares iranianas.
14 de janeiro de 2026 às 10:15
14 de janeiro de 2026 às 04:26
FOTO: REPRODUÇÃO
As autoridades iranianas devem executar, nesta quarta-feira (14), o manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, preso na cidade de Karaj por protestar contra o regime dos aiatolás. Segundo a ONG (Organização Sem Fins Lucrativos) curdo-iraniana Hengaw, o jovem será enforcado.
Os parentes de Erfan afirmam ter sido informados de que o rapaz não teve direito a um julgamento, tampouco a um advogado, e que a sentença de morte é considerada irreversível. O jovem foi preso em sua própria casa na última quinta-feira (8).
Os protestos contra os aiatolás e ao líder supremo, Ali Khamenei, já resultaram em cerca de 2 mil mortes, segundo informações reportadas por um integrante do governo iraniano à Reuters.
Os atos começaram motivados pela crise econômica no país, mas a forte repressão aos manifestantes despertaram mais ira da população, que passou a reivindicar o fim do regime que rege o país desde 1979.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta terça-feira (13) que enviará ajuda à população iraniana e os incentivou a seguirem lutando.
– Patriotas iranianos, CONTINUEM PROTESTANDO – OCUPEM SUAS INSTITUIÇÕES!!! Guardem os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um preço alto. Cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que o assassinato sem sentido de manifestantes PARE. A AJUDA ESTÁ A CAMINHO. MAGA!!! PRESIDENTE DONALD J. TRUMP – prometeu, sem entrar em detalhes sobre como fornecerá tal ajuda.
14 de janeiro de 2026 às 04:00
13 de janeiro de 2026 às 17:20
FOTO: EFE
Nessa terça-feira (13), uma equipe especial do Ministério Público da Coreia do Sul solicitou a pena de morte para o ex-presidente Yoon Suk-yeol. O pedido ocorre devido à tentativa fracassada de impor a lei marcial em dezembro de 2024, segundo informou a agência de notícias local Yonhap.
A solicitação ocorreu no último dia do julgamento por insurreição enfrentado pelo ex-presidente no Tribunal do Distrito Central de Seul.
A equipe especial pediu a pena máxima para Yoon sob o argumento de que foi o “mentor da insurreição”. Na prática, contudo, é pouco provável que uma eventual execução seja cumprida, uma vez que a Coreia do Sul mantém uma moratória sobre a pena de morte há quase 40 anos.
A expectativa é de que o tribunal profira a sentença no início de fevereiro, de acordo com a Yonhap.
A equipe de promotores acusou Yoon de declarar a lei marcial “com o propósito de permanecer no poder por muito tempo mediante o controle do poder judiciário e legislativo”, e destacou a gravidade de seus atos ao mobilizar recursos que deveriam ser destinados ao bem público, detalhou a agência sul-coreana.
O atual governo sul-coreano respondeu à notícia afirmando que espera que a Justiça do país decida “de acordo com a lei, os princípios e as expectativas do público”, em um comunicado divulgado pela Yonhap.
Yoon enfrenta acusações como liderar uma insurreição, abuso de poder, obstrução de justiça, auxílio ao inimigo e perjúrio em relação à lei marcial, que o então mandatário justificou como uma forma de proteger a nação de “forças antiestatais”.
No total, 24 pessoas foram acusadas no caso relacionado à imposição do estado de exceção, entre elas o então primeiro-ministro, Han Duck-soo – que será o primeiro a receber a sentença, no final de janeiro -, além do ex-diretor do Serviço Nacional de Inteligência e do ex-ministro da Defesa.
Yoon decretou a lei marcial em 3 de dezembro de 2024, medida que foi revogada horas depois pelo Parlamento. O então presidente foi destituído em abril de 2025, o que levou à realização de eleições presidenciais em junho.
13 de janeiro de 2026 às 13:00
13 de janeiro de 2026 às 15:25
FOTO: DIVULGAÇÃO
Um popular cantor colombiano e toda a sua banda morreram na queda de um avião no sábado (10/1) pouco antes de um show em Medellín (Colômbia). No meio da tragédia que causa comoção no país sul-americano, um detalhe chamou bastante atenção dos fãs: Yeison Jiménez, que tinha 34 anos, teve uma “premonição”: um série de sonhos em que ele passaria por um desastre aéreo.
“Sonhei três vezes que íamos sofrer um acidente de avião”, disse o artista em entrevista à emissora colombiana Caracol antes da tragédia. Num deles, Yeison conseguiu alertar o piloto sobre um problema na aeronave em que estavam.
“Num deles, sonhei que tínhamos morrido e que estávamos no noticiário. E foi a terceira vez que sonhei com isso. Deus me deu três sinais, e eu não os entendi, não os compreendi”, acrescentou Yeison na entrevista que foi ao ar três semanas atrás.
O pequeno avião que transportava Yeison e os seus músicos caiu e pegou fogo, momentos após a decolagem de um pequeno aeródromo na cidade de Paipa, no centro da Colômbia, informou o jornal “El Colombiano”.
Outras cinco pessoas morreram no acidente, incluindo o fotógrafo do cantor, Weisman Mora, que havia postado um vídeo comovente do grupo pouco antes da decolagem, por volta das 16h (horário local).
13 de janeiro de 2026 às 12:00
13 de janeiro de 2026 às 15:24
FOTO: REPRODUÇÃO
Em 2014, Tareena Shakil deixou o Reino Unido com o filho rumo a Raqqa (Síria) e se alistou no Estado Islâmico. Uma foto em que aparecia segurando um fuzil AK-47 viralizou em rede sociais. Ela dizia que sonhava se tornar “mártir”.
Mas a aventura de Tareena no grupo terrorista não durou muito. Ela escapou de volta ao Reino Unido pela fronteira com a Turquia, após ser forçada a se casar com um combatente jihadista amputado.
De volta ao país de origem, Tareena foi julgada e condenada a seis anos de prisão, mas conseguiu a liberdade antes de completar três.
A britânica teve que “se desradicalizar” para voltar a conviver socialmente no Reino Unido. E, na verdade, Tareena se reinventou. Foi uma mudança que pode ser considerada radical. Atualmente, a ex-jihadista ganha a vida como influencer e conselheira sentimental.
Ela faz sucesso dando dicas sobre como encontrar a alma gêmea e fugir de relacionamentos tóxicos, além de postar fotos em que é vista em férias em locais famosos e paradisíacos e em lojas de grife — todos luxos do estilo de vida ocidental que ela um dia prometeu combater.
Num vídeo postado no TikTok na semana passada, Tareena explica como os homens fazem com que as mulheres com quem estão saindo fiquem obcecadas por eles. “Quando eles te bloqueiam, é uma punição porque sabem que isso vai te magoar”, diz ela.
Tareena também promove o Islã em redes sociais:
“Você não precisa ser muçulmana para que possamos ajudá-la. Sempre que você leu ou viu algo dizendo que os muçulmanos odeiam o Ocidente, que são um perigo para o Ocidente, que odeiam os não muçulmanos, você foi enganada.”
13 de janeiro de 2026 às 11:00
13 de janeiro de 2026 às 15:20
FOTO: DIVULGAÇÃO
A História está repleta de previsões apocalípticas. A mais antiga que conhecemos tem cerca de 4.800 anos. A mais recente envolve até uma nova arca de Noé. A maioria tem fundamento religioso, com imagens de um Juízo Final.
Entretanto, em 1960, a ciência entrou no jogo. Heinz von Foerster, Patricia Mora e Lawrence Amiot, três pesquisadores da Universidade de Illinois (EUA), apresentaram os resultados de uma pesquisa científica sobre o apocalipse.
Usando modelos matemáticos, o trio apontou que o evento que marcaria o fim do mundo (o “Doomsday”) aconteceria em 13 de novembro de 2026. Os estudiosos chegaram à essa conclusão alarmante após analisarem tendências na sociedade ocidental ao longo do século anterior. A visão apocalíptica não envolvia guerra nuclear, colisões de asteroides ou erupções de supervulcões, mas uma ameaça muito mais difícil de evitar: a superpopulação na Terra.
A equação é simples: os avanços na medicina estavam impulsionando um rápido aumento na curva de crescimento populacional global. Em 2026, previu o trio, a situação ficaria insustentável — o suprimento de alimentos não conseguiria acompanhar a demanda. O caos reinaria ao ponto de extinguir a vida no planeta.
Em 1960, a população mundial era de cerca de três bilhões, mas já somos mais de oito bilhões, sem sinais imediatos de desaceleração. Não à toa bilionários já estão se adequando a cenários apocalípticos, supostamente construindo bunkers para enfrentar o fim dos tempos. O dono do Facebook, Mark Zuckerberg, e o magnata da Amazon, Jeff Bezos, entre outros, já estariam se preparando para a catástrofe mundial “por via das dúvidas”.
Mas a própria ciência contestou o achado do trio de Illinois. Estudos posteriores alegam que os dados populacionais atuais e os avanços científicos, especialmente na engenharia de alimentos, não dão suporte à teoria de 1960.
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