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Categoria: Mundo

Homem é preso após ficar ‘irritado’ e dar soco tão forte no filho que causou perfuração no intestino

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Um homem de 41 anos foi condenado a 10 anos de prisão por agredir o filho de forma tão brutal que o bebê quase morreu. Segundo a polícia de Oregon (EUA), Joseph Washington deu um soco na barriga da criança de 20 meses que causou até uma perfuração no intestino delgado.

Joseph foi condenado por agressão. O episódio aconteceu em abril de 2024, enquanto ele cuidava do menino na casa da ex-namorada, mãe da criança, que estava trabalhando.

À polícia, ela admitiu que o bebê estava o incomodando naquela noite, e que Joseph ficou “irritado” e o socou, conforme relatado pelo “Mirror”.

Segundo a promotoria, a mãe recebeu um telefonema de Joseph enquanto trabalhava, dizendo que o bebê estava “vomitando sem parar”.

Ela pediu que o pai o levasse para o hospital, mas, ao invés disso, Joseph foi até o local de trabalho da ex-namorada e entregou o filho.

Ao chegar no hospital, a criança passou por uma cirurgia de emergência “assim que foi descoberta a perfuração no intestino, com vazamento de líquido e ar para o abdômen”.

“A perfuração foi avaliada por especialistas médicos, que determinaram que a lesão foi causada por trauma de força contundente e era altamente indicativa de abuso físico infantil”, escreveram os promotores do caso.

Os ferimentos do bebê eram tão graves que ele não conseguia comer nem manter alimentos no intestino, já que estava inundado de bile.

Extra

Indiano é condenado à morte após incendiar a esposa por causa ‘da cor da pele e do peso’

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Um indiano recebeu a pena de morte após assassinar a esposa por causa da cor da pele e do peso dela. O homem, identificado na imprensa como Kishandas (também citado no processo como Kishanlal), matou Lakshmi ao jogar ácido nela e atear fogo em seu corpo.

Antes de morrer, Lakshmi deixou depoimentos afirmando que o marido “constantemente a insultava por ser de pele escura” e a humilhava pela aparência física desde que se casaram em 2016, em união arranjada pelas famílias. O casal vivia no vilarejo de Navaniya (Rajastão, Índia).

Em junho do ano seguinte, Kishandas espalhou o líquido pelo corpo dela e, ao ouvir a reclamação de que tinha cheiro de ácido, acendeu um palito de incenso sobre sua barriga, provocando o incêndio das roupas.

Quando o corpo da vítima começou a queimar, ele derramou o restante do líquido e fugiu.

O juiz responsável pelo caso classificou o episódio trágico como um “crime contra a humanidade”. Ele afirmou que a pena de morte era essencial “para manter vivo o temor ao tribunal na sociedade”, contou reportagem do “Hindustan Times”.

A defesa de Kishandas alegou durante o julgamento que a morte da mulher foi “acidental”, e que não há provas contra ele.

O promotor do caso, entretanto, foi taxativo:

“Ele a humilhava continuamente por sua pele escura e, por fim, a matou de forma brutal”.

O magistrado declarou que a conduta de Kishandas reflete preconceitos sociais profundamente enraizados relacionados à cor da pele e à violência de gênero e que o condenado “não foi apenas um fracasso como marido, mas também uma violação da confiança fundamental em qualquer casamento”.

O caso foi encaminhado ao tribunal superior para a confirmação da sentença de morte, mas o condenado tem 30 dias para recorrer.

Extra

‘Não negociamos com terroristas’, diz aliado de Trump sobre Moraes

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O ex-assessor do presidente americano Donald Trump, Jason Miller, reagiu, nesta terça-feira (2), aos comentários do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, feitos durante o primeiro dia de julgamento da suposta trama golpista. O aliado de Trump afirmou que “não negocia com terroristas”, em resposta à declaração de Moraes de que “a soberania jamais será negociada”.

O comentário de Moraes com tom político antecedeu a leitura do relatório sobre a ação que julga a suposta tentativa de golpe de Estado após o resultado das eleições de 2022. No processo, serão julgados o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete militares envolvidos no ato.

Moraes iniciou seu discurso enaltecendo a soberania brasileira e afirmou que ela “não pode, não deve e jamais será vilipendiada, negociada ou extorquida”. A declaração motivou a reação do ex-assessor de Donald Trump.

Em resposta, Jason Miller escreveu na rede social X, uma publicação compartilhada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro.

– Observado. E seria sensato que STF e Alexandre de Moraes soubessem que os Estados Unidos não negociam com terroristas.

Pleno News

EUA acham Maduro um traficante e oferecem US$50 milhões por sua captura

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Os Estados Unidos acusaram o ditador venezuelano Nicolás Maduro de liderar o chamado “Cartel de los Soles” e o classificaram como um dos maiores narcotraficantes do mundo.

Em anúncio realizado no dia 7 de agosto de 2025, a secretária de Justiça norte-americana, Pam Bondi, ofereceu uma recompensa de US$50 milhões por informações que levem à prisão de Maduro, alegando que ele representa uma ameaça à segurança nacional dos EUA.

As acusações se baseiam em investigações anteriores, incluindo a de 2020, quando o procurador-geral americano William Barr acusou Maduro e outros funcionários venezuelanos de conspirarem com a guerrilha das FARC para enviar toneladas de cocaína aos Estados Unidos. Apesar disso, até o momento, não foram apresentadas provas concretas que vinculam diretamente Maduro ao narcotráfico internacional.

O governo da Venezuela rejeitou as acusações. A deputada chavista Blanca Eekhout afirmou que a alegação de existência de um cartel de drogas no país é “insustentável”, destacando que a Venezuela não cultiva, produz nem trafica cocaína. O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) confirma que a Venezuela não é um país produtor de cocaína, com a produção concentrada principalmente na Colômbia.

O caso aumenta a tensão diplomática entre EUA e Venezuela, com possíveis repercussões para a política internacional e a segurança regional.

Diário do Poder

Mulher escorrega de torre de 90 metros enquanto tentava fazer selfie e morre na frente do filho

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Uma mulher comemorava o aniversário de 45 com o filho quando escorregou e caiu de uma torre com cerca de 90 metros enquanto tentava fazer uma selfie, em Pavlovsk, São Petersburgo, na Rússia. Minutos antes, ela havia feito um salto de bungee jump bem sucedido no local.

Descrita pelos familiares e amigos como alguém apaixonada por aventura e esportes radicais, Elizaveta Gushchina voltou à plataforma de salto para fazer uma selfie em comemoração pelo aniversário. Ela escorregou em uma tábua molhada e caiu da torre de 89 metros, no último sábado (30).

Segundo as autoridades locais, ela morreu na frente do filho de 22 anos, Nikita, com quem estava tentando tirar a selfie. Quando retornou para a torre, Elizaveta até estava usando cordas de segurança, mas sem o comprimento correto.

Nas redes sociais, circula o vídeo do momento que mostra o salto de bungee jump bem sucedido. Nas imagens, Elizaveta usa um capacete azul e pula do topo da torre enquanto planta bananeira, caindo no vazio, presa pelo cabo elástico característico do esporte radical.

O salto foi um presente de aniversário do filho, que é um frequentador do centro de bungee jumping, dado um dia antes.

Após a morte de Elizaveta, uma investigação foi instaurada para apurar se o centro de bungee jumping cumpriu todos os requisitos de funcionamento, de acordo com as leis locais.

O Dia

Após sete anos comendo apenas nuggets do McDonald’s, menina experimenta frutas pela primeira vez

FOTO: PEXELS

Uma menina britânica de 9 anos que havia passado sete anos comendo apenas nuggets de frango do McDonald’s conseguiu expandir sua alimentação graças à hipnose. Durante o tratamento, a garota experimentou frutas pela primeira vez na vida.

O problema de Livana McCallum começou quando ela tinha aproximadamente 18 meses. Segundo a mãe dela, Kelly, a menina havia desenvolvido uma forte aversão a diversos alimentos, o que limitou drasticamente sua dieta. “Por toda a vida dela, ela só comia um McLanche Feliz de nuggets de frango McDonald’s no jantar. Todos os dias eram iguais, era a única coisa que eu conseguia fazer ela comer”, explicou Kelly ao Mirror.

A situação da família chegou a extremos para acomodar as restrições alimentares da filha. “Ficou tão extremo que compramos uma refeição na véspera de Natal, deixamos esfriar e reaquecemos para o jantar de Natal dela no dia seguinte”, contou a mãe. “Livana nasceu no dia de Natal, então garantimos que ela tivesse o que queria no aniversário dela, mas era igual a todas as outras refeições”, acrescentou.

Antes do tratamento, a rotina alimentar de Livana consistia em leite pela manhã, um sanduíche de queijo com ketchup no almoço e nuggets de frango do McDonald’s no jantar. Kelly gastava aproximadamente R$ 800 em McLanche Feliz mensalmente.

A família buscou ajuda médica em julho deste ano, quando a menina não conseguia mais engolir nem mesmo seu habitual nugget de frango. Foi então que conheceram David Kilmurry, um hipnoterapeuta comportamental cognitivo especializado em transtornos alimentares.

O especialista diagnosticou a menina com transtorno alimentar restritivo evitativo (TARE), condição que dificulta a ingestão de alimentos. Durante a primeira sessão de duas horas com o hipnoterapeuta, Livana conseguiu engolir uma uva em apenas 45 minutos após se sentir confortável. Este momento marcou sua primeira experiência com frutas. “Tudo que ela experimentava, ela não engolia, ela cuspia em um lenço”, relatou Kelly sobre os hábitos anteriores da filha.

Após o tratamento, a alimentação de Livana mudou significativamente. Ela agora come cereal no café da manhã, pizza ou sanduíche de queijo no almoço e inclui vegetais no jantar. Os nuggets do McDonald’s, antes consumidos diariamente, agora fazem parte de sua dieta apenas uma vez por semana.

“Liv chegou com uma atitude fabulosa e tem sido emocionante ver ela desenvolver sua capacidade de comer alimentos normais”, comentou o hipnoterapeuta comportamental cognitivo, David Kilmurry, ao veículo britânico.

O Tempo

Médico de famosos faz sucesso e cobra até R$ 1,1 milhão por procedimento de aumento peniano

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Um médico que caiu nas graças das celebridades de Hollywood já acumula mais de 700 mil seguidores nas redes sociais e chega a cobrar US$ 200 mil (mais de R$ 1 milhão) para deixar famosos “maiores” lá embaixo.

O dermatologista Jason Emer é dono de uma clínica em West Hollywood (Califórnia, EUA) em que usa preenchimentos para aumentar até 2,5 centímetros o pênis de clientes. Para melhores resultados, ele explica, alguns pacientes precisam de cerca de 20 injeções, cada uma por US$ 1,2 mil (R$ 6,5 mil).

“Quando alguém me diz ‘Nossa, isso é muito caro’, eu respondo ‘Bem, é uma questão de prioridades. Quer um ‘pacote’ Rolls-Royce? Então vai custar o preço de um Rolls-Royce'”, explicou Emer.

Para garantir a segurança e privacidade dos pacientes, são oferecidas opções de entrar por uma porta dos fundos, pela garagem, marcar uma consulta “de manhã cedo” ou no fim de semana.

Ao jornal “Daily Star”, Emer contou que seu último paciente famoso é uma grande celebridade “na casa dos 50 anos, recentemente divorciado e de volta à vida de solteiro, querendo parecer jovem e musculoso”.

Algumas estrelas costumam contratar o especialista para voar de helicóptero até diferentes sets de filmes e séries para um consulta fora dos holofotes.

Emer promete “aumentar o tamanho e a espessura do pênis” usando preenchimentos de ácido hialurônico e metacrilato, um tipo de acrílico usado por médicos.

O dermatologista viralizou após atender o astro do Only Fans Beau Butler.

“Todas essas pessoas estão vendo isso on-line e querem fazer o mesmo”, explicou Emer.

Extra

Navios dos EUA “apontam” 1200 mísseis para a Venezuela

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O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, relatou, nesta segunda-feira (1º), que oito navios militares mobilizados pelos Estados Unidos com 1.200 mísseis e um submarino nuclear estão “mirando” em direção ao país sul-americano, o que ele descreveu como uma “ameaça extravagante, injustificável, imoral e absolutamente criminosa” que considera “comparável” à crise de 1962 em Cuba.

– A Venezuela está enfrentando a maior ameaça que já foi vista em nosso continente nos últimos 100 anos. Eles [o governo dos EUA] quiseram avançar para o que chamam de pressão máxima, neste caso, pressão militar, e diante da pressão militar máxima, nós declaramos preparação máxima para a defesa – analisou Maduro em entrevista coletiva com a imprensa internacional.

Na opinião do autocrata venezuelano, “eles montaram” contra o país sul-americano “uma farsa” e “a pressão máxima extravagante, extravagante, imoral e brutal” é “apenas comparável, na época, à crise” de 1962, quando a antiga União Soviética tentou instalar mísseis nucleares de médio alcance em Cuba, o que provocou uma crise com os EUA que colocou as duas superpotências à beira de um conflito atômico.

Maduro afirmou que as autoridades americanas “estão cometendo um erro ao criar” o que ele descreveu como uma “narrativa muito, muito absurda” sobre uma luta contra o narcotráfico para justificar o envio de “navios de guerra”, insistindo que a Venezuela “tem um histórico em sua luta” contra o comércio ilegal de narcóticos.

Nesse contexto, o ditador chavista ressaltou que os dois canais de comunicação que o país tem com os EUA – um com o encarregado de negócios interino do chamado Escritório Externo dos Estados Unidos para a Venezuela, John McNamara, e outro com o Richard Grenell, enviado especial do presidente Donald Trump – foram “quebrados e maltratados”.

No entanto, Maduro esclareceu que a Venezuela continuará a “recuperar” seus migrantes no exterior, incluindo aqueles deportados pelos Estados Unidos.

Pleno News