10 de março de 2026 às 04:08
10 de março de 2026 às 03:58
FOTO: GETTY IMAGES
O presidente Donald Trump alertou na segunda-feira (09) que os Estados Unidos atingiriam o Irã com muito mais força caso Teerã interrompa o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz.
“Se o Irã fizer qualquer coisa que interrompa o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz, eles serão atingidos pelos Estados Unidos da América VINTE VEZES MAIS FORTE do que foram atingidos até agora”, escreveu Trump nas redes sociais.
“Além disso, destruiremos alvos facilmente destruíveis que tornarão praticamente impossível que o Irã volte a ser reconstruído, como nação, novamente — Morte, Fogo e Fúria reinarão sobre eles — Mas espero e rezo para que isso não aconteça!”
Trump seguiu dizendo que isso seria um “presente” dos Estados Unidos para a China e todos os países que utilizam o Estreito de Ormuz, rota crucial para o comércio global de petróleo.
A China e outras economias asiáticas dependem do petróleo bruto e do gás natural transportados por essa via marítima, que está praticamente fechada desde o início da guerra.
Também nesta segunda-feira, a Guarda Revolucionária do Irã disse que não permitirá que “um litro de petróleo” seja exportado da região se os ataques dos EUA e de Israel continuassem, informou a mídia estatal.
A Guarda prometeu “determinar o fim da guerra”, após Donald Trump afirmar que o conflito poderia terminar em breve.
10 de março de 2026 às 04:07
10 de março de 2026 às 03:56
FOTO: GALLO IMAGES
As Forças Armadas do Irã estão “aguardando a frota naval dos EUA no Estreito de Ormuz” e o fim da guerra “está nas mãos do Irã”, disse um porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) na noite desta segunda-feira (9), no horário de Brasília.
Os comentários do major-general Ali Mohammad Naeini, divulgados pela mídia estatal, são uma aparente resposta à coletiva de imprensa do presidente dos EUA, Donald Trump, nesta segunda e a declarações recentes sobre a proteção do Estreito de Ormuz, uma rota marítima e petrolífera de importância global.
“As Forças Armadas da República do Irã estão aguardando a frota naval dos EUA na região do Estreito de Ormuz e estão esperando o porta-aviões Gerald Ford”, disse Naeini.
“Ele alegou a presença de navios comerciais e militares na região e sua fácil passagem pelo Estreito de Ormuz; Enquanto isso, navios, embarcações e todos os caças americanos fugiram da região e estão posicionados a uma distância de mais de mil quilômetros para evitar os poderosos mísseis e drones do Irã”, acrescentou.
Na segunda-feira, Trump disse que a hidrovia “permanecerá segura” e alertou que “o preço será incalculável” para o Irã se o país tentar atacar qualquer navio.
O presidente americano já havia dito que seu governo estava “pensando” em assumir o controle do Estreito e sugeriu que a Marinha escoltaria petroleiros “se necessário”.
Naeini alertou que, se os ataques entre EUA e Israel continuarem, o Irã “não permitirá a exportação de um único litro de petróleo da região”.
Dois grupos de ataque de porta-aviões dos EUA foram mobilizados no Oriente Médio: o USS Abraham Lincoln estava no Mar Arábico e o USS Gerald R. Ford no Mar Vermelho, após transitar pelo Canal de Suez, de acordo com o Comando Central dos EUA.
10 de março de 2026 às 04:00
9 de março de 2026 às 18:58
FOTO: REUTERS
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, disse em uma entrevista que foi ao ar no domingo que os Estados Unidos e o presidente Donald Trump definirão “os termos da rendição” com o Irã, sem oferecer detalhes sobre quais seriam esses termos.
Trump disse na semana passada que “não haverá acordo com o Irã, exceto a rendição incondicional”.
Questionado no programa “60 Minutes”, da CBS, sobre o que significa “rendição incondicional”, Hegseth afirmou: “Significa que estamos lutando para vencer. Significa que nós definimos as condições. Saberemos quando eles não forem capazes de lutar. Chegará um ponto em que eles não terão outra escolha a não ser se render. Quer eles saibam disso ou não, eles serão ineficazes em combate. Eles se renderão.”
Hegseth afirmou que a rendição pode assumir muitas formas diferentes, inclusive pessoalmente, mas que, em última instância, será Trump quem definirá os termos, e não os iranianos.
“Quer eles admitam ou não, quer o orgulho os permita dizer isso em voz alta ou não, será o presidente Trump quem definirá as regras”, disse Hegseth.
9 de março de 2026 às 18:00
9 de março de 2026 às 11:47
FOTO: EFE
Após a escolha do aiatolá Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, como novo líder supremo, neste domingo (8), o Irã lançou uma nova leva de mísseis contra Israel e vizinhos aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio, mostrando pouca disposição de desescalar o conflito. Em paralelo, o governo americano determinou a evacuação de sua embaixada na Arábia Saudita.
Explosões foram ouvidas em Doha e o Ministério da Defesa do Catar informou se tratar de um ataques com mísseis contra o país nesta segunda-feira (9), horário local. Já nos Emirados Árabes, um incêndio foi registrado em uma instalação petrolífera após um ataque em Fujairah.
O Kuwait também apontou estar trabalhando para repelir ataques com drones e mísseis. Já no Bahrein, um ataque com drone iraniano deixou 32 civis feridos, segundo o Ministério da Saúde do país. O disparo da primeira salva de mísseis contra Israel após a escolha do novo líder supremo foi anunciado pela rádio e televisão estatal Irib.
– Os mísseis defensivos iranianos respondem ao terceiro guia da República Islâmica – indicou a Irib no Telegram, mostrando o corpo de um projétil marcado com a inscrição “às suas ordens, Seyyed Mojtaba”, uma referência religiosa xiita.
Enquanto isso, o serviço de emergência de Israel confirmou que pelo menos uma mulher ficou ferida por destroços lançados pelo vento na cidade de Rishon LeZion, no centro do país nesta segunda. Ela se encontra-se em condição moderada. O serviço de emergência Magen David Adom acrescentou que prestou atendimento médico à mulher no local.
ESVAZIAMENTO DE EMBAIXADA
Os Estados Unidos ordenaram na noite deste domingo a saída do pessoal da sua embaixada na Arábia Saudita, enquanto o Irã ataca este reino do Golfo em retaliação pela ofensiva de Washington e Israel.
O Departamento de Estado indicou em um aviso de viagem que havia “ordenado que funcionários do governo americano que não fossem de emergência e familiares de funcionários do governo americano deixassem a Arábia Saudita devido aos riscos à sua segurança”.
A ordem reflete os temores persistentes sobre os ataques do Irã, em um momento em que o presidente Donald Trump avisa que está pronto para continuar a guerra por semanas e Teerã se diz preparada para responder.
Os Estados Unidos já haviam permitido a saída de funcionários não essenciais, mas não haviam exigido que o fizessem. O Departamento de Estado também informou que mantém o aviso aos americanos para “reconsiderarem viajar” para a Arábia Saudita, sem desaconselhar todas as viagens ao reino.
Drones atingiram a embaixada dos Estados Unidos em Riad na semana passada e também causaram danos às embaixadas americanas no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos. A Arábia Saudita informou no domingo que duas pessoas morreram e 12 ficaram feridas quando um projétil caiu na província de Al Kharj, a sudeste de Riad.
CAPITAL IRANIANA SOB FOGO
Mais cedo, várias explosões foram ouvidas em várias partes da capital iraniana, segundo jornalistas da AFP. Não ficou imediatamente claro o que foi alvo dos ataques, com nuvens de fumaça ainda cobrindo o horizonte após ataques noturnos a depósitos de petróleo em Teerã e arredores.
O exército israelense afirmou ter lançado uma série de ataques contra a “infraestrutura do regime” no centro do Irã nesta segunda, o primeiro anúncio desse tipo desde que a república islâmica nomeou um novo líder supremo.
As forças israelenses “iniciaram uma nova onda de ataques contra a infraestrutura do regime terrorista iraniano no centro do Irã”, disseram os militares em um breve comunicado, pouco depois de anunciarem ataques contra o grupo terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irã, no Líbano.
Enquanto isso, o Hezbollah afirmou estar enfrentando as forças israelenses que pousaram durante a madrugada no leste do Líbano, em helicópteros que cruzaram a fronteira com a Síria.
Duas fontes do grupo disseram à AFP, sob condição de anonimato, que um helicóptero israelense na área foi abatido pelo grupo. Não há confirmação por parte dos israelenses, que, porém, afirmam terem feito ataques a alvos do grupo terrorista em Beirute.
9 de março de 2026 às 16:45
9 de março de 2026 às 11:52
FOTO: DIVULGAÇÃO
António José Seguro tomou posse como presidente de Portugal nesta 2ª feira (9.mar.2026), em cerimônia no Parlamento marcada por referências ao período de transição entre governos e por elogios ao antecessor, Marcelo Rebelo de Sousa. No discurso inaugural, Seguro disse estar “eternamente agradecido pela confiança” recebida nas urnas e prometeu atuar como “Presidente de Portugal inteiro”.
A posse é realizada pouco mais de um mês depois da eleição realizada em 8 de fevereiro, quando Seguro, apoiado pelo PS (Partido Socialista, centro-esquerda), venceu no 2º turno o líder do Chega, André Ventura (direita). O resultado marcou o retorno de um candidato apoiado pela esquerda à Presidência portuguesa depois de 20 anos, quando Jorge Sampaio deixou a Presidência, sendo substituído por Aníbal Cavaco Silva.
Defesa das instituições democráticas
Logo no início do discurso, o novo chefe de Estado agradeceu aos eleitores e defendeu a preservação das instituições democráticas. “Fico eternamente agradecido pela confiança que depositaram em mim”, disse. Em outro trecho, fez um alerta sobre os riscos às democracias contemporâneas. “A história recente revela que em muito pouco tempo se destrói o que foi construído em séculos”, declarou.
Segundo ele, muitos acreditaram na “solidez das instituições” e na “resistência de valores”, mas esse entendimento pode ser um engano. “Em um instante esses pilares estão a ser desmoronados. Portugal não está imune a risco igual, perturbador do sistema democrático”, afirmou, ao acrescentar que não permitirá que sejam ultrapassadas “linhas vermelhas”.
A manhã da posse também foi marcada por momentos de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa. O ex-presidente deixou o Palácio de Belém, residência oficial, e seguiu a pé e sozinho até o Parlamento. No caminho, fez uma parada em uma pequena mercearia, onde comprou um DVD com notícias, em episódio que chamou a atenção de quem acompanhava a movimentação nas ruas de Lisboa.
Na chegada ao Parlamento, Marcelo comentou a eleição do sucessor. Disse que Seguro “vai ser um grande Presidente, grande, grande, e deve contar com o apoio de todos os portugueses”.
A cerimônia de posse
Cerca de 600 convidados participaram da cerimônia. Entre eles estavam 6 chefes de Estado: o rei da Espanha, Felipe 6º, e presidentes de países de língua portuguesa —João Lourenço (Angola), José Maria Neves (Cabo Verde), Daniel Chapo (Moçambique), Carlos Vila Nova (São Tomé e Príncipe) e José Ramos-Horta (Timor-Leste). O ex-presidente Aníbal Cavaco Silva foi o único antigo ocupante do cargo presente.
No plenário, Marcelo sentou-se ao lado do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, e de Seguro. Nas galerias estavam alguns dos candidatos que disputaram a eleição presidencial, como Henrique Gouveia e Melo (independente), António Filipe (PCP, esquerda) e Humberto Correia (independente). Na meia-lua do hemiciclo, destinada às altas autoridades, André Ventura ocupou o lugar reservado ao líder da oposição, em vez de permanecer na bancada do Chega.
Após a leitura da ata que confirmou a apuração das eleições, Seguro fez o juramento com a mão direita sobre a Constituição. “Juro por minha honra desempenhar fielmente as funções em que fico investido e defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa”. O plenário reagiu com aplausos de pé.
Em seguida, Marcelo e o novo presidente trocaram um abraço e algumas palavras antes de se levantarem para trocar de lugares, formalizando a transmissão do cargo.
Durante a sessão, Aguiar-Branco destacou o estilo do presidente que deixava o cargo, mencionando a “proximidade irrepetível” de Marcelo com os portugueses —marcada pelas selfies com cidadãos, vistas por alguns como caricatura, mas que, segundo ele, refletiam a forma como o ex-chefe de Estado se relacionava com a sociedade.
Em outro trecho do discurso, Seguro dirigiu-se diretamente ao antecessor para agradecer pelo período no cargo. Disse que “ninguém pode negar o amor a Portugal” demonstrado por Marcelo e afirmou que o país “sentiu sempre a sua presença”. O novo presidente anunciou que ainda nesta 2ª feira condecorará Rebelo de Sousa com o grau mais alto da Ordem da Liberdade.
9 de março de 2026 às 16:15
9 de março de 2026 às 11:53
FOTO: REPRODUÇÃO/EFE
O presidente da França, Emmanuel Macron, teve nesta segunda-feira (9) uma conversa telefônica com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, sobre a situação no Oriente Médio e no Líbano, e segundo meios de comunicação franceses, a conversa teria sido “acalorada”.
A chamada telefônica foi realizada enquanto o chefe de Estado francês estava no voo para o Chipre, Netanyahu expressou sua determinação de usar a força para desarmar o Hezbollah.
A França solicitou nesta segunda uma reunião de urgência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, devido à “brutal deterioração” da situação no Líbano, segundo informou previamente o ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Noël Barrot, em suas redes sociais.
A intensa ofensiva israelense no Líbano foi desencadeada após ataques do Hezbollah ao norte de Israel, em resposta à morte do anterior líder supremo iraniano, Ali Khamenei, no início dos ataques de Tel Aviv e Washington a Teerã.
Por outro lado, o Palácio do Eliseu afirmou que Macron visitará na tarde desta segunda o porta-aviões francês de propulsão nuclear Charles de Gaulle, que se encontra atualmente em frente às costas de Creta, no Mediterrâneo Oriental, para onde foi deslocado para abordar a situação no Oriente Médio.
Como comandante-em-chefe das Forças Armadas, o presidente francês se reunirá com os marinheiros do Charles de Gaulle para falar sobre o atual desdobramento militar.
O envio do porta-aviões para a zona, decidido na semana passada por Macron, tem como objetivo reforçar os recursos militares já presentes na região para garantir a segurança da França, a de seus cidadãos e de suas bases, bem como a de seus aliados na região, segundo o Eliseu.
9 de março de 2026 às 14:30
9 de março de 2026 às 12:23
FOTO: EFE
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (8/3), que os preços do petróleo vão cair “rapidamente” assim que “a ameaça nuclear iraniana for eliminada”. A mensagem foi publicada na rede social do presidente norte-americano, a Truth Social.
“Os preços do petróleo a curto prazo, que cairão rapidamente quando a ameaça nuclear iraniana for eliminada, são um preço muito pequeno a pagar pela segurança e paz dos EUA e do mundo. Só os tolos pensariam diferente!”, escreveu Trump.
A manifestação de Trump veio após os preços dos combustíveis derivados de petróleo subirem expressivamente no mercado interno. A última leitura da Associação de Automóveis (AAA) apurou que foram adicionados mais 9 centavos de dólar por galão (aproximadamente 3,8 litros), elevando o preço médio para US$ 3,41 por recipiente. O número é o mais alto registrado desde agosto de 2024.
Escalada
No domingo passado, dia seguinte ao começo da contenda bélica, o barril teve uma alta de 10% e já valia US$ 70. Durante a semana, a alta continuou. Neste domingo, a alta acumulada no dia foi de 16,8%, com o produto valendo US$ 108,22.
O petróleo passa por uma alta superior a 30% desde o início do conflito centrado entre Irã, Estados Unidos e Israel, no último sábado (28/2).
As variações nos preços do petróleo têm relação, principalmente, com a interrupção do trânsito no Estreito de Ormuz. Passam por lá de 20% a 25% de todo o petróleo global.
9 de março de 2026 às 08:45
9 de março de 2026 às 05:41
FOTO: REPRODUÇÃO
Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, foi escolhido pela Assembleia de Peritos do Irã para suceder seu falecido pai como líder supremo, em um sinal de que a linha dura ainda seguirá no comando do país.
O grupo nomeou como sucessor o clérigo de 56 anos, que sobreviveu à guerra aérea entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, mais de uma semana depois que o aiatolá Ali Khamenei foi morto em um ataque aéreo, informou a mídia iraniana.
Um dos membros do conselho, o aiatolá Mohsen Heidari Alekasir disse em um vídeo no domingo que um candidato havia sido selecionado com base na orientação de Khamenei de que o líder máximo do Irã deveria ser “odiado pelo inimigo”.
“Até mesmo o Grande Satã (EUA) mencionou seu nome”, disse Heidari Alekasir sobre o sucessor escolhido, dias depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que Mojtaba era uma escolha “inaceitável” para ele.
Mojtaba acumulou poder sob o comando de seu pai como uma figure sênior próxima às forças de segurança e ao vasto império de negócios que elas controlam. Ele se opôs aos reformadores que buscam se envolver com o Ocidente, que tenta restringir o programa nuclear do Irã.
Seus laços estreitos com os Guardas Revolucionários (IRGC) de elite lhe conferem maior influência sobre o aparato político e de segurança do Irã. Ele também acumulou influência nos bastidores como o “guardião” de seu pai, disseram fontes familiarizadas com o assunto.
“Ele conta com uma base sólida e apoio dentro do IRGC, em particular entre as gerações radicais mais jovens”, disse Kasra Aarabi, chefe de pesquisas sobre o IRGC na United Against Nuclear Iran, uma organização políticas públicas com sede nos EUA.
O líder supremo tem a palavra final sobre assuntos de Estado, inclusive política externa e o programa nuclear do Irã. As potências ocidentais querem evitar que Teerã desenvolva armas nucleares. O Irã afirma que seu programa nuclear é apenas para fins civis.
Mojtaba poderá enfrentar a oposição dos iranianos que demonstraram estar prontos para realizar protestos em massa para exigir mais liberdades, apesar das repressões sangrentas das autoridades.
Ele nasceu em 1969 na cidade sagrada xiita de Mashhad e cresceu enquanto seu pai ajudava a liderar a oposição ao Xá. Quando jovem, ele serviu na guerra Irã-Iraque.
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