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Categoria: Mundo

Casal conta como sobreviveu 118 dias à deriva após baleia destruir barco

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O casal que ficou à deriva no oceano conseguiu transformar uma tragédia em uma das histórias mais emblemáticas de resiliência. Maurice e Maralyn Bailey resistiram em condições em que muitos teriam perdido as esperanças.

O naufrágio provocado por uma colisão com uma baleia os deixou sem recursos, obrigando-os a viver por meses em um bote inflável, enfrentando a fome, a sede e a solidão em alto-mar.

A história de Maurice e Maralyn

O barco, que simbolizava a aventura da liberdade e da autonomia, rapidamente se tornou apenas uma lembrança quando afundou diante dos olhos do casal. A perda da embarcação transformou o que seria uma experiência de lazer em um desafio extremo, onde cada decisão e cada movimento podiam determinar a sobrevivência de ambos.

No bote inflável, eles tiveram que lidar com a insegurança constante, o medo do desconhecido e a vastidão do oceano que parecia não oferecer qualquer proteção. Cada amanhecer era um novo teste de resistência física e emocional, e a rotina improvisada tornou-se fundamental para manter a sanidade e a esperança.

A busca por alimento

Com os suprimentos iniciais rapidamente esgotados, o casal precisou improvisar e desenvolver habilidades de pesca em alto-mar. Peixes, aves e tartarugas se tornaram a principal fonte de energia, e cada captura exigia paciência, esforço físico e estratégia.

A fome não era apenas um desafio físico, mas também mental. A necessidade de permanecer motivado para continuar a tentar capturar alimento diariamente tornou-se tão essencial quanto a própria comida, reforçando a importância da união e da colaboração entre Maurice e Maralyn para superar as dificuldades.

A água como tesouro

Encontrar água potável foi um desafio constante. Eles dependiam completamente da chuva para coletar pequenas quantidades que pudessem ser armazenadas e divididas cuidadosamente ao longo do dia. Cada gota tinha um valor imenso, e qualquer desperdício poderia comprometer seriamente as chances de sobrevivência.

Essa necessidade de controlar rigorosamente os recursos reforçou a disciplina do casal e tornou-se uma prática diária essencial. A água se tornou não apenas um recurso vital, mas também um símbolo da importância do planejamento, da paciência e da cooperação em condições extremas.

A chegada do socorro

Depois de um período prolongado à deriva, um navio finalmente avistou o bote em que estavam. O resgate trouxe alívio imediato, mas também permitiu que o casal refletisse sobre os meses que passaram enfrentando o oceano e suas adversidades sem qualquer certeza de sobrevivência.

A experiência marcou a vida de Maurice e Maralyn de forma indelével. Sua história se tornou um exemplo de coragem, resiliência e da força do espírito humano, mostrando como a esperança e a união podem superar até os desafios mais extremos.

Correio 24h

Trump é aclamado em parlamento israelense após libertação de reféns pelo Hamas

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do partido Republicano, discursou na manhã desta segunda-feira (13), perante o parlamento israelense, celebrando o retorno dos reféns vivos libertos pelo grupo terrorista do Hamas.

Trump discursa juntamente ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em comemoração ao cessar-fogo no conflito entre Israel e grupo terrorista do Hamas, na Faixa de Gaza.

Segundo Trump, “Este é o amanhecer histórico de um novo Oriente Médio”.

“Em todo o Oriente Médio, as forças do caos, do terror e da ruína que assolam a região há décadas estão agora enfraquecidas, isoladas e totalmente derrotadas”, acrescentou ele. “Uma nova coalizão de nações orgulhosas e responsáveis ​​está emergindo”.

No discurso, Trump afirmou que “não se trata apenas do fim de uma guerra, mas do fim da era do terror e da morte”.

“Gerações no futuro lembrarão deste momento como aquele que tudo começou a mudar”, afirmou.

A visita do republicano ocorre no mesmo dia da libertação de reféns israelenses após estarem sob poder do Hamas desde o dia 7 de outubro de 2023. Trump agradeceu as nações do mundo árabe e muçulmano, as quais se uniram para pressionar o Hamas.

O presidente norte-americano elogiou o nome de Benjamin Netanyahu por sua “grande coragem e patriotismo”.

“Ele não é a pessoa mais fácil de lidar, mas é isso que o torna grande”, declarou.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu discursou antes de Trump e agradeceu os esforços do líder americano para o fim da guerra.

“Nunca vi ninguém mover o mundo tão rapidamente, tão decisivamente, tão resolutamente quanto nosso amigo Donald J. Trump”, afirmou o primeiro-ministro.

Após o discurso feito nesta manhã, Trump parte para o Egito, onde presidirá uma cúpula para a paz ao lado de líderes mundiais. Na reunião, Trump relatou conversar com “as nações mais poderosas”, onde deve reunir parceiros na reconstrução da Faixa de Gaza.

O republicano está ansioso para expandir os Acordos de Abraão firmados durante sua administração, que normalizaram as relações diplomáticas entre Israel e seus vizinhos árabes.

O presidente também argumentou que o acordo alcançado com o Hamas deve criar um momento estimulante para acabar com as inimizades regionais que persistem há décadas.

Diário do Poder

França define nesta segunda-feira data da prisão de Nicolas Sarkozy por financiamento ilegal de campanha

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A Justiça francesa deve definir nesta segunda-feira (13) a data da prisão do ex-presidente Nicolas Sarkozy, condenado a cinco anos de prisão por conspiração criminosa em um esquema de financiamento ilegal de sua campanha eleitoral de 2007, que teria recebido recursos do regime líbio de Muammar Gaddafi. Aos 70 anos, Sarkozy nega as acusações e afirma ser vítima de uma “armação política”. Ele classificou o veredito como “um escândalo” e já entrou com recurso. Mesmo assim, o tribunal de Paris determinou que a sentença tenha execução imediata, justificando a medida pela “gravidade do abalo à ordem pública” causado pelo crime.

Com isso, Sarkozy se tornará o primeiro ex-presidente da França moderna a cumprir pena de prisão efetiva. O ex-chefe de Estado, que governou o país entre 2007 e 2012, está afastado da política há anos, mas continua a exercer influência entre setores conservadores. De acordo com o tribunal, Sarkozy teria usado sua posição de ministro do Interior e depois de candidato para “preparar corrupção no mais alto nível”, articulando encontros secretos entre aliados e membros do governo líbio entre 2005 e 2007.

Os magistrados apontam que dois de seus assessores próximos, Claude Guéant e Brice Hortefeux, se reuniram com Abdullah al-Senoussi, cunhado de Gaddafi e então chefe de inteligência, condenado na França por ataques terroristas nas décadas de 1980 e 1990. Apesar da condenação, o tribunal absolveu Sarkozy de três outras acusações, entre elas corrupção passiva, financiamento ilegal de campanha e ocultação de desvio de fundos públicos, reconhecendo que não há provas de que o dinheiro da Líbia tenha sido usado diretamente em sua campanha ou para enriquecimento pessoal.

Defesa e próximos passos

Sarkozy sustenta que as acusações são resultado de uma vingança do chamado “clã Gaddafi”, em retaliação ao apoio francês à intervenção militar que derrubou o ditador líbio em 2011, durante a Primavera Árabe. Após a definição da data de prisão, o ex-presidente deve cumprir a pena em condições especiais, possivelmente na prisão de La Santé, em Paris, onde ficará isolado em uma ala destinada a presos de alto perfil. Ele poderá solicitar libertação provisória enquanto aguarda o julgamento do recurso. O tribunal de apelação terá até dois meses para analisar o pedido. O caso reacende o debate na França sobre execuções imediatas de penas — uma prática que, segundo o Ministério da Justiça, já se aplica a 90% dos condenados a dois anos ou mais de prisão no país.

Jovem Pan

Homem urina em altar na Basílica de São Pedro durante missa no Vaticano

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Um homem urinou no Altar Altar da Confissão, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, durante uma missa celebrada na última sexta-feira (10/10).

O invasor subiu os degraus que levam ao altar durante a celebração das 9h, abaixou a calça até os tornozelos e, sem dizer nada, começou a urinar por todo o chão, informou o “Corriere della Sera”.

A multidão atordoada só pôde observar com horror enquanto o homem era rapidamente arrancado do altar por agentes de segurança e escoltado para fora da basílica.

Vídeos feitos por fiéis e turistas viralizaram em redes sociais, como este:

A notícia chegou ao próprio Papa Leão XIV, que teria ficado “chocado” com o incidente.

A Sala de Imprensa da Santa Sé não divulgou nenhuma declaração sobre a profanação. Não está claro se o homem foi preso ou indiciado. Em redes sociais, internautas criticaram a falha na segurança.

O episódio é o mais recente de uma série de distúrbios na basílica nos últimos anos. Em fevereiro, outro homem danificou itens cerimoniais no mesmo altar, segundo a Agência Católica de Notícias. O invasor danificou seis candelabros do século XIX, avaliados em aproximadamente 30 mil euros (R$ 190 mil).

De acordo com o Código de Direito Canônico, atos graves cometidos em um local sagrado que causem escândalo aos fiéis são considerados violações da santidade do local. Quando isso ocorre, o culto público é suspenso até que um rito penitencial seja realizado para restaurar a santidade da igreja.

Extra

Menino superdotado de 3 anos aprende a ler sozinho e contar até 100 em sete idiomas

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Com apenas três anos, o menino superdotado Teddy Hobbs chamou atenção internacional ao ser aceito na Mensa, sociedade global que reúne pessoas com alto QI. O prodígio britânico aprendeu a ler sozinho aos dois anos e, antes de completar cinco, já era capaz de contar até 100 em sete idiomas diferentes, incluindo mandarim, galês e coreano.

O feito, que surpreendeu até especialistas, foi confirmado após uma avaliação do teste Stanford-Binet, no qual Teddy obteve um QI de 139, resultado que o coloca no percentil 99,5 para sua idade. O caso reacendeu o debate sobre o desenvolvimento precoce de habilidades cognitivas e emocionais em crianças superdotadas.

O início precoce da genialidade

Aos 3 anos, Teddy Hobbs se torna o membro mais jovem da Mensa no Reino Unido com QI de 139 confirmado

Menino superdotado do Reino Unido, Teddy Hobbs, criança prodígio aceita na Mensa após alcançar QI alto e impressionar com sete idiomas.

Aos 26 meses, Teddy já reconhecia letras e palavras completas, habilidade que aprendeu de forma autodidata, observando programas educativos e repetindo sons e letras vistos na televisão.

Com informações de Click Petróleo Gás

Trump diz em discurso no Parlamento de Israel que “era de terror e morte acabou” após libertação de reféns

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou nesta segunda-feira 13 no Parlamento de Israel e declarou que “a era de mortes e terror no Oriente Médio acabou”. O pronunciamento ocorreu após a libertação de 48 reféns israelenses que estavam sob poder do Hamas desde os ataques de 7 de outubro de 2023.

Os reféns foram libertados nas primeiras horas da segunda-feira. Segundo o governo israelense, entre os 48 sequestrados, 20 estão vivos. Eles faziam parte do grupo de 251 pessoas capturadas durante a invasão do Hamas ao território israelense, ação que resultou na morte de 1,2 mil pessoas.

Em troca, Israel iniciou a libertação de cerca de 2 mil prisioneiros palestinos, incluindo 250 condenados à prisão perpétua. A operação faz parte de um acordo de cessar-fogo intermediado nos últimos dias.

Durante o discurso, Trump agradeceu ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pela cooperação nas negociações de paz e celebrou o que chamou de encerramento de um ciclo de guerras.

“Nós resolvemos oito guerras em oito meses. Essa foi rápida, ontem eu dizia sete, agora eu digo oito guerras, porque os reféns estão de volta”, afirmou o presidente americano.

Trump também declarou que o momento representa um novo ciclo para o Oriente Médio. “Não é apenas o fim de uma guerra, é o fim de uma era de terror e morte. O início de uma era de fé e esperança”, disse.

Agora RN

María Corina Machado diz que dias de Maduro “estão contados”

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A líder oposicionista venezuelana María Corina Machado afirmou nesse domingo (12) que o ditador Nicolás Maduro “está com os dias contados”. A afirmação foi feita em entrevista concedida por ela ao jornal argentino La Nación, na qual dedicou a seus compatriotas o prêmio Nobel da Paz 2025, concedido a ela na última sexta-feira (10).

Machado disse que ter recebido o prêmio “tem um impacto muito importante tanto para os venezuelanos quanto para o próprio regime, que percebe que o mundo inteiro” legitima sua luta e que “Maduro está absolutamente isolado e seus dias estão contados”. Escondida há mais de um ano, Machado contou como viveu o momento em que descobriu que era a ganhadora do Nobel da Paz.

– A verdade é que o que estamos passando é tão intenso na Venezuela que eu nunca imaginei que algo dessa magnitude pudesse estar acontecendo. E acho que ainda não processei isso – comentou.

A oposicionista elogiou a postura dos Estados Unidos e a descreveu como um fator-chave no isolamento do governante venezuelano.

– A posição firme do presidente [Donald] Trump e do governo dos Estados Unidos para desmantelar os cartéis de drogas mudou completamente a dinâmica – analisou.

Segundo ela, desde as eleições de 28 de julho de 2024, o governo de Nicolás Maduro iniciou “uma queda inexorável” e tem uma estratégia sustentada apenas “na violência e no terror”.

– Se Maduro quer paz, ele deve sair agora. Com ou sem negociação, Maduro está saindo – enfatizou Machado.

Ela também alertou sobre a relação da Venezuela com Cuba e o impacto regional.

– Uma Venezuela liberta representará um golpe, para mim letal, na tirania cubana – opinou.

Machado ainda disse que tem uma grande amizade e um enorme respeito pelo presidente argentino, Javier Milei.

– Ele está fazendo um ótimo trabalho para a Argentina. Acho que nossos países precisam se fortalecer mutuamente porque, no final das contas, aqueles que destruíram a Venezuela também veem Javier como uma ameaça – declarou.

O Comitê Norueguês do Nobel, com sede em Oslo, anunciou na última sexta que Machado foi a vencedora do prêmio Nobel da Paz de 2025 “por seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos do povo venezuelano e por sua luta para conseguir uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia”.

A ex-deputada, que também dedicou o prêmio ao presidente dos EUA, Donald Trump, por seu apoio à causa da oposição, comentou que o maior tributo a Alfred Nobel, o magnata sueco que criou o prêmio Nobel da Paz, seria garantir a “transição para a democracia” na Venezuela.

Pleno News

Hamas liberta 20 reféns israelenses após mais de dois anos de cativeiro em Gaza

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Os 20 reféns israelenses vivos que permaneciam sob poder do Hamas foram libertados na madrugada desta segunda-feira 13, após mais de dois anos de cativeiro. A operação faz parte de um acordo de cessar-fogo assinado entre Israel e o grupo palestino.

Segundo o governo israelense, o Hamas sequestrou 251 pessoas durante os ataques de 7 de outubro de 2023. O grupo ainda mantinha 48 vítimas na Faixa de Gaza, das quais 28 estão mortas. Os demais reféns foram libertados em acordos anteriores ou resgatados em ações militares.

De acordo com autoridades israelenses, sete reféns foram libertados por volta das 2h e os outros 13, duas horas depois. Todos foram entregues à Cruz Vermelha e, em seguida, às Forças de Defesa de Israel, antes de serem levados a uma base militar para reencontro com familiares e atendimento médico.

Em contrapartida, Israel se comprometeu a libertar quase 2 mil prisioneiros palestinos, incluindo 250 que cumpriam penas de prisão perpétua. A Reuters informou que os detentos embarcaram em ônibus da Cruz Vermelha com destino à Faixa de Gaza, Cisjordânia e outros países.

O acordo de cessar-fogo foi anunciado na quarta-feira (8) e prevê que o Hamas devolva todos os reféns vivos e os restos mortais das vítimas que morreram. O grupo tinha até as 6h desta segunda-feira, pelo horário de Brasília, para concluir a libertação.

O Hamas informou que cumpriria a entrega dos 20 reféns sobreviventes, mas pediu mais tempo para localizar todos os corpos. Ainda não há prazo para que as devoluções sejam concluídas. A Turquia anunciou uma força-tarefa para ajudar o grupo palestino na busca pelos restos mortais das vítimas em Gaza.

g1