7 de janeiro de 2026 às 09:00
7 de janeiro de 2026 às 04:56
FOTO: DIVULGAÇÃO
O empresário José Adrián Corona Radillo, presidente do Grupo Corona, foi encontrado morto no estado de Jalisco, no México, dias após ter sido sequestrado enquanto viajava com a família.
O crime ocorreu no final de dezembro, em uma rodovia que liga Talpa de Allende a Puerto Vallarta. Segundo autoridades locais, homens armados interceptaram o veículo, levaram o empresário e liberaram a companheira e os filhos.
De acordo com a promotoria de Jalisco, o corpo apresentava sinais de violência e foi localizado próximo ao local do sequestro. Não houve contato dos criminosos nem pedido de resgate, o que chamou a atenção dos investigadores.
Até o momento, não há informações sobre suspeitos presos, e as autoridades afirmam que as investigações seguem em andamento.
7 de janeiro de 2026 às 04:08
7 de janeiro de 2026 às 03:40
FOTO: DIVULGAÇÃO
Um idoso que caiu acidentalmente de uma janela no 15º andar de prédio em Nanjing (província de Jiangsu, China) foi salvo ao ficar preso num varal no sétimo andar.
O morador, na faixa dos 80 anos, ficou deitado de costas com as pernas penduradas no ar enquanto aguardava o resgate, com os espectadores preocupados que o varal quebrasse a qualquer momento por causa do seu peso.
Um corajoso segurança do prédio desceu pela fachada para ajudar o idoso. O socorrista, identificado como Zhang Wei, de 32 anos, amarrou uma mangueira de incêndio na cintura e desceu cuidadosamente por uma janela acima para alcançar a vítima da queda.
Zhang disse que o idoso permaneceu consciente durante todo o resgate. Ele afirmou que a descida levou cerca de um minuto porque sentiu que o resgate precisava ser concluído o mais rapidamente possível, tanto para o bem do idoso quanto para o seu próprio bem, contou reportagem no “Sun”.
Após ser levado para dentro do apartamento, o aposentado foi levado ao hospital por paramédicos. Não foram divulgadas informações sobre o seu estado de saúde.
O episódio foi chamado de “recente” pela imprensa chinesa, mas não há uma data específica.
7 de janeiro de 2026 às 04:07
7 de janeiro de 2026 às 03:37
FOTO: EFE
Nesta terça-feira (6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o governo da Venezuela, agora dirigido pela presidente interina Delcy Rodríguez, está disposto a entregar de 30 milhões a 50 milhões de barris de petróleo que serão vendidos no mercado americano.
O republicano classificou, em uma postagem na rede social Truth Social, esses barris como “petróleo de alta qualidade e autorizado nos Estados Unidos”.
Trump acrescentou que ele será o encarregado de controlar o dinheiro da venda do petróleo no mercado local “para garantir que seja utilizado em benefício do povo venezuelano e dos Estados Unidos”.
A decisão do governo dos EUA de assumir o petróleo venezuelano ocorre após a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro, em uma operação militar em Caracas e arredores que deixou mais de 50 mortos, muitos deles agentes cubanos que faziam a segurança do ditador do país sul-americano.
De acordo com Trump, o Departamento de Energia, dirigido pelo secretário Chris Wright, será o responsável por executar o plano de extração do petróleo de forma imediata.
Os milhões de barris serão transportados em petroleiros diretamente para docas nos Estados Unidos, ainda segundo o presidente americano, que não concretizou um marco temporal para o repasse do óleo.
O anúncio foi feito 24 horas depois de Delcy Rodríguez, vice-presidente de Maduro, assumir o poder na Venezuela de forma provisória como presidente interina.
O governo Trump a reconheceu de imediato como sua interlocutora e lhe reivindicou “acesso total” ao petróleo e a outros recursos venezuelanos.
A Casa Branca também informou que Delcy está cooperando.
7 de janeiro de 2026 às 04:05
7 de janeiro de 2026 às 04:01
FOTO: EFE
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avalia diferentes caminhos para anexar a Groenlândia, e recorrer às Forças Armadas é “sempre uma opção”, informou a Casa Branca nesta terça-feira (6). Segundo comunicado da secretária de imprensa, Karoline Leavitt, o presidente “deixou claro que adquirir a Groenlândia é uma prioridade para a segurança nacional dos Estados Unidos e que é vital para dissuadir nossos adversários na região do Ártico”, em referência ao território semiautônomo pertencente à Coroa da Dinamarca. “O presidente e sua equipe estão debatendo várias opções para alcançar esse importante objetivo da política externa e, evidentemente, o recurso ao Exército dos Estados Unidos é sempre uma opção à disposição do comandante em chefe”, acrescentou.
No último final de semana, após os Estados Unidos invadirem a Venezuela e capturaram o ditador Nicolás Maduro, Trump voltou a falar sobre o desejo de anexar a Groenlândia aos EUA. A ilha atrai o republicano desde o seu primeiro mandato por conta da posição estratégica que o território possui no Ártico, além da reserva de terras raras e fontes de recursos naturais, como minério.
Em entrevista à revista The Atlantic no domingo (4), Trump disse “precisar da Groenlândia” para fortalecer o sistema de defesa americano, após ser questionado se a entrada das tropas americanas na Venezuela implicaria em uma maior disposição dos Estados Unidos para fazer intervenções militares na Groenlândia. “Nós precisamos da Groenlândia, com certeza. Precisamos dela para a defesa”, disse o republicano na ocasião. Na segunda (5), a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, rebateu as declarações de Trump e disse que uma tomada de poder pelos Estados Unidos na Groenlândia equivaleria “ao fim da aliança militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)”, aliança militar da qual a ilha faz parte.
“Se os Estados Unidos optarem por atacar militarmente outro país da Otan, tudo para”, disse Mette à emissora dinamarquesa TV2 na segunda-feira. O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens Frederik Nielsen, também criticou os comentários do republicano. Ele foi seguido por líderes europeus, que expressaram solidariedade a Nielsen e à Mette, ao defenderam a soberania da ilha do Ártico.
“Cabe à Dinamarca e à Groenlândia, e somente a elas, decidir sobre assuntos que dizem respeito à Dinamarca e à Groenlândia”, afirmaram os países em uma declaração assinada de forma conjunta por França, Alemanha, Itália, Polônia, Espanha e Reino Unido.
Provocação
No sábado, quando Nicolás Maduro desembarcava nos Estados Unidos para responder a acusações de envolvimento com tráfico de drogas, Katie Miller, esposa de Stephen Miller, chefe de gabinete da Casa Branca, reacendia a discussão em torno da ilha ártica.
No X (antigo Twitter), ela publicou uma imagem ilustrativa que exibe a Groenlândia pintada com as cores dos Estados Unidos, e escreveu na postagem a palavra “Soon”, que significa “em breve”, em inglês.
A publicação provocou reações de autoridades da Groenlândia e dinamarquesa. Jesper Moller Sorensen, embaixador da Dinamarca nos Estados Unidos, respondeu ao post de Katie Miller dizendo que Estados Unidos e Dinamarca são “aliados próximos” e que os países devem “continuar a trabalhar juntos” para garantir maior segurança no Ártico.
“O Reino da Dinamarca aumentou significativamente seus esforços de segurança no Ártico – somente em 2025, destinamos US$ 13,7 bilhões que podem ser usados no Ártico e no Atlântico Norte. Porque levamos nossa segurança conjunta a sério”, afirmou Sorensen. “E sim, esperamos total respeito pela integridade territorial do Reino da Dinamarca.”
O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens Frederik Nielsen, também rebateu a publicação de Katie Miller e classificou a foto como “desrespeitosa”.
“A imagem compartilhada por Katie Miller, que retrata a Groenlândia envolta em uma bandeira americana, não muda absolutamente nada. Nosso país não está à venda e nosso futuro não é decidido por postagens em redes sociais”, disse Frederik, que concluiu: “Não há necessidade de entrar em pânico. Mas há uma boa razão para falar contra o desrespeito”.
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, por sua vez, escreveu nas suas redes sociais que “não faz absolutamente nenhum sentido falar sobre os Estados Unidos assumirem a Groenlândia”, e reforçou que, por fazer parte da OTAN, o país “está coberto pela garantia de segurança da aliança”.
“Exorto veementemente os EUA a cessarem as ameaças contra um aliado histórico próximo e contra outro país e outro povo que já declararam claramente que não estão à venda”, completou.
Tensão diplomática
As relações diplomáticas entre Estados Unidos e Copenhague se arrastaram sob tensão ao longo do ano passado, o primeiro do segundo mandato de Trump. O republicano nunca escondeu o interesse pela ilha ártica. Na sua primeira passagem pela Casa Branca, chegou a dizer que pagaria para ter a ilha sob seu domínio. Mas neste novo, e segundo mandato, já disse que usaria a força militar para tomar o espaço.
Em março, o vice-presidente J.D. Vance visitou uma base militar remota dos EUA na Groenlândia e acusou a Dinamarca de investir pouco na ilha. Em agosto, autoridades dinamarquesas convocaram o principal diplomata dos EUA a Copenhague após um relatório apontar que pelo menos três pessoas conectadas a Trump realizaram operações secretas e de espionagem na Groenlândia.
No final de dezembro, Donald Trump voltou a gerar um incômodo nas relações diplomáticas entre a Casa Branca e o governo da Dinamarca ao indicar o governador da Lousiana, Jeff Landry, como enviado especial dos Estados Unidos para a Groenlândia. Na ocasião, os líderes dinamarqueses e groelandeses exigiram respeito pela integridade do território autônomo.
6 de janeiro de 2026 às 13:30
6 de janeiro de 2026 às 13:25
FOTO: EFE
O atual governo da Venezuela ordenou a busca e prisão de todos os envolvidos na promoção ou apoio ao que chamou de “ataque armado dos Estados Unidos”. Em vigor desde o último sábado (3), o decreto foi publicado na íntegra nesta segunda-feira (5).
O ditador Nicolás Maduro foi preso, na madrugada de sábado, durante operação das forças especiais dos EUA na Venezuela. Ele foi levado para Nova Iorque onde está preso.
No domingo (4), as Forças Armadas da Venezuela reconheceram a vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina do país após a prisão de Maduro. No mesmo dia, Delcy divulgou carta aberta ao presidente americano Donald Trump, pedindo diálogo, o fim das hostilidades e uma “agenda de colaboração”. As informações são do G1.
MADURO NOS EUA
A primeira audiência de Nicolás Maduro na Justiça dos Estados Unidos, no Tribunal Federal do Distrito Sul de Nova Iorque, realizada nesta segunda-feira (5), foi presidida pelo juiz federal Alvin K. Hellerstein, de 92 anos.
Hellerstein é juiz sênior desde 2011 e foi indicado ao cargo em 1998 pelo então presidente Bill Clinton. Ele atua no Distrito Sul de Nova York, uma das cortes federais mais relevantes do país.
O magistrado já conduziu processos ligados aos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Também atuou em outros julgamentos envolvendo terrorismo e temas de segurança nacional.
Entre os casos recentes, Hellerstein presidiu a ação em que o ex-general venezuelano Hugo Carvajal Barrios se declarou culpado por acusações de narcoterrorismo e tráfico de drogas.
O juiz também analisou pedidos do ex-presidente Donald Trump para transferir uma condenação criminal em Manhattan para a Justiça federal. O tema ainda está em análise.
Na audiência, Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram formalmente informados das acusações apresentadas pela Justiça americana. O casal deve responder por crimes como conspiração para narcoterrorismo e importação de cocaína.
A expectativa é que ambos se declarem inocentes e permaneçam presos até o julgamento. Uma segunda audiência foi marcada para o mês de março e, segundo a imprensa dos EUA, o processo pode levar mais de um ano para ser concluído.
6 de janeiro de 2026 às 10:30
6 de janeiro de 2026 às 12:33
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Uma mulher de 51 anos foi presa em Bradenton (Flórida, EUA) após matar a tiros os dois ex-maridos no mesmo dia.
Em 17 de dezembro, policiais foram a uma residência em Bradenton após um homem de 54 anos acionar o 911 (serviço de emergências nos EUA). Aos agentes, ele contou ter sido baleado na barriga, ao atender a porta, por Susan Avalon, de 51 anos, sua ex-esposa.
Os dois haviam sido casados por 11 anos es estavam numa disputa sobre US$ 4 mil (cerca de R$ 22 mil) de pensão alimentícia. A vítima foi levada a um hospital próximo, mas não resistiu ao ferimento, contou o site “True Crime News”.
A filha de 15 anos da vítima estava em casa no momento do crime e teria ouvido tiros e visto uma pessoa fugindo num Honda Odyssey prata. A polícia rastreou a placa do veículo até a casa de Susan, onde a encontraram limpando o carro com água sanitária.
Quando os policiais pediram para falar com ela sobre o seu ex-marido, Susan respondeu, de acordo com o boletim de ocorrência: “Qual deles?”.
Isso levou os policiais a verificarem o bem-estar do segundo ex-marido de Avalon, em casa situada em Tampa (Flórida), onde descobriram que a porta havia sido arrombada e um homem havia sido morto a tiros dentro da casa.
Susan foi presa, embora a investigação em Tampa ainda esteja em andamento. A Promotoria disse que pedirá a aplicação da pena de morte para ela.
6 de janeiro de 2026 às 10:00
6 de janeiro de 2026 às 12:31
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Um dos proprietários do bar em estação de esqui na Suíça onde 40 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas em incêndio na noite do réveillon tem um extenso histórico criminal de mais de 20 anos.
“Ele é conhecido por casos de prostituição que remontam a cerca de vinte anos, bem como por um caso de sequestro e cárcere privado. Ele foi preso em Savoie”, escreveu o jornal “Le Parisien”, referindo-se à pena de prisão que Jacques Moretti teve que cumprir.
A emissora de rádio belga RTL afirmou que a pena de prisão de Moretti envolveu “casos de exploração sexual, fraude, sequestro e cárcere privado”, citando uma fonte jurídica.
Originário da ilha da Córsega, o francês está sendo investigado pelo incêndio mortal ocorrido no dia de Ano Novo no Le Constellation, onde os frequentadores ficaram presos após garrafas de champanhe com velas pirotécnicas (conhecidas como estrelinhas) incendiarem o teto.
Moretti e sua esposa, Jessica, são sócios da sofisticada boate em Crans-Montana desde 2015. Até domingo, eles não haviam sido indiciados criminalmente e não estavam presos enquanto respondiam às perguntas das autoridades sobre o grave incêndio.
6 de janeiro de 2026 às 09:30
6 de janeiro de 2026 às 12:30
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Erica Tait tinha apenas 22 anos quando caiu de um penhasco em Palisades (Nova Jersey, EUA), ao fazer uma escalada sem equipamentos de segurança. A americana despencou de uma altura de 18 metros (equivalente a um prédio de seis andares), numa experiência extremamente dolorosa que redefiniria a sua vida. O episódio ocorreu em 2015.
Antes de “apagar”, Erica, com muito esforço, pediu ajuda pelo celular, mas não conseguiu informar sua localização.
O quadro era grave: Erica havia fraturado a coluna, a pélvis, os braços e as costelas, além de ter perfurado os pulmões.
Durante as sete horas até que fosse achada, a americana deixou o seu corpo físico para trás e entrou num “reino” onde sua consciência deixou de existir como indivíduo.
A americana relatou que a sua experiência de quase morte (EQM) começou com uma profunda sensação de paz, enquanto sua consciência se distanciava da dor e dos ferimentos no chão, compreendendo instantaneamente que o verdadeiro “eu” era algo eterno e separado do corpo. Ao se deparar com uma luz branca brilhante que ela só conseguia descrever como Deus ou uma consciência universal, Erica disse ter aprendido que tudo no universo era um ser interconectado, feito da mesma energia vibrando em diferentes velocidades.
Esse foi o “plot twist” na vida de Erica. A revelação a preencheu com um amor imenso e mostrou-lhe que nosso verdadeiro propósito na Terra era lembrar dessa unidade e viver com compaixão, porque ferir alguém seria como ferir a nós mesmos.
Em seguida, narrou a americana durante entrevista em dezembro, toda a sua trajetória terrena passou diante dos seus olhos como um filme, e ela viu claramente como seus traumas e escolhas passadas haviam causado danos a si mesma e aos outros.
“A única pessoa que me julgava era a minha versão mais objetiva. Então, não havia nenhum ser externo me dizendo que eu iria para o inferno ou para o céu”, declarou ela.
Embora Erica não tenha encontrado seres específicos como anjos ou parentes falecidos, ela disse que a própria luz parecia viva e se comunicava com ela diretamente, como uma presença amorosa que a conhecia completamente.
“Nesta dimensão que chamamos de Terra, existe uma ilusão de separação”, comentou ela.
Ao “regressar à vida”, Erica, que se dedica a promover terapia espiritual, disse que tomou um norte, o único “possível” após o que passara:
“Despertar, lembrar por que estamos aqui, o que realmente somos. Esse tem sido meu único foco desde então: continuar a me lembrar e a despertar para lembranças cada vez mais profundas do que é a realidade, e ajudar o coletivo a fazer o mesmo.”
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