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Categoria: Mundo

Filho de Nicolás Maduro diz que o pai ‘está bem e forte’ e fez um pedido: ‘Não fiquem tristes’

FOTO: REPRODUÇÃO

Preso nos Estados Unidos há uma semana, o ditador Nicolás Maduro disse ao seu pai que ‘está bem’. “Os advogados nos disseram que ele está forte. Disse para não ficarmos tristes, que ‘nós estamos bem, somos lutadores’”, disse Nicolás Maduro Guerra, conhecido como “Nicolasito”, ao citar seu pai. Nicolás Maduro responde nos Estados Unidos por narcotráfico, ele foi capturado pelos norte-americanos no dia 3 de janeiro, quando a Venezuela foi ataca após ordem de Trump.

“Um homem que não puderam vencer por nenhum meio e tiveram que usar uma força desproporcional, mas não o venceram. Ele é forte”, acrescentou o filho de Maduro. O ditador venezuelano e sua esposa, Cilia Flores, estão detidos em Nova York. Na segunda-feira (5), eles passaram por uma audiência onde se declararam inocentes das acusações. “Eu sou inocente. Eu sou um homem decente. Eu sou um presidente”, declarou o líder venezuelano ao juiz.

A segunda audiência está marcada para o dia 17 de março. O Departamento de Justiça dos EUA formalizou acusações contra Maduro por quatro crimes principais:

Maduro e Cilia estão detidos no Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn. A unidade federal, que agora custodia o herdeiro político de Hugo Chávez, possui uma reputação tão terrível que advogados e juízes locais a descrevem como “o inferno na Terra”.

Jovem Pan

Cuba diz a Trump que defenderá ilha “até a última gota de sangue”

FOTO: EFE

Em publicação na rede social X neste domingo (11), o ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, respondeu às falas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que recomendou que o país caribenho faça um “acordo” com os norte-americanos “antes que seja tarde demais” e advertiu que os cubanos não terão mais acesso ao petróleo da Venezuela.

Díaz-Canel afirmou que os estadunidenses “não têm moral para apontar o dedo para Cuba em nada, absolutamente em nada” e os acusou de “transformar tudo em negócio, inclusive as vidas humanas”.

– Os que hoje destilam histeria contra a nossa nação o fazem doentes de raiva pela decisão soberana deste povo de escolher seu modelo político – adicionou.

O líder cubano voltou a culpar as sanções dos EUA contra Cuba para justificar as mazelas econômicas e sociais da ilha.

– Os que culpam a Revolução pelas severas carências econômicas que padecemos deveriam se calar de vergonha. Porque sabem, e reconhecem, que elas são fruto das medidas draconianas de asfixia extrema que os EUA nos impõem há seis décadas e que agora ameaçam intensificar.

Ele finalizou afirmando que “Cuba é uma nação livre, independente e soberana”.

– Ninguém nos dita o que fazer. Cuba não agride; é agredida pelos EUA há 66 anos, e não ameaça; se prepara, disposta a defender a Pátria até a última gota de sangue – concluiu.

Como mostrou o Pleno.News, neste domingo o presidente dos EUA advertiu que Cuba não receberá mais dinheiro ou petróleo da Venezuela. Ele disse que a ilha tem “vivido há anos” às custas dos recursos venezuelanos em troca de “serviços de segurança” prestados aos “dois últimos ditadores”, em referência a Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

Pleno News

Joesley tentou convencer Maduro a se exilar na Turquia, diz jornal

FOTO: DIVULGAÇÃO

Uma reportagem do The Washington Post mostra que o empresário brasileiro Joesley Batista viajou a Caracas no fim de novembro de 2025 para tentar convencer o presidente venezuelano Nicolás Maduro a renunciar e aceitar exílio na Turquia como parte de uma saída negociada da crise política no país.

A tentativa aconteceu meses antes da intervenção militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Maduro, em 3 janeiro de 2026.

Segundo a publicação, Batista atuou como interlocutor informal em negociações que incluíam condições estratégicas para os Estados Unidos em troca da retirada de Maduro do poder.

A proposta levada por Joesley incluía a renúncia imediata de Maduro e a oferta de exílio seguro na Turquia, com garantias de que ele e sua família não seriam extraditados para os Estados Unidos.

Durante o encontro, também foram discutidos temas como acesso americano a minerais críticos e petróleo venezuelanos e a possível ruptura da Venezuela com Cuba, que manteve forte aliança com o governo de Maduro.

Fontes ouvidas pelo jornal disseram que, apesar das conversas, Maduro e sua esposa rejeitaram a oferta e mostraram resistência às condições apresentadas por Batista.

A reportagem destaca que, depois de esgotadas as tentativas diplomáticas e negociações informais, a administração do presidente dos Estados Unidos decidiu pela ação militar que culminou na captura de Maduro em Caracas em janeiro de 2026.

Representantes da J&F, grupo ligado a Joesley Batista, não comentaram publicamente a atuação dele nessas negociações.

Pleno News

Trump diz gostar da ideia de Rubio ser presidente de Cuba

FOTO: EFE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, opinou nesse domingo (11) que gosta da ideia que seu secretário de Estado, Marco Rubio, seja presidente de Cuba, e pediu para fazer “um acordo, antes que seja tarde demais”.

– Soa bem para mim! – comentou Trump em sua rede social Truth Social ao compartilhar uma publicação no X de um usuário que prevê que “Marco Rubio será presidente de Cuba”.

Momentos depois, Trump advertiu Cuba de que o país não receberá mais dinheiro ou petróleo da Venezuela, assinalando que a ilha esteve “vivendo durante anos” graças ao dinheiro e ao petróleo bruto venezuelanos em troca de “serviços de segurança” para os “dois últimos ditadores”, em referência a Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

– NÃO HAVERÁ MAIS PETRÓLEO OU DINHEIRO INDO PARA CUBA: ZERO! Sugiro fortemente que façam um acordo, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS – escreveu o republicano em sua rede social própria, a Truth Social, onde não esclareceu a qual acordo se refere.

O líder da Casa Branca sugeriu que poderia focar em Cuba após a intervenção militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro na Venezuela, onde capturou Maduro e sua esposa, Cilia Flores, para transferi-los a Nova Iorque, onde enfrentam acusações relacionadas ao narcotráfico e terrorismo.

Trump indicou que, entre as pessoas “no comando” agora do país sul-americano, está Rubio, a quem a imprensa tem chamado de “vice-rei da Venezuela”, o que se soma aos seus cargos como secretário de Estado, Conselheiro de Segurança Nacional e antigo encarregado da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).

Rubio, filho de imigrantes cubanos, tem sido um dos principais impulsionadores no governo das ações dos Estados Unidos contra a Venezuela e Cuba.

A operação “Resolução Absoluta”, como foi batizada a manobra dos Estados Unidos para depor Maduro à frente da Venezuela, causou a morte de pelo menos 56 militares, sendo 32 deles cubanos, segundo o governo de Havana.

Pleno News

Lula estava preocupado após captura de Maduro, diz Delcy

FOTO: REPRODUÇÃO

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez fez um novo agradecimento ao presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Neste sábado (10), ela destacou que o petista se comprometeu a enviar medicamentos.

As declarações de Rodríguez foram dadas durante uma transmissão ao vivo.

– Quero agradecer profundamente ao presidente do Brasil, Lula da Silva. No mesmo dia do ataque estava muito preocupado com a Venezuela, do presidente [Nicolás Maduro]. (…) Naquele mesmo dia em que ele me perguntou em que podia ajudar, eu disse que bombardearam o armazém de medicamentos para diálise. E, imediatamente, ele [Lula] me disse: “vou enviar medicamento”. E [o medicamento] já chegou à Venezuela – falou Delcy.

Ela está no comando do país porque, no último dia 3, o ditador Nicolás Maduro foi capturado pelos Estados Unidos. Maduro e a esposa, Cilia Flores, estão em Nova Iorque, onde serão julgados.

Pleno News

Calote da Venezuela subiu mais de US$ 300 milhões no governo Lula

FOTO: RICARDO STUCKERT

O valor das dívidas da Venezuela com o Brasil alcançou US$ 1,856 bilhão (cerca de R$ 10 bilhões) no último dia de 2025, incluindo juros de mora, diz O Globo.

Apenas durante o terceiro mandato de Lula, o montante cresceu US$ 312 milhões. Até então, o país vizinho tinha US$ 1,54 bilhão a pagar.

A dívida está ligada a empréstimos concedidos pelo BNDES durante os governos do PT para financiar obras e serviços prestados por empresas brasileiras na Venezuela, como Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Correa.

Entre os projetos estão, por exemplo, a expansão do metrô de Caracas, a construção da Siderúrgica Nacional e do Estaleiro Astialba.

Negociações sem resposta

O regime de Nicolás Maduro vinha ignorando as cobranças do Brasil.

O BNDES desembolsava recursos em reais diretamente às empreiteiras, enquanto a Venezuela deveria pagar em dólar ao banco, em parcelas acrescidas de juros.

Em caso de inadimplência, os pagamentos eram garantidos pelo Fundo de Garantia à Exportação (FGE).

O governo Lula reabriu a mesa de negociação em 2023, após a visita de Maduro a Brasília, e propôs medidas para retomar os pagamentos e facilitar o comércio bilateral. No entanto, de acordo com documentos do Ministério da Fazenda, a Venezuela não respondeu às tentativas de conciliação.

Lula culpa Bolsonaro

Durante a posse de Aloizio Mercadante como presidente do BNDES, em fevereiro de 2023, Lula culpou o ex-presidente Jair Bolsonaro pela falta de solução do impasse e afirmou que países como Cuba e Venezuela deixaram de ser cobrados.

“Tenho certeza que no nosso governo esses países vão pagar, porque são todos países amigos do Brasil”, disse na ocasião.

Com informações do O Antagonista.

Trump diz que Cuba não receberá mais petróleo da Venezuela

FOTO: EFE

Nesse domingo (11), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu que Cuba não receberá mais dinheiro ou petróleo da Venezuela. Ele disse que a ilha tem “vivido há anos” às custas dos recursos venezuelanos em troca de “serviços de segurança” prestados aos “dois últimos ditadores”, em referência a Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

– Mas não mais – destacou o presidente americano.

Ele se manifestou por meio de sua rede, a Truth Social, onde ressaltou que a Venezuela agora conta com o Exército “mais poderoso” do mundo, o americano, para sua proteção.

– Não haverá mais petróleo nem dinheiro [da Venezuela] para Cuba! Zero! – acrescentou.

Desde a captura de Nicolás Maduro, Trump vem prevendo a queda iminente do governo cubano.

– Sugiro que eles [Cuba] cheguem a um acordo antes que seja tarde demais – completou.

Ao mencionar que Cuba forneceu “serviços militares” aos dois últimos governantes venezuelanos em troca do petróleo e do dinheiro que permitiram à ilha “sobreviver” por décadas, Trump celebrou o fato de que “a maioria” dos militares cubanos morreu no ataque perpetrado por forças americanas na semana passada em Caracas. A operação resultou na captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

Segundo Trump, após a ofensiva, “a Venezuela não precisa mais de proteção” dos cubanos, a quem chamou de “capangas e extorsionários que os mantiveram sequestrados por tantos anos”.

O presidente americano reiterou que a Venezuela agora tem o apoio das Forças Armadas dos Estados Unidos para protegê-la.

– E nós os protegeremos – assegurou.

Pleno News

Nicarágua libertará prisioneiros após pressão dos EUA

FOTO: EFE

O Ministério do Interior da Nicarágua disse, neste sábado (10), que o país libertaria dezenas de prisioneiros, enquanto os Estados Unidos aumentavam a pressão sobre o ditador Daniel Ortega, uma semana após prenderem o ditador venezuelano Nicolás Maduro.

Na última sexta-feira (9), a embaixada dos EUA na Nicarágua disse que a Venezuela deu um passo importante em direção à paz ao libertar o que descreveu como “prisioneiros políticos”. Mas lamentou que, na Nicarágua, “mais de 60 pessoas permanecem injustamente detidas ou desaparecidas, incluindo pastores, trabalhadores religiosos, doentes e idosos”.

O Ministério do Interior da Nicarágua também disse neste sábado, em um comunicado, que “dezenas de pessoas que estavam no Sistema Penitenciário Nacional estão retornando para suas casas e famílias”.

Uma ONG que compila relatórios de violações de direitos humanos no país latino-americano afirmou, na última sexta, que ao menos 61 pessoas foram presas na Nicarágua após comemorarem ou demonstrarem apoio à captura de Maduro nas redes sociais. As prisões foram registradas em nove estados do país.

O governo nicaraguense tem realizado uma repressão contínua desde os protestos em massa em 2018, que foram violentamente reprimidos, e prendeu adversários, líderes religiosos e jornalistas.

No últimos oito anos, foram fechadas mais de 5 mil organizações, em grande parte religiosas, e milhares foram forçados a fugir do país.

Com informações AE