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Categoria: Mundo

Popular cantor colombiano morto em queda de avião teve ‘premonição’ sobre acidente aéreo

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Um popular cantor colombiano e toda a sua banda morreram na queda de um avião no sábado (10/1) pouco antes de um show em Medellín (Colômbia). No meio da tragédia que causa comoção no país sul-americano, um detalhe chamou bastante atenção dos fãs: Yeison Jiménez, que tinha 34 anos, teve uma “premonição”: um série de sonhos em que ele passaria por um desastre aéreo.

“Sonhei três vezes que íamos sofrer um acidente de avião”, disse o artista em entrevista à emissora colombiana Caracol antes da tragédia. Num deles, Yeison conseguiu alertar o piloto sobre um problema na aeronave em que estavam.

“Num deles, sonhei que tínhamos morrido e que estávamos no noticiário. E foi a terceira vez que sonhei com isso. Deus me deu três sinais, e eu não os entendi, não os compreendi”, acrescentou Yeison na entrevista que foi ao ar três semanas atrás.

O pequeno avião que transportava Yeison e os seus músicos caiu e pegou fogo, momentos após a decolagem de um pequeno aeródromo na cidade de Paipa, no centro da Colômbia, informou o jornal “El Colombiano”.

Outras cinco pessoas morreram no acidente, incluindo o fotógrafo do cantor, Weisman Mora, que havia postado um vídeo comovente do grupo pouco antes da decolagem, por volta das 16h (horário local).

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Britânica que se juntou ao Estado Islâmico se reinventa e vira conselheira sentimental

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Em 2014, Tareena Shakil deixou o Reino Unido com o filho rumo a Raqqa (Síria) e se alistou no Estado Islâmico. Uma foto em que aparecia segurando um fuzil AK-47 viralizou em rede sociais. Ela dizia que sonhava se tornar “mártir”.

Mas a aventura de Tareena no grupo terrorista não durou muito. Ela escapou de volta ao Reino Unido pela fronteira com a Turquia, após ser forçada a se casar com um combatente jihadista amputado.

De volta ao país de origem, Tareena foi julgada e condenada a seis anos de prisão, mas conseguiu a liberdade antes de completar três.

A britânica teve que “se desradicalizar” para voltar a conviver socialmente no Reino Unido. E, na verdade, Tareena se reinventou. Foi uma mudança que pode ser considerada radical. Atualmente, a ex-jihadista ganha a vida como influencer e conselheira sentimental.

Ela faz sucesso dando dicas sobre como encontrar a alma gêmea e fugir de relacionamentos tóxicos, além de postar fotos em que é vista em férias em locais famosos e paradisíacos e em lojas de grife — todos luxos do estilo de vida ocidental que ela um dia prometeu combater.

Num vídeo postado no TikTok na semana passada, Tareena explica como os homens fazem com que as mulheres com quem estão saindo fiquem obcecadas por eles. “Quando eles te bloqueiam, é uma punição porque sabem que isso vai te magoar”, diz ela.

Tareena também promove o Islã em redes sociais:

“Você não precisa ser muçulmana para que possamos ajudá-la. Sempre que você leu ou viu algo dizendo que os muçulmanos odeiam o Ocidente, que são um perigo para o Ocidente, que odeiam os não muçulmanos, você foi enganada.”

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Pesquisa científica nos EUA aponta que o mundo ‘acaba neste ano’

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A História está repleta de previsões apocalípticas. A mais antiga que conhecemos tem cerca de 4.800 anos. A mais recente envolve até uma nova arca de Noé. A maioria tem fundamento religioso, com imagens de um Juízo Final.

Entretanto, em 1960, a ciência entrou no jogo. Heinz von Foerster, Patricia Mora e Lawrence Amiot, três pesquisadores da Universidade de Illinois (EUA), apresentaram os resultados de uma pesquisa científica sobre o apocalipse.

Usando modelos matemáticos, o trio apontou que o evento que marcaria o fim do mundo (o “Doomsday”) aconteceria em 13 de novembro de 2026. Os estudiosos chegaram à essa conclusão alarmante após analisarem tendências na sociedade ocidental ao longo do século anterior. A visão apocalíptica não envolvia guerra nuclear, colisões de asteroides ou erupções de supervulcões, mas uma ameaça muito mais difícil de evitar: a superpopulação na Terra.

A equação é simples: os avanços na medicina estavam impulsionando um rápido aumento na curva de crescimento populacional global. Em 2026, previu o trio, a situação ficaria insustentável — o suprimento de alimentos não conseguiria acompanhar a demanda. O caos reinaria ao ponto de extinguir a vida no planeta.

Em 1960, a população mundial era de cerca de três bilhões, mas já somos mais de oito bilhões, sem sinais imediatos de desaceleração. Não à toa bilionários já estão se adequando a cenários apocalípticos, supostamente construindo bunkers para enfrentar o fim dos tempos. O dono do Facebook, Mark Zuckerberg, e o magnata da Amazon, Jeff Bezos, entre outros, já estariam se preparando para a catástrofe mundial “por via das dúvidas”.

Mas a própria ciência contestou o achado do trio de Illinois. Estudos posteriores alegam que os dados populacionais atuais e os avanços científicos, especialmente na engenharia de alimentos, não dão suporte à teoria de 1960.

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Presidente do México nega ruptura de diálogo com Trump

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A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que pode conversar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após declarações do norte-americano sobre possíveis ataques terrestres contra cartéis de drogas.

Segundo ela, as falas fazem parte do “estilo de comunicação” de Trump e não significam, necessariamente, uma ruptura no diálogo entre os dois países.

Em coletiva de imprensa, Sheinbaum disse que orientou o chanceler mexicano, Juan Ramón de la Fuente, a manter contato direto com o secretário de Estado dos EUA. Caso seja necessário, segundo a presidente, a conversa pode avançar até um diálogo direto com Trump para “fortalecer a coordenação” bilateral.

As declarações da presidente mexicana ocorreram após Trump afirmar, na quinta-feira (8), que seu governo pretende intensificar ações contra cartéis de drogas também em terra. Em entrevista à Fox News, o presidente dos EUA disse que o país já teria reduzido em 97% a entrada de drogas por via marítima e que agora voltaria esforços para operações terrestres.

Trump mencionou diretamente o México ao falar sobre o tema e afirmou que os cartéis estariam controlando o país. “É muito, muito triste ver o que aconteceu com aquele país”, declarou o presidente americano, reacendendo tensões diplomáticas e levando o governo mexicano a sinalizar disposição para o diálogo.

Pleno News

Venezuela: Em posse, presidente usa vestido de 1,7 mil salários

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A presidente interina da Venezuela Delcy Rodríguez se tornou alvo de críticas por ter usado um vestido que custa centenas de euros em sua posse no último dia 5 de janeiro. Produzida pela grife italiana Chiara Boni La Petite Robe, a peça é estimada entre 660 e 746 euros (o equivalente a R$ 4.135 e R$ 4.674 reais).

A polêmica ganha força especialmente, porque a maioria da população venezuelana vive um contexto de pobreza e precisaria trabalhar quase 150 anos para ter acesso ao vestido em questão.

– O vestido que Delcy Rodríguez usou em sua posse custou 742 dólares. O salário mínimo é de 130 bolívares, o equivalente a 0,42 dólar. Para economizar 742 dólares: 742/0,42 = 1.767 meses. Isso significa que, na Venezuela, você levaria 147 anos para comprar aquele vestido, sem gastar um centavo com comida – calculou uma usuária do X.

Além disso, Delcy ter optado por um vestido europeu contradiz a ideologia do governo chavista, que é anticapitalista.

A posse presidencial foi conduzida pelo irmão de Delcy, Jorge Rodríguez. Na ocasião, a presidente afirmou jurar pela sua honra que não descansará seu braço e sua alma “até ver a Venezuela alcançar o seu devido destino, o pedestal de honra histórica que merece como nação livre, soberana e independente”.

– Juro, pelo povo da Venezuela, que não descansarei um único minuto para garantir a paz da república, a tranquilidade espiritual do nosso povo e o bem-estar econômico e social do nosso povo – declarou.

Ela assumiu a presidência após os Estados Unidos conduzirem uma operação para retirar o ditador Nicolás Maduro do poder e levá-lo ao país norte-americano para ser julgado por crimes relacionados a tráfico de drogas internacional. Número 2 do governo chavista, Delcy prometeu cooperar com o presidente dos EUA, Donald Trump, enquanto estiver no cargo.

Pleno News

Elefante assassino já matou 19 pessoas na Índia; animal continua a solta

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Um elefante descontrolado já matou 19 pessoas e deixou outras 10 feridas na distrito de Singhbum Oeste, na Índia. Na última sexta-feira, dia 9, o animal conseguiu escapar de mais de 300 guardas florestais, continuando a solta.

De acordo com os oficiais, o elefante tende a se esconder durante o dia, atacando os moradores de vilas próximas à floresta de Benisagar, em Jharkhand, desde o início do ano.

Entre os mortos estão pelo menos duas crianças: Kodama e Samu, filhos de Kundra Bahoda, de 6 e 8 oito anos, respectivamente. Eles foram mortos pelo elefante no último dia 5, de acordo com a BBC.

Na madrugada seguinte, entre os dias 6 e 7 de janeiro, outras sete pessoas, sendo cinco da mesma família, foram mortas após o elefante destruir as cabanas onde dormiam.

Em entrevista à BBC, Kuldeep Meena, um guarda florestal, disse se tratar de uma situação inédita: “É a primeira vez que um padrão de fatalidades como esse é associado a um único elefante macho na região”.

Na última sexta-feira, dia 9, foi o dia que as autoridades chegaram mais perto de deter o animal. Mais de 300 guardas florestais, armados com toda sorte de equipamento — de dardos tranquilizantes a guindastes — participaram da ação.

Foram, no total, três tentativas de detê-lo, segundo o jornal Times Of India. Em todas as oportunidades, o elefante conseguiu desviar dos dardos, ficando mais furioso: numa das tentativas, Sukhal Behera, um guarda florestal, até conseguiu se aproximar do elefante, mas se tornou mais uma de suas vítimas ao ser atingido pela tromba do animal. Vivo, ele segue internado em um hospital da área.

Extra

Policial detido após criticar Maduro morre em prisão na Venezuela

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Um policial que estava preso após criticar o regime do ditador Nicolás Maduro morreu nesse sábado (10/1) na Venezuela, enquanto a libertação de prisioneiros políticos acontece lentamente. Edison José Torres Fernández, de 52 anos , morreu dentro de uma prisão em Caracas.

O homem era um agente da polícia do estado de Portuguesa. Segundo a ONG, ele era lotado na brigada do hospital Guanare, com mais de 20 anos de serviço.

O Comitê de Familiares pela Liberdade dos Presos Políticos, que informou sobre a morte pelo X, disse que não há informações oficiais até o momento sobre o que possa ter acontecido.

Edison foi preso em 9 de dezembro de 2025. Ainda de acordo com a instituição, a detenção ocorreu após ele compartilhar mensagens críticas ao regime e ao governador do estado. “Extraoficialmente, foi acusado de traição e conspiração criminosa”, afirmou.

Comitê exige uma investigação imediata sobre a morte de policial. O órgão diz ainda que não há qualquer notícia sobre o atendimento médico que possa ter recebido durante a custódia e muito menos sobre a causa da morte. “Essa falta de informação e transparência torna o Estado responsável por sua vida e bem-estar.”

Ninguém mais pode morrer sob custódia do Estado. A vida das pessoas privadas de liberdade é de responsabilidade absoluta daqueles que as mantêm detidas. Comitê de Familiares pela Liberdade dos Presos Políticos

Venezuela liberta 17 detentos

A Venezuela libertou 17 presos políticos desde que os EUA invadirem o país sul-americano e capturaram o ditador Nicolás Maduro. Na sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a libertação dos presos políticos era um sinal da “busca pela paz” e que ele havia cancelado uma segunda onda planejada de ataques contra o país.

A organização não governamental Foro Penal estima que haja 863 presos políticos na Venezuela. Entre eles, estão figuras políticas, ativistas de direitos humanos, manifestantes presos após as polêmicas eleições de 2024 e jornalistas. O número inclui pelo menos 86 estrangeiros, alguns dos quais enfrentam acusações criminais.

O Tempo

Filho de Nicolás Maduro diz que o pai ‘está bem e forte’ e fez um pedido: ‘Não fiquem tristes’

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Preso nos Estados Unidos há uma semana, o ditador Nicolás Maduro disse ao seu pai que ‘está bem’. “Os advogados nos disseram que ele está forte. Disse para não ficarmos tristes, que ‘nós estamos bem, somos lutadores’”, disse Nicolás Maduro Guerra, conhecido como “Nicolasito”, ao citar seu pai. Nicolás Maduro responde nos Estados Unidos por narcotráfico, ele foi capturado pelos norte-americanos no dia 3 de janeiro, quando a Venezuela foi ataca após ordem de Trump.

“Um homem que não puderam vencer por nenhum meio e tiveram que usar uma força desproporcional, mas não o venceram. Ele é forte”, acrescentou o filho de Maduro. O ditador venezuelano e sua esposa, Cilia Flores, estão detidos em Nova York. Na segunda-feira (5), eles passaram por uma audiência onde se declararam inocentes das acusações. “Eu sou inocente. Eu sou um homem decente. Eu sou um presidente”, declarou o líder venezuelano ao juiz.

A segunda audiência está marcada para o dia 17 de março. O Departamento de Justiça dos EUA formalizou acusações contra Maduro por quatro crimes principais:

Maduro e Cilia estão detidos no Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn. A unidade federal, que agora custodia o herdeiro político de Hugo Chávez, possui uma reputação tão terrível que advogados e juízes locais a descrevem como “o inferno na Terra”.

Jovem Pan