8 de dezembro de 2025 às 14:00
8 de dezembro de 2025 às 11:23
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Um novo estudo feito a partir de autópsias de cérebros humanos trouxe pistas importantes sobre o que pode estar acelerando o avanço do Alzheimer.
Pesquisadores identificaram que células do sistema imunológico do cérebro, chamadas microglia, se comportam de forma diferente em pessoas com a doença em comparação a cérebros saudáveis.
Essas células aparecem com mais frequência em um estado “pré-inflamatório”, o que pode reduzir sua capacidade de proteção e aumentar danos aos neurônios, abrindo caminho para novos alvos de tratamento.
As microglias são responsáveis por manter o cérebro limpo e funcional. Elas removem resíduos, células mortas e ajudam a preservar a comunicação entre os neurônios. Em condições normais, essas células atuam como verdadeiras zeladoras do sistema nervoso central.
Além disso, durante o desenvolvimento do cérebro, a microglia também “poda” sinapses, ajustando as conexões neurais para que os circuitos funcionem de forma eficiente. Esse processo é essencial para a formação da memória, do aprendizado e da cognição.
No entanto, em pessoas com Alzheimer, parte dessas células passa a reagir de forma exagerada. Em vez de proteger, elas entram em um estado inflamatório persistente, liberando substâncias que podem acelerar a morte dos neurônios e agravar o avanço da doença.
A pesquisa foi liderada por cientistas da Universidade de Washington, que analisaram amostras de tecido cerebral de doadores: 12 com Alzheimer e 10 sem a doença. O objetivo era entender, em nível genético, como as microglias se comportavam em cada caso.
Utilizando uma técnica avançada de sequenciamento de RNA em núcleo único, a equipe conseguiu identificar dez grupos diferentes de microglia, classificados de acordo com seus padrões de atividade genética. Três desses grupos nunca haviam sido descritos antes.
Um desses novos grupos chamou atenção por ser muito mais comum nos cérebros afetados pelo Alzheimer. Ele apresentava genes ligados diretamente a processos de inflamação e à morte celular, sugerindo um papel importante na progressão da doença.
8 de dezembro de 2025 às 13:00
8 de dezembro de 2025 às 06:39
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Agentes de imigração dos Estados Unidos usaram um cão de guarda contra um imigrante durante abordagem do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) na cidade de Vancouver, próxima de Portland, no estado de Washington. A denúncia foi feita pela senadora democrata Patty Murray. O Departamento de Segurança Interna, que comanda o ICE, não comentou a detenção.
A parlamentar pede a libertação de Wilmer Toledo-Martinez, que vive nos EUA desde os 15 anos de idade. Hoje, ele tem três filhos, de 2, 3 e 7 anos de idade com sua esposa, todos cidadãos americanos. Segundo a senadora, não há acusações criminais contra ele.
Martinez conta que, no dia 14 de novembro, um homem apareceu em sua porta alegando ser trabalhador da construção civil. Ele disse ter batido no carro de Martinez e pediu que ele saísse para ver o estrago.
Quando já estava do lado de fora, o oficial perguntou seu nome, momento no qual o imigrante virou-se para buscar sua carteira de identidade e cartão do seguro dentro de casa. Ao fazer este movimento, um outro agente – que estava escondido, segundo o relato – soltou o cachorro, que mordeu Martinez várias vezes. O ataque o deixou ferido, como mostram imagens posteriores à investida publicadas senadora Murray.
Em um vídeo, também gravado depois do incidente, a vítima é mostrada algemada no chão com o cão segurado pelo oficial em pé ao seu lado.
A advogada do imigrante afirmou em um programa televisivo que o ICE negou atendimento médico imediato a seu cliente. Somente depois da detenção ele receber os primeiros socorros em um hospital. No vídeo, o agente afirma que o detido seria levado para instalações do ICE, onde receberia cuidados médicos.
Martinez permanece em um centro de processamento do ICE em Tacoma, no estado de Washington, de acordo com a senadora.
“Isso chocaria a consciência de qualquer um”, disse Murray em nota na sexta-feira (5/12). “Eu não quero viver em uma América onde agentes federais podem incitar ataques caninos contra cidadãos pacíficos com impunidade”.
O episódio soma-se a uma coleção de relatos da brutalidade de oficiais federais de imigração, multiplicados desde o início do mandato de Donald Trump à frente dos Estados Unidos. Uma das bandeiras da campanha eleitoral do republicano foi a expulsão de imigrantes do território, que frequentemente ele classifica como “bandidos” e “criminosos”.
Nos últimos dias, as ações do ICE foram intensificadas por ordem da Casa Branca, em decorrência de um ataque contra dois oficiais da Guarda Nacional em Washington no final de novembro. Um deles foi morto e o outro, ferido.
O homem acusado pelo ataque é um imigrante afegão chamado Rahmanullah Lakanwal, de 29 anos, que serviu em uma unidade paramilitar apoiada pela CIA no Afeganistão.
Em 2 de dezembro, Trump suspendeu os pedidos de imigração de 19 países em uma nova política anti-imigrantes. A suspensão se aplica a pessoas do Irã, Sudão, Haiti e outros países banidos por Washington em junho. A lista inclui algumas das nações mais pobres e instáveis do mundo, chamadas pela Casa Branca de nações de “Terceiro Mundo”. O Brasil não foi incluído, em princípio, na seleção.
“O governo Trump está realizando todos os esforços para garantir que os indivíduos que se tornam cidadãos sejam os melhores entre os melhores. A cidadania é um privilégio, não um direito”, disse Matthew Tragesser, porta-voz do Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA.
Depois do incidente em Washington, o governo americano prometeu “reexaminar todos os green cards e cidadanias concedidos a estrangeiros de todos os países”.
“Devemos tomar todas as medidas necessárias para garantir a expulsão de qualquer estrangeiro de qualquer país que não pertença aqui ou que não traga benefícios para o nosso país. Se eles não conseguem amar o nosso país, não os queremos”, disse o presidente republicano.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, ordenou que diplomatas dos EUA na Europa, Canadá, Austrália e Nova Zelândia pressionem seus respectivos governos anfitriões a restringir a imigração e apresentem relatórios caso os países demonstrem “apoio excessivo aos imigrantes”, segundo um documento enviado às embaixadas e consulados da nação norte-americana.
Em outro episódio recente, na sexta-feira (5/12), o governo Trump deteve cônjuges estrangeiros em entrevistas para obtenção do green card.
8 de dezembro de 2025 às 11:00
8 de dezembro de 2025 às 06:19
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Uma policial foi considerada culpada de má conduta grave por um painel administrativo após assediar sexualmente quatro colegas durante uma festa de despedida de um agente, em clube de rúgbi de Caernarfon (País de Gales).
Alcoolizada, Pamela Pritchard, de 29 anos, apalpou dois outros policiais e tentou beijar um inspetor. De acordo com testemunhas, Pamela tocou os seios de uma policial na pista de dança e, num outro episódio, agarrou a virilha de um agente em dois momentos: quando ele estava na fila para pegar bebidas e na área de fumantes no lado de fora do clube. A vítima disse ter se sentido “humilhada”.
“Ela segurou a minha genitália e a apertou”, afirmou o colega de farda, de acordo com o “Daily Star”.
Rechaçada pelos alvos iniciais, Pamela ainda se aproximou de um quarto policial e disse “Quero f… com você”.
A sentença ainda será proferida. A gravidade do caso abriu a possibilidade de que Pamela seja expulsa da corporação. A advogada Fiona Clancy, que representa a policial, pediu, entretanto, uma pena moderada.
“Não há risco de repetição da má conduta. Aquele foi um episódio passageiro”, garantiu ela.
6 de dezembro de 2025 às 04:03
5 de dezembro de 2025 às 14:26
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A atriz pornô Bonnie Blue, de 26 anos, foi presa no meio da sua tour mundial com o “ônibus do sexo”, em Bali (Indonésia). Tia Bellinger, nome real de Bonnie, teria sido presa por “atividades pornográficas” na nação asiática, que tem a maior população islâmica do mundo.
As leis locais da Indonésia, conhecido por ser um país extremamente conservador, proíbem a produção, a distribuição e a exibição pública de material pornográfico.
Bonnie foi fotografada numa delegacia de Bali. A inglesa foi detida na tarde de quinta-feira (4/12) após batida policial a um estúdio local, onde foram encontrados compridos de Viagra e uniformes de colegial que seriam usados em gravações sexuais, contou o “Sun”. Também foram levados para interrogatório 17 homens, com idade variando entre 19 e 40 anos.
Segundo a polícia da Indonésia, o “ônibus do sexo” é ilegal no país islâmico. A van teria sido alugada já em Bali e equipada com todas os apetrechos para produção de vídeos adultos.
Ela estava no país para aproveitar os “Schoolies”, viagens feitas por jovens australianos que acabaram de se formar no ensino médio. O país asiático é um dos principais destinos dos formandos. Blue já confirmou ter preferência por “barely legal teens”, ou seja, adolescentes que acabaram de completar 18 anos.
Bonnie Blue ficou mundialmente famosa em janeiro deste ano após ter relações sexuais com mais de mil homens em pouco mais de 12 horas. O evento rendeu até um documentário, em que a britânica mostra o “Lado B” da fama e da fortuna que construiu.
5 de dezembro de 2025 às 16:45
5 de dezembro de 2025 às 12:39
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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) colocou, nesta quinta-feira (4), um pedido de oração no Muro das Lamentações, em Jerusalém. Ele está em Israel após participar de reuniões com autoridades locais, incluindo um encontro com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Eduardo filmou o momento em que deposita o papel entre as pedras do muro. No bilhete, escreveu a frase “Solte o Bolsonaro”, em português e em inglês.
O parlamentar está desde fevereiro nos Estados Unidos, onde vive temporariamente com a esposa e os filhos. Ele permanece fora do Brasil por temer novas decisões judiciais que possam atingi-lo. Atualmente, ele é réu em um processo por coação.
Já o ex-presidente Jair Bolsonaro está preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes. Ele cumpre pena após condenação por tentativa de golpe de Estado. O líder conservador nega ter cometido os crimes e afirma ser vítima de perseguição política.
5 de dezembro de 2025 às 16:00
5 de dezembro de 2025 às 13:55
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Os seguidores da Igreja da Adonitología , embora não possuam uma religião legítima com fundamentos teológicos reais, veneram mulheres com figuras curvilíneas e grandes traseiros.
Diz-se que teve origem na Califórnia há 20 anos e rapidamente se espalhou pelo mundo, reunindo novos fiéis.
A chamada “Igreja da Adonitologia” ficou conhecida como uma sátira que viralizou nas redes por supostamente cultuar mulheres com bumbum grande. O tema acabou gerando milhares de memes e discussões sobre cultura, humor e exageros da internet. Mesmo sendo apenas uma brincadeira, o assunto ganhou dimensão mundial e se tornou um dos “fatos curiosos” mais compartilhados da última década.
5 de dezembro de 2025 às 15:15
5 de dezembro de 2025 às 12:45
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O líder venezuelano Nicolás Maduro gravou uma mensagem em português, nessa quinta-feira (4), pedindo que brasileiros se mobilizem em apoio ao seu governo. O apelo ocorreu no mesmo dia em que militares dos Estados Unidos anunciaram um novo ataque contra uma embarcação suspeita de tráfico de drogas no Pacífico Leste.
“Povo do Brasil, saiam às ruas para apoiar a Venezuela em sua luta pela paz e soberania. Digo-lhes toda a verdade: temos o direito à paz com soberania”, declarou Maduro com um boné do MST em mãos.
Também nessa quinta-feira, as Forças Armadas dos Estados Unidos informaram ter matado quatro homens durante um ataque a uma embarcação suspeita de transportar drogas em águas internacionais do Pacífico Oriental. Desde o início de setembro, as tropas americanas já realizaram ao menos 23 ações contra supostos barcos de narcotráfico, resultando em mais de 80 mortes, em meio ao aumento da pressão do presidente Donald Trump sobre o governo venezuelano.
5 de dezembro de 2025 às 14:00
5 de dezembro de 2025 às 10:11
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Uma mulher afirma que o corpo do filho, morto em 2012, está sendo exibido sem autorização em exposição com cadáveres reais em Las Vegas (Nevada, EUA).
Kim Erick, de 54 anos, acredita que os restos mortais do filho Chris estão expostos na “Real Bodies”, em museu da cidade, a meca do entretenimento nos EUA.
Segundo a americana, o “corpo de Chris” foi “esfolado” e “mutilado” para exibição pública. A direção do museu negou que o corpo seja do filho dela.
De acordo com a polícia, uma investigação sobre a morte de Chris concluiu que não houve crime. Mas Kim não está convencida e agora está lutando para que seja realizado um teste de DNA no cadáver.
A americana, que mora no Texas, afirma estar convencida de que há um lado sinistro na morte do filho e em sua suposta aparição no museu.
Investigadores garantiram que Chris morreu enquanto dormia na casa de uma avó, em novembro de 2012. No entanto, embora o pai de Chris – ex-parceiro de Kim – tenha providenciado a cremação, Kim afirmou que nenhum arranjo funerário foi discutido.
Mais tarde, ela recebeu um pequeno colar contendo um frasco com cinzas, supostamente pertencentes ao filho, segundo o “Daily Star”. Kim sentiu que “algo estava errado” e pediu aos policiais que reabrissem as investigações.
Kim sustenta ter recebido fotografias do corpo do filho no local da morte, mostrando hematomas e cortes.
“As fotos eram muito perturbadoras. Havia marcas de contenção nos braços, no peito e no abdômen de Chris”, disse ela ao “Sun”.
Após um laudo toxicológico revelar uma quantidade fatal de cianeto no corpo do filho, Kim exigiu a reabertura do caso, acreditando que Chris foi vítima de assassinato por envenenamento.
Em 2014, um júri abriu um inquérito por homicídio sobre a morte de Chris, mas acabou não encontrando evidências que corroborassem a alegação de homicídio, determinando oficialmente que a sua morte foi provavelmente “suicídio”. Kim permaneceu convicta de que alguém matou o filho e continuou a lutar por respostas e provas de que ele foi assassinado.
Analisando imagens do corpo em exposição, em 2019, Kim disse ter visto semelhanças impressionantes com o traumatismo craniano que Chris provavelmente sofreu.
“Comecei a pesquisar sobre a profunda fratura no crânio que vi na têmpora direita de Chris quando ele morreu. Quando vi o corpo platinado na notícia com essa mesma fratura no crânio(…) foi doloroso demais olhar mais de perto”, declarou ela, que também vê semelhanças faciais.
Para Kim, ass tatuagens características de Chris foram “raspadas” no corpo em exposição — uma característica peculiar, já que as tatuagens geralmente permanecem em corpos preservados devido à profunda penetração da tinta. O único método para remover uma tatuagem é descascar a pele onde ela foi aplicada, algo que Kim acredita ter sido feito para ocultar a identidade do corpo.
A americana entrou em contato com os curadores da exposição e pediu que lhe entregassem o corpo “do filho”. No entanto, os responsáveis pela exposição afirmaram que os corpos vieram da China e que não há maneira viável de identificá-los.
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