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Categoria: Mundo

Estadão lamenta ‘papelão’ de Lula na ONU: ‘Rancor antiocidental’

FOTO: RICARDO STUCKERT

A postura do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Assembleia Geral da ONU foi alvo de duras críticas por parte do jornal Estadão por ter escancarado o alinhamento do Brasil atual com “países autocráticos” e o “rancor antiocidental” do presidente. Em editorial intitulado Papelão do Brasil na ONU e divulgado nesta terça-feira (1°), o periódico aponta o abandono por parte do Brasil de sua “independência diplomática” e de seus “valores democráticos”.

– Sob o governo Lula, o Brasil abandonou quaisquer vestígios de independência na polarização geopolítica entre o eixo autocrático sino-russo-iraniano e as democracias ocidentais. A Assembleia Geral da ONU explicitou esse alinhamento. Sua imagem mais reveladora foi o boicote da delegação brasileira ao discurso do premiê israelense, Benjamin Netanyahu. Enquanto isso, diplomatas brasileiros persuadiam países do “Sul Global” a apoiarem a proposta da China para a guerra na Ucrânia, que na prática equivale à rendição de Kiev aos agressores russos – apontou o Estadão.

O jornal frisa que, embora Israel possa ter cometido “excessos”, a guerra travada pelo país é uma guerra de defesa. O texto pontua que o Irã e seus aliados terroristas não ameaçam apenas Israel, mas também as democracias mundiais e as nações sunitas, como Egito, Arábia Saudita, Argélia e Turquia.

– Israel vem sendo reprovado por “escalar” os conflitos no Oriente Médio, mas a escalada começou há um ano, com o ataque do Hamas a Israel. Ato contínuo, outros grupos patrocinados pelo Irã iniciaram agressões, listadas por Netanyahu: mais de 8 mil foguetes lançados pelo Hezbollah, centenas de ataques com drones dos houthis do Iêmen, dezenas de ataques das milícias xiitas da Síria e Iraque, além das centenas de drones e mísseis lançados pelo próprio Irã. Ainda há mais de 100 reféns israelenses cativos do Hamas e mais de 60 mil israelenses evacuados em razão das agressões do Hezbollah – enumerou o Estadão.

O editorial observa que o Brasil não protestou contra o discurso do chanceler russo, tampouco do presidente iraniano, Masoud Pezeshkian. Muito pelo contrário, o governo brasileiro compareceu na figura do vice-presidente Geraldo Alckmin à posse de Pezeshkian, em assento de honra ao lado de chefes terroristas do Hamas, do Hezbollah, da Jihad Islâmica e dos houthis.

– A falsa equivalência salta aos olhos ante o tratamento seletivo de Lula. Desde que Lula foi reprovado pelo governo israelense por comparar as operações em Gaza ao Holocausto, o Brasil deslocou seu embaixador em Israel e adia sine die (sem fixar data futura) a indicação de outro, o que equivale a um rompimento diplomático de fato. Já com Moscou mantém intensas conversações e trabalha para ampliar a importação de insumos russos. Lula chegou a dizer que ignoraria o TPI e que Putin poderia visitar o Brasil impunemente – lembra o texto.

O Estadão não deixou de mencionar que o posicionamento de Lula ante à América do Sul segue a mesma linha e cita os pesos e medidas contraditórios para com a Argentina e Venezuela.

– Pretextando ofensas pessoais, Lula se recusa a conversar com o presidente da Argentina, principal parceira comercial e geopolítica do Brasil na região. Mas quando se trata do peão sino-russo, a Venezuela, mesmo com os calotes, descumprimentos de pactos patrocinados pelo Brasil, ameaças de invasão a um vizinho, o roubo das eleições, a criminalização da oposição e até as chacotas de Nicolás Maduro com o próprio Lula, o presidente continua a sustentar a perspectiva farsesca de mediar negociações entre governo e oposição. A Venezuela não foi citada uma só vez por Lula na ONU – frisou.

O editorial finaliza defendendo que essa sequência de acontecimentos, além de desmoralizar a diplomacia brasileira, também prejudica a importação de tecnologias críticas que sustentam o arsenal militar do Brasil. Para o jornal, não trata-se de “pragmatismo”, mas sim de uma ideologia de péssima qualidade.

Pleno News

Forças de Israel anunciam morte de chefe do Hezbollah

FOTO: AFP

As Forças de Defesa de Israel anunciaram neste sábado (28) a morte do líder do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah. De acordo com o porta-voz militar de língua árabe, Avichay Adraee, Nasrallah foi morto em um ataque israelense realizado na sexta-feira (27), nos subúrbios ao sul de Beirute, no Líbano.

Na sexta-feira, o Hezbollah confirmou que perdeu o contato com Nasrallah após o ataque de Israel, que teve como alvo o quartel-general do grupo em Beirute.

Segundo Adraee, Nasrallah foi um dos principais líderes terroristas do mundo e, sob seu comando, o Líbano se tornou uma base armada. O porta-voz também afirmou que outros líderes importantes do Hezbollah estavam reunidos com Nasrallah no momento do ataque e que todos podem ter morrido.

O bombardeio israelense tinha como objetivo eliminar Nasrallah, informou um oficial do governo, que ressaltou que a missão visava neutralizar a ameaça representada pelo Hezbollah.

Até a última atualização, o Hezbollah ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre o paradeiro de Nasrallah. O governo do Irã, aliado do grupo, afirmou que estava verificando a situação do líder.

Israel considera Nasrallah “insubstituível” e acredita que sua morte pode enfraquecer o Hezbollah. O tenente-coronel Nadav Shoshani declarou que o país está em alerta máximo para um possível conflito mais amplo após a eliminação do líder do grupo extremista.

Tribuna do Norte

Inteligência dos EUA alerta Trump sobre ameaças de assassinato do Irã

FOTO: GETTY IMAGES

A inteligência dos Estados Unidos alertou o candidato republicano Donald Trump sobre ameaças “reais e concretas” de assassinato vindas do Irã, informou sua equipe de campanha em um comunicado nessa terça-feira (24).

Alerta partiu do Escritório do Diretor de Inteligência Nacional, segundo a nota divulgada. O Irã já negou anteriormente acusações semelhantes.

“Trump foi informado mais cedo hoje pelo Escritório do Diretor de Inteligência Nacional sobre ameaças reais e concretas do Irã para assassiná-lo, em um esforço para desestabilizar e semear o caos nos Estados Unidos”, diz comunicado divulgado pela campanha de Trump.

Ataque hacker do Irã contra a campanha ex-presidente também foi identificado em agosto. O FBI e outras agências de inteligência dos EUA afirmaram na segunda-feira que o governo do Irã está por trás do ataque hacker contra a campanha presidencial de Donald Trump. As informações são da CNN.

Os iranianos também teriam tentado atingir a campanha de Joe Biden, que depois foi substituído por Kamala Harris. A equipe da candidata afirmou que os hackers não conseguiram acessar os dados dos democratas.

As agências de inteligência disseram que o governo do Irã tenta influenciar as eleições dos EUA, segundo a CNN. O comunicado foi feito em conjunto entre o FBI, ODNI (Direção de Inteligência Nacional) e a CISA (Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura).

A investigação aponta que os supostos hackers invadiram em junho a conta pessoal de email de Roger Stone, antigo aliado de Trump. Eles teriam utilizado os dados obtidos com essa invasão para acessar a conta de um alto funcionário da campanha republicana.

Uma conta da empresa de tecnologia AOL teria vazado documentos da campanha de Trump para veículos de comunicação. Um desses documentos seria um arquivo de pesquisa sobre o companheiro de chapa de Trump, JD Vance.

O FBI analisou os registros de email fornecidos pela AOL, Microsoft e Google. As técnicas dos hackers correspondiam, segundo os órgãos de inteligência, às de um grupo ligado à Guarda Revolucionária Iraniana.

Quando a equipe de Trump pediu a investigação, o governo do Irã negou participação no ataque.

Com informações de UOL

Caso inusitado: músculos de mulher ‘explodem’ após treinamento intenso para desafio de CrossFit; entenda

FOTO: REPRODUÇÃO

Jessica Johnson, uma jovem de 25 anos que vive na Carolina do Sul, nos Estados Unidos, enfrentou uma situação assustadora após realizar uma série de 50 flexões de braços durante sua preparação para um desafio de CrossFit. Em poucos dias, seus braços praticamente pararam de funcionar, levando-a a um diagnóstico surpreendente e perigoso.

Jessica estava exausta após seu treino. “Saí da academia bem cansada. Estava tipo: ‘Nossa, vou ficar tão dolorida amanhã.’ Fazia tempo que não malhava os braços assim”, compartilhou Johnson em uma entrevista reportada pelo tabloide Daily Mail. O que ela não esperava era que, além da dor muscular, ela iria enfrentar inchaço e dificuldade para urinar, mesmo estando hidratada.

O Que é Rabdomiólise?

No pronto-socorro, Jessica recebeu o diagnóstico de rabdomiólise. Esta condição ocorre quando os músculos deteriorados liberam substâncias como potássio, fosfato e creatina na corrente sanguínea. Esses componentes podem se acumular e provocar insuficiência renal. “Eles [os médicos] estavam mais preocupados com os meus órgãos. Na rabdomiólise, as células estão basicamente explodindo nos músculos”, explicou a jovem.

A rabdomiólise pode ser desencadeada por vários fatores, incluindo exercícios físicos excessivos, como no caso de Jessica. Os sintomas desta condição incluem dor muscular intensa, fraqueza, inchaço dos músculos afetados e urina de cor escura. Se não tratada rapidamente, pode levar a complicações graves, como insuficiência renal.

Jessica Johnson Suportou Danos Grave?

Apesar dos sérios danos nos rins e no fígado, Jessica conseguiu se recuperar após quatro dias de internação. A pronta intervenção médica foi crucial para sua recuperação. “É ótimo exercitar nossos corpos. É saudável fazer isso”, afirmou Jessica após sua recuperação. “Malhar demais e fazer exercícios muito agressivos não é bom para você e não é saudável. Acho que algumas pessoas precisam ouvir isso”, enfatizou.

Como Prevenir a Rabdomiólise?

Para evitar o desenvolvimento da rabdomiólise, é importante seguir algumas orientações:

  • Começar qualquer programa de exercícios de forma gradual, aumentando a intensidade aos poucos.
  • Ouvir o corpo e descansar adequadamente entre os treinos.
  • Manter-se bem hidratado durante e após os exercícios.
  • Consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer regime de exercícios intensos, especialmente se houver histórico de problemas musculares.

O caso de Jessica Johnson destaca a importância do equilíbrio e da moderação quando se trata de exercícios físicos. Enquanto a atividade física regular é benéfica para a saúde, o excesso pode levar a complicações sérias como a rabdomiólise. “Malhar é saudável, mas é crucial não exagerar”, são as palavras sábias de Jessica, baseadas em sua própria experiência.

Terra Brasil Notícias

Justiça argentina decreta prisão de Maduro: crimes contra humanidade

FOTO: DIVULGAÇÃO

Horas depois de o Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela ordenar a prisão do presidente argentino Javier Milei, a Justiça Federal da Argentina decidiu mandar prender o ditador venezuelano Nicolás Maduro, nessa segunda-feira (23), por crimes contra a humanidade. A imprensa argentina cita que a decisão da Câmara Federal de Buenos Aires pede que a Interpol execute a “captura internacional” de Maduro.

A decisão também manda prender o ministro do Interior, Justiça e Paz, Diosdado Cabello, mais 29 funcionários do regime autoritário de Maduro. Entre eles, integrantes das forças de segurança e dos serviços de inteligência venezuelanos. O objetivo é que as autoridades policiais colham depoimentos sobre relatos de vítimas da ditadura.

“Foi comprovado que existe na Venezuela um plano sistemático de repressão, desaparecimento forçado de pessoas, tortura, homicídios e perseguição contra uma parte da população civil, desenvolvido – pelo menos – desde o ano de 2014 até o presente”, diz um trecho da decisão, divulgado pelo jornal La Nación.

Esta é a segunda iniciativa da Argentina para prender Maduro. Ainda neste mês de setembro, a Argentina pediu ao Tribunal Penal Internacional (TPI) que emita ordens de prisão contra o ditador venezuelano por violar direitos humanos.

Guerra judicial

Também ontem, Milei foi alvo da decisão do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, que ordenou sua prisão de de sua irmã, Karina Milei, secretária-geral da Presidência, e da ministra da Segurança da Argentina, Patricia Bullrich. O motivo é o que o regime de Maduro chama de “roubo descarado” de um avião Boeing 747 da empresa estatal venezuelana Emtrasur, que foi enviado pelo governo argentino aos Estados Unidos, em fevereiro.

A Sala de Cassação Penal do Tribunal venezuelano acusa Milei e suas auxiliares de crimes de “roubo agravado, lavagem de dinheiro, simulação de fatos ilícitos, privação ilegal de liberdade, interferência na segurança aérea, destruição de aeronaves e formação de quadrilha”.

Diário de Poder

Assassino é executado em pena de morte mesmo após testemunha tentar inocentá-lo

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A Carolina do Sul, estado americano, executou Freddie Owens na última sexta-feira (20) por injeção letal. Owens havia sido condenado pelo assassinato de uma balconista durante um assalto em 1997.

A condenação de Owens ocorreu apesar de uma declaração sob juramento de Steven Golden, testemunha-chave, que agora inocentava Owens. O depoimento de Golden foi apresentado apenas dois dias antes da execução de Owens.

Freddie Owens e Irene Graves: Caso por trás da execução

Em 1997, Freddie Owens foi preso pelo assassinato da balconista Irene Graves durante um assalto em Greenville, Carolina do Sul. Promotores alegaram que Owens atirou na cabeça de Graves quando ela não conseguiu abrir o cofre da loja.

Steven Golden, amigo e cúmplice de Owens, testemunhou contra ele. Golden afirmou que Owens foi o responsável pelo disparo fatal. Entretanto, câmeras de segurança não capturaram o tiroteio, e a arma usada nunca foi encontrada.

Novo depoimento de Steven Golden: Mudança de vidas?

Golden revelou recentemente que sua testemunha original foi influenciada pelo medo e por promessas dos promotores de evitar penas severas. Em seu novo testemunho, Golden afirmou que Owens não estava presente no local do crime.

“Achei que o verdadeiro atirador ou os seus associados me poderiam matar se eu os denunciasse à polícia. Ainda tenho medo disso. Mas o Freddie não estava lá,” declarou Golden.

Nova declaração não foi suficiente

Mesmo com a presenta de um novo depoimento, os promotores sustentaram que a mudança de história de Golden não devia impedir a execução. Eles argumentaram que Golden admitiu ter mentido anteriormente, comprometendo sua credibilidade.

Outras testemunhas corroboraram a participação de Owens no crime, incluindo amigos que disseram que o grupo planejou o assalto juntos e que Owens havia se gabado sobre matar Graves. Sua ex-namorada também testemunhou que ele confessou o crime.

Conduta de Owens na prisão

Durante o tempo na prisão, Owens se tornou ainda mais notório após assassinar seu companheiro de cela, Christopher Lee. Ele detalhou como esfaqueou, cegou, sufocou e pisoteou Lee. Owens alegou ter feito isso por se sentir injustamente condenado.

Reflexões sobre justiça

O caso de Freddie Owens levanta sérias questões sobre como evidências e testemunhos são tratados no sistema judicial dos Estados Unidos. Apesar das controvérsias ao redor do testemunho de Golden, a execução prosseguiu, destacando o grosso debate em torno da pena de morte.

  • Justiça retrógrada: A afirmação continua de promotores em condenar Owens sem uma consideração detalhada do novo depoimento de Golden.
  • Miscarriage of justice: Medos persistentes de testemunhas e a capacidade de influenciar seus depoimentos.
  • Debate sobre pena de morte: A maior questão sobre o valor e a moralidade da pena de morte à luz de possíveis erros judiciais.

Terra Brasil Notícias

Lula tem microfone cortado em cúpula da ONU e finaliza discurso sem som

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O microfone do presidente Lula foi cortado durante discurso na abertura da Cúpula do Futuro nesse domingo (22). O evento é promovido pela ONU e ocorre na sede do organismo internacional, em Nova York (EUA).

Como é tradição, o Brasil abre a série de discursos. Neste ano, Lula extrapolou o tempo reservado para explanação (5 minutos) e o microfone do petista foi cortado.

Diário do Poder

Ex-modelo brasileira é vítima de violência vicária no Chile e pede ajuda internacional

FOTO: REPRODUÇÃO

Drones sobrevoando a casa, câmeras de vigilância monitorando o que acontece ao redor 24 horas por dia e o acesso indevido a redes telefônicas e a dados bancários. Tudo isso se encaixa perfeitamente em um filme de espionagem ou em um reality show.

Mas esse cenário é apenas uma parte da rotina cruel enfrentada pela ex-modelo brasileira Roberta Melo dos Santos, que há mais de três anos no Chile é vítima de violência vicária, caracterizada quando o agressor usa os filhos para provocar dor e sofrimento.

Essa modalidade de violência acontece principalmente nos casos de separação ou disputa de guarda, quando o agressor procura manter o controle sobre a vítima através dos filhos.

Em diversas situações, o agressor parental impede o contato da mãe com as crianças, causando danos emocionais para os filhos. Essa violência também se caracteriza pelo abuso econômico, fazendo com que a vítima tenha chances mínimas de retomar a rotina normal.

Sem contato com os quatro filhos (fruto do relacionamento de 13 anos com um empresário chileno), Roberta pede ajuda internacional para ter o direito de exercer a maternidade de forma livre e honesta. No próximo dia 30, a ex-modelo brasileira terá mais uma audiência na Justiça, ela já enfrentou 20 processos, tentando se defender contra um dos mais caros e prestigiados grupos de advogados de Santiago do Chile.

 “Além de enfrentar um grupo de advogados contratado pelo meu ex-marido, convivo com uma série de laudos que não condizem com o meu estado emocional. Fui acusada por um perito pago pelo pai dos meus filhos de ter ideias suicidas e de estar em risco vital, fator que me obrigou a me internar em uma clínica psiquiátrica para recuperar a convivência com os meus filhos”, descreveu a ex-modelo brasileira.

Diante das dificuldades enfrentadas de exercer a maternidade no Chile, Roberta chegou a entrar em contato com o Governo do Brasil, mas até agora aguarda as autoridades brasileiras sobre o problema atual.

Falta de privacidade e colapso emocional

Roberta também destaca a falta de privacidade com a postura do ex-marido que chegou a comprar um imóvel no mesmo condomínio, onde vive a brasileira. “Convivo com drones e câmeras acompanhando os meus movimentos, o que é um absurdo. Me sinto em um reality show, com olhares que cada vez mais restringem a minha liberdade e intimidade. Fiquei impressionada como um dos advogados do meu ex-marido, em uma audiência, tinha detalhes precisos da movimentação das minhas contas”, acrescentou.

Polêmica Paraíba