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Categoria: Mundo

Trump lança criptomoeda que dispara 574% em apenas 12 horas

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Nos últimos anos, as criptomoedas têm se tornado um tópico central em discussões sobre inovação financeira, especialmente as chamadas memecoins. Estas moedas, inicialmente criadas como uma forma de paródia ou homenagem a memes da internet, conseguiram capturar a atenção dos investidores e se tornaram ativos financeiros de verdade. Um exemplo notável é a criação de uma memecoin por Donald Trump, lançada na madrugada deste sábado (18/1), chamou a atenção do mercado global de criptomoedas.

As memecoins como o $TRUMP destacam-se pela sua abordagem mais lúdica em comparação com as criptomoedas tradicionais, como o Bitcoin. Referências culturais e momentos virais da internet são incorporados em seu design e sua narrativa, o que atrai um público diverso e muitas vezes jovem. Apesar de seu início como formas de humor, essas moedas demonstram um potencial significativo de valorização, conforme as pessoas começam a investirem nelas massivamente.

Como a memecoin $TRUMP foi lançada por Donald Trump?

Donald Trump anunciou recentemente sua própria memecoin, capturando grandes manchetes e gerando alta nas discussões sobre criptomoedas. Segundo informações, o design da moeda é inspirado em uma imagem do ex-presidente dos Estados Unidos levantando o punho com a palavra “fight” repetida. Este lançamento aconteceu após um incidente em que Trump escapou ileso de um atentado na Pensilvânia, um evento que tem sido amplamente discutido nas redes sociais.

O lançamento da moeda foi auto-intitulado como um movimento de celebração da vitória e resiliência, elementos centrais da marca pessoal de Trump. Utilizando sua plataforma nas redes sociais, ele incentivou seu público a se juntar à sua “Comunidade Trump” e adquirir o $TRUMP. A estratégia de Trump de personalizar uma memecoin destaca como figuras públicas podem influenciar o valor e o sucesso dessas criptomoedas.

Por que investir em memecoins como o $TRUMP pode ser atraente?

Com o crescimento substancial observado nas memecoins, muitos investidores estão atentos a oportunidades de compra antes que o valor desses ativos dispare. De acordo com a CoinGecko, a moeda $TRUMP viu uma valorização acentuada em questão de horas após seu lançamento. Esse tipo de investimento, embora associado a riscos elevados devido à sua natureza volátil, também oferece a possibilidade de ganhos significativos em curto prazo, algo que atrai tanto investidores experientes quanto novatos.

Outro aspecto que torna o investimento em memecoins atraente é a comunidade que se desenvolve em torno delas. Investidores tendem a ser movidos por sentimentos de pertencimento e apoio mútuo dentro dessas comunidades online, algo que Trump teve habilidade em mobilizar com sua base fiel. Esses elementos sociais contribuem para uma sensação de investimento participativo que é menos comum em outros tipos de ativos financeiros.

Terra Brasil Notícias

De Zuckerberg a Milei, confira a lista completa de quem vai à posse de Trump

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A posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), nesta 2ª feira (20.jan.2025), contará com a presença de empresário, líderes de direita internacionais e ex-presidentes norte-americanos. A cerimônia marca o início do 2º e último mandato do republicano à frente da Casa Branca.

Dentre os destaques na lista de convidados, estão os CEOs de grandes empresas de tecnologia. Elon Musk, da Tesla, SpaceX e X, puxa a fila –terá, inclusive, cargo no governo. Além dele, Mark Zuckerberg (Meta), Jeff Bezos (Amazon) e Shou Zi Chew (TikTok) estarão na Rotunda do Capitólio.

Não é comum nas posses dos EUA a ida de chefes de Estado. Os países tradicionalmente enviam embaixadores, como fará o Brasil. Líderes de direita, contudo, fizeram questão de ir a Washington, como o presidente da Argentina, Javier Milei, e a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni.

Outros representantes de partidos conservadores europeus acompanharão a cerimônia presencialmente. Assim como o ex-candidato à Presidência da Venezuela Edmundo González.

Todos os ex-presidentes vivos dos EUA estarão na Rotunda ao lado das ex-primeiras-damas: Bill e Hillary Clinton (1993-2001), George e Laura Bush (2001-2009) e Barack Obama (2009-2017) –Michelle confirmou a ausência no evento.

O atual presidente Joe Biden fará a transmissão do cargo ao lado da mulher, Jill Biden. Retoma a tradição quebrada por Trump em 2021. Na ocasião, o republicano não foi ao Capitólio para a posse do democrata por alegar fraude no pleito em que saiu derrotado.

Eis a lista de autoridades presentes:

Eis a lista dos políticos que integram a comitiva brasileira:


Adilson Barroso (PL-SP)
Bia Kicis (PL-DF)
Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
Capitão Alden (PL-BA)
Carla Zambelli (PL-SP)
Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
Coronel Fernanda (PL-MT)
Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
Giovani Cherini (PL-RS)
Gustavo Gayer (PL-GO)
Joaquim Passarinho (PL-PA)
Luiz Philippe de Orleans (PL-SP)
Marcel van Hattem (Novo-RS)
Marcos Pollon (PL-MS)
Mario Frias (PL-SP)
Mauricio Marcon (PODE-RS)
Mauricio do Vôlei (PL-MG)
Messias Donato (Republicanos-ES)
Sargento Gonçalves (PL-RN)
Silvia Waiãpi (PL-AP)
Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)

Veja a seguir a relação dos líderes internacionais convidados:

Nayib Bukele, presidente de El Salvador.
Giorgia Meloni, primeira-ministra da Itália.
Javier Milei, presidente da Argentina.
Xi Jinping, presidente da China – será representado pelo vice-presidente Han Zheng.
Viktor Orbán, presidente da Hungria – não comparecerá, segundo porta-voz.

Políticos americanos também foram convidados para as cerimônias:

Barack e Michelle Obama – Michelle não deve comparecer enquanto o ex-presidente foi confirmado, segundo uma declaração do gabinete do casal.
George W. Bush e Laura Bush – ambos comparecerão à posse, informou o gabinete do casal.
Bill Clinton e Hillary Clinton – fontes pontuaram à CNN Internacional que o casal estará presente no evento.
Joe Biden e a primeira-dama Jill Biden.

Presidentes de gigantes da tecnologia também comparecerão em peso à posse do presidente eleito dos Estados Unidos, incluindo os três homens mais ricos do mundo: Elon Musk, Jeff Bezos e Mark Zuckerberg.

Confira a seguir alguns dos empresários que devem participar da posse de Donald Trump:

Elon Musk – CEO da Tesla, SpaceX, X.
Jeff Bezos – fundador da Amazon e da Blue Origin.
Mark Zuckerberg – CEO da Meta.
Sam Altman – CEO da OpenAI.
Sundar Pichai – CEO do Google.
Shou Chew – CEO do TikTok.
Satya Nadella – CEO da Microsoft.
Tim Cook – CEO da Apple.

Artistas convidados

Durante a cerimônia de posse, em 20 de janeiro, a previsão de apresentações é a seguinte:

Carrie Underwood, vencedora de oito prêmios Grammy e superstar da música country, cantará “America the Beautiful”
Christopher Macchio, tenor americano, cantará o Hino Nacional dos Estados Unidos
Lee Greenwood, cantor e compositor vencedor do prêmio Grammy, também deve se apresentar


No Baile da Liberdade, estarão presentes:

Jason Aldean, cantor e compositor premiado
Village People, banda histórica dos Estados Unidos, cujo tema “YMCA” foi amplamente utilizado na campanha de Trump
“Convidado musical surpresa”

Já no Baile do Comandante-em-Chefe, devem se apresentar:

Rascal Flatts, banda de música country premiada
Parker McCollum, cantor e compositor de música country premiado

Poder 360

“Regime Lula” impediu Bolsonaro de vir à posse de Trump, diz Milei

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O presidente da Argentina, Javier Milei (La Libertad Avanza, direita), disse no sábado (18.jan.2025) que “lamenta” que o “regime“ do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não tenha deixado o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comparecer à posse de Donald Trump (Partido Republicano) nos Estados Unidos.

“Bolsonaro é meu amigo e lamento muito que o regime de Lula não tenha deixado ele vir”, declarou Milei, citado pelo jornal Folha de S.Paulo, no Hispanic Ball, evento realizado em Washington D.C.

Bolsonaro foi convidado para a posse de Trump, marcada para 2ª feira (20.jan). Seu passaporte, no entanto, está apreendido desde fevereiro de 2024 e o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes não autorizou que o ex-presidente viajasse.

Ele será representado por sua mulher, Michelle Bolsonaro. Bolsonaro a acompanhou até o aeroporto internacional de Brasília no sábado (18.jan.2025) e se emocionou ao falar que não participaria da posse.

“Obviamente seria muito bom a minha ida. O presidente Trump gostaria muito, tanto que ele me convidou. Estou chateado, abalado ainda. […] Enfrento uma enorme perseguição política por parte de uma pessoa”, disse a jornalistas presentes no local.

Bolsonaro afirmou se sentir como um “preso político”, apesar de estar sem tornozeleira eletrônica. “Espero que a sua excelência não queira colocar em mim para humilhar de vez uma tornozeleira eletrônica. Estou, sim, constrangido. Queria estar acompanhando minha mulher”, declarou, se referindo a Moraes.

O ex-presidente afirmou que “gostaria de apertar a mão” de Trump. Disse ainda que o republicano tem influência para talvez reverter sua inelegibilidade no Brasil.

Poder 360

Nos EUA, Eduardo é recebido por Trump Jr. e encontra Javier Milei

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Em terras estadunidenses para acompanhar a posse presidencial de Donald Trump, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi recebido pelo filho do presidente eleito Donald Trump Jr. e o ex-estrategista-chefe da Casa Branca, Steve Bannon. Na ocasião, o parlamentar e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que o acompanha, também encontraram o presidente da Argentina, Javier Milei, e sua irmã, Karina Milei.

Ao divulgar os registros nas redes sociais, Eduardo fez questão de agradecer Trump Jr. por perguntar sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que não pode comparecer devido à recusa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em deixá-lo sair do país em meio às investigações em curso contra ele.

– Obrigado por perguntar pelo meu pai. Sabemos a consideração que você e sua família têm pelo Brasil – declarou o deputado ao colega norte-americano por meio do X.

Ao interagir com Milei neste domingo (19), Eduardo disse que o presidente da Argentina é a terceira pessoa mais poderosa do mundo, depois de Trump e “la jefa” [a “chefa”, em tradução livre], apelido da irmã do líder argentino.

– Pessoas que estão com uma moral tremenda aqui nos EUA e, certamente, junto com Trump, eles poderão fazer realizações incríveis para argentinos e americanos – escreveu Eduardo no X.

No baile de gala deste sábado (18), Milei lamentou a ausência de Bolsonaro e culpou o “regime Lula” por ter barrado a presença do ex-presidente brasileiro no evento.

– [Bolsonaro] é um grande amigo e lamento muito que o regime de Lula não o tenha deixado vir – assinalou.

Pleno News

Trump: “Deixamos entrar pessoas piores que o Hannibal Lecter nos EUA”

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Em discurso de comemoração da vitória, nesse domingo (19/1), véspera da posse oficial, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu ações severas e imediatas para conter o fluxo migratório nas fronteiras do país. Ele comparou, ainda, durante a fala, imigrantes supostamente criminosos ao personagem Hannibal Lecter (FOTO).

“O Hannibal Lecter entrou no nosso país. Quando as pessoas iam votar, elas falavam: ‘não queremos o Hannibal Lecter em nosso país’, e muitos se perguntavam por que elas estavam falando do Hannibal Lecter, um personagem fictício, mas isso se tornou uma realidade. Deixamos entrar pessoas piores que o Hannibal Lecter em nosso país, mas vamos restabelecer o controle soberano das nossas fronteiras”, disse Trump.

Hannibal Lecter é um famoso personagem de filmes, como ‘Silêncio dos Inocentes’, ‘Dragão Vermelho’ e ‘Hannibal’, que faz parte do imaginário norte-americano por ser um canibal acusado de matar dezenas de pessoas. Trump fez uma associação direta entre ele e parte dos imigrantes que entraram no país, nos últimos anos. A mesma metáfora já havia sido utilizada por ele durante a campanha.

“Amanhã, quando o sol se por, a invasão das nossas fronteiras vai ter parado. E todas as pessoas que entraram ilegalmente nas nossas fronteiras, vão voltar, de uma forma ou de outra, para casa. Pensem nisso: permitimos milhões e milhões de pessoas entrarem em nosso país, pelas nossas fronteiras, sem nenhum tipo de verificação. E muitas dessas pessoas são assassinos, 52% já mataram mais do que uma pessoa. São pessoas horríveis, difíceis, duras, membros de gangue, e muitas outras vindas de prisões e hospícios”, explicitou o presidente eleito.

Segundo Trump, as medidas de expulsão e de acirramento do controle sobre as fronteiras do pais “será o esforço mais agressivo” para acabar com essa situação. “O mundo nunca viu nada igual. Nós tínhamos a fronteira mais segura. O crime em todo o mundo está caindo, e sabe por quê? Porque eles [os demais países] trouxeram todos os seus criminosos para os EUA”, expôs.

O presidente eleito mencionou, diretamente, países como Venezuela e Congo. “Eles esvaziaram as prisões e deixaram vir para cá. Eu teria feito a mesma coisa, se eu pudesse mandar criminosos para outros países. Seus líderes são espertos. São aquele tipo de pessoa que tem sabedoria de rua”, afirmou.

O comício deste domingo, chamado de “Make America Great Again Victory Rally”, começou às 16h, no horário de Brasília, e ocorreu no ginásio Capital One Arena, em Washington D.C. Esta foi a primeira vez que Trump fez um grande discurso na capital do país, depois do 6 de janeiro de 2021, quando o Capitólio foi invadido por seus apoiadores contrários ao resultado da eleição.

Metrópoles

Trump promete reduzir impostos, derrubar inflação e anular tolices de Biden

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A poucas horas de assumir o cargo para o qual foi eleito em votação histórica e até humilhante para os adversários do partido Democratas, o novo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesse domingo (19) que irá adotar medidas para fortalecer a economia do seu país, como cortar impostos e aumentar tarifas para produtos importados, reduzir a inflação e aumentar salários. Também garantiu que irá “trazer milhares de fábricas de volta para os Estados Unidos, exatamente onde elas deveriam estar”.

O político republicano deixou nervosos seus adversários e jornalistas que os apoiaram ao afirmar que revogará todas as ordens “tolas” e “radicais” já “poucas horas depois de eu prestar o juramento”, citando o fim das políticas “destrutivas e divisivas” no campo da diversidade e igualdade, além de promover o endurecimento das regras de imigração e prestigiará o fortalecimento dos militares.

Ao concluir seu discurso, Trump chamou ao palco os integrantes do grupo musical YMCA, cuja música voltou a bombar durante a campanha do candidato republicano à Casa Branca, com direito à sua dancinha que voltou a mostrar no palco.

A “política de fronteiras abertas”, que permitiu a invasão dos Estados Unidos por imigrantes ilegais também está na mira do novo presidente.

“Vocês verão várias ordens executivas que vou aprovar. Nós temos que colocar o nosso país no caminho correto. Amanhã, quando o sol se pôr, a invasão das nossas fronteiras terá parado e todas essas pessoas que entraram ilegalmente […] estarão, de uma forma ou de outra, voltando para casa”, afirmou.

Promessa de acabar com as guerras

Trump reiterou que adotará medidas para acabar com as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio.

“Eu vou acabar com a guerra na Ucrânia, vou parar o caos no Oriente Médio e vou evitar que a 3ª Guerra Mundial aconteça”, disse. Ele destacou que as negociações do cessar-fogo entre Israel e os terroristas do Hamas teve a interveniência direta de sua equipe.

“Sei que Biden está dizendo que eles foram os responsáveis pelo acordo, mas, antes de mais nada, isso nunca teria acontecido se eu fosse o presidente. […] Steve [Witkoff] foi o nosso enviado para o Oriente Médio e o responsável por ajudar a alcançar esse grande avanço”, informou.

Trump também afirmou que vai aumentar as forças policiais e modernizar e fortalecer os militares no país.

“Vou direcionar a nossa força militar para que comecem a construir um grande domo de ferro contra mísseis. Tudo será feito nos Estados Unidos, […] e vamos voltar a nossa força militar à grandeza que ela tinha antes”, completou o republicano.

Políticas destrutivas e divisivas

“Nós vamos acabar com as políticas destrutivas e divisivas de Diversidade, Equidade e Inclusão em todo o governo e no setor privado, retornando o país para o sistema meritocrático”, disse ele.

“Agora nós poderemos contratar pela competência, habilidade e genialidade [dos candidatos]. Você não vai mais precisar contratar alguém […] que não saiba o que está fazendo”, completou Trump.

Ele afirmou também impedirá atletas transgêneros participem de esportes com times femininos, prejudicando competidoras mulheres, e que defenderá “a liberdade religiosa, a liberdade de expressão e o direito ao porte de armas”.

Diário do Poder

Segurança da posse de Trump contará com 25.000 agentes

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A posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano), provocou uma mudança nas medidas de segurança em Washington, D.C.. O evento está marcado para esta 2ª feira (20.jan.2025).

A cidade foi cercada por 48 km de barreiras temporárias e mais de 25.000 agentes de segurança foram encarregados de assegurar a ordem durante a posse de Trump. As informações são da Reuters.

Os preparativos de segurança para posse de Trump envolvem pontos de controle para acomodar os espectadores esperados para a cerimônia de juramento e demais eventos previstos.

A implementação de um esquema de segurança reforçado responde a um “ambiente de ameaça mais elevado”, disse Matt McCool, agente especial do Serviço Secreto dos EUA, durante conversa com jornalistas.

Este cenário surge depois de uma campanha eleitoral conturbada, marcada por tentativas de ataques a Trump e incidentes “terroristas“ no Ano Novo, elevando as preocupações com a segurança.

A cerimônia de posse, este ano, será dentro do Capitólio dos EUA. Local de significado histórico por causa da invasão de 6 de janeiro de 2021, por apoiadores de Trump.

Além das medidas de segurança para a posse, Washington se prepara para protestos e comemorações. A ocupação hoteleira atingiu 70% das 34.500 unidades disponíveis.

Poder 360

Hospital mata paciente errado após pedir autorização a família trocada; entenda

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Um homem morreu após médicos do hospital em que ele estava internado solicitarem autorização para desligar os aparelhos que o mantinham vivo para a família errada. O caso ocorreu em Vancouver, no estado de Washington, Estados Unidos.

O paciente, David Wells, foi confundido com seu colega de quarto no hospital, Mike Beehler, conforme o portal McClatchy News. Wells foi levado ao PeaceHealth Southwest Medical Center após engasgar com um pedaço de bife em agosto de 2021.

A equipe do centro de saúde tentou entrar em contato com a família de David para solicitar se deveria ou não retira-lo do suporte à vida. Porém, os profissionais ligaram para a irmã de Mike Beehler, dizendo que ele estava em estado grave.

À emissora KGW, Debbie Danielson disse que a equipe lhe informou que seu irmão estava “basicamente com morte cerebral”. “Você quer que o mantenhamos em suporte de vida ou quer desligar o aparelho?”, indagaram os médicos.

Ela preferiu então, desligar os aparelhos. Mas qual foi a surpresa de Debbie quando, dias depois, recebeu uma ligação do irmão que supostamente estava morto.

A boa notícia veio com uma dura revelação: a mulher havia mandado desligar os aparelhos de outro paciente e acabou com a vida dele. Debbie acionou imediatamente a polícia.

A família de David Wells, morto por acidente, e os irmãos Beehler processam o hospital pelo erro. O caso veio a público recentemente. O valor da indenização não foi revelado.

Polêmica Paraíba