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Categoria: Mundo

Influencer famosa no TikTok leva tiro no peito e morre aos 17 anos

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Nahsiyah Turner, influencer famosa no TikTok, morreu aos 17 anos, nos Estados Unidos.

A influenciadora era conhecida pelo nome Siyah e somava mais de 310 mil seguidores no TikTok.

A última postagem da influencer tem 15 minutos e exibe passos de dança que foram registrados pouco antes da morte dela.

Segundo a investigação da polícia americana, Nahsiyah Turner estava do lado de fora de um shopping na Califórnia quando foi assassinada com um tiro no peito.

Quando acionadas, as autoridades encontraram a jovem já desacordada dentro de um veículo. Nahsiyah chegou a ser levada para um hospital, mas teve a morte confirmada pouco depois.

A investigação sobre a autoria e a motivação do disparo está em andamento e assim “vai continuar por um tempo”, disse Steve DeJong, do Departamento de Homicídios do Condado de Los Angeles, ao jornal estudantil da Los Alamitos High School, The Griffin Gazette.

Metrópoles

Crítico de Trump, apresentador da CNN americana anuncia demissão ao vivo

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âncora da CNN, Jim Acosta, surpreendeu o público ao anunciar sua demissão ao vivo, após quase duas décadas na emissora. Conforme noticiado pelo The New York Post, o jornalista rejeitou a proposta de mudar para um programa na faixa da meia-noite, optando por encerrar seu ciclo de 18 anos na rede de notícias.

Durante sua despedida ao vivo, Acosta relembrou momentos marcantes de sua carreira, incluindo a cobertura da visita do então presidente Barack Obama a Cuba em 2016, onde questionou o líder cubano Raúl Castro sobre prisioneiros políticos. Ele enfatizou a importância da imprensa em responsabilizar o poder e alertou os telespectadores sobre os desafios de navegar pelas notícias durante o segundo mandato de Trump. Acosta encerrou com um apelo: “Não se rendam às mentiras. Não se rendam ao medo. Segurem-se à verdade e à esperança.”

Segundo o The Sun, Donald Trump reagiu à demissão de Acosta, comemorando sua saída e criticando seu desempenho e caráter. “Ele sempre foi um ‘chorão’ que não me deixava em paz. Não fará falta alguma”, teria afirmado Trump, sugerindo que o âncora nutria uma atitude excessivamente crítica durante o período em que o republicano ocupou a Casa Branca.

A CNN agradeceu a Acosta por suas quase duas décadas de serviço, reconhecendo sua dedicação ao jornalismo assertivo. A emissora anunciou que o programa “The Situation Room with Wolf Blitzer and Pamela Brown” substituirá o horário anteriormente ocupado por Acosta.

A saída de Acosta ocorre em meio a uma reestruturação na CNN, liderada pelo CEO Mark Thompson, que inclui cortes de aproximadamente 200 funcionários e um investimento de US$ 70 milhões em expansão digital, visando adaptar-se às mudanças nos hábitos de consumo de notícias.

Considerado uma das vozes mais firmes na cobertura política dos Estados Unidos, o ex-âncora da CNN ganhou destaque em confrontos diretos com Trump, tornando-se alvo de críticas do então presidente e de seus apoiadores.

Folhapress

Trump bane transição de gênero para menores de 19 anos

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), assinou nesta 3ª feira (28.jan.2025) um decreto proibindo o uso de recursos federais para a realização de procedimentos de transição de gênero em menores de 19 anos. A medida inclui o uso de bloqueadores de puberdade, terapias hormonais e cirurgias de redesignação sexual.

A decisão também veta o financiamento de instituições médicas que realizam esses procedimentos, impede a cobertura pelo sistema de saúde federal Tricare –programa de benefícios de saúde para militares das Forças Armadas dos EUA, aposentados e seus dependentes— e determina que seguradoras excluam esses tratamentos dos planos destinados a crianças e adolescentes.

No documento, Trump classifica os procedimentos como “mutilações químicas e cirúrgicas” e afirma que o governo não deve financiar intervenções médicas “irreversíveis” para menores. Segundo o presidente, a medida busca “proteger” crianças de decisões que, no futuro, podem resultar em “arrependimento”.

“Inúmeras crianças, posteriormente, se arrependem de terem sido mutiladas e percebem a tragédia de não poderem conceber filhos ou amamentar. Além disso, essas jovens vítimas enfrentam despesas médicas ao longo de suas vidas, complicações médicas permanentes, uma constante luta contra seus próprios corpos e, tragicamente, esterilidade”, diz o texto do decreto.

A nova diretriz do governo federal revoga orientações do HHS (Departamento de Saúde e Serviços Humanos, em português) que respaldavam o tratamento de afirmação de gênero para menores.

O decreto também prevê uma revisão de pesquisas científicas sobre o tema e orienta agências a reavaliarem políticas baseadas na WPATH Associação Mundial Profissional para a Saúde Transgênero), entidade criticada no documento por ter uma “integridade científica duvidosa”.

Poder 360

‘Relógio do Juízo Final’: Mundo está mais perto do apocalipse

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O Relógio do Juízo Final, uma ferramenta simbólica criada por cientistas para visualizar a probabilidade do fim da humanidade, se encontra este ano a 89 segundos da meia-noite, o menor tempo já registrado em seus 78 anos de história.

A decisão, anunciada nesta terça-feira (28) pelo Bulletin of the Atomic Scientists (Boletim dos Cientistas Atômicos), organização que gerencia o relógio desde sua criação em 1947, foi motivada pela guerra na Ucrânia, pelo conflito no Oriente Médio e pelo aumento dos arsenais nucleares das principais potências.

– Estados Unidos, China e Rússia têm a responsabilidade principal de tirar o mundo do abismo. O mundo depende de ação imediata – admitiu a organização em comunicado.

A hora no relógio avançou depois de dois anos seguidos em que o relógio marcava 90 segundos para a meia-noite.

O avanço, mesmo que de apenas um segundo, “deve ser considerado como uma indicação de perigo extremo e um aviso inequívoco de que cada segundo de atraso na reversão do curso aumenta a probabilidade de um desastre global”, acrescentou.

Os cientistas advertiram que a guerra na Ucrânia, agora em seu terceiro ano, “pode se tornar nuclear a qualquer momento devido a uma decisão precipitada ou erro de cálculo”.

Também observaram que “o conflito no Oriente Médio ameaça sair do controle e se transformar em uma guerra mais ampla sem aviso prévio”, enquanto “os países que possuem armas nucleares estão aumentando o tamanho e o papel de seus arsenais”.

– O processo de controle de armas nucleares está entrando em colapso e os contatos de alto nível entre as potências nucleares são totalmente inadequados, dado o perigo envolvido – lamentou a organização.

O Boletim dos Cientistas Atômicos lembrou que “o impacto da mudança climática se tornou mais pronunciado no ano passado”, que “as doenças emergentes continuam ameaçando a economia, a sociedade e a segurança do mundo” e que os avanços tecnológicos relacionados à inteligência artificial “tornaram o mundo mais perigoso”.

– Fazemos um apelo apaixonado a todos os líderes: agora é a hora de agirmos juntos! As ameaças existenciais que enfrentamos só podem ser encaradas por meio de liderança ousada e parceria em escala global – afirmou o ex-presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, ganhador do Prêmio Nobel da Paz, durante a apresentação do relógio.

A situação atual é pior do que em 1953, quando o relógio marcava dois minutos para a meia-noite durante uma das fases mais tensas da Guerra Fria, quando tanto soviéticos quanto americanos realizaram seus primeiros testes de armas termonucleares.

O Boletim dos Cientistas Atômicos foi criado em 1945 para alertar o mundo sobre o perigo de uma catástrofe nuclear e tem entre seus membros fundadores Albert Einstein e Robert Oppenheimer, entre dezenas de outros renomados cientistas.

EFE

ERA O DIA: Mulher que sobreviveu a nazistas, Chernobyl e covid-19 morre atropelada

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Uma mulher de 95 anos que sobreviveu aos nazistas, ao desastre de Chernobyl e a pandemia de covid-19 morreu após ser atropelada por um carro enquanto atravessava a rua em frente à sua casa em Nova York, nos Estados Unidos.

Mayya Gil morreu no dia 23 de janeiro, mas notícia só foi divulgada pela família nesta segunda-feira (27). Ela estava atravessando a Cropsey Avenue, em frente ao seu apartamento no bairro do Brooklyn acompanhada de seu cuidador. Uma van de carga que trafegava pelo local fez uma curva acentuada e atropelou as duas. As informações são do Departamento de Polícia de Nova York.

Mayya Gil teve um ferimento na cabeça e foi socorrida para o Hospital Langone da NYU, no Brooklyn. Ela não resistiu aos ferimentos.

O cuidador de 54 anos foi internado, mas sobreviveu. Segundo a polícia, ele sofreu alguns ferimentos na perna e foi levado para um hospital em condições estáveis.

O motorista da van, um homem de 64 anos, não foi preso, segundo a polícia. As autoridades afirmaram que as investigações estão em andamento. As informações foram publicadas pela revista People.

ELA SOBREVIVEU AO DESASTRE DE CHERNOBYL

Mayya Gil é uma sobrevivente da invasão nazista à Ucrânia. Ela também estava presente quando ocorreu o desastre de Chernobyl e enfrentou a pandemia de covid- 19.

A mulher nasceu em Khmelnytskyi, no oeste da Ucrânia. Ela se mudou para a capital Kiev com a mãe e o irmão quando tinha 12 anos para escapar da invasão nazista, segundo artigo do New York Times publicado em 2020. Gil conheceu o marido o marido Vilyam em Kiev e teve suas filhas gêmeas enquanto vivia sob o domínio soviético.

Após o devastador desastre nuclear de Chernobyl na Ucrânia em 1986, uma das filhas dela se mudou para Nova York. Seis anos depois, em 1992, o resto da família também viajou para morar nos Estados Unidos. A família escolheu o bairro de Bensonhurst, no Brooklyn, onde se tornaram membros ativos da comunidade no Centro Comunitário Judaico local.

O marido de Gil morreu em 2020 após contrair covid-19. Na época, ela contou que o companheiro passou os dois últimos dias de vida no hospital sem que pudesse visitá-lo. “Não me deixaram vê-lo e ele estava fraco demais para dizer qualquer coisa ao telefone”, disse Gil ao New York Times. Ela relembrou seu casamento de 68 anos com amor, dizendo ao jornal: “Éramos como uma só pessoa”.

Família disse que Gil será lembrada como um pilar da comunidade. “Todo mundo a conhece”, disse Lizunova ao site Gothamist sobre a mãe, que também era bisavó de sete filhos. “Ela era uma senhora muito ativa.”

Folhapress

Deportado por Trump, brasileiro fraudou R$ 29 milhões nos EUA

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Um dos brasileiros deportados dos Estados Unidos pelo governo Trump, Sinval de Oliveira, de 51 anos, foi condenado em 2022 pela Justiça da Califórnia a cinco anos de prisão federal por um esquema de lavagem de dinheiro de ao menos 5 milhões de dólares (R$ 29,35 milhões). Segundo informações que constam no site do United States Attorney’s Office, órgão equivalente ao Ministério Público no Brasil, o próprio Sinval se declarou culpado em 4 de março de 2022.

Investigações do Departamento de Segurança Interna dos EUA e do Federal Bureau of Investigation apontaram que o brasileiro fez parte de uma série de roubos por fraude que tinham como suas principais vítimas grandes e pequenas empresas. Utilizando falsos argumentos, os criminosos convenciam os funcionários dessas companhias a entregarem o dinheiro em caixa a falsos transportadores de dinheiro.

– Em 2 de dezembro de 2020, De Oliveira voou para Milwaukee, onde pegou 243 mil dólares (R$ 1,4 milhão) em receitas de fraude dos réus Moises Amezcua-Cardenas e Mario Amezcua-Cardenas. Depois de pegar o dinheiro, De Oliveira usou uma série de transações menores em caixas eletrônicos em vários bancos da área de Milwaukee para depositar o dinheiro em uma conta bancária de funil. Ele usou transações em caixas eletrônicos para evitar ter que ir a um banco e mostrar identificação – diz a United States Attorney’s Office.

Ainda conforme a entidade, a conta bancária onde Sinval depositou o dinheiro “não tinha nenhum propósito comercial legítimo além de coletar dinheiro de atividades ilícitas”. Uma vez que os valores eram depositados, os rendimentos da fraude eram transferidos para outra conta bancária de funil e enviados ao exterior.

A polícia afirma que o brasileiro recebia uma comissão pelo dinheiro que ele lavava. Ao descobrir o ocorrido e apurar a situação, o juiz William M. Conley chegou à conclusão de que a fraude fazia parte de um esquema ainda maior de lavagem de dinheiro realizado em todo o país. Segundo ele, foram ao menos 5 milhões de dólares lavados por Sinval.

– O juiz Conley levou em consideração muitos fatores para chegar a uma sentença apropriada, incluindo o fato de que De Oliveira já estava em liberdade condicional por outro crime na Califórnia na época desse crime, que sua conduta era mais séria do que a de seus corréus e que ele provavelmente seria deportado de volta para seu país de origem, o Brasil, após sua prisão – diz a entidade.

O caso ficou conhecido no Brasil após ele ser deportado de volta ao país de origem na última sexta-feira (24), junto de outros imigrantes ilegais. Ao chegar em Manaus, no Amazonas, o brasileiro foi entrevistado pelo portal Metrópoles, e disse que residiu em terras norte-americanas há mais de três décadas.

– Morava no Estados Unidos há 35 anos e chegamos aqui com esse incidente. Rapidamente, recebemos toda a assistência e tenho só a agradecer a todos da equipe do Corpo de Bombeiros e de Direitos Humanos – assinalou.

Os usuários do X, contudo, usaram o recurso “notas da comunidade” na publicação do veículo de imprensa para informar sobre os delitos de Sinval, defendendo tratar-se de um “contexto necessário” de ser exposto.

Pleno News

Evo Morales diz que CIA “opera” na Bolívia para capturá-lo

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O ex-presidente da Bolívia Evo Morales disse, nesta segunda-feira (27), que a Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos “opera” no país para capturá-lo, três meses depois de um suposto atentado contra sua vida que teria ocorrido em outubro de 2024 no Trópico de Cochabamba.

Morales denunciou, em 27 de outubro de 2024, que foi vítima de um “ataque armado” quando viajava por uma rodovia, culpou o presidente Luis Arce pelo ataque e, posteriormente, afirmou que o governo dos EUA estava envolvido no “atentado”.

Dias depois do suposto ataque, o ministro do Interior, Eduardo del Castillo, o acusou de atirar em vários policiais e ferir um deles enquanto realizavam uma fiscalização antidrogas de rotina.

No entanto, Morales afirmou que os policiais envolvidos no suposto ataque não usavam uniformes e estavam encapuzados e que, de acordo com algumas fotografias que ele viu, havia civis durante a transferência de um homem ferido.

Nesse dia, o ex-presidente questionou que, durante a operação supostamente realizada para “matá-lo”, havia estrangeiros vestidos como civis que usaram o helicóptero das Forças Armadas da Bolívia.

– [Veja] como os estrangeiros com mangas curtas, mochilas, estão entrando no helicóptero e quando chegam a Santa Cruz [são vistos] armados – disse Morales em entrevista à rádio Kawsachun Coca, veículo de comunicação que apoia o ex-presidente.

Morales disse que alguns membros das Forças Armadas entraram em contato com ele mais tarde para “dizer” que a CIA estava envolvida na operação.

– Perguntei e eles me disseram que a polícia havia contratado um colombiano para pilotar um helicóptero; as mesmas pessoas do governo me disseram que o colombiano era da CIA, isso me surpreendeu, perguntei aos militares e foi confirmado, ele é da CIA – afirmou o também ex-líder do partido governista Movimento ao Socialismo (MAS).

Segundo Morales, membros do grupo de elite SWAT dos EUA também estão operando na Bolívia para capturá-lo.

De acordo com Morales, a operação foi preparada duas semanas antes “com bolivianos e estrangeiros” no Trópico de Cochabamba, seu reduto político e sindical, onde ele permanece desde outubro de 2024, protegido por seus apoiadores que o vigiam devido a um mandado de prisão contra ele por um caso de tráfico humano agravado que o envolve.

Segundo o ex-presidente, os estrangeiros ainda estão em território boliviano e ele pediu às organizações internacionais que investiguem o “ataque” e a presença de soldados “do império”.

Morales disse ainda que a “perseguição política” contra ele começou em 2021, quando descobriu que o governo Arce estava preparando uma operação chamada “Plano Negro” contra ele, na qual autoridades executivas, militares e policiais estavam envolvidas.

Ele também destacou que, desde aquele ano, Arce já havia demonstrado laços estreitos com os EUA e que essa “relação foi confirmada” no “ataque armado” que sofreu em outubro do ano passado.

Arce e Morales estão afastados desde 2021, devido a diferenças na gestão do MAS e do governo boliviano.

EFE

Trump ordena exclusão de pessoas trans das forças armadas

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), assinou uma ordem executiva na última 2ª feira (27.jan.2025) para excluir o que ele classificou de “ideologia transgênero” das forças armadas do país. Segundo o chefe do executivo, a medida foi assinada a bordo do Air Force One.

Trump disse aos republicanos do Congresso em Miami, antes de embarcar, que “para garantir que tenhamos a força de combate mais letal do mundo, eliminaremos a ideologia transgênero de nossas forças armadas”. O republicano instruiu o Pentágono a acabar com os programas de diversidade. As diretrizes fazem parte de uma série de ordens executivas.

“Consistente com a missão militar e a política de longa data do Departamento de Defesa, expressar uma falsa ‘identidade de gênero’ divergente do sexo de um indivíduo não pode satisfazer os padrões rigorosos necessários para o serviço militar”, disse a ordem.

Anteriormente Trump e seu novo secretário de Defesa, Pete Hegseth, defenderam um esforço para devolver aos militares dos Estados Unidos uma cultura profissional assumidamente masculina, rejeitando contratações e recrutamento de programas de diversidade. Durante a administração de Joe Biden (Partido Democrata), pessoas transgênero podiam servir nas forças armadas.

“Os militares dos Estados Unidos têm uma missão clara de proteger o povo americano e a nossa pátria como a força de combate mais letal e eficaz do mundo”, dizia a ordem divulgada pela Casa Branca na noite de 2ª feira (27.jan), segundo o New York Times. “O sucesso nesta missão existencial requer um foco singular no desenvolvimento do ethos guerreiro necessário, e a busca pela excelência militar não pode ser diluída para acomodar agendas políticas ou outras ideologias prejudiciais à coesão da unidade.”

Na última semana, o presidente dos EUA havia assinado uma ordem com o objetivo de eliminar programas de diversidade, equidade e inclusão em todo o governo federal e limitar o reconhecimento governamental do gênero de um indivíduo ao seu sexo biológico.

“Além das intervenções médicas hormonais e cirúrgicas envolvidas, a adoção de uma identidade de género inconsistente com o sexo de um indivíduo entra em conflito com o compromisso de um soldado com um estilo de vida honroso, verdadeiro e disciplinado, mesmo na vida pessoal. A afirmação de um homem de que é mulher e a sua exigência de que outros honrem esta falsidade não são consistentes com a humildade e abnegação exigidas de um militar”, acrescentou a ordem.

A restrição dos direitos das pessoas transgêneros nos EUA era uma das promessas de campanha de Donald Trump. O republicano afirmou que poria fim “desde o 1º dia” e com um “simples toque de caneta” ao que chamou de “ilusão transgênero”.

Ainda na 2ª feira (27.jan), Trump assinou um pedido para desenvolvimento de um sistema de defesa antimísseis de próxima geração, similar ao Iron Dome de Israel, que permite que defesa aérea consiga interceptar foguetes e mísseis disparados contra o espaço aéreo do país.

Poder 360