31 de janeiro de 2025 às 09:15
31 de janeiro de 2025 às 11:41
FOTO: EFE
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou taxar em 100% os produtos dos países membros dos Brics, caso o bloco substitua o dólar como moeda de reserva. O Brics inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, além de alguns outros países que se juntaram nos últimos anos, caso do Egito, Etiópia, Irã, Emirados Árabes Unidos e a Indonésia.
O bloco não tem uma moeda comum e as discussões sobre o tema ganharam força depois que o Ocidente impôs sanções à Rússia devido à guerra na Ucrânia. “Vamos exigir um compromisso desses países aparentemente hostis de que eles não criarão uma nova moeda do Brics nem apoiarão qualquer outra moeda para substituir o poderoso dólar dos EUA, ou enfrentarão tarifas de 100%,” disse Trump em uma publicação na rede social Truth Social, reiterando o que já havia dito em novembro do ano passado, logo após vencer as eleições presidenciais. Na época, a Rússia disse que qualquer tentativa de forçar o uso do dólar teria o efeito contrário.
No entanto, recente estudo do Centro de GeoEconomia do Atlantic Council no ano passado mostrou que o dólar dos EUA continua sendo a principal moeda de reserva global, e nem o euro nem os países do Brics conseguiram reduzir significativamente a dependência mundial do dólar.
“Não há chance de que o Brics substitua o dólar dos EUA no comércio internacional ou em qualquer outro lugar, e qualquer país que tentar deve se preparar para tarifas e dar adeus à América!”, afirmou Trump.
31 de janeiro de 2025 às 03:03
30 de janeiro de 2025 às 17:02
FOTO: EFE
O iraquiano Salwan Momika, de 38 anos, que queimou várias edições do Alcorão em 2023, em Estocolmo, Suécia, morreu depois de ter sido baleado vários vezes em sua casa, conforme noticiaram, nesta quinta-feira (30), meios de comunicação suecos. Ele foi baleado na noite desta quarta (29).
No passado, as queimas do Alcorão provocaram um conflito diplomático entre a Suécia e países islâmicos.
No momento do crime, Momika estava em seu apartamento em Södertälje, na região de Estocolmo, segundo informaram a televisão pública SVT e vários jornais suecos.
Cinco pessoas foram presas pela morte do iraquiano, que era um cristão assírio.
– Sobre a morte de Momika, posso confirmar que cinco pessoas foram presas e que foi aberta uma investigação preliminar – disse a chefe da Polícia Nacional, Petra Lundh, em uma entrevista coletiva convocada pelo governo.
Lundh se recusou a dar mais detalhes ou revelar se Momika contava com proteção policial.
Mowika foi baleado enquanto fazia uma transmissão ao vivo no TikTok, de acordo com vários meios de comunicação suecos, incluindo a emissora pública SVT.
Nas redes sociais, vários perfis publicaram um vídeo que seria do momento em que o iraquiano foi atingido.
– É muito cedo para dizer se há alguma ligação com um país estrangeiro, isso vai depender do que concluírem a polícia e os serviços de inteligência – disse o primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, embora tenha admitido que há um “risco” de que isso aconteça.
O Tribunal Distrital de Estocolmo havia anunciado horas antes que o anúncio da sentença no caso em que Momika e um colega foram acusados de incitação ao ódio devido à queima do Alcorão, previsto para esta quinta, havia sido adiado para 3 de fevereiro, devido ao assassinato.
Momika ganhou as manchetes da imprensa sueca quando queimou um Alcorão em frente à principal mesquita de Estocolmo e, mais tarde, à embaixada iraquiana e ao parlamento, ações que tiveram repercussões no mundo islâmico e geraram protestos diplomáticos, tumultos e ameaças de boicote econômico.
Violações do livro sagrado dos muçulmanos também foram uma das razões dadas pela Turquia para atrasar a ratificação parlamentar da adesão da Suécia à OTAN.
Kristersson chegou a dizer que a Suécia estava na “pior” situação de segurança desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Em outubro de 2023, as autoridades de imigração suecas decidiram não estender a autorização de residência de Momika, um refugiado iraquiano que justificou suas ações por sua oposição ao islamismo, por fornecer informações incorretas sobre sua necessidade de proteção.
No entanto, Momika recebeu uma nova autorização provisória da Suécia, pois sua deportação para o Iraque não pôde ser executada por razões de segurança.
O outro réu no caso de discurso de ódio, Salwan Najem (que tem cidadania sueca), disse à SVT que foi interrogado pela polícia e recebeu ameaças de morte.
30 de janeiro de 2025 às 18:00
30 de janeiro de 2025 às 14:20
FOTO: REPRODUÇÃO
O chefe do Corpo de Bombeiros e Serviços Médicos de D.C, John Donnelly, informou que as autoridades acreditam que não há sobreviventes no acidente aéreo entre um avião comercial e um helicóptero militar que colidiram no ar em Washington, capital dos Estados Unidos, na noite desta quarta-feira (29). No total, 64 pessoas estavam no avião e três no helicóptero.
– Estamos agora em um ponto em que estamos mudando de uma operação de resgate para uma operação de recuperação. Neste ponto, não acreditamos que haja sobreviventes deste acidente – disse Donnelly em uma entrevista coletiva na manhã de quinta (30).
Até 11h da manhã desta quinta (pelo horário de Brasília, 9h pelo horário local), 28 corpos já tinham sido resgatados. De acordo com Donnelly, a operação de resgate após o acidente envolve “muito tato”, com o frio e os ventos fortes dificultando o trabalho dos cerca de 300 socorristas que vasculham a área do ocorrido.
– A área do acidente é um pouco espalhada, então temos muito trabalho a fazer. Todos nós estamos trabalhando juntos para vasculhar a área e encontrar todas as vítimas. Isso vai levar um pouco de tempo e podemos precisar de mais equipamentos – resumiu.
SOBRE O ACIDENTE
O voo 5342 da American Eagle, uma subsidiária regional da American Airlines, estava se aproximando do Aeroporto Ronald Reagan em Washington, D.C., vindo de Wichita, Kansas, quando, às 20h48 (horário local, 22h48 de Brasília), colidiu com um helicóptero militar Black Hawk que transportava três pessoas.
Segundo informou a American Airlines, o avião levava 60 passageiros e quatro tripulantes a bordo. Robert Isom, presidente-executivo da companhia, lamentou o ocorrido e disse que a empresa aérea está cooperando com as autoridades que investigam o acidente.
30 de janeiro de 2025 às 11:00
30 de janeiro de 2025 às 08:25
FOTO: EFE
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (29) uma ordem executiva determinando a deportação de estudantes universitários estrangeiros e outros não cidadãos que participaram de protestos pró-Palestina em campi universitários.
A medida, segundo a Casa Branca, faz parte de um pacote de ações para combater o antissemitismo no país.
De acordo com um informativo do governo, a ordem também instrui o Departamento de Justiça a intensificar o combate a crimes de ódio contra judeus americanos, incluindo processos rigorosos contra ameaças terroristas, vandalismo e atos de violência.
Além disso, Trump declarou que irá cancelar os vistos de estudantes identificados como simpatizantes do Hamas, movimento classificado como organização terrorista pelos EUA.
“A todos os estrangeiros residentes que se juntaram aos protestos pró-jihadistas, nós os colocamos em aviso: em 2025, nós os encontraremos e os deportaremos”, afirmou Trump em comunicado oficial. O presidente também criticou o que chamou de “infestação de radicalismo” nas universidades americanas.
Paralelamente, Trump anunciou que assinará uma ordem sobre liberdade de escolha escolar, visando cortar o financiamento de escolas públicas que adotam pautas como a teoria crítica da raça. O governo pretende redirecionar verbas para programas estaduais de bolsas de estudo para o ensino fundamental e médio, em incentivo à educação privada.
30 de janeiro de 2025 às 10:00
30 de janeiro de 2025 às 06:32
FOTO: AFP
Um avião com 60 passageiros caiu no rio Potomac, perto do Aeroporto Nacional Ronald Reagan, na região de Washington D.C., na noite desta quarta-feira. A Administração Federal de Aviação confirmou que um voo da American Airlines de Wichita, Kansas, colidiu no ar com um helicóptero militar enquanto se aproximava do aeroporto. Vídeos nas redes sociais mostram o momento do impacto das aeronaves.
Equipes de bombeiros, emergência e polícia, juntamente com outras agências parceiras, estão envolvidas em uma operação de busca e resgate no rio. “Não há informações confirmadas sobre vítimas neste momento”, disseram as agências. O jato de voos regionais (que estava operando como voo 5342 da American Airlines) foi identificado como modelo Bombardier CRJ700, com 65 assentos. De acordo com comunicado da companhia aérea, havia 60 passageiros e quatro tripulantes a bordo.
O presidente Donald Trump disse que está sendo “totalmente informado sobre o terrível acidente no Aeroporto Nacional Reagan” e reagiu: “Que Deus abençoe suas almas”, disse ele, em um comunicado. Nas redes sociais, Trump colocou em dúvida as causas do acidente.
O helicóptero envolvido era um UH-60 Black Hawk, de acordo com a FAA. Segundo um oficial do Exército, ouvido pelo New York Times, havia três pessoas a bordo. A aeronave estava operando em Fort Belvoir, na Virgínia, e estava realizando um voo de treinamento. A informação foi publicada no X pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, que classificou o acidente como “absolutamente trágico”.
Todas as decolagens e aterrissagens foram interrompidas no aeroporto, enquanto o pessoal de emergência respondia a um “incidente de aeronave”.
A previsão é de que o Aeroporto Nacional Ronald Reagan ficará fechado até as 11h desta quinta-feira (hora local), segundo informou John Potter, presidente da Autoridade Metropolitana de Aeroportos de Washington.
A preocupação das equipes de resgate é em localizar rapidamente possíveis sobreviventes que estejam na água. “Espera-se que as temperaturas caiam abaixo de zero na área de Washington, nesta noite”, disse o Serviço Nacional de Meteorologia. A hipotermia pode ocorrer entre 20min a 30 min em água fria, de acordo com o serviço meteorológico.
O último acidente fatal envolvendo uma companhia aérea comercial dos EUA foi o voo 3407 da Colgan Air, que caiu perto de Buffalo, matando 50 pessoas, em 12 de fevereiro de 2009. Já o acidente mais recente da American Airlines foi em novembro de 2001, quando um grande avião caiu no bairro de Belle Harbor, no Queens, matando 251 passageiros.
Kristi Noem, secretária de Segurança Interna, disse que seu departamento estava “implantando todos os recursos disponíveis da Guarda Costeira dos EUA para esforços de busca e resgate neste incidente horrível”.
30 de janeiro de 2025 às 09:15
30 de janeiro de 2025 às 06:24
FOTO: GETTY
Quase 1,5 milhão de pessoas têm uma sentença de deportação nos Estados Unidos, das quais 38 mil são brasileiras, segundo dados do Serviço de Imigração do país referentes a novembro de 2024 aos quais a Folha teve acesso.
Os dados constam de um documento do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas) e tratam apenas de cidadãos não americanos e que não estão presos. Esses números englobam indivíduos que feriram as leis de imigração dos EUA e que já tiveram o processo analisado por ao menos um juiz.
Pesquisa da Pew Research Center divulgada em julho passado aponta que, em 2022, eram cerca de 11 milhões os imigrantes em situação irregular nos EUA. Desse total, 230 mil saíram do Brasil -um salto em relação à década passada. O Itamaraty estima que havia no ano passado por volta de 2 milhões de brasileiros nos EUA, sem especificar o status legal desses cidadãos.
No ano passado, 1.859 imigrantes brasileiros foram deportados do território americano. Mesmo que tenham sido expulsos, ainda há formas de eles retornarem depois.
O advogado André Linhares, que atua em Miami com casos de imigração, explica que os 38 mil brasileiros nessa situação em tese podem ser detidos e expulsos do país. “Isso significa que eles já passaram por um processo de deportação e têm uma ordem de deportação formal”, diz.
O caso da deportação de imigrantes entrou em evidência na última sexta-feira (24), quando um grupo de 88 brasileiros deportados chegou a Manaus. Vídeos mostram que muitos deles estavam com algemas nas mãos e nos pés, o que iria contra o combinado entre Washington e Brasília. Vários deles relataram agressões e maus-tratos por parte dos americanos, além de más condições durante o voo, como ausência de ar condicionado e dificuldade para obter permissão de ir ao banheiro.
À Folha integrantes da chancelaria brasileira defenderam a atualização do acordo de deportação para tentar evitar que os imigrantes fiquem algemados quando desembarcam no Brasil, ao menos. Querem também que os EUA apurem as denúncias feitas nos últimos dias.
No mesmo documento em que consta o dado dos 38 mil brasileiros sob ordem de deportação, o serviço de imigração americano afirma que não há como listar todas as razões pelas quais não consegue remover do país pessoas com esse status legal.
A agência cita, porém, que os imigrantes conseguem buscar recursos contra a expulsão, como a solicitação de asilo ou a proteção pela Convenção Contra a Tortura, um tratado internacional adotado pela ONU em 1984 e ratificado por diversos países, incluindo o Brasil. Nesse caso, o ICE não consegue efetuar a deportação.
O órgão reclama ainda da falta de cooperação de países estrangeiros para levar adiante as deportações e enumera 15 nações, das quais o Brasil não faz parte.
“O governo dos EUA solicita que os governos estrangeiros tomem medidas apropriadas para confirmar a cidadania de não cidadãos [americanos] suspeitos de serem seus nacionais, o que inclui a realização de entrevistas, a emissão de documentos de viagem de maneira oportuna e a aceitação do retorno físico de seus nacionais por voos comerciais ou fretados agendados, de acordo com as diretrizes de remoção do ICE e/ou do governo estrangeiro”, diz o documento.
Trump prometeu fazer o maior processo de deportação em massa da história. Especialistas, porém, duvidam que ele vá conseguir expulsar todos que estão em situação irregular no país. Além das dificuldades operacionais, realizar uma remoção nesse nível geraria fortes impactos econômicos aos EUA.
Segundo o American Immigration Council, um grupo de defesa dos imigrantes, custaria US$ 315 bilhões (R$ 1,8 trilhão) para prender, deter e deportar todos as 13,3 milhões de pessoas que vivem nos EUA de forma ilegal ou sob um status temporário revogável.
Em seu primeiro mandato, o presidente dos Estados Unidos deportou 1,5 milhão de imigrantes.
30 de janeiro de 2025 às 03:07
30 de janeiro de 2025 às 05:12
FOTO: DIVULGAÇÃO
Não param de surgir vídeos e publicações, nas redes sociais, alertando que algumas personalidades da política norte-americana poderiam ser o anticristo, figura descrita na Bíblia como líder de um governo mundial.
Ao longo da história, papas, imperadores, presidentes dos Estados Unidos e grandes líderes já foram apontados como candidatos a esse papel. No entanto, tudo não passa de especulação.
Nos últimos séculos, nomes como Nero, Napoleão Bonaparte, Adolf Hitler, Joseph Stalin, Saddam Hussein e Muammar Gaddafi foram considerados possíveis anticristos devido a suas ações cruéis e destrutivas. Apesar disso, nenhum desses nomes foi amplamente aceito como a personificação bíblica do mal.
– De acordo com a Bíblia, o anticristo surgirá num período de desordem mundial, se tornará um grande e estimado líder e governará o mundo pelo poder de Satanás, até mesmo realizando sinais. Ele será adorado e perseguirá todos os que se opuserem a ele, apoiado pelo Falso Profeta – explica o teólogo Rodrigo Souza, autor do ebook Escatologia.
Vale lembrar, porém, que alguns teólogos defendem que o anticristo não será uma figura única, mas sim um sistema de oposição ao Evangelho e à Igreja.
Ainda assim, com o retorno de Donald Trump à Presidência dos EUA, novas teorias apontam para pessoas próximas a ele, como o bilionário Elon Musk, seu genro Jared Kushner e até seu filho caçula, Barron Trump. O debate reacendeu, mais uma vez, a curiosidade e as especulações sobre as profecias bíblicas a respeito do fim dos tempos.
JARED KUSHNER
Muitas teorias que encontramos na internet tentam dizer que Jared Kushner, genro de Donald Trump, é um possível anticristo. Isso acontece porque ele, com apenas 44 anos, tem forte influência política.
De descendência polonesa, há alguns mistérios que o rondam. Um deles foi comprar um prédio de número 666 na 5ª Avenida, em Nova Iorque.
A ligação da família Kushner com o judaísmo ortodoxo também levanta suspeitas. Inclusive, o casamento de Jared com Yanka Trump só foi possível após ela se converter ao judaísmo. Ela cresceu como membro da Igreja Presbiteriana.
DONALD TRUMP
Personalidade da mídia, apresentador e empresário bilionário. Poderia ser Donald Trump o anticristo?
Sempre que um novo presidente dos EUA é eleito, surgem com ele diversas teorias dizendo que ele será o personagem bíblico que enganará a muitos, promoverá a falsa paz e então será exposto como sendo o anticristo.
O motivo? Trump tem a simpatia de muitas pessoas, tem se mostrado um grande líder mundial com decisões firmes e ainda contribui com políticas favoráveis a Israel. Além disso, ele, assim como seu genro, tem parte do prédio da 5ª Avenida, em Nova Iorque, com o número 666.
ELON MUSK
Muitas teorias circulam na internet sugerindo que Elon Musk, o bilionário por trás de empresas como Tesla e SpaceX, seria o anticristo. A influência global e o status visionário que ele alcançou são alguns dos motivos que alimentam essas especulações.
Alguns apontam que empresas como a Tesla, vistas quase como objetos de adoração, e projetos como Neuralink, que conecta o cérebro humano a computadores, poderiam se alinhar simbolicamente à “besta” e ao “sinal” descritos nas Escrituras, sugerindo um controle social e econômico global.
Além disso, sua obsessão por colonizar Marte, planeta associado ao caos e à destruição da humanidade, levanta dúvidas sobre intenções que vão além da ciência e da sobrevivência humana e se conecta a elementos apocalípticos, reforçando a ideia de Musk como uma figura que se alinha a essas narrativas bíblicas.
BARRON TRUMP
Algumas teorias sugerem que Barron Trump, filho mais novo de Donald Trump, poderia ser o anticristo. Essas especulações surgem principalmente devido à sua ligação com uma família poderosa e à curiosidade em torno de sua figura, incluindo sua altura incomum para a idade: 2,01 metros.
Entre os argumentos usados está a ideia de que sua aparência e ascendência poderiam estar ligadas a elementos simbólicos, como os nefilins [gigantes], mencionados na Bíblia. Outros sugerem que, no futuro, ele poderia se encaixar nas descrições do Apocalipse.
A forma como Barron foi apresentado na posse de seu pai, em 20 de janeiro, também levantou suspeitas e alguns conspiracionistas dizem que, em 20 anos, o filho de Trump, que hoje tem 18 anos, pode ocupar o lugar de líder em um possível governo mundial.
EMMANUEL MACRON
Outro nome que frequentemente é apontado como o anticristo, nos debates rasos da internet, é o do presidente francês Emmanuel Macron.
As teorias apontam que a tradução do nome do político francês seria “O Grande Deus no Homem”. Além disso, ele foi eleito com 66,6% dos votos em 2017 (a porcentagem real foi 66,06%).
Vídeos com milhares de visualizações no YouTube também falam sobre a vida íntima do presidente, questionando até mesmo se o casamento dele com Brigitte Macron seria real, pois em Daniel 11:37 está escrito que o “rei mau da Síria não terá respeito aos deuses de seus pais, nem ao desejo de mulheres”. Em algumas versões, o texto diz que “ele não respeitará os deuses de seus pais, nem aos deuses de suas mulheres”.
BARACK OBAMA
Quando foi eleito ao seu primeiro mandato como presidente dos Estados Unidos, em 2008, Barack Obama também se tornou figura entre os teólogos da conspiração sobre o fim do mundo.
Um líder batista dos EUA foi um dos primeiros a dizer que Obama seria “a besta que veio do mar”, porque o político nasceu no Havaí.
As raízes muçulmanas da família do ex-presidente dos EUA também eram colocadas como evidências, assim como suas visões políticas liberais de esquerda.
30 de janeiro de 2025 às 03:03
29 de janeiro de 2025 às 16:13
FOTO: ILUSTRAÇÃO
A Coca-Cola Europacific Partners Belgium anunciou nessa segunda-feira (27/1) uma retirada significativa de seus produtos em diversos países europeus. Esta medida foi tomada após a detecção de um nível alarmante de clorato em seus produtos, que poderiam representar riscos potenciais à saúde. A mobilização envolve lotes que incluem bebidas populares como Coca-Cola, Sprite, Fanta, e outras.
Segundo O Globo, esta ação afeta principalmente países como Bélgica, Holanda, Alemanha, Reino Unido, França e Luxemburgo. A retirada diz respeito a embalagens de latas retornáveis e garrafas de vidro, indicando uma preocupação específica com os processos de produção em determinados lotes. Os consumidores estão sendo orientados a devolver os produtos adquiridos para obter reembolso.
Como a Presença de Clorato é uma Preocupação?
O clorato é um composto que pode aparecer em alimentos e bebidas como resultado de desinfetantes de cloro utilizados no tratamento da água. Em níveis elevados, pode representar um risco à saúde, especialmente em pessoas com deficiência de iodo. A Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar já havia ressaltado que uma exposição prolongada a este composto pode ser prejudicial, especialmente para grupos vulneráveis como crianças.
Embora a ingestão em uma ocasião única dos produtos envolvidos não deva ultrapassar os níveis recomendados de clorato, a decisão de retirar os produtos demonstra um compromisso com a segurança e a qualidade, refletindo a cautela das autoridades e da própria empresa com a saúde dos consumidores.
Por que a presença de clorato em refrigerantes é preocupante?
Toxicidade: A ingestão de altas doses de clorato pode causar danos à saúde, como problemas no sistema sanguíneo, tireoide e rins.
Exposição crônica: A exposição prolongada a pequenas quantidades de clorato também pode gerar preocupação, especialmente em grupos vulneráveis como crianças e pessoas com problemas de saúde pré-existentes.
Efeitos a longo prazo: Os efeitos a longo prazo da exposição ao clorato ainda estão sendo estudados, mas alguns estudos sugerem possíveis ligações com o desenvolvimento de doenças crônicas.
Como o clorato chega aos refrigerantes?
O clorato pode entrar na cadeia de produção de alimentos por diversas vias, como:
Tratamento da água: O uso de cloro para desinfectar a água pode levar à formação de clorato.
Contaminação de ingredientes: Alguns ingredientes utilizados na produção de alimentos podem estar contaminados com clorato.
Processamento de alimentos: O processo de produção de alimentos, incluindo refrigerantes, pode levar à formação de clorato em determinadas condições.
Quais Produtos da Coca-Cola Foram Afetados?
Os produtos afetados incluem diversas marcas conhecidas, como Coca-Cola, Sprite, Fanta, Fuze Tea, Minute Maid, Nalu e Royal Bliss. Estas bebidas compõem um lote específico, identificado pelos códigos de produção variando de 328 GE a 338 GE. A Coca-Cola Europacific Partners revelou que, embora já tenha retirado muitos dos produtos não vendidos das prateleiras, ainda estão em andamento esforços para retirar completamente os produtos restantes do mercado.
Os consumidores foram aconselhados a não consumir os produtos e, em vez disso, devolver qualquer item comprado aos pontos de venda para obter o reembolso completo. O alerta e as instruções visam garantir que o público não consuma inadvertidamente bebidas que possam conter níveis perigosos de clorato.
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