7 de fevereiro de 2025 às 13:00
7 de fevereiro de 2025 às 09:12
FOTO: ILUSTRAÇÃO
O governo dos Estados Unidos emitiu um alerta para os cidadãos norte-americanos que viajarão ao Brasil durante o Carnaval. Em um comunicado oficial, a Embaixada dos EUA no país recomendou que os turistas mantenham a vigilância durante as festividades, “para sua própria segurança”.
O documento aconselha os norte-americanos a evitarem andar sozinhos, especialmente à noite, manterem as janelas fechadas ao transitarem de veículo e a não usarem joias caras ou carregarem grandes quantias de dinheiro.
O Carnaval de 2025 está previsto para acontecer de 28 de fevereiro, uma sexta-feira, até 3 de março, uma segunda-feira.
O texto apresenta as orientações com a recomendação: “Encorajamos todos a considerarem as seguintes medidas para sua própria segurança.”
“Drogar e roubar”
Segundo a orientação, os norte-americanos devem evitar favelas em qualquer circunstância, mesmo durante festas de rua, e ficar atentos a golpes envolvendo drogas em encontros. “Criminosos visam estrangeiros através de aplicativos de namoro ou em bares antes de drogar e roubar suas vítimas. Não aceite bebidas de estranhos”.
Além dessas recomendações, o documento orienta que os norte-americanos “confiem em seus instintos, priorizem a segurança e viagem em pares ou grupos”.
7 de fevereiro de 2025 às 03:07
6 de fevereiro de 2025 às 18:00
FOTO: EFE
O governo do presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou, nesta quarta-feira (5), sua decisão de proibir os tratamentos e cirurgias de mudança de sexo para menores de 18 anos, que, até então, eram permitidos por uma lei aprovada pelo Congresso em 2012.
– O governo decidiu emendar a lei de identidade de gênero e proibir tratamentos hormonais e cirurgias de adaptação corporal em menores de 18 anos – informou o porta-voz presidencial, Manuel Adorni.
Ele lembrou que a Lei de Identidade de Gênero, aprovada em maio de 2012, permite que as pessoas se submetam a tratamentos hormonais e cirurgias para adaptar seu corpo ao gênero com o qual se identificam.
A lei permite essas práticas não apenas para adultos, mas também para menores de 18 anos, que devem ter a autorização dos pais, mas, se não a obtiverem, podem recorrer a um juiz.
– Essas intervenções às quais as crianças são expostas representam um sério risco para sua saúde, tanto física quanto mental, pois implicam uma interrupção em seu processo de amadurecimento. Além disso, em muitos casos, os efeitos desses tratamentos e cirurgias são irreversíveis -declarou Adorni.
O porta-voz afirmou ainda que “países pioneiros na mudança de sexo, como Reino Unido, Suécia, Finlândia e, recentemente, os EUA, estão voltando atrás, proibindo menores de idade de se submeterem a esses processos porque eles são considerados irreversíveis e têm consequências devastadoras a longo prazo”.
– Essa medida, longe de afetar um setor específico, visa garantir os melhores interesses da criança e proteger a integridade física e mental dos menores. É responsabilidade do Estado nacional garantir os direitos da criança, e esse é um passo nessa direção – acrescentou.
Em um comunicado, o governo argentino disse que “a ideologia de gênero levada ao extremo e aplicada em crianças pela força ou coerção psicológica constitui abuso infantil puro e simples”.
– As crianças não têm a maturidade cognitiva para tomar decisões sobre processos irreversíveis que, em muitos casos, envolvem a mutilação de órgãos saudáveis e provavelmente causarão infertilidade, problemas cardiovasculares e consequências catastróficas para a saúde mental – diz a nota.
Adorni também anunciou que o governo decidiu proibir as transferências de prisões com base na mudança de gênero, o que significa que “uma pessoa condenada que esteja em uma prisão masculina não poderá mais solicitar uma transferência para uma prisão feminina só porque se considera uma mulher”.
Ele afirmou que, no ano passado, na província central de Córdoba, “um homem condenado por um crime que incluía violência de gênero disse que se percebia como uma mulher e, depois de ser transferido para uma prisão feminina, abusou de outras detentas”.
– Este governo foi eleito para acabar com os privilégios e promover a igualdade perante a lei. Acabar com o abuso infantil envolto em uma agenda de gênero e acabar com a maldade dos criminosos são passos fundamentais nessa direção – diz o comunicado divulgado pelo governo.
6 de fevereiro de 2025 às 03:30
6 de fevereiro de 2025 às 04:08
FOTO: REPRODUÇÃO
O pesquisador Mike Benz,, ex-funcionário do Departamento de Estado dos Estados Unidos, denunciou influência política e interferência eleitoral da agência americana Usaid (United States Agency for International Development), nas eleições presidenciais do Brasil, em 2022, e outros países. A interferência foi ordenada durante o governo de Joe Biden (Democrata).
Mike afirma que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda seria presidente do país se não fossem essas interferências.
“A USAID declarou censura, uma guerra contra cada grupo populista, incluindo Bolsonaro. Se a USAID não existisse, Bolsonaro ainda seria presidente e o Brasil ainda teria uma internet livre e aberta. Foi a USAID que gastou dezenas de milhões de dólares do dinheiro do contribuinte financiando o impulso para obter projetos de desinformação”, destacou em um podcast nos EUA.
Benz destacou ainda que a USAID “atua como um braço de manipulação geopolítica, financiando ONGs, veículos de mídia e movimentos políticos alinhados aos interesses do establishment americano”.
De acordo com Mike, a estratégia já aplicada em diversos países da América Latina, injeta recursos em organizações alinhadas a um determinado espectro ideológico, minando governos e candidatos que não se curvam aos interesses globalistas.
6 de fevereiro de 2025 às 03:01
5 de fevereiro de 2025 às 17:55
FOTO: DIVULGAÇÃO/EFE
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que “a cocaína não é pior que o uísque” e questionou a ilegalidade da droga. Segundo ele, a proibição da substância se dá por razões geopolíticas.
“A cocaína é ilegal porque é feita na América Latina, não porque é pior que o uísque. Os cientistas estão analisando isso ”, declarou durante reunião do Conselho de Ministros, transmitida ao vivo pela televisão colombiana na tarde de terça-feira, 4.
Petro ainda argumentou que drogas como o fentanil — responsável por uma crise na saúde pública dos Estados Unidos — não enfrentam as mesmas restrições.
Na análise de Petro, a liberação do consumo de cocaína poderia ser um caminho para desmantelar o narcotráfico global, pois a regulamentação da substância poderia gerar recursos que seriam investidos em campanhas de conscientização de jovens colombianos.
A fala gerou resistência interna e externa. Na própria reunião, ministros expressaram divergências em relação ao posicionamento do chefe de Estado.
5 de fevereiro de 2025 às 11:45
5 de fevereiro de 2025 às 08:11
FOTO: REUTERS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira, 4, que os Estados Unidos vão assumir o controle da Faixa de Gaza. A declaração foi dada pelo republicano durante uma entrevista coletiva com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
“Os EUA vão tomar conta da Faixa de Gaza, e nós faremos um trabalho nela também”, disse Trump. “Nós a teremos e seremos responsáveis por desmantelar todas as bombas perigosas e inexploradas e outras armas no local.”
“Nivele o local e livre-se dos prédios destruídos, nivele-o, crie um desenvolvimento econômico que fornecerá um número ilimitado de empregos e moradias para as pessoas da área”, disse o republicano. “Faça um trabalho de verdade. Faça algo diferente. Simplesmente não dá para voltar atrás. Se você voltar, vai acabar do mesmo jeito que tem sido por 100 anos.”
Netanyahu é o primeiro líder mundial a se reunir com Trump na Casa Branca desde que o presidente americano assumiu o mandato.
Durante a coletiva, o republicano disse que via os Estados Unidos em uma “posição de propriedade de longo prazo” da área, o que provavelmente traria estabilidade ao Oriente Médio.
“Vejo isso trazendo grande estabilidade para aquela parte do Oriente Médio e talvez para todo o Oriente Médio”, disse Trump. “E todos com quem falei — esta não foi uma decisão tomada levianamente — amam a ideia dos Estados Unidos possuírem aquele pedaço de terra, desenvolvendo e criando milhares de empregos. Ninguém pode imaginar isso, porque tudo o que eles veem é morte, destruição e escombros.”
Netanyahu, por sua vez, afirmou aos jornalistas que a medida tem como objetivo “garantir que Gaza nunca mais represente uma ameaça a Israel”.
“O presidente Trump está levando isso a um nível muito mais alto”, disse o primeiro-ministro israelense. “Ele vê um diferente – ele vê um futuro diferente para aquele pedaço de terra que tem sido o foco de tanto terrorismo, tantos, tantos ataques contra nós, tantos, tantos julgamentos e tantas tribulações. Ele tem uma ideia diferente, e acho que vale a pena prestar atenção nisso.”
Trump e Netanyahu debateram sobre cessar-fogo
A reunião dos líderes na Casa Branca incluiu discussões sobre o atual acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas, o domínio do Irã no Oriente Médio e o reassentamento de moradores de Gaza em outros países.
“Em nossas reuniões de hoje, o primeiro-ministro e eu focamos no futuro, discutindo como podemos trabalhar juntos para garantir que o Hamas seja eliminado e, finalmente, restaurar a paz em uma região muito problemática”, disse Trump. “Tem sido problemático, mas o que aconteceu nos últimos quatro anos não foi bom.”
Trump afirmou ainda que a Faixa de Gaza se tornou “um símbolo de morte e destruição por muitas décadas e muito ruim para as pessoas em qualquer lugar próximo dela”.
“Não deveria passar por um processo de reconstrução e ocupação pelas mesmas pessoas que realmente estiveram lá, lutaram por ela, viveram lá, morreram lá e viveram uma existência miserável lá”, acrescentou.
Durante a coletiva de imprensa, Netanyahu elogiou a capacidade de Trump de “pensar fora da caixa”.
“Sua disposição de furar o pensamento convencional, o pensamento que falhou uma e outra e outra vez, sua disposição de pensar fora da caixa com novas ideias, nos ajudará a atingir todos esses objetivos”, disse o líder israelense.
“E eu já vi você fazer isso muitas vezes”, acrescentou. “Você vai direto ao ponto. Você vê coisas que os outros se recusam a ver. Você diz coisas que os outros se recusam a dizer, sabe. E depois que os queixos caem, as pessoas coçam a cabeça e dizem: ‘Sabe, ele está certo.’”
Netanyahu afirmou ainda que uma possível vitória de Israel no conflito também seria uma vitória para os Estados Unidos.
“A vitória de Israel será a vitória da América”, disse Netanyahu. “Não venceremos apenas a guerra trabalhando juntos, venceremos a paz. Com sua liderança, senhor presidente, e nossa parceria, acredito que forjaremos um futuro brilhante para nossa região e levaremos nossa grande aliança a patamares ainda maiores.”
5 de fevereiro de 2025 às 09:15
5 de fevereiro de 2025 às 05:23
FOTO: DIVULGAÇÃO
No vasto vazio do espaço, asteroides flutuam pela escuridão como resquícios do nascimento caótico do sistema solar. A maioria permanece distante, suas órbitas bloqueadas longe da Terra. Mas, de vez em quando, um deles aparece no radar dos astrônomos, levantando questões sobre sua jornada, sua trajetória e a remota, mas sempre presente, possibilidade de impacto.
Recentemente, um visitante assim foi descoberto. Dada a designação 2024 YR4, ele nada mais é do que um fragmento de rocha espacial, porém sua presença atraiu a atenção de alguns dos observatórios mais avançados do mundo. Telescópios rastreiam seu movimento, computadores refinam seu curso previsto e cientistas analisam os números com precisão e cautela.
Um intruso cósmico
Um asteroide recém-descoberto, chamado 2024 YR4, deixou os astrônomos em alerta devido à sua chance de 1,2% de atingir a Terra em 22 de dezembro de 2032. Embora a probabilidade seja baixa, os cientistas estão monitorando de perto sua trajetória.
Embora o asteroide tenha uma pequena chance de impacto, é muito mais provável (99% para ser exato) que ele passe com segurança pela Terra. Observações futuras ajudarão a refinar essas probabilidades e potencialmente descartar o risco completamente.
O tamanho importa
Estima-se que o asteroide tenha entre 40 e 100 metros de largura. Uma rocha desse tamanho, se atingisse, poderia causar danos regionais severos, semelhantes aos impactos de asteroides anteriores que ocorrem a cada poucos milhares de anos.
5 de fevereiro de 2025 às 09:00
5 de fevereiro de 2025 às 05:20
FOTO: DIVULGAÇÃO
O governo dos Estados Unidos realizou um teste inédito com a arma a laser da Marinha do país, conhecida como Helios, no último ano. A informação foi divulgada em um relatório anual de testes, divulgado no último dia 31 de janeiro.
De acordo com o documento, a arma futurista foi testada contra um drone em movimento. Ela foi disparada do navio USS Preble, um destróier de guerra.
Na imagem divulgada pela Marinha norte-americana é possível ver um feixe de luz muito forte, que lembra armas dos filmes de ficção científica, saindo da embarcação. O momento foi capturado com o auxílio de câmeras infravermelhas.
Segundo o relatório, a Helios conseguiu atingir com sucesso o alvo. Maiores detalhes sobre o teste, como data ou resultados, não foram informados pela Marinha.
5 de fevereiro de 2025 às 08:45
5 de fevereiro de 2025 às 05:18
FOTO: GETTY
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um memorando para restabelecer uma política de “pressão máxima” contra o Irã nesta terça-feira (4). O objetivo é evitar que o país consiga desenvolver sozinho uma arma nuclear.
O presidente afirmou que teve dúvidas sobre o memorando, mas que resolveu assiná-lo mesmo assim. Por outro lado, Trump disse que deseja fechar um acordo com o Irã e confirmou que pretende conversar com o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian.
“É muito duro para o Irã”, afirmou. “Espero que não tenhamos que usá-lo muito.” O memorando, na prática, ordena que o secretário do Tesouro dos EUA imponha “pressão econômica máxima” sobre o Irã, incluindo sanções contra o país e aliados.
Trump declarou que o Irã está muito próximo de conseguir desenvolver uma arma nuclear. O presidente disse que pode bloquear a venda de petróleo iraniano para outras nações como forma de pressão.
Ao assinar a ordem, Trump afirmou ter instruído as autoridades dos Estados Unidos a destruir o Irã caso o país execute um plano para assassiná-lo. Uma tentativa de retaliação também poderá gerar uma resposta norte-americana.
Em novembro do ano passado, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelou que agentes iranianos montaram um suposto complô para assassinar Trump.
Segundo os investigadores, um dos suspeitos teria sido encarregado por um funcionário do governo do Irã de planejar o assassinato antes das eleições presidenciais de 2024.
A operação teria como objetivo vingar a morte do general iraniano Qassem Soleimani, assassinado em 2020 em um ataque dos EUA. À época, a operação foi ordenada por Trump, que estava em seu primeiro mandato como presidente. Na semana passada, o Irã afirmou que um novo ataque dos Estados Unidos ao país seria um erro que levaria a uma “guerra total”.
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