12 de fevereiro de 2025 às 03:03
11 de fevereiro de 2025 às 18:14
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As autoridades alimentares norte-americanas mandaram retirar do mercado um lote de batatas fritas da marca Lay’s que contem um ingrediente que pode ser fatal, escreve o Daily Mail.
De acordo com a agência federal Food and Drug Administration [FDA], trata-se de uma série das batatas Lay’s Classic, que foram distribuídas em Oregon e em Washington.
Em causa, está o facto de estes pacotes conterem leite não declarado. Note-se que 4,9 milhões de americanos sofrem de alergia ao leite – sendo esta uma das alergias mais comuns entre as crianças.
O aviso da agência federal de saúde dos EUA refere que este é um alerta do TIPO I, que se refere a “uma situação em que há uma grande probabilidade do uso ou exposição ao produto possa causar reações secundárias adversas ou até a morte”.
11 de fevereiro de 2025 às 03:13
11 de fevereiro de 2025 às 04:35
FOTO: DIVULGAÇÃO
Um voo da American Airlines decolou com mais de quatro horas de atraso por causa do nome da rede de Wi-fi de um passageiro. A aeronave 2863, que partiu de Austin, no Texas, com destino a Charlotte, na Carolina do Norte, foi evacuada porque o nome da rede era “Eu tenho um bomba”.
Passageiros já estavam prontos para embarcar, quando foram informados que precisariam sair do avião e aguardar no portão de embarque. A polícia também decidiu retirar a bagagem de dentro da aeronave para revistar as malas novamente em busca de explosivos.
Segundo o site Daily Mail, as autoridades chegaram a chamar a atenção de quem estava a bordo, pedindo que o passageiro responsável pela rede de Wi-fi se identificasse: “Se isso é uma piada, por favor, levante a mão agora, porque podemos lidar com essa brincadeira de forma diferente, do que se tivermos que fazer uma investigação completa do que está acontecendo aqui”. Como ninguém se manifestou, foi necessário retirar todos do avião e revistar tudo outra vez.
Apesar do atraso de quase cinco horas, o avião embarcou normalmente, e o responsável pela rede de Wi-fi não foi identificado, o que irritou ainda mais os passageiros que queriam fazer a viagem no tempo previsto.
Em 2014, um incidente semelhante aconteceu em Londres quando um ponto de acesso foi salvo com o nome ‘Al-Quida Free Terror Network’ (Rede Al-Quida de Terror Livre, em português). Na época, a situação causou um atraso ainda maior, de 17 horas no voo. Na ocasião, passageiros precisavam até passar a noite em hotéis até que o voo fosse liberado.
11 de fevereiro de 2025 às 03:12
11 de fevereiro de 2025 às 04:31
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cumpriu, nesta segunda-feira (10/2), promessa feita nesse domingo (9/2) e seu governo passará a taxar em 25% todas as importações norte-americanas de aço e alumínio.
A decisão de Trump afeta diretamente o Brasil, que atualmente é um dos principais fornecedores de aço para os EUA. A Ordem Executiva foi assinada por Trump no fim da tarde desta segunda, nos Estados Unidos.
“Qualquer aço que entrar nos Estados Unidos terá uma tarifa de 25%”, declarou o presidente republicano, aos repórteres que o acompanhavam no avião presidencial.
As maiores fontes de importações de aço dos EUA são Canadá, Brasil e México, seguidos pela Coreia do Sul e Vietnã, de acordo com dados do governo e do American Iron and Steel Institute.
Brasil atingido
Por uma grande margem, o Canadá é o maior fornecedor de metal de alumínio primário para os EUA, respondendo por 79% do total de importações nos primeiros 11 meses de 2024. O México é um grande fornecedor de sucata de alumínio e liga de alumínio.
Segundo dados do Departamento de Comércio americano, o Brasil é o terceiro maior fornecedor de aço para o país, ficando atrás apenas de Canadá e México.
Durante seu primeiro mandato presidencial, entre 2017 e 2021, Trump chegou a adotar tarifas para as importações de aço e alumínio. Os exportadores do setor chegaram a anunciar demissões no Brasil, mas, o presidente norte-americano voltou atrás e a cobrança de impostos foi cancelada.
Na conversa com os jornalistas, o líder norte-americano ainda revelou que deve anunciar “tarifas recíprocas” contra países que taxam as importações dos EUA.
Reações no mundo
A implementação de tarifas por Trump foi amplamente criticada e provocou reações voláteis do mercado e medo de mais por vir. Pequim apresentou uma queixa à Organização Mundial do Comércio (OMC), mas, de resto, foi silenciosa em sua resposta.
As tarifas impostas por Trump estão muito abaixo do nível que ele havia ameaçado durante a campanha eleitoral, e analistas disseram que a China estava preparada para elas.
As ações de Pequim — que também incluem investigações sobre várias empresas dos EUA, incluindo o Google — foram vistas por analistas como comedidas e permitindo espaço para negociação.
UE promete represália
Em meio a uma reação mais ampla contra a mão pesada econômica de Trump, o presidente francês Emmanuel Macron alertou em uma entrevista transmitida nesse domingo que estava disposto a ir “frente a frente” em tarifas com o presidente dos EUA. “Já fiz isso e farei (sic) novamente.”
Macron disse que a UE não deve ser uma “prioridade máxima” para os EUA, dizendo: “A União Europeia é seu primeiro problema? Não, acho que não. Seu primeiro problema é a China, então você deve se concentrar no primeiro problema.”
Macron disse que as tarifas prejudicariam as economias europeias, mas também os EUA, dado o nível de laços econômicos. “Isso significa que se você colocar tarifas em muitos setores, isso aumentará os custos e criará inflação nos EUA. É o que seu povo quer? Não tenho tanta certeza”, ressaltou ele.
Ele disse que a UE deve estar pronta para reagir às ações dos EUA, mas enfatizou que o bloco de 27 nações deve principalmente “agir por nós mesmos”. “É por isso que, para mim, a principal prioridade da Europa é a agenda de competitividade, é a agenda de defesa e segurança, é a ambição da IA, e vamos rápido por nós mesmos.
“Se, enquanto isso, tivermos [um] problema de tarifa, discutiremos e consertaremos.”
11 de fevereiro de 2025 às 03:02
11 de fevereiro de 2025 às 03:56
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Na última sexta-feira 7, um grupo de 111 brasileiros e brasileiras chegou ao Brasil, após ação do governo dos Estados Unidos, que os deportou. A lista com o quantitativo e o perfil dos repatriados foi disponibilizada pelo governo norte-americano cerca de cinco horas antes da chegada ao Brasil.
No voo desta sexta-feira, não há registros de passageiros sob alerta da Interpol. Portanto, sem registro de atividades consideradas ilegais.
Dados da Polícia Federal mostram que a maioria dos repatriados são jovens: oito pessoas têm até 10 anos de idade; 11 têm entre 11 e 20 anos; 38 têm entre 21 e 30 anos; e 33 estão na faixa etária dos 31 a 40 anos. Apenas 17 têm entre 41 a 50 anos e quatro têm 51 anos ou mais, sendo o mais velho do grupo com 53 anos de idade.
Das 111 pessoas, 85 são homens – dos quais 71 estavam desacompanhados – e apenas 26 são mulheres – das quais 12 estavam desacompanhadas. Cerca de 25% (28 pessoas) do grupo veio em núcleo familiar.
Governo acompanha chegada dos repatriados
Uma equipe composta por 12 profissionais entre médicos, enfermeiros, psicólogos e sanitaristas realizaram um total de 173 atendimentos aos 111 brasileiros que desembarcaram em Fortaleza. A equipe compõe a Força Nacional do SUS. Equipes do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania complementaram a ação, prestando atendimento em questões jurídicas e de encaminhamento aos demais serviços públicos que os repatriados venham a precisar.
Assim que desembarcaram no Aeroporto Internacional de Fortaleza Pinto Martins, os passageiros foram acolhidos em uma estrutura organizada em três eixos: a equipe de acolhimento, responsável por dar as boas-vindas; a equipe de urgência e emergência, posicionada estrategicamente para atender casos imediatos; e a equipe de atendimento psicossocial.
Durante a operação, foram realizados 126 atendimentos psicossociais, 32 atendimentos assistenciais e 15 atendimentos em saúde mental . As principais ocorrências incluíram cefaleia, crise hipertensiva e apoio psicossocial.
Criada para atuar em situações emergenciais, a FN-SUS tem se destacado em operações de repatriação e atendimento a populações em situação de vulnerabilidade. Com experiência acumulada em crises humanitárias, a equipe responde de forma rápida e eficaz, assegurando que todos os brasileiros retornem ao país com dignidade e recebam os cuidados necessários.
Ajuda dos estados
O Governo Federal e a Secretaria de saúde local organizou um esquema de recepção e apoio em Fortaleza e Belo Horizonte, com base na experiência acumulada em operações anteriores de repatriação. Além do suporte do Ministério da Saúde, por meio da FN-SUS, a Polícia Federal conduziu operação especial para os procedimentos migratórios e de segurança aeroportuária.
Em articulação com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, a equipe do Posto Avançado de Atendimento Humanizado ao Migrante (PAAHM), instalado no Aeroporto de Fortaleza, foi mobilizada para receber os brasileiros repatriados. O PAAHM é um serviço oferecido pela Secretaria dos Direitos Humanos do Ceará (SEDIH), com atendimento multidisciplinar para agilizar os procedimentos migratórios. Uma equipe do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania também esteve presente para reforçar o acolhimento.
Escala
Em Belo Horizonte, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania criou um Posto de Acolhimento aos Repatriados, oferecendo acesso gratuito à internet, carregadores de celular e canais para contato com familiares, além de orientação sobre serviços públicos de saúde, assistência social e trabalho.
A Secretaria da Diversidade do Ceará também esteve presente na recepção a pedido da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ para atender uma mulher transgênero e seu marido.
O pouso na capital do Ceará representa uma redução do tempo de restrição física dos repatriados. A medida subtraiu em cinco horas a chegada ao Brasil, reduzindo o período em que os brasileiros permanecem algemados e acorrentados pelos pés durante o transporte.
Trabalho conjunto
A ação interministerial inclui os Ministérios dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), das Relações Exteriores (MRE), da Justiça e Segurança Pública, da Saúde (MS) e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). A Polícia Federal também participa da ação.
Nos dois aeroportos, a PF realizou operação especial para a realização de procedimentos migratórios e de segurança aeroportuária.
11 de fevereiro de 2025 às 03:00
11 de fevereiro de 2025 às 03:54
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“Vi meu filho lutando por seu último suspiro”, diz Anna Nikolin-Caisley. “Ele entrou em agonia.”
Anna diz acreditar que o filho mais novo, Vlad, de 17 anos, foi “encorajado” a tomar veneno por usuários de um grupo online “pró-suicídio” que ainda está ativo no Reino Unido, apesar dos inúmeros apelos para que seja banido.
A família de Vlad decidiu revelar os detalhes angustiantes de sua morte no condado de Hampshire, na Inglaterra, em maio de 2024, como um alerta para outras pessoas.
O governo afirmou que as plataformas vão precisar remover o conteúdo ilegal de suicídio e automutilação quando novas regras entrarem em vigor neste ano como parte da Lei de Segurança Online.
Mas a instituição beneficente Samaritans diz não acreditar que a nova lei seja suficiente.
Eram 2h40 da manhã do dia 7 de maio quando Anna foi acordada subitamente pelo filho adolescente Vlad gritando: “Mamãe! Chama um médico!”.
Na sequência ele gritou o nome de um veneno, e a hora em que havia tomado.
“Não sei qual é a substância”, lembra Anna. “Mas ele mudou de ideia e veio me pedir ajuda para salvá-lo.”
O pai de Vlad, Graham Caisley, contou como o filho deve ter subido as escadas cambaleando, antes de desabar no chão do quarto.
“As mãos dele estavam todas fechadas, e ele estava tremendo”, diz Graham. “Era simplesmente um estado de pânico.”
“Foi violento, foi repentino”, acrescenta a mãe, explicando que o filho sofreu várias convulsões. “Ele estava lutando pela vida – não consigo nem começar a imaginar o terror pelo qual ele passou.”
Minutos depois, Graham estava de joelhos realizando reanimação cardiopulmonar (RCP) no filho, orientado por paramédicos no viva voz do telefone.
“Eu estava apenas fazendo o que podia para tentar salvar a vida do meu filho”, diz Graham, com lágrimas nos olhos. “Foi simplesmente terrível.”
As imagens gravadas pelas câmeras corporais usadas pela polícia revelam o caos e a carga emocional enquanto as equipes de emergência tentavam sem sucesso salvar a vida do jovem.
Após a morte de Vlad, sua família ficou chocada ao descobrir que ele estava compartilhando seus “momentos sombrios” com pessoas online. A mãe diz que era uma comunidade “bastante secreta” e a descreve como um culto “pró-suicídio”.
Os detetives encontraram um “kit de suicídio” na casa da família em Southampton com venenos, pílulas e outras coisas que Vlad havia comprado depois de entrar no grupo de bate-papo.
“Ele foi informado sobre onde comprar essas coisas, e o que comprar”, afirmou o detetive Chris Barrow, da polícia de Hampshire. “Portanto, sem o site, Vlad não teria sido capaz de reunir esse conjunto de itens e ingredientes para tirar a própria vida.”
Depois de uma infância feliz, Vlad começou a se retrair no início da adolescência e, mais tarde, foi diagnosticado com autismo, depressão e ansiedade. Na época da sua morte, ele estava sendo tratado por profissionais de saúde mental e também havia desenvolvido uma condição neurológica dolorosa.
A família diz ter observado sua saúde mental melhorar quando ele começou a sair com amigos e viajar. Mas as irmãs mais velhas de Vlad, Masha e Mia, dizem que, embora ele estivesse muito melhor, ainda estava vulnerável quando tirou a própria vida.
“Mesmo que as pessoas que usam esse fórum estejam em dificuldade, ninguém conhecia meu irmão bem o suficiente para tomar qualquer decisão sobre a vida dele”, afirma Masha.
Mia, que trocou mensagens com moderadores do site, descreve a plataforma como uma “câmara de eco” que pode “levar as pessoas ao limite”. “Há um aliciamento quase definitivo acontecendo”, diz ela.
A BBC passou anos investigando o fórum online do qual Vlad era membro. Ele agora tem mais de 50 mil membros no mundo todo, e a família de Vlad quer que ele seja derrubado ou bloqueado.
Por coincidência, Vlad havia encomendado veneno de um vendedor ucraniano pouco antes de a BBC identificá-lo em uma reportagem.
Mas Vlad não tomou esse veneno. A substância química que ele acabou ingerindo foi encomendada da Polônia e havia sido rotulada incorretamente, possivelmente para passar pela alfândega.
O ‘caminho da morte’
Após sua morte, a família leu todas as postagens e trocas de mensagens de Vlad no fórum. Eles contam como a situação parece ter “escalado lentamente”.
“Depois, há bate-papos privados, e você é conduzido pelo caminho da morte. Qualquer pessoa pode se deparar com ele. Uma criança pode se deparar com isso. Não há controle”, adverte Anna, mãe de Vlad.
“As pessoas que venderam o veneno, as pessoas que o encorajaram, como isso é legal?”, questiona.
“Eles estão vivos”, diz Graham, pai de Vlad, “nosso filho está morto”.
A investigação policial sobre a morte de Vlad, para determinar se algum crime foi cometido, está em andamento.
O site está sediado na América do Sul e hospedado em um servidor nos Estados Unidos. Com leis diferentes em países diferentes, o dano online é notoriamente difícil de ser policiado.
Dados do Instituto Nacional de Estatísticas britânico (ONS, na sigla em inglês) mostram que os suicídios na Inglaterra e no País de Gales aumentaram em 10% nos últimos seis anos. Embora ainda seja raro que menores de 25 anos se matem por envenenamento, o número de jovens que optam por acabar com suas vidas desta forma está aumentando mais rápido do que o de pessoas mais velhas.
“O suicídio devasta as famílias. Encorajar intencionalmente o suicídio ou a automutilação grave de outra pessoa é ilegal”, disse um porta-voz do governo.
“Quando a Lei de Segurança Online for totalmente implementada, as plataformas vão ter que remover esse conteúdo ilegal sobre suicídio e automutilação, além de impedir que as crianças vejam material prejudicial relacionado a suicídio, mesmo quando estiver abaixo do limiar criminal.”
“As empresas não devem esperar que as leis entrem em vigor —elas precisam tomar medidas eficazes para proteger todos os usuários agora.”
Julie Bentley, CEO da Samaritans, afirma que os apelos da instituição beneficente para que sites menores sejam tratados com a mesma severidade que plataformas maiores foram “completamente ignorados”.
“O conteúdo legal, mas prejudicial, precisa ser estritamente regulamentado tanto para adultos quanto para crianças”, diz ela, pedindo ao governo e ao Ofcom, órgão regulador britânico de mídia, que tomem uma atitude “antes que seja tarde demais”.
O Ofcom disse à BBC que, a partir de julho, os sites terão “o dever de proteger as crianças de conteúdos prejudiciais sobre automutilação e suicídio, mesmo que não sejam ilegais”.
“Quando esses deveres entrarem em vigor, vamos ser capazes de usar toda a extensão de nossos poderes de aplicação da lei contra qualquer serviço que não cumpra seus deveres”, acrescentou.
10 de fevereiro de 2025 às 16:45
10 de fevereiro de 2025 às 13:48
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Neste domingo (9), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma proclamação que altera o nome do Golfo do México para Golfo da América. A medida determina a mudança na nomenclatura em todos os mapas do governo, mas outros países não são obrigados a seguir a determinação.
O documento foi assinado a bordo do Air Force One, o avião da presidência dos EUA, enquanto a aeronave sobrevoava o golfo, a caminho de Nova Orleans para o Super Bowl.
A intenção de trocar o nome já havia sido anunciada pelo republicano antes mesmo da posse, no mês passado.
10 de fevereiro de 2025 às 11:30
10 de fevereiro de 2025 às 08:41
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O presidente dos Estados Unidos Donald Trump voltou a fazer declarações sobre a Faixa de Gaza e, desta vez, expressou o desejo de “comprar e possuir” o enclave palestino, lar de mais de 2 milhões de pessoas. A nova declaração polêmica aconteceu neste domingo (9/2), enquanto o presidente dos Estados Unidos viajava para assistir o Super Bowl LIX.
Ameaças contra Gaza
Há alguns dias, Trump tem falado em expulsar os palestinos da Faixa de Gaza e enviá-los para alguns países do Oriente Médio, como a Jordânia e o Egito. O presidente dos EUA chegou a falar em ocupar o enclave palestino durante encontro com Netanyahu.
A Casa Branca chegou a negar as declarações polêmicas de Trump. Contudo, o presidente norte-americano vem repetindo que planeja intervir na região. A bordo do Força Aérea Um, o avião presidencial dos EUA, Trump ainda falou que parte do território de Gaza pode ser distribuído para alguns países do Oriente Médio.
“Estou comprometido em comprar e possuir Gaza e posso dar partes dela a outros países do Oriente Médio para reconstruir”, declarou Trump para a imprensa que acompanhava a viagem presidencial.
Segundo o presidente norte-americano, o objetivo é transformar a Faixa de Gaza em um lugar “privilegiado para o desenvolvimento futuro”. “Eu me importarei com os palestinos e garantirei que eles não sejam mortos”, declarou.
Anteriormente, Trump havia sugerido a Jordânia e o Egito como possíveis destinos para pessoas expulsas de Gaza. Os dois governos, no entanto, rejeitar as posições do líder norte-americano. Na próxima terça-feira (11/2), o presidente dos EUA tem um encontro marcado com o rei da Jordânia, Abdullah II.
Enquanto voava para acompanhar a final da NFL em Nova Orleans, o presidente norte-americano disse que também pretende se reunir com os líderes da Arábia Saudita e do Egito com a expectativa de que negociações sobre a “limpeza” de Gaza avancem. Ele, contudo, não indicou quando os encontros acontecerão.
10 de fevereiro de 2025 às 11:00
10 de fevereiro de 2025 às 08:38
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O que parecia só um prato antigo, pode render para um americano uma bolada em dinheiro. Isso porque John Carcerano comprou o item de porcelana em um brechó em Illinois, nos Estados Unidos, por US$ 4,99 (cerca de R$ 30 na cotação atual). Quando foi pesquisar no Google, descobriu que era uma porcelana chinesa rara, que ela vale US$ 5 mil (pouco mais de R$ 28 mil).
Carcerano compra e vende antiguidades há 35 anos, mas após ficar doente em 2023 e ficar sem trabalhar por oito meses, passou a frequentar por mais tempo brechós locais. “Às vezes, passo algumas horas esperando os carrinhos saírem. Acho que é melhor pegá-los quando saem pela primeira vez porque, quando chegam às prateleiras, a maioria das coisas boas já acabou”, afirmou.
Ele aponta que visita a mesma loja há cerca de um ano e meio, acreditando que a proximidade do local a um bairro mais rico nos subúrbios ao norte de Chicago aumentava suas chances de encontrar itens valiosos. A descoberta ocorreu em outubro do ano passado, mas ele quase a perdeu, pois estava escondido sob um prato moderno. Segundo disse à Newsweek, a peça é do século XVIII.
“Às vezes, é preciso cavar um pouco, mas eu fiz uma pesquisa no Google Lens e encontrei um que tinha sido vendido exatamente como ele por US$ 4.400 (cerca de R$ 26 mil) e eu sabia em cinco minutos que tinha algo valioso. Apenas dois desses foram vendidos nos últimos 50 anos de história de leilões”, esclareceu.
Um especialista da casa de leilões Sotheby’s – além de outros estabelecimentos famosos – comprovou a veracidade da peça, e a descreveu como “bandeja retangular chanfrada heráldica chinesa de exportação” do período Qianlong da dinastia Qing, datada por volta de 1755. O item é “decorado com o brasão de Mendes da Costa” e tem um valor estimado entre US$ 4.000 e US$ 6.000. Sua descoberta está prestes a ser vendida no leilão da Sotheby’s em Nova York em junho.
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