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Categoria: Mundo

‘Ele precisa aprender a falar de novo’, diz cardeal sobre Papa Francisco

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Internado há mais de um mês no Hospital Policlínico Agostino Gemelli, em Roma, para tratar de uma pneumonia, o papa Francisco terá de lidar agora com a reabilitação. De acordo com prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal Víctor Manuel Fernández, o pontífice terá de “aprender a falar de novo”.

“O Papa está muito bem, mas o oxigênio de alto fluxo seca tudo, então ele precisa aprender a falar de novo”, disse Fernández, nesta sexta-feira (21), durante o lançamento de um livro sobre o papa em Roma. “Ele pode voltar, mas os médicos querem ter 100% de certeza, porque ele acha que deve se dedicar totalmente aos outros, e não a si mesmo”, completou o cardeal argentino.

Fernández reforçou que não acredita na possibilidade de renúncia do papa Francisco, que está com 88 anos de idade. “Não acredito, de verdade. Isso não”.

Melhora confirmada pelo Vaticano

O papa Francisco deixou de usar uma máscara de oxigênio, anunciou o Vaticano nesta quarta-feira (19), acrescentando que as condições clínicas do pontífice, de 88 anos, estão “melhorando” depois de mais de um mês de hospitalização.

“Confirma-se que as condições clínicas do santo padre estão melhorando”, escreveu o Vaticano em um boletim médico, que agora é publicado esporadicamente em vez de diariamente, dada a sua melhora.

Foi “suspensa a ventilação mecânica não invasiva e também foi reduzida a necessidade de oxigenoterapia de alto fluxo”, indicou, acrescentando que há progressos na fisioterapia motora e respiratória do papa.

A pneumonia de Francisco não foi “eliminada”, mas está “sob controle”, segundo a assessoria de imprensa do Vaticano. Após uma série de crises, a respiração do pontífice melhorou na última semana e o Vaticano declarou na segunda-feira que ele estava passando “breves momentos” sem fornecimento de oxigênio.

AFP

Elon Musk acusa ativistas de esquerda de planejar matá-lo

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Elon Musk afirmou na terça-feira (18) que seus opositores “querem matá-lo”. A declaração ocorre em meio à polêmica sobre sua equipe de reforma governamental nos Estados Unidos. Musk diz que quer reduzir gastos, mas críticos o acusam de desmantelar o governo sem planejamento.

A equipe de Musk, que tem o apoio do presidente Donald Trump, enfrenta forte oposição de democratas, sindicatos e grupos de defesa de direitos dos trabalhadores. Pesquisas indicam que Musk tem alta rejeição entre os americanos.

– Quando você tira o dinheiro que eles recebem de forma fraudulenta, eles ficam muito irritados – disse Musk à Fox News.

Nos últimos meses, concessionárias e instalações da Tesla foram alvo de ataques. A violência estaria ligada às medidas defendidas por Musk, que incluem demissão em massa de servidores e extinção de agências federais, algo que só o Congresso pode fazer.

– A violência da esquerda me chocou. Achei que os democratas eram o partido da empatia e do cuidado, mas estão queimando carros e disparando contra concessionárias – declarou.

Trump declarou apoio a Musk e comprou um Tesla como gesto simbólico. O presidente afirmou que classificará os ataques contra a empresa como “terrorismo doméstico” e prometeu punição severa aos responsáveis.

Deputados dos EUA querem que Donald Trump puna Moraes

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Nessa quinta-feira (20), os deputados republicanos Maria Elvira Salazar e Rich McCormick enviaram uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Eles pedem uma punição ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, por meio da Lei Magnitsky, que proíbe a entrada de sancionados em solo americano e impede transações financeiras com empresas e cidadãos dos EUA.

A ideia, que já tinha sido cogitada por Elon Musk, agora tem, portanto, o apoio de parlamentares do partido de Trump. A punição proposta por eles indica um passo além da perda de visto.

Na carta, os parlamentares afirmam que Moraes é “um problema não apenas para o Brasil”, mas “uma ameaça crescente para os Estados Unidos”. Eles solicita “proibições imediatas de visto e penalidades econômicas”.

A Lei Magnitsky passou a vigorar ainda na administração do ex-presidente Barak Obama, do partido democrata. Ele sancionou o projeto de lei que foi apresentado em conjunto por democrata e republicanos.

A medida autoriza punição a pessoas que violaram os direitos humanos. Cabe ao presidente americano determinar as pessoas que serão alvos desse tipo de sanção.

Inicialmente, o objetivo da lei foi penalizar autoridades da Rússia após a morte do advogado tributarista Sergei Magnitsky, que foi morto na prisão, em 2009, após investigar fraudes de 230 milhões de dólares (R$ 1.306,52 bilhões) envolvendo figurões russos.

As informações são da coluna de Paulo Cappelli, do Metrópoles.

Louisiana executa detento com inalação de nitrogênio, método comparado com tortura pela ONU

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Um homem condenado à morte no estado da Louisiana, no sul dos Estados Unidos, foi executado nessa terça-feira (18) por inalação de nitrogênio, um método usado pela primeira vez no ano passado e comparado com tortura por especialistas da ONU.

Jessie Hoffman, 46, foi condenado pelo sequestro, estupro e assassinato de Molly Elliott, uma executiva de publicidade de 28 anos de Nova Orleans, em 1996. Trata-se da primeira execução no estado em 15 anos.

Segundo a organização Equal Justice Initiative, que combate o encarceramento em massa, o método nunca havia sido aplicado por nenhum sistema de justiça do mundo até janeiro do ano passado, quando o Alabama o fez, provocando uma onda de indignação. Antes disso, o país norte-americano já havia usado outros tipos de gases até adotar as injeções letais, há quatro décadas.

Após o uso inédito no Alabama, no começo de 2024, o republicano Jeff Landry tomou posse como governador da Louisiana com uma retórica dura em relação a segurança pública. Em fevereiro, pouco mais de um ano depois de sua chegada ao cargo, funcionários das prisões do estado adotaram um protocolo para execuções usando nitrogênio.

O método é uma alternativa aos desafios legais à injeção letal. Alguns estados americanos têm enfrentado dificuldades para obter os medicamentos necessários para as execuções após a União Europeia proibir empresas farmacêuticas de vender drogas para penas de morte.

“Por muito tempo, Louisiana falhou em cumprir as promessas feitas às vítimas dos crimes mais violentos do nosso estado”, disse ele quando os protocolos foram adotados. “Executaremos essas sentenças, e a justiça será feita.”

A defesa de Hoffman criticou o percurso legal. “O estado o executou após impor um novo protocolo e definir datas de execução para evitar uma revisão judicial cuidadosa”, afirmou Cecilia Kappel, para quem a morte foi “sem sentido”.

Hoffman “era um pai, um marido e um homem que mostrou uma capacidade extraordinária de redenção”, disse ela em um comunicado. “Jessie não tinha mais nenhuma semelhança com o jovem de 18 anos que matou Molly Elliott”, afirmou ela.

O secretário do Departamento de Segurança Pública e Correções do estado, Gary Westcott, disse que Hoffman recusou-se a dar uma declaração final. Ele foi declarado morto após os executores injetarem gás nitrogênio em uma máscara fixada a seu rosto por 19 minutos, segundo Westcott.

Já o chefe de operações do departamento de segurança pública e correções, Seth Smith, disse que Hoffman teve convulsões por cerca de dois minutos após o início do fluxo de gás. “Ele tremeu muito brevemente”, afirmou.

A descrição da morte difere daquelas feitas da execução com nitrogênio de Kenneth Smith, 58 anos, no Alabama. Ele foi amarrado a uma maca e uma máscara foi colocada em seu rosto. Testemunhas disseram que ele parecia lutar por vários minutos após o início do fluxo de gás.

Um jornalista no Alabama que testemunhou cinco execuções disse que “nunca viu uma reação tão violenta”. Mike Sennett, cuja mãe foi morta por Smith, chamou o processo de difícil de assistir. “É algo que eu nunca mais quero ver novamente”, disse ele ao jornal americano The New York Times no ano passado.

Os esforços de última hora dos advogados para impedir a execução foram rejeitados pelos tribunais no início do dia. Os advogados de Hoffman argumentaram que a hipoxia por nitrogênio interferiria na respiração meditativa de Hoffman, que, segundo eles, fazia parte de sua prática religiosa como budista.

Desde o início do ano, a pena de morte foi aplicada em outras seis ocasiões no país -uma delas por fuzilamento, na Carolina do Sul.

O uso do nitrogênio, que provoca a morte por deficiência de oxigênio, é criticado pela ONU, que o qualifica de “método não testado” que poderia “constituir tortura ou tratamento cruel, desumano ou degradante”. A União Europeia o considera “particularmente cruel”.

O impulso na Louisiana é parte de um esforço dos republicanos para aplicar a pena de morte na esteira da volta ao poder do presidente Donald Trump.

Em seu primeiro dia no cargo, em janeiro, o republicano emitiu um decreto no qual exige que os promotores federais busquem a pena de morte em todos os casos envolvendo o assassinato de um policial e sempre que uma pessoa nos EUA sem permissão legal estiver sendo processada por um crime capital.

Folhapress

SURREAL: Homem vai parar na emergência com “cenourão” enfiado no ânus

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Um homem deu entrada no pronto-socorro com uma cenoura de aproximadamente 20 cm introduzida no reto. O caso inusitado envolvendo o legume ocorreu nos Estados Unidos.

O homem recebeu o atendimento, no entanto não soube explicar como a cenoura foi parar lá. De acordo com o código de ética médica, mais informações sobre a identidade do paciente não podem ser divulgados sem autorização.

Casos como esses são bastante comuns. Recentemente um homem de 60 anos deu entrada no hospital com um objeto de quase 1 metro de comprimento introduzido em seu próprio ânus em João Pessoa.

Metrópoles

Musa do OnlyFans é acusada de matar homem que pagou R$ 62 mil por sexo

FOTO: REPRODUÇÃO

Michaela Brashaye Rylaarsdam, mais conhecida como Asshley Sincal, modelo do OnlyFans e garota de programa, foi acusada de matar Michael Dale, de 55 anos, durante um encontro sexual na Califórnia, Estados Unidos.

Segundo a investigação, o homem, que seria fã e cliente de Michaela, teria pago US$ 11 mil (cerca de R$ 62 mil) para participar de um vídeo de fetiche BDSM (Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo). As informações são do New York Post.

De acordo com a acusação, Michaela envolveu Michael com plástico filme e fita adesiva, cobrindo sua boca e nariz, o que levou à morte por asfixia. A mulher teria filmado o encontro e realizado atos sexuais enquanto ele estava imobilizado. Ele teria tido ajuda do marido, com quem gravava para a plataforma de conteúdo adulto.

O homem permaneceu por aproximadamente oito minutos sem conseguir se libertar antes de perder a consciência.

Ao perceber que algo estava errado, Michaela chamou a emergência e tentou reanimá-lo. Quando os paramédicos chegaram, ela realizava manobras de ressuscitação.

Michael foi levado ao hospital, mas teve morte cerebral decretada dias depois. A causa oficial foi falta de oxigênio no cérebro.

A defesa de Michaela afirma que a relação foi consensual e que a modelo não tinha intenção de causar a morte. Ela se declarou inocente, mas foi presa e responde por homicídio em segundo grau.

Atualmente, segue detida sem direito a fiança, aguardando julgamento. Ainda não há data para a audiência.

Metrópoles

PUMA enfrenta crise e pode encerrar operações em vários países

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A PUMA, uma das principais marcas esportivas do mundo, anunciou recentemente uma série de medidas drásticas para enfrentar os desafios financeiros que têm impactado a empresa. Em um movimento que surpreendeu o mercado, a marca registrou uma queda significativa de 19,92% nas negociações da última quarta-feira, com uma queda de até 25% durante o pregão, aproximando-se do maior declínio desde 2016.

O diretor financeiro da PUMA, Markus Neubrand, informou que a empresa planeja demitir cerca de 500 funcionários como parte de um programa de redução de custos iniciado no início de 2025. Essa decisão afetará tanto a sede do grupo em Herzogenaurach, na Alemanha, quanto escritórios regionais ao redor do mundo.

Por que a PUMA está sendo mais impactada que suas concorrentes?
O setor de vestuário esportivo passa por um período de incertezas, mas a PUMA tem sido mais impactada que suas concorrentes diretas, Nike e adidas. Enquanto essas empresas registraram quedas moderadas, a PUMA acumulou perdas significativas ao longo do ano.

Desempenho inferior no mercado: A PUMA teve uma queda acumulada de 50% ao longo do ano, enquanto Nike e adidas registraram perdas menores, de 1,35% e 0,49%, respectivamente.

Lucro abaixo do esperado: No último trimestre, a empresa registrou um lucro de 282 milhões, bem abaixo dos 305 milhões previstos.

Quais são as estratégias da empresa para reverter a situação?

Para mitigar os danos financeiros, a PUMA anunciou uma série de cortes de custos com o objetivo de adicionar 100 milhões aos lucros, excluindo juros e impostos. Entre as medidas planejadas, a empresa pretende fechar lojas que não são lucrativas, buscando aumentar a eficiência operacional. Além disso, a marca projeta custos únicos de até 75 milhões e prevê um lucro ajustado entre 445 milhões e 525 milhões.

Impactos e expectativas para o futuro da PUMA

As ações tomadas pela PUMA refletem a necessidade de adaptação em um mercado competitivo e em constante mudança. A empresa está focada em ajustar suas operações para garantir um crescimento sustentável a longo prazo. Embora o cenário atual seja desafiador, a PUMA está empenhada em implementar estratégias que possam restaurar a confiança dos investidores e melhorar seu desempenho financeiro.

Em resumo, a PUMA está enfrentando um período de ajustes significativos para lidar com as pressões financeiras e de mercado. As medidas anunciadas são parte de um esforço mais amplo para estabilizar a empresa e posicioná-la para um futuro mais promissor. O sucesso dessas iniciativas dependerá da capacidade da PUMA de executar suas estratégias de forma eficaz e de se adaptar rapidamente às mudanças do mercado.

Terra Brasil Notícias

Presidente da Conmebol compara brasileiros à macaca e se retrata

FOTO: EFE

Uma fala de Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, gerou polêmica no Brasil nesta terça-feira (18). O dirigente afirmou que a ausência de brasileiros na Libertadores é algo impossível, como “Tarzan sem Chita”. A fala ocorreu após o sorteio dos grupos da competição continental, nesta segunda-feira (17), na sede da entidade, em Luque, no Paraguai. O vídeo do momento viralizou nas redes sociais.

– Em relação a minhas recentes declarações, quero expressar minhas desculpas. A expressão que utilizei é uma frase popular e jamais tive a intenção de menosprezar nem desqualificar ninguém. A Conmebol Libertadores é impensável sem a participação de clubes dos dez países membros – disse Domínguez.

Em seguida, ele falou falou sobre o compromisso de seguir trabalhando por um futebol “livre de discriminação”.

– Sempre promovi o respeito e a inclusão no futebol e na sociedade, valores fundamentais para a Conmebol. Reafirmo meu compromisso de seguir trabalhando por um futebol mais justo, unido e livre de discriminação – concluiu o dirigente.

Domínguez usou a expressão ao questionado pelos repórteres na zona mista sobre a sugestão de Leila Pereira, presidente do Palmeiras, de os clubes brasileiros se filiarem à Concacaf em resposta às ações da Conmebol contra o racismo.

– Isso seria como Tarzan sem Chita. Impossível – disse Domínguez, em tom descontraído.

A fala acontece uma semana depois do caso de racismo contra Luighi, do Palmeiras, em partida da Libertadores sub-20. Alejandro Domínguez falou sobre o tema durante o evento desta segunda, afirmando que a Conmebol não é indiferente ao tema e toma todas as medidas que estão ao seu alcance para inibir casos de discriminação.

O dirigente preferiu discursar em português em vez de espanhol ao falar sobre o tema como uma maneira de se dirigir ao público do Brasil. Por questões de agenda, ele não se encontrou com membros da comissão palmeirense para tratar especificamente do assunto, assim como não se reuniu separadamente com qualquer membro de outro clube.

Tarzan é um personagem fictício, criado por Edgar Rice Burroughs, em 1912. Ganhou popularidade na década de 1930, com a série televisiva, no qual contracenava com Chita, um chimpanzé macho, mas que interpretou uma fêmea na série.

Na última semana, o Palmeiras, clube de Luighi, iniciou o movimento dos clubes brasileiros contra o racismo, logo após o episódio envolvendo o jovem na disputa da Libertadores sub-20, em partida contra o Cerro Porteño. Além disso, o time alviverde entendeu que as punições aos paraguaios foram brandas.

O Cerro Porteño foi multado em 50 mil dólares (cerca de R$ 289 mil em conversão direta) e penalizado com portões fechados, medidas que, segundo o Palmeiras fazem a entidade ser “conivente” com as agressões. Além da nota contra a decisão da Conmebol, Leila Pereira se recusou a ir ao sorteio nesta segunda-feira. Paulo Buosi, vice-presidente, representou o clube no Paraguai.

O discurso de Domínguez se referiu à luta contra o racismo e ao caso de Luighi.

– Não posso seguir sem falar de racismo. Um problema muito grande que o futebol enfrenta. Gostaria eu também de abordar uma questão que nos desafia. O racismo é um flagelo que não tem origem no futebol, na sociedade. Mas afeta o futebol. A Conmebol é sensível a essa realidade. Como pode não ser? À dor do Luighi – disse o executivo antes do sorteio.

O discurso foi realizado em português. Esta foi uma forma que o presidente da Conmebol encontrou para se dirigir aos brasileiros, em especial após os movimentos contra a Conmebol e o racismo ao longo da última semana.

Com informações AE