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Categoria: Mundo

Trump afirma que tarifaço é “uma coisa muito linda” para os EUA

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, saiu mais uma vez em defesa do tarifaço aplicado por ele a 117 países pelo mundo anunciado nessa quarta-feira (2/4), chamando as tarifas de “uma coisa muito linda” para a América. A fala de Trump, neste domingo (6/4), acontece um dia depois que milhares de norte-americanos foram as ruas em mais de 1.000 cidades pelo país para protestar contra a administração trumpista.

“Temos enormes déficits financeiros com a China, a União Europeia e muitos outros. A única maneira de curar esse problema é com tarifas, que agora estão trazendo dezenas de bilhões de dólares para os EUA. Elas já estão em vigor e são uma coisa linda de se ver. O superávit com esses países cresceu durante a “presidência” do sonolento Joe Biden”, escreveu Trump em sua rede Truth Social.

O presidente destacou que seu governo reverterá rapidamente o déficit fiscal dos EUA.

“Vamos reverter isso, e reverter rapidamente. Algum dia, as pessoas perceberão que as tarifas, para os Estados Unidos da América, são uma coisa muito linda”, afirmou Trump.

Metrópoles

“Com tarifaço de Trump, recessão nos EUA é inevitável”, diz economista

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Os mercados globais entraram em pânico na sexta-feira (4/4). O dólar disparou e viu-se uma debacle generalizada nas Bolsas. Qual o motivo dos solavancos? O início de uma guerra comercial de alcance global. Ela já vinha sendo gestada desde a posse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 20 de janeiro. Consolidou-se na quinta-feira (3/4), quando o republicano impôs novas tarifas para cerca de 180 países.

A alíquota da China, por exemplo, ficou em 34% (mais 20% que Trump havia anunciado anteriormente). Como resposta, no dia seguinte, sexta-feira (4 /4), os chineses sobretaxaram os produtos americanos em 34%. Ou seja, a guerra começou. E qual a consequência desse embate? “Uma recessão nos Estados Unidos já é inevitável”, diz Sergio Vale, economista-chefe da consultoria MB Associados. E por quê? É o que ele explica, a seguir, em entrevista ao Metrópoles.

Quais as consequências para o mundo do tarifaço anunciado por Trump?

Ficou muito fácil acontecer uma recessão nos Estados Unidos. O PIB (Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país) é calculado com o consumo, mais o investimento, mais a exportação, menos a importação. No começo deste ano, a importação explodiu nos EUA, porque as empresas estavam se preparando para as tarifas de Trump. Isso vai fazer com que o PIB do primeiro trimestre caia. Agora, no início do segundo trimestre, vai acontecer o choque das novas tarifas, já confirmadas. E ele está causando toda essa preocupação nos mercados, porque vai afetar o investimento e o consumo.

Vai afetar como?

Com as tarifas, os produtos vão ficar mais caros. A inflação vai subir e o poder de compra vai diminuir. A tendência de as pessoas retraírem o consumo é muito grande. Então, o PIB do primeiro trimestre muito provavelmente vai cair. No segundo, com o início do choque, também. Com dois trimestres de queda do produto, temos tecnicamente uma recessão. E isso pode ocorrer em mais de dois trimestres. Temos de ver até onde Trump vai.

Até onde o senhor acha que ele vai?

Acredito que ele vai continuar. Muita gente fala que Trump está blefando. Não acho. Ele aumentou as tarifas no primeiro governo e essa elevação foi menor do que ele queria. Agora, dá sinais que vai mais longe. Ainda existe a agravante de que o mundo está sem paciência com o presidente dos EUA. A China respondeu, o Canadá respondeu, a Europa vai responder. Estamos realmente entrando numa guerra tarifária e isso é recessivo.

Metrópoles

Trump declara: ‘Não vamos continuar perdendo US$ 1 tri pelo privilégio de comprar lápis da China’

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O presidente Donald Trump defendeu na noite deste domingo o que chama de “tarifas retaliatórias” e afirmou que os Estados Unidos não continuarão “perdendo US$ 1 trilhão pelo privilégio de comprar lápis da China”. Citando a China e a União Europeia, ele disse que não tem interesse em negociar as taxas impostas na nova política tarifária americana, a menos que as nações estejam dispostas a resolver o “problema do déficit” comercial que os EUA acumula.

Trump falou a repórteres a bordo do avião presidencial, o Air Force One. Segundo o canal americano NewsNation, ele argumentou que o déficit americano “passa de bilhões por país”, mas alcança a casa de “um trilhão” com a China.

— Nós precisamos resolver nosso déficit comercial com a China, perdemos centenas de bilhões de dólares por ano com eles. E, a menos que resolvamos isso, não vou fechar um acordo — afirmou Trump. — Agora, eu estou disposto a fechar um acordo com a China, mas eles precisam resolver o superávit deles.

Pelas novas taxas anunciadas pela Casa Branca no último dia 2, a China terá produtos sobretaxados em 34% nos EUA. Pequim retaliou imediatamente, impondo tarifas de iguais 34% sobre produtos americanos. Além disso, o governo de Xi Jinping afirmou neste domingo que tem margem para reduzir custos de empréstimos e exigências de reservas para bancos, caso necessário, para proteger sua economia.

— Eles têm que pagar tarifas, porque, do contrário, esse superávit que eles têm conosco é insustentável. E estamos falando de um trilhão de dólares. Não vamos continuar perdendo um trilhão de dólares pelo privilégio de comprar lápis da China — disse Trump.

Citando a União Europeia e outros países, o presidente americano afirmou que quer resolver “o problema do déficit” e está aberto a dialogar:

— Eles vão ter que resolver isso. E, se quiserem conversar sobre isso, estou aberto a dialogar. Mas, fora isso, por que eu conversaria?

O Globo

Brasil deixará de exportar milhões de sucos de laranja e toneladas de carne aos EUA com tarifaço

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O Brasil pode deixar de exportar 743 milhões de litros de suco de laranja e cerca de 17 toneladas de carne bovina para os Estados Unidos, após o tarifaço anunciado por Donald Trump nesta semana. O alerta foi feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em nota que a entidade pede que o Brasil adote ‘vias diplomáticas’ para negociar com a Casa Branca.

De acordo com a CNA, o protecionismo de Trump vai afetar não só o Brasil, mas grandes países produtores de produtos agropecuários. A Confederação alertou, ainda, que novas taxas poderão ser impostas por Washington. “Caso o governo dos EUA considere que as medidas anunciadas não sejam eficazes na resolução do déficit comercial geral”, disse a entidade.

Com a alíquota geral de 10% sobre os produtos brasileiros, o principal prejudicado será o suco de laranja. O produto já tinha uma taxa de 5,9% e, agora, com a sobretaxa, será submetido a 15,9%. Até 2023, o Brasil exportava cerca de 1 bilhão de litros aos Estados Unidos, mas após o tarifaço o volume deve cair a 261 milhões de litros.

No caso da carne bovina, que já tinha uma cobrança de um imposto de 33%, agora terá um tributo de 43%. O volume de exportação deve cair de 73 mil toneladas a 45 mil toneladas. Outros produtos brasileiros que serão impactados são a cana-de-açúcar, álcool, arroz e feijão.

“Cabe ao governo brasileiro seguir explorando a via negociadora com os EUA para buscar mitigar as tarifas anunciadas e alcançar benefícios mútuos para ambas as nações”, pediu a CNA. A Confederação rechaçou a retaliação neste momento. O Congresso aprovou o PL 2088/2023, que estabelece a Lei da Reciprocidade, e o texto seguiu para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Deve ser utilizado apenas após o esgotamento dos canais diplomáticos, para defender os interesses brasileiros. A Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) defende o livre comércio por meio de acordos que diversifiquem mercados, aumentem a renda dos produtores e ampliem o acesso de produtos agropecuários ao consumidor”, finalizou a entidade.

Pauta exportadora
A CNA informou que os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos somam US$ 12,1 bilhões, conforme balanço de 2024. No ano passado, os produtos do agronegócio tiveram os Estados Unidos como o terceiro destino principal, ficando atrás apenas de União Europeia e China.

“Ao longo dos últimos dez anos, a participação dos EUA na pauta exportadora do agronegócio brasileiro sempre figurou entre 6% e 7,5%”, cravou a CNA. Os produtos brasileiros que lideram as exportações ao território norte-americano são:

Café verde
Celulose
Sucos de laranja
Carne bovina in natura
Madeira Perfilada
Açúcar de cana em bruto
Obras de marcenaria ou carpintaria
Carne bovina industrializada
Madeira compensada ou contraplacada
Sebo Bovino
“Os produtos mais afetados serão os que o Brasil já é altamente representativo no total das importações dos EUA, isso porque, nestes casos, o Brasil não teria ‘espaço’ para ganhar de um eventual concorrente, sendo o único ou principal país afetado. É o caso dos sucos de laranja resfriados e congelados, onde o Brasil responde por 90% e 51% das compras americanas, respectivamente; da carne bovina termo processada, com 63%; e do etanol, com 75%”, finalizou a CNA.

O Tempo

China sobe de 67% para 101% taxação de produtos dos EUA

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A China decidiu impor aos produtos americanos os mesmos 34% de taxação para produtos chineses determinados pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

De acordo com o próprio Trump, sua decisão de taxar produtos chineses decorria da taxação média de 67% já imposta pela China aos produtos norte-americanos. Agora, com a retaliação chinesa, os produtos americanos acumulam taxação de 101%.

Ao anunciar o pacote de tarifas, nesta sexta-feira (4), o ministro das Finanças da China disse que a nova taxa passará a valer a partir da próxima quinta-feira (10).

Os anúncios da China junto ao tarifaço de Trump pesam sobre as bolsas de valores pelo temor dos efeitos econômicos da guerra comercial.

Diário do Poder

Trump elogia Musk, mas admite saída do bilionário de cargo no governo

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Elon Musk, nome forte por trás de empresas como Tesla e SpaceX, deve se afastar em breve de seu papel como conselheiro do governo dos Estados Unidos. A informação, que circulava nos bastidores de Washington, foi confirmada nesta quinta-feira (3) pelo presidente Donald Trump durante conversa com jornalistas no avião presidencial.

Apesar de reconhecer que Musk deve deixar o cargo nos próximos meses, Trump não poupou elogios ao bilionário, a quem descreveu como “brilhante, patriota e uma figura extraordinária”. O empresário tem atuado no Departamento de Eficiência Governamental (conhecido como Doge), onde coordena ações para cortes de gastos públicos — uma das bandeiras da atual administração.

Trump ressaltou que a saída será amigável e planejada. “Ele vai continuar por um tempo, mas depois vai voltar a se dedicar totalmente aos negócios. Ainda assim, está fazendo um trabalho espetacular”, disse o presidente, sem cravar uma data exata para a transição.

Fontes da Casa Branca já indicavam que Musk havia informado sua intenção de deixar o cargo depois de concluir um ciclo de 130 dias de atuação, e que investidores pressionam por seu retorno às empresas.

Nos bastidores, no entanto, a permanência de Musk na esfera política tem gerado divisão. Se, por um lado, sua imagem é associada à inovação e ao empreendedorismo, por outro, alguns aliados de Trump temem o desgaste causado por sua postura polêmica — sobretudo após a derrota do candidato conservador Brad Schimel para a progressista Susan Crawford na eleição da Suprema Corte de Wisconsin, mesmo com mais de US$ 20 milhões em doações de Musk e apoiadores.

A disputa, marcada por forte polarização, tornou-se a mais cara da história do Judiciário estadual e representou uma derrota política simbólica para o campo conservador.

Ao fim da entrevista, concedida a bordo do Air Force One, Trump ainda comentou que espera receber o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington em breve. “Talvez na semana que vem”, sinalizou, sem confirmar datas.

Notícias ao Minuto

Presidente francês, Emmanuel Macron, declara ‘guerra’ a Trump

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O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu nesta quinta-feira, 3, uma suspensão temporária dos investimentos externos nos Estados Unidos, após o anúncio do presidente americano, Donald Trump, em relação às tarifas recíprocas generalizadas sobre importações dos parceiros comerciais.

“Os investimentos futuros, os investimentos anunciados nas últimas semanas, devem ser suspensos por um tempo até que a situação com os Estados Unidos seja esclarecida.

O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu nesta quinta-feira, 3, uma suspensão temporária dos investimentos externos nos Estados Unidos, após o anúncio do presidente americano, Donald Trump, em relação às tarifas recíprocas generalizadas sobre importações dos parceiros comerciais.

“Os investimentos futuros, os investimentos anunciados nas últimas semanas, devem ser suspensos por um tempo até que a situação com os Estados Unidos seja esclarecida.

E acrescentou:

“Qual seria a mensagem se grandes players europeus investissem bilhões de euros na economia dos EUA justamente quando estávamos sendo atingidos?”, disse.

Segundo Macron, as medidas comerciais de Trump deixarão o povo americano “mais fracos e pobres” e impactarão também a economia europeia.

“Nós, europeus, devemos permanecer unidos e determinados nesta fase. E digo isso também porque sei o que pode acontecer: os grandes players tendem a agir por conta própria, e isso não é uma boa ideia“, afirmou.

Reação da UE

O comissário para o Comércio e Segurança Econômica da União Europeia, Maroš Šefčovič, prometeu não ficar de braços cruzados.

“Tarifas injustificadas inevitavelmente saem pela culatra.

Agiremos de forma calma, cuidadosamente faseada e unificada, enquanto calibramos nossa resposta, enquanto permitimos tempo adequado para conversas. Mas não ficaremos de braços cruzados, caso não consigamos chegar a um acordo justo.

Falarei com meus colegas americanos amanhã”, escreveu no X.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que o governo do Reino Unido tem “uma série de ferramentas à disposição” para responder às tarifas de Trump, prometendo agir com “cabeça fria” e “pragmatismo”.

O Antagonista

Tamanho do pênis do brasileiro é maior que a média mundial; veja o ranking

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Cientistas tentaram responder qual país tem a maior média de tamanhos do pênis no mundo. Segundo as pesquisas, o pênis ereto do brasileiro é maior do que a média mundial, e fica em 21º lugar em um ‘ranking’ completo com informações de 142 nações.

O site Data Pandas, que transforma dados em visualizações criativas, atualizou no mês passado as informações dos tamanhos mundiais do membro masculino. A média mundial é de 13.91 cm, e os brasileiros têm quase dois centímetros a mais (15.7 cm), o mesmo tamanho que os australianos.

No topo da tabela está o Sudão, cuja média chega a 17.95 cm, seguido pela República Democrática do Congo (17.93 cm) e o Ecuador (17.59 cm), representante da América do Sul no ‘top-10’.

Já no lado oposto, as menores médias foram encontradas na Ásia, com a Tailândia na lanterna (9.43 cm). A Coreia do Norte e o Cambodja seguem, com 9.60 cm e 9.84 cm, respectivamente. Confira o ranking completo.

Tamanho médio do pênis ereto de 142 países, em centímetros


1 – Sudão – 17.95
2 – República Democrática do Congo – 17.93
3 – Equador – 17.59
4 – República do Congo – 17.33
5 – Gana – 17.31
6 – Nigéria – 17
7 – Venezuela – 16.93
8 – Líbano – 16.82
9 – Colômbia – 16.75
10 – Camarões – 16.65
11 – Jamaica – 16.3
12 – Quênia – 16.28
13 – República Dominicana – 15.99
14 – Senegal – 15.89
15 – Cuba – 15.87
16 – Nova Zelândia – 15.79
17 – Zâmbia – 15.78
18 – Belize – 15.75
19 – Angola – 15.73
20 – Austrália – 15.7
21 – Brasil – 15.7
22 – Zimbábue – 15.68
23 – Haiti – 15.67
24 – Países Baixos – 15.6
25 – Paraguai – 15.53
26 – Panamá – 15.49
27 – Polônia – 15.41
28 – Chade – 15.39
29 – Suécia – 15.36
30 – República Centro-Africana – 15.33
31 – África do Sul – 15.29
32 – Bósnia e Herzegovina – 15.27
33 – Costa do Marfim – 15.22
34 – Burkina Faso – 15.19
35 – Bélgica – 15.14
36 – Portugal – 15.14
37 – Palestina – 15.08
38 – Dinamarca – 15.07
39 – Gâmbia – 15.07
40 – Peru – 15.07
41 – Argentina – 14.88
42 – Sérvia – 14.78
43 – Croácia – 14.77
44 – Guiana – 14.75
45 – Bolívia – 14.7
46 – Áustria – 14.69
47 – Letônia – 14.69
48 – Hungria – 14.68
49 – Uruguai – 15
50 – Bulgária – 14.66
51 – Tunísia – 14.61
52 – Chile – 14.59
53 – Islândia – 14.56
54 – Lituânia – 14.55
55 – França – 14.5
56 – Argélia – 14.49
57 – Alemanha – 14.48
58 – Eritreia – 14.39
59 – Noruega – 14.34
60 – Reino Unido – 14.3
61 – Suíça – 14.25
62 – Ucrânia – 14.2
63 – Albânia – 14.19
64 – Quiribati – 14.19
65 – Eslováquia – 14.19
66 – República Tcheca – 14.17
67 – Rússia – 14.16
68 – Estados Unidos – 14.15
69 – México – 14.09
70 – Cabo Verde – 14.05
71 – Eslovênia – 14.01
72 – Bielorrússia – 13.98
73 – Macedônia do Norte – 13.98
74 – Canadá – 13.92
75 – Geórgia – 13.87
76 – Groenlândia – 13.87
77 – Marrocos – 13.86
78 – Egito – 13.85
79 – Luxemburgo – 13.82
80 – Costa Rica – 13.81
81 – Estônia – 13.78
82 – Moldávia – 13.76
83 – Líbia – 13.74
84 – Azerbaijão – 13.72
85 – Turquia – 13.7
86 – Afeganistão – 13.69
87 – Papua-Nova Guiné – 13.62
88 – Israel – 13.6
89 – Finlândia – 13.59
90 – Espanha – 13.58
91 – Montenegro – 13.56
92 – Etiópia – 13.53
93 – Jordânia – 13.5
94 – Turcomenistão – 13.48
95 – Cazaquistão – 13.46
96 – Uzbequistão – 13.43
97 – Suriname – 13.34
98 – Guatemala – 13.24
99 – Nova Caledônia – 13.24
100 – Ilhas Salomão – 13.14
101 – Armênia – 13.12
102 – Síria – 13.1
103 – Tonga – 12.94
104 – Bahrein – 12.93
105 – Índia – 12.93
106 – China – 12.9
107 – Samoa – 12.87
108 – Omã – 12.85
109 – Irlanda – 12.78
110 – Mongólia – 12.77
111 – Romênia – 12.73
112 – El Salvador – 12.71
113 – Iêmen – 12.7
114 – Japão – 12.6
115 – Emirados Árabes Unidos – 12.54
116 – Itália – 12.5
117 – Taiwan – 12.5
118 – Catar – 12.41
119 – Honduras – 12.4
120 – Arábia Saudita – 12.4
121 – Grécia – 12.18
122 – Chipre – 12.17
123 – Indonésia – 11.67
124 – Irã – 11.58
125 – Tanzânia – 11.5
126 – Paquistão – 11.4
127 – Kuwait – 11.38
128 – Iraque – 11.35
129 – Bangladesh – 11.2
130 – Hong Kong – 11.19
131 – Singapura – 11.16
132 – Butão – 11.12
133 – Filipinas – 10.85
134 – Coreia do Sul – 10.8
135 – Sri Lanka – 10.18
136 – Vietnã – 10.15
137 – Laos – 10.14
138 – Mianmar – 10.1
139 – Nepal – 9.98
140 – Camboja – 9.84
141 – Coreia do Norte – 9.6
142 – Tailândia – 9.43

O Tempo