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Categoria: Mundo

Após lutar por décadas contra pelos faciais, mulher adere ao visual barbado: ‘Mais poderosa do que nunca’

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Foram muitos anos lutando contra o crescimento de pelos faciais. Após o nascimento de sua filha, Aurelia, agora com 19 anos, a quantidade de pelos piorou ainda mais. Hope Schmerfeld procurou um médico, que diagnosticou hirsutismo, uma condição que resulta em crescimento excessivo de pelos em mulheres, frequentemente desencadeada por alterações hormonais e certos fatores genéticos.

Envergonhada, Hope costumava se depilar duas vezes por dia por causa do crescimento dos pelos.

Durante décadas, a americana de Oklahoma City ouviu de muita gente que deveria se envergonhar da sua barba e fez de tudo para removê-la. Ela escondia a sua condição dos homens com quem saía.

“Era uma fonte de vergonha que gerava inseguranças dentro de mim”, disse Hope, ao site “What’s the Jam”. “Minha relação com os pelos do meu corpo não era positiva. Eu fazia eletrólise, depilação com cera, arrancava os pelos do rosto e me depilava com lâmina”, acrescentou ela, que começou a enfrentar esse quadro aos 14 anos.

O ano de 2019 provocou uma reviravolta na sua vida: após divórcio, ela decidiu assumir a sua aparência natural.

A professora de pole dance afirma que, com os fartos pelos no rosto, ela se sente “mais poderosa do que nunca”. Mas Hope ainda diz enfrentar um estigma:

“Minha relação com qualquer possível relacionamento íntimo é um problema. Sou uma mulher heterossexual e a maioria dos homens heterossexuais não se sente atraída por pelos. Eu entendo e respeito isso.”

Extra

Botox mal aplicado deixa mulher com expressão comparada à máscara de ‘Pânico’

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O que era para ser apenas a retomada de um tratamento estético terminou em susto — e repercussão nas redes sociais. A americana Ashley Warwick, de 37 anos, viu sua expressão facial ganhar um aspecto assustador após uma aplicação de Botox que não saiu como o planejado.

Moradora de Phoenix, no Arizona (EUA), Ashley já fazia aplicações no rosto havia mais de dez anos. No entanto, decidiu interromper o procedimento por dois anos. Quando resolveu retomar as sessões em uma clínica, o resultado foi surpreendente.

Reação do noivo chamou atenção

O problema ficou evidente durante uma conversa com o noivo, Tyler Norman, de 35 anos. Ao fazer uma expressão de preocupação, Ashley percebeu algo estranho. Tyler ficou apavorado ao observar a mudança nas feições da companheira.

Depois de compartilhar o caso no TikTok, a americana viu seu vídeo ganhar grande repercussão. Internautas compararam sua expressão à famosa máscara da franquia de terror “Pânico”. Um sobrinho de 8 anos chegou a descrevê-la como uma “abóbora de Halloween”.

“Assustei o meu noivo e corri para o banheiro para conferir no espelho”, contou Ashley ao site “What’s The Jam”.

Falha no preenchimento causou efeito incomum

Segundo relato, a esteticista responsável pelo procedimento esqueceu de aplicar o produto em uma área específica do rosto. A falha fez com que, ao movimentar a musculatura facial, surgisse a aparência considerada bizarra.

Ashley investiu pouco mais de R$ 2 mil na sessão inicial. Para corrigir o problema, precisou retornar à clínica e desembolsar mais R$ 1.800.

O episódio virou exemplo de como intervenções estéticas podem gerar resultados inesperados — especialmente quando há interrupções prolongadas no tratamento.

Operação que matou ‘El Mencho’ contou com ajuda da namorada do traficante; veja passo a passo da ação

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Uma namorada de Nemesio Oseguera, conhecido como “El Mencho”, o narcotraficante mexicano mais procurado dos últimos tempos, que foi abatido pelo Exército mexicano, foi peça-chave para descobrir seu paradeiro em Tapalpa, um pitoresco povoado no oeste do México.

Oseguera, de 59 anos, poderoso líder do temido Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG), ficou ferido em um confronto no domingo com militares que pretendiam prendê-lo. Ele morreu durante sua transferência aérea para um hospital.

A operação foi ativada quando a inteligência militar mexicana, com ajuda do Comando Norte dos Estados Unidos, soube que uma mulher se reuniria na sexta-feira (20) com o chefe do cartel em Tapalpa, a cerca de 130 quilômetros de Guadalajara, capital do estado de Jalisco.

O secretário da Defesa do México, Ricardo Trevilla, relatou nesta segunda-feira (23), em entrevista coletiva, que um homem de confiança de “uma das companheiras sentimentais de ‘El Mencho’” a levou a uma casa naquela localidade.

A mulher deixou o local no sábado, mas Oseguera permaneceu ali cercado por membros de sua equipe de segurança.

A Força Especial de Reação Imediata da Guarda Nacional então planejou a operação com ações por terra e por ar no domingo.

Os militares se aproximaram da área, sem entrar em Jalisco “para preservar o sigilo e, com isso, obter o efeito surpresa”, explicou. Ao confirmar sua presença, decidiram “efetuar a prisão” de Oseguera por “crime organizado” e posse de armas.

Fuga violenta

“Realmente foi um ataque muito violento”, reconheceu Trevilla, que afirmou que as autoridades encontraram um arsenal que incluía armas longas e dois lançadores de foguetes, um deles do tipo RPG.

Os homens do chefe do cartel, que sempre se caracterizou por desafiar abertamente as forças de segurança, já haviam utilizado esse tipo de lançador de foguetes. Em 2015, derrubaram um helicóptero militar com esse tipo de arma que participava de uma operação para detê-lo.

No domingo (22), “El Mencho” não teve a mesma sorte. Em sua fuga, ele e seu círculo próximo de segurança entraram em uma área de mata.

Novamente foi cercado pelos militares, que o encontraram escondido entre a vegetação, contou o chefe do Exército mexicano.

Os responsáveis por sua segurança dispararam contra um helicóptero militar, que teve de fazer um pouso de emergência em uma instalação próxima.

Militares x El Mencho

Em meio ao confronto sangrento, os militares feriram o chefe do cartel e dois de seus escoltas. “Estavam em estados muito graves”, assegurou Trevilla. Os três foram levados de avião a um hospital de Guadalajara, mas morreram no caminho, precisou.

Os corpos foram transportados em um avião para a capital mexicana e entregues à Procuradoria-Geral.

Por sua vez, o secretário de Segurança, Omar García Harfuch, disse que os restos de Oseguera foram identificados geneticamente para serem entregues a seus familiares.

As autoridades também informaram sobre a morte, no domingo, do homem de maior confiança de “El Mencho”. Hugo H., conhecido como “El Tuli”, foi localizado em El Grullo, outra localidade de Jalisco, de onde coordenava a onda de violência que sacudiu vários estados do país em reação à operação contra o líder do narcotráfico: bloqueios de rodovias, incêndios de veículos e ataques a instalações militares.

“Ele também oferecia 20.000 pesos [cerca de R$ 5.150] por cada militar que fosse assassinado”, indicou o chefe militar.

“El Tuli” também morreu quando tentava fugir. Portava uma arma longa, uma pistola e cerca de um milhão e meio de dólares (R$ 7,7 milhões).

Repercussão da morte de El Mencho

A morte do líder do CJNG desencadeou uma onda de centenas de bloqueios e queima de veículos em 20 dos 32 estados mexicanos e mais de 70 mortes.

O governo mobilizou quase 10 mil militares na segunda-feira para conter a violência desencadeada na véspera.

Em alguns pontos de Jalisco, os bloqueios de rodovias por parte de narcotraficantes continuavam, e o medo seguia presente entre os habitantes de Guadalajara, a segunda maior cidade do México, com mais de cinco milhões de habitantes.

Em Aguililla, o remoto povoado natal de “El Mencho”, nas montanhas de Michoacán, os distúrbios continuam, enquanto permanece a incógnita sobre onde ele será enterrado.

Jovem Pan

El Mencho: morte de narcotraficante causa onda de violência no México com mais de 60 mortos

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A morte do narcotraficante El Mencho gerou uma onda de violência no México. Nesta segunda-feira (23), secretário de Segurança do México, Omar García Harfuch afirmou que 25 membros da Guarda Nacional morreram em seis ataques distintos no estado de Jalisco.

Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, era o líder do Cartel Jalisco Nova Geração, uma rede criminosa que atuava principalmente com tráfico de fentanil, metanfetamina e cocaína para os Estados Unidos. Ele também era conhecido por ataques ousados contra funcionários do governo que o desafiavam.

El Mencho foi morto no domingo (22), em um tiroteio durante uma tentativa do Exército de capturá-lo. Após a morte, membros do cartel iniciaram uma série de ataques em todo o país, com bloqueios de ruas e estradas e veículos incendiados.

Além dos 25 membros da Guarda Nacional, também foi morto um guarda prisional, um agente do Ministério Público estadual e uma mulher que não foi identificada. O secretário de Segurança do México também revelou que cerca de 30 suspeitos de crimes foram mortos em Jalisco e outros quatro no estado de Michoacán.

Nesta segunda, escolas em diversas cidades cancelaram as aulas. Governos locais também pediram aos cidadãos que permaneçam em casa. A presidente mexicana Claudia Sheinbaum pediu calma, também nesta segunda. De acordo com as autoridades, mais de 250 barricadas de cartéis em 20 Estados foram removidas.

Correio 24h

México controla represália de cartel por morte de líder e confirma perda de 27 agentes de segurança

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A morte de Nemesio Rubén Seguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, líder do Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG), considerado o mais violento do México, provocou aquela que já considerada uma das reações mais generalizadas por parte de grupos criminosos na História recente do país. O governo mexicano afirmou nesta segunda-feira que 27 agentes das forças de segurança morreram, enquanto 30 supostos integrantes de organizações criminosas teriam sido mortos em meio a confrontos que se seguiram à operação contra o chefe do CJNG.

Estradas foram bloqueadas, veículos, prédios públicos e estabelecimentos comerciais foram incendiados e uma série de eventos pré-agendados, como partidas de futebol e apresentações culturais foram suspensas, enquanto atos de violência foram registrados em pelo menos 20 estados.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que a situação foi estabilizada nesta segunda-feira, após a mobilização do governo de cerca de 10 mil militares no oeste do país. Sheinbaum também confirmou que a operação que resultou na morte de “El Mencho” teve apoio da inteligência dos EUA, mas que foi conduzida por Forças Especiais do Exército mexicano — sem a presença de militares de Washington no país.

Os cartéis mexicanos costumam reagir violentamente após a captura de seus principais chefes, em um tipo de gesto para demonstrar força e dissuadir as autoridades de confrontá-los novamente. Mas a proporção da resposta após a morte de El Mencho no domingo foi grande mesmo para os padrões do país. Somente em Jalisco, autoridades informaram que 20 agências bancárias foram incendiadas ou danificadas, enquanto grupos atearam fogo em carros para bloquear estradas. Voos foram desviados e pelo menos um porto suspendeu suas operações. Em alguns estados, as aulas desta segunda-feira foram canceladas, enquanto companhias aéreas e de ônibus suspenderam algumas rotas ao longo da semana.

O ministro de Segurança mexicano, Omar García Harfuch, afirmou nesta segunda-feira que ao menos 25 membros da Guarda Nacional mexicana, um policial penal e um funcionário da Procuradoria-Geral do Estado morreram em ataques retaliatórios promovidos pela organização criminosa.

O ministro da Defesa do México, Ricardo Trevilla, afirmou que em meio aos confrontos, o alto comando do grupo criminoso ofereceu um prêmio de 20 mil pesos (cerca de R$ 6 mil no câmbio atual) por militar morto. A ordem para matar oficiais teria partido de Hugo H., conhecido como “El Tuli”, um “tenente” do cartel apontado pelas forças de segurança como operador logístico e financeiro de El Mencho.

— De lá [de El Grullo, Jalisco, o município onde a operação ocorreu], ele coordenava bloqueios de estradas, incêndios em veículos, ataques a instalações militares, instalações da Guarda Nacional, prédios governamentais e empresas civis — disse o ministro, acrescentando que ele morreu após se envolver em uma troca de tiros enquanto tentava fugir em um veículo.

Ainda de acordo Trevilla, mais 2,5 mil soldados foram deslocados para o oeste do país como medida de dissuasão após a morte de “El Mencho”.

— Havia aproximadamente 7 mil soldados estacionados em Jalisco, então vamos reforçar — disse Trevilla em uma coletiva de imprensa: — A intenção é, acima de tudo, ter um efeito dissuasor.

O governo mexicano informou que todos os 252 bloqueios registrados em rodovias do país durante a represália foram solucionados, e que as instituições retomaram a normalidade após o dia de intensos confrontos. Ao todo, 70 pessoas foram presas em pelo menos sete estados, segundo os dados oficiais.

Pânico e sensação de insegurança

Grande parte da violência foi registrada em Guadalajara, capital de Jalisco, um centro urbano com 1,4 milhão de habitantes que será sede da Copa do Mundo deste ano. O pânico tomou conta do Aeroporto Internacional de Guadalajara no domingo, com vídeos publicados nas redes sociais mostrando funcionários e passageiros fugindo do prédio. A administração do aeroporto e o governo federal mexicano afirmaram que a zona estava segura, apesar do tumulto, e operava normalmente.

Paulina, uma moradora de Guadalajara de 32 anos, que pediu para ser identificada apenas pelo primeiro nome por temer por sua segurança, disse que estava viajando com o marido e o filho de 3 anos quando ficaram presos em um dos bloqueios do cartel. Enquanto tentavam escapar e voltar para casa, viram uma família ferida à beira da estrada.

— Estou implorando para que as pessoas não saiam de casa — disse Paulina: — Depois do que vi, percebi que essas pessoas não têm consideração por ninguém. Não desejaria a ninguém o que presenciei.

Jorge Martínez, um aposentado de 70 anos, aventurou-se a fazer compras em uma farmácia, mas foi atendido pela janela.

— A situação está meio crítica, apenas alguns comércios abriram e estou aproveitando. Meus familiares hoje não saíram de casa — disse à AFP.

Megaoperação

A megaoperação contra El Mencho — um ex-policial que fundou uma das principais organizações de narcotráfico do México — levantou questionamentos sobre a participação americana, após meses de pressão do presidente Donald Trump sobre Sheinbaum, para uma ação mais decisiva contra grupos criminosos que tem no envio de entorpecentes para os EUA boa parte de sua lucratividade.

Em coletiva de imprensa nesta segunda, a líder mexicana foi decisiva em afirmar que a colaboração americana se limitou a informações de inteligência, rejeitando que militares americanos tenham participado da operação.

— Não houve participação de forças americanas na operação, o que existe é muita troca de informações — declarou Sheinbaum: — Neste caso, houve informações fornecidas pelo governo dos Estados Unidos, mas toda a operação, desde o seu planejamento, é de responsabilidade das forças federais, neste caso, do Ministério da Defesa Nacional.

As autoridades mexicanas afirmaram que a operação foi executada pelas Forças Especiais do Exército com o auxílio de aeronaves da Força Aérea e da Força de Reação Imediata da Guarda Nacional. A Casa Branca confirmou que a participação do país se limitou ao setor de inteligência. Em uma publicação nas redes sociais nesta segunda, Trump afirmou que “o México deve intensificar seus esforços contra os cartéis e as drogas”.

As autoridades de segurança mexicana afirmaram que El Mencho foi localizado em 20 de fevereiro em Tapalpa, região montanhosa de Jalisco, ao identificarem e seguirem uma “parceira amorosa” do líder criminoso.

Ainda de acordo com as informações divulgadas pela Defesa mexicana, a tropa enviada para executar a prisão de El Mencho foi recebida a tiros pela segurança pessoal do traficante, que estava munida de armamento pesado, respondendo “em legítima defesa”. Quatro integrantes do cartel morreram no local e outros três ficaram feridos, incluindo Oseguera, que morreu a caminho do hospital. Lançadores de foguetes capazes de derrubar aeronaves ou destruir veículos blindados foram apreendidos.

Extra

México vive onda de violência após morte de chefe de cartel

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O México viveu um fim de semana de tensão após o Exército confirmar a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, apontado como líder do Cartel Jalisco Nueva Generación. Segundo as autoridades, ele foi ferido durante uma operação em Tapalpa, no estado de Jalisco, e morreu enquanto era transferido de helicóptero para a Cidade do México.

Considerado um dos narcotraficantes mais procurados pelos Estados Unidos, “El Mencho” tinha recompensa de 15 milhões de dólares oferecida por Washington. Sob seu comando, o CJNG se consolidou como uma das organizações criminosas mais poderosas e violentas do país.

Após a ação das forças federais, criminosos reagiram com bloqueios de rodovias e incêndios de veículos em Jalisco, Michoacán e Tamaulipas. Também houve registros de ataques e queima de estabelecimentos comerciais em Guanajuato. Governadores locais confirmaram confrontos e ativaram protocolos de segurança, incluindo o chamado “código vermelho”.

No Aeroporto Internacional de Guadalajara, relatos de disparos e presença de homens armados causaram pânico entre passageiros. Terminais rodoviários suspenderam atividades em algumas regiões, e autoridades pediram que a população permanecesse em casa diante do risco de novos confrontos.

A morte do chefe do cartel marca um duro golpe contra o narcotráfico, mas também eleva o temor de retaliações violentas e disputas internas pelo controle das rotas e territórios dominados pelo grupo.

G1

Morre o narcotraficante mais procurado do México, “El Mencho”

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O Exército mexicano anunciou neste domingo (22) a morte de Nemesio Oseguera, conhecido como “El Mencho”, chefe do Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG) e um dos criminosos mais procurados pelo México e pelos Estados Unidos. A operação ocorreu no município de Tapalpa, a cerca de 130 quilômetros ao sul de Guadalajara, capital de Jalisco, estado que sediará quatro partidas da Copa do Mundo de 2026.

Sob a liderança de “El Mencho”, o CJNG se tornou uma das organizações mais poderosas e violentas do México, com presença em mais da metade do território nacional e atuação no tráfico de anfetaminas nos EUA, Europa e até Ásia. A morte do líder provocou reações violentas, com integrantes do grupo bloqueando vias em Jalisco, Michoacán e Tamaulipas, enquanto em Guanajuato incendiaram farmácias e lojas, em confronto com forças federais.

O governador de Jalisco, Pablo Lemus, confirmou que houve “confrontos na região” e que, como resposta, “em diferentes pontos de Jalisco indivíduos queimaram e atravessaram veículos para impedir a ação das autoridades”. A embaixada dos EUA alertou os cidadãos sobre riscos em várias regiões, orientando-os a buscar abrigo.

Nascido na região de Tierra Caliente, em Michoacán, Oseguera Cervantes começou a carreira criminal nos EUA e, após ser deportado, se envolveu com o narcotráfico no México, associando-se a Armando Valencia Cornelio, “El Maradona”. Após a morte de Ignacio “Nacho” Coronel em 2010, fundou o CJNG junto com o cunhado Abigael González Valencia, “El Cuini”.

O CJNG cresceu rapidamente, aproveitando a captura de líderes rivais, recrutando especialistas em finanças e químicos e expandindo negócios em pecuária, agricultura e construção, usados também para lavar dinheiro do tráfico. A organização também se destacou pelo controle sobre autoridades e portos estratégicos, facilitando a produção e distribuição de drogas sintéticas.

Portal Dol

Empresária descobre de uma hora para outra ser a pessoa ‘mais rica do mundo’

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Uma empresária do Reino Unido se tornou “a pessoa mais rica do mundo”, sem qualquer paralelo na História, de uma hora para outra.

Sophie Downing, de Nottingham (Inglaterra), ganhou um voucher para uma cafeteria. O valor seria de 10 libras (cerca de R$ 70).

Porém, quando foi usar o cupom na semana passada, Sophie tomou um susto ao observar o saldo: mais de 63 quadrilhões de libras!

Para efeito de comparação, o valor faz a empresária ser 100 mil vezes mais rica que o magnata sul-africano Elon Musk. O saldo também é 670 vezes o total da economia mundial.

“Achei muito engraçado. Nunca vi nada parecido”, disse Downing, de acordo com o “Nottinghamshire Live”. “O rapaz do caixa ficou realmente confuso. A cara dele era tipo ‘O quê???’. Apareceu um número enorme no caixa. Ele disse: ‘Nunca vi isso antes, mas pode ficar com o dinheiro’. Só me dei conta quando ele me deu o recibo. Pensei: ‘Não acredito, isso é loucura’.”, acrescentou ela.

Apesar do claro erro, o saldo de Sophie continua no mesmo valor, mas ela decidiu não usar o cartão novamente.

“Seria melhor se fosse um cupom diferente”, lamentou ela, que é dona do Secret Sugar Club, um serviço de depilação.

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