SELO BLOG FM (4)

Categoria: Mundo

Morte do papa reacende debate sobre profecias de Nostradamus

FOTO: EFE

A notícia da morte do papa Francisco nessa segunda-feira (21) levou diversos internautas a resgatarem textos do astrólogo e médico francês Nostradamus com supostas previsões sobre o óbito de um pontífice que precederia o enfraquecimento da Igreja Católica.

Segundo os registros de Nostradamus, “pela morte de um pontífice muito idoso, um romano de boa idade será eleito. Dele se dirá que enfraquece seu assento, mas ele permanecerá sentado por muito tempo e em atividade mordaz”.

Nostradamus ainda afirmou que o sucessor teria a “pele escura” e “com a ajuda do grande rei, entregará a bolsa a outro de cor vermelha”. O texto em questão está no livro Les Prophéties (As Profecias), de 1555.

O papa Francisco morreu após sofrer um acidente vascular cerebral seguido de uma insuficiência cardíaca, conforme informou o Vaticano na tarde desta segunda (21). Após o ocorrido, o nome de Nostradamus entrou nos assuntos mais comentados do X.

Pleno News

MULTA POR DIRIGIR EM CARRO SUJO: conheça lugares do mundo com leis bizarras

FOTO: REPRODUÇÃO

Imagine as autoridades multarem alguém por alimentar pombos em plena praça pública ou proibirem a pessoa de sair de casa usando uma armadura medieval. Por mais improvável que pareça, leis como essas existem, e estão em vigor em diferentes partes do mundo. Embora muitas tenham raízes históricas ou culturais, outras parecem tão fora da realidade atual que mais se assemelham a enredos de comédia. Ainda assim, as autoridades incluem essas leis nos códigos legais e, em alguns casos, as levam a sério.

Nesta matéria, exploramos algumas das leis mais bizarras e curiosas que ainda estão em vigor em diversos países. Primeiramente, entre normas arcaicas e regras inusitadas que desafiam o bom senso, mostramos como o contexto local, a tradição e até o acaso, por exemplo, ajudaram a moldar legislações que, hoje, causam espanto e boas risadas ao redor do globo.

Algumas leis bizarras no mundo:

Cingapura: As autoridades proíbem as pessoas de mascar, vender ou portar chicletes, com o objetivo de manter a limpeza pública.

França: As autoridades proíbem batizar porcos com o nome de Napoleão Bonaparte, uma homenagem ao imperador.

Kentucky – EUA: É ilegal passear na rua com um sorvete de casquinha na bolsa, uma lei específica da cidade de Lexington.

Colorado – EUA: O estado proíbe as pessoas de coletar água da chuva, pois a considera sua propriedade.

Columbia, Carolina do Sul: É proibido cantar no chuveiro.

Inglaterra: A lei de 1313 que proíbe entrar no parlamento com armadura continua em vigor.

Zimbábue: As autoridades proibiram as pessoas de fazer gestos ofensivos ao presidente Robert Mugabe e à sua comitiva.

Myanmar: No parlamento, os civis devem cobrir a cabeça com um turbante.

Rússia: É aplicável multa por dirigir carros sujos.

Espanha e Itália: É ilegal andar de biquíni pela rua em algumas cidades, como Sorrento na Itália e Barcelona e Mallorca na Espanha.

Camboja: Não se pode usar pistolas de água durante as celebrações de Ano Novo.

Brasil (Rio Claro): Em 1984, as autoridades proibiram o consumo de melancia devido a uma suspeita — que mais tarde se revelou um mito — de que a fruta transmitia doenças.

Polêmica Parraíba

Casal de meios-irmãos espanhóis tem 2 filhos e quer mudança de lei para ‘casar no papel’

FOTO: REPRODUÇÃO

Ana e Daniel Parra são meios-irmãos da Espanha, são um casal e também têm dois filhos juntos. Pela lei do país, eles não podem se casar, e os dois estão fazendo uma campanha para que a regra seja alterada para que eles passem a ser um casal formalizado.

Os dois não se conheceram na infância. O pai de Ana a abandonou quando ela ainda era criança, e ela ficou sem vê-lo durante décadas.

Aos 20, ela começou a procurar a família do pai pelo Facebook. Inicialmente, ela usou um perfil falso, com um outro sobrenome, para não ser identificada.

O irmão, Daniel, tinha 17 anos. Depois de um tempo, ela acabou contando quem era, e os dois combinaram de se conhecer pessoalmente. Os dois moravam na região de Barcelona.

Em um relato ao jornal “El Espanol”, ela conta que os dois se tornaram amigos íntimos, foram morar juntos e, em uma festa, deram um beijo.

Houve uma crise neste momento, eles disseram ao jornal. “Nós choramos, nos abraçamos, lembre que nós vivíamos juntos. Imagina que você gosta de uma mulher, e por uma questão moral, te proíbem de estar com ela. Então, você tem maus momentos”, afirmou Daniel ao jornal.

O dilema durou três dias. Eles decidiram que iriam ficar juntos.

Ainda que amigos e vizinhos estranhassem a proximidade, os dois não eram oficialmente um casal. Eles viajaram para Londres por alguns dias para que pudessem viver publicamente como um casal e, quando voltaram para a Espanha, resolveram fazer a revelação. Os dois foram a um programa de TV onde contaram que eram meios-irmãos e também um casal.

Dois filhos

O casal tem um filho de 5 anos e um de 3. Eles afirmaram ao jornal que foram ao hospital para saber quais eram os riscos que corriam ao terem filhos sendo que também são meios-irmãos e resolveram que iriam, sim, ter as crianças.
No registro civil, os dois constam como pais das crianças.

Isso porque um outro caso de incesto foi à Justiça na Espanha e mudou a situação. Até 2012, os cartórios do país não aceitavam que dois irmãos constassem como pais no registro —na prática, registrava-se a mãe como solteira, e o pai, como tio.

Em 2012, os irmãos Daniel e Rosa Moya Peña, que tinham dois filhos, venceram uma ação na Justiça e passaram a ser pais dos filhos no papel.

O incesto não é crime na Espanha desde 1978, mas o país não permite o registro de casamento de irmãos.

Ana pensa em registrar-se como filha de um outro homem, que seria o pai adotivo dela no papel, para poder se casar. No entanto, os dois afirmam que essa ação é muito custosa para adultos.

Os dois criticam a lei: “As sociedades devem avançar e não se ancorar em tradicionalismos. Os homossexuais também eram proibidos de se casar, e agora podem. Nós nos amamos e é isso oque deveria prevalecer, nós não fazemos mal a ninguém”, disse Ana ao jornal.

G1

Papa Francisco morreu de insuficiência cardíaca e AVC, diz Vaticano

FOTO: EFE

Insuficiência cardíaca e um AVC foram as causas da morte do papa Francisco, afirmou nesta segunda-feira (21) o Vaticano.

Segundo a certidão médica que atestou a morte do papa, Francisco sofreu um AVC cerebral, entrou em coma e teve um colapso cardiocirculatório irreversível às 7h35, pelo horário de Roma (2h35 em Brasília).

O boletim médico informa que o quadro foi agravado por uma pneumonia bilateral, bronquiectasias múltiplas, hipertensão e diabetes tipo II. A morte foi confirmada por registro eletrocardiotanatográfico.

Jorge Mario Bergoglio, o papa Francisco, morreu aos 88 anos às 2h35 pelo horário de Brasília, 7h35 pelo horário local, desta segunda-feira (21). As informações foram confirmadas pelo Vaticano.

O pontífice, que ocupou o cargo máximo da Igreja Católica por 12 anos, se recuperava de uma pneumonia nos dois pulmões após ter ficado 38 dias internado. Ele morreu em seu apartamento, na residência de Santa Marta, na Cidade do Vaticano, onde vivia desde sua eleição em 2013.

g1

Papa Francisco morreu em sua residência na Casa Santa Marta, diz Vaticano

FOTO: EFE

O Papa Francisco morreu na manhã desta segunda-feira (21) na Casa Santa Marta, uma casa de hóspedes perto da Basílica de São Pedro, onde morou desde sua eleição em 2013, segundo o porta-voz do Vaticano.

O pontífice morreu no segundo andar da residência, informou a Sala de Imprensa do Vaticano.

O corpo de Francisco será sepultado em um caixão às 20h, horário local (14h, horário de Brasília), desta segunda-feira, declarou a Santa Sé em um comunicado divulgado hoje.

Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa, disse estar “esperançoso” de que o Vaticano divulgue a causa da morte na noite desta segunda-feira, após a certificação oficial do óbito.

A missa de sufrágio do pontífice ocorrerá na Basílica de São João de Latrão, em Roma, às 14h de Brasília, 19h no horário local, e será realizada pelo cardeal Baldo Reina. Durante o rito de constatação da morte do pontífice, mais detalhes devem ser informados, como se o papa estava dormindo, quando morreu, etc.

O corpo do papa Francisco será colocado em um caixão às 15h de Brasília, 20h local, informou a Santa Sé em um comunicado.

Kevin Joseph Farrell, cardeal e também camerlengo do Vaticano, vai presidir a certificação da morte de Francisco e a colocação de seu corpo no caixão.

O caixão do pontífice deve ser apresentado na manhã de terça-feira (22), mas o horário não foi informado.

Anteriormente o corpo do papa era exposto primeiro na capela privada, depois na Sala Clementina do Palacio Apostólico e só depois na basílica. Com Francisco, depois da capela privada em Santa Marta, o corpo vai ser exposto no caixão aberto na basílica.

CNN Brasil

Milei destaca honra de conhecer Francisco: bondade e sabedoria

FOTO: VATICAN NEWS

O presidente da Argentina, Javier Milei, ressaltou que se sente honrado por ter conhecido, no ano passado, a bondade e a sabedoria de seu compatriota Jorge Mario Bergoglio, ao afirmar ter recebido com dor profunda a triste notícia da morte do argentino Papa Francisco, aos 88 anos, nesta segunda-feira (21).

Milei lembrou de diferenças com o Papa, que foram superadas com abraço, em fevereiro do ano passado, quando se encontraram no Vaticano. E considerou que “hoje parecem pequenas” tais divergências que marcaram sua campanha presidencial de 2023 com duros xingamentos do presidente ao chefe da Igreja Católica.

“Adeus. Foi com profunda dor que soube nesta triste manhã que o Papa Francisco, Jorge Bergoglio, faleceu hoje e agora descansa em paz. Apesar das diferenças que hoje parecem pequenas, ter podido conhecê-lo em sua bondade e sabedoria foi uma verdadeira honra para mim. Como Presidente, como argentino e, fundamentalmente, como homem de fé, despeço-me do Santo Padre e estou ao lado de todos nós que hoje lidamos com esta triste notícia”, escreveu Milei, na rede social X.

Diário do Poder

Trump diz esperar acordo de paz entre Rússia e Ucrânia nesta semana

FOTO: DANIEL TOROK

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (foto), afirmou neste domingo, 20, esperar um acordo de paz entre Rússia e Ucrânia ainda nesta semana.

Em publicação nas redes sociais, o republicano prometeu “grandes negócios com os EUA” para ambos os lados, caso a trégua seja firmada. Ele não deu mais detalhes sobre as negociações.

Na sexta-feira, o secretário de Estado, Marco Rubio, havia dito que os EUA abandonariam os esforços diplomáticos caso não houvesse sinais concretos de avanço nos próximos dias.

“Estamos chegando a um ponto em que precisamos decidir se isso é possível ou não”, afirmou Rubio em Paris, após reuniões com líderes da França, Reino Unido e Alemanha.

Apesar do tom de ultimato, Trump afirmou que a retirada das negociações não significaria o fim do diálogo, mas que os EUA buscariam outras prioridades se o impasse persistisse.

“Trégua de Páscoa”

Neste domingo, o Kremlin rejeitou a proposta de Kiev de estender o cessar-fogo de Páscoa para 30 dias. Segundo o porta-voz Dmitry Peskov, Vladimir Putin não ordenou a prorrogação da trégua, que em teoria duraria 30 horas entre sábado e domingo.

Como mostramos, Zelensky acusou a Rússia de violar mais de duas mil vezes a trégua de Páscoa anunciada por Vladimir Putin. Segundo o presidente ucraniano, os ataques ocorreram em todas as principais frentes de combate, contrariando a trégua declarada pelo Kremlin.

“Até o momento, desde o início do dia, o exército russo violou o cessar-fogo de Putin mais de 2 mil vezes. Já houve 67 ataques contra nossas posições em várias direções, sendo o maior número na direção de Pokrovsk. Foram 1.355 bombardeios, 713 com armamento pesado, além de 673 ataques com drones FPV”, afirmou Zelensky nas redes sociais.

O Antagonista

Quais são os próximos passos da Igreja Católica após a morte do papa Francisco

FOTO: AP

A morte do papa Francisco coloca a Igreja Católica em um período conhecido como “Sé vacante”. Durante esta fase, o Vaticano dá início aos preparativos para o funeral do pontífice e para a escolha de um novo líder.

Francisco tinha 88 anos e ficou 12 anos à frente da Igreja Católica.

Com a morte do papa, agora a Igreja passa a ter uma espécie de governo temporário. Parte dos religiosos que compõem a cúpula do governo do Vaticano perde suas as funções, e decisões urgentes ficam a cargo de um Colégio dos Cardeais.

Durante a Sé vacante, que é o período em que os católicos ficam sem um papa, o camerlengo conduz os trabalhos da Igreja e prepara a transição de governo. Ele também ajuda a organizar o Conclave, que elegerá um novo líder. Atualmente, o cargo é ocupado pelo cardeal irlandês Kevin Joseph Farrell.

Antes disso, no entanto, a Igreja seguirá uma série de ritos, com destaque para as cerimônias fúnebres de Francisco.

  1. Como é feito o funeral?

Após a morte do papa, o funeral é feito seguindo a “Ordem das Exéquias do Sumo Pontífice”, que é um livro litúrgico que determina como serão as cerimônias fúnebres do pontífice. As normas foram aprovadas por Francisco em abril de 2024 e publicadas em novembro do mesmo ano.

O primeiro rito é a confirmação da morte, realizada pelo camerlengo — o cardeal responsável por administrar a Igreja durante o período de Sé Vacante. Ele chamará o papa pelo nome três vezes. Se não houver resposta, o óbito será oficialmente declarado.

Antigamente, esse rito era feito com o uso de um martelo de prata, com o qual o camerlengo batia suavemente na testa do pontífice. A prática, porém, caiu em desuso.

Depois da confirmação do óbito, o camerlengo retira o “Anel do Pescador” da mão do papa, que é destruído com um martelo. O procedimento simboliza o fim do papado. O quarto do papa também é fechado e selado.

O corpo do pontífice é colocado em um caixão de madeira e levado para a Basílica de São Pedro, onde será velado. Antes, havia uma passagem pelo Palácio Apostólico, mas essa etapa foi eliminada pelas novas regras.

Na Basílica, o corpo do papa será exposto diretamente no caixão, e não mais de um alto esquife — que é uma espécie de estrado elevado.

Francisco também determinou que o próprio caixão fosse mais simples. Antigamente, o papa era colocado em três caixões, feitos de cipreste, chumbo e carvalho. Agora, a urna terá apenas uma estrutura de madeira revestida por zinco.

Pelas regras da Igreja, o enterro do papa deve ocorrer entre quatro e seis dias após a morte. Ao contrário de outros pontífices, Francisco pediu para ser sepultado na Basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma, em vez da Basílica de São Pedro.

Missas serão celebradas por nove dias consecutivos, seguindo a tradição dos “novendiales”, que é um período de luto e oração pela alma do papa.

  1. Quando começa a escolha para o novo papa?

A escolha do novo líder da Igreja Católica começa entre 15 e 20 dias após a morte do papa. Durante esse período, o Vaticano convoca o chamado Colégio dos Cardeais, com religiosos do mundo inteiro. Atualmente, 252 cardeais integram esse grupo, incluindo oito brasileiros.

E, desse grupo, 138 cardeais com menos de 80 anos estão aptos a participar da eleição do novo papa, sendo sete brasileiros.

Antes do início da votação para eleger um novo papa, chamada de Conclave, o Colégio dos Cardeais participa de reuniões chamadas “Congregações Gerais”. Nesses encontros, os religiosos votam para decidir questões governamentais da Igreja.

As congregações ocorrem diariamente e começam antes mesmo do fim dos “novendiales”, período de nove dias de missas em memória do papa falecido.

Uma das primeiras decisões tomadas nesses encontros é o estabelecimento do dia, da hora e do modo como o corpo do papa será levado para a Basílica de São Pedro para ser exposto aos fiéis.

Os cardeais também organizam os detalhes do Conclave e auxiliam na preparação dos ambientes de votação e dos aposentos para acomodar os religiosos, além de definir a data para o início da eleição.

  1. Quem governa a Igreja neste período?

Após a morte do papa, o governo fica confiado ao camerlengo, que é responsável pela administração dos bens e do Tesouro do Vaticano. Atualmente, o cargo é ocupado pelo cardeal irlandês Kevin Joseph Farrell.

Entre as funções do camerlengo está a organização da transição durante a Sé Vacante, o período em que a Igreja Católica fica sem um pontífice. Ele também é responsável por atestar a morte do papa e assumirá temporariamente o Palácio Apostólico, residência oficial do papa.

Enquanto o camerlengo mantém a autoridade administrativa, cabe ao Colégio dos Cardeais discutir assuntos comuns ou inadiáveis da Igreja.

O Colégio dos Cardeais fica impedido de fazer mudanças profundas na estrutura da Igreja Católica, como a alteração ou correção de leis determinadas pelos papas.

Além disso, quando o papa morre, quase todos os religiosos que ocupam cargos na cúpula do Vaticano deixam suas funções, como o Cardeal Secretário de Estado e os responsáveis pelos departamentos do governo, chamados de Dicastérios da Cúria Romana.

  1. Como funciona o Conclave?

A palavra “conclave” vem do latim cum clavis e significa “fechado à chave”. É por meio dele que a Igreja Católica elege o novo papa.

Durante os dias de eleição, cardeais do mundo todo ficam fechados dentro do Vaticano, em uma área conhecida como “zona de Conclave”. Eles também fazem um juramento de segredo absoluto sobre o processo.

Atualmente, 138 cardeais com menos de 80 anos estão aptos a participar da eleição, sendo sete brasileiros. Veja a seguir:

  • Sérgio da Rocha, Primaz do Brasil e arcebispo de Salvador, 65 anos.
  • Jaime Spengler, presidente da CNBB e arcebispo de Porto Alegre, 64 anos.
  • Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, 75 anos.
  • Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, 74 anos.
  • Paulo Cezar Costa, arcebispo de Brasília, 57 anos.
  • João Braz de Aviz, arcebispo emérito de Brasília, 77 anos.
  • Leonardo Ulrich Steiner, arcebispo de Manaus, 74 anos.

Todos os cardeais que participam da eleição ficam impedidos de utilizar qualquer meio de comunicação com o exterior. Ou seja, eles não podem usar telefones, ler jornais ou conversar com pessoas de fora do Vaticano. Essas medidas foram adotadas para evitar que a votação seja influenciada.

As votações acontecem dentro da famosa Capela Sistina. Para ser eleito, um cardeal precisa receber dois terços dos votos que — são secretos e queimados após a contagem.

Ao todo, até quatro votações podem ser realizadas diariamente, sendo duas pela manhã e duas à tarde. Se, depois do terceiro dia de conclave, a Igreja continuar sem papa, uma pausa de 24 horas é feita para orações. Outra pausa pode ser convocada após mais sete votações sem um eleito.

Caso haja 34 votações sem consenso, os dois mais votados da última rodada disputarão uma espécie de “segundo turno”. Ainda assim, será necessário atingir dois terços dos votos para que um deles seja eleito.

Quando um cardeal é eleito, a Igreja questiona se ele aceita o cargo de papa. Se ele concordar, o religioso também precisa escolher um nome. Em seguida, ele é levado para um ambiente conhecido como “Sala das Lágrimas”, onde veste as vestes papais.

Por fim, o novo papa é anunciado à multidão que aguarda na Praça de São Pedro. O pontífice é apresentado diretamente da sacada da Basílica, onde é proclamada a famosa frase “Habemus Papam” (“Temos um Papa”).

  1. Quais os significados das fumaças?

Uma maneira tradicional de anunciar a escolha de um novo papa é por meio da fumaça que sai da chaminé da Capela Sistina. Se for branca, significa que a Igreja tem um novo pontífice. Por outro lado, se for escura, uma nova votação será realizada.

A fumaça é resultado da queima dos votos dos cardeais reunidos no Conclave. Para garantir a cor correta, substâncias químicas são adicionadas à combustão.

Em 2013, o Vaticano esclareceu que a fumaça escura era produzida por uma mistura de clorato de potássio, antraceno e enxofre, enquanto a branca é resultado da queima de clorato de potássio, lactose e colofônio.

A chaminé responsável pela liberação da fumaça funciona por meio de um sistema eletrônico, e os compostos químicos ficam armazenados em cartuchos específicos.

Além da fumaça branca, a eleição do novo papa é confirmada pelo toque dos sinos da Basílica de São Pedro.

G1