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Categoria: Mundo

Papamóvel será transformado em unidade de saúde para crianças em Gaza

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O veículo utilizado pelo papa Francisco, popularmente conhecido como papamóvel, será transformado de forma que possa servir como uma unidade de saúde móvel para atender crianças na Faixa de Gaza. De acordo com o Vaticano, a adaptação foi um pedido feito pelo próprio pontífice.

Em nota, a Santa Sé destacou que o legado de paz deixado por Francisco “continua a brilhar” em um mundo assolado por conflitos. “A proximidade que ele demonstrou aos mais vulneráveis ​​durante sua missão terrena continua irradiando mesmo após sua morte”, completou. O 266º papa, e o primeiro das Américas, morreu no último dia 21 de abril.

“Foi seu último desejo para um povo a quem demonstrou tanta solidariedade ao longo do seu pontificado, sobretudo ao longo dos últimos anos”, destacou o Vaticano. De acordo com o comunicado, o pedido foi feito já em meio aos últimos meses de vida de Francisco, que confiou a iniciativa à organização humanitária Caritas Jerusalém.

“Em meio à guerra terrível, à infraestrutura em colapso, a um sistema de saúde mutilado e à falta de educação, as crianças são as primeiras a pagar o preço, com a fome, as infecções e outras doenças evitáveis ​​colocando suas vidas em risco”, ressaltou a Santa Sé.

“Papa Francisco costumava dizer: ‘Crianças não são números. São rostos. Nomes. Histórias. E cada uma delas é sagrada’ e, com este último presente, suas palavras se tornaram ações.”

Ainda segundo o Vaticano, o papamóvel está sendo adaptado com equipamentos para diagnóstico, exame e tratamento – incluindo testes rápidos para infecções, instrumentos de diagnóstico, vacinas, kits de sutura e outros suprimentos considerados vitais para manter a saúde de crianças em zonas de conflito.

A equipe que utilizará o veículo em Gaza será composta por médicos e paramédicos, “que alcançarão crianças aos cantos mais isolados de Gaza assim que o acesso humanitário à faixa for restabelecido”, concluiu o comunicado.

Com informações da Agência Brasil

Rei Charles faz relato emocionante sobre sua batalha contra o câncer

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Na última quarta-feira (30/4), o rei Charles III promoveu uma emocionante recepção no Palácio de Buckingham para reunir instituições de caridade do Reino Unido que atuam no apoio a pessoas com câncer, condição enfrentada pelo monarca desde fevereiro de 2024.

Segundo informações da BBC, Charles aproveitou a reunião para compartilhar sua própria experiência e como ele tem lidado com o diagnóstico. Para ele, fazer parte das estatísticas do câncer tem sido uma experiência “intimidadora e, às vezes, assustadora”.

Embora o enfrentamento da doença seja marcado por desconfortos, ele reforçou como ter uma rede de apoio solidária é fundamental para que ele se mantenha forte.

“Os momentos mais sombrios da doença podem ser iluminados pela maior compaixão”, afirmou.

Rei Charles escreve relato pessoal sobre diagnóstico de câncer

Embora não tenha revelado atualizações sobre seu estado de saúde, o rei compartilhou reflexões sobre o poder da conexão humana para garantir avanços e melhoras no tratamento. “Como uma dessas estatísticas, posso garantir que essa também pode ser uma experiência que coloca em foco o melhor da humanidade”, declarou.

Na mensagem, Charles também exaltou o trabalho da chamada “comunidade de cuidado” — profissionais, voluntários e organizações que acompanham pacientes com dedicação e cuidado.

“Na explicação cuidadosa de uma enfermeira especialista, na mão segurada por um voluntário ou na experiência compartilhada em um grupo de apoio, há um profundo impacto na vida de quem enfrenta o câncer”, escreveu o rei Charles.

“Embora a jornada de cada paciente possa ser diferente, juntos vocês estão garantindo que um diagnóstico de câncer nunca signifique enfrentar o futuro sem esperança e apoio”, complementou.

Entre os convidados da recepção, estavam representantes de instituições, pessoas que convivem com câncer, além de familiares que perderam entes queridos para doenças, incluindo a apresentadora de rádio Adele Roberts, o ex-jogador de futebol Ashley Cain e o ator Richard E Grant.

Durante o evento, Charles citou Dame Deborah James — ativista que morreu de câncer em 2022 — e relembrou uma de suas frases marcantes. “Não se arrependam e sempre, sempre tenham uma esperança rebelde”, citou o monarca.

Metrópoles

Trump anuncia reabertura e ampliação da prisão de Alcatraz, fechada desde 1963

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Em uma medida polêmica, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (4) a reabertura e expansão da histórica prisão de Alcatraz, localizada na baía de São Francisco, Califórnia. Fechada desde 1963, a penitenciária é conhecida por ter abrigado criminosos notórios, como Al Capone, e por sua reputação de segurança máxima.

Através de sua plataforma Truth Social, Trump declarou que a nova Alcatraz será “substancialmente ampliada e reconstruída” para receber os “criminosos mais cruéis e violentos dos Estados Unidos”. O presidente afirmou que a reativação da prisão servirá como um símbolo de “Lei, Ordem e Justiça”, destacando a necessidade de isolar indivíduos perigosos da sociedade.

“Por muito tempo, os Estados Unidos têm sido atormentados por criminosos cruéis, violentos e reincidentes, a escória da sociedade, que nunca contribuirá com nada além de miséria e sofrimento”, escreveu Trump em sua rede social. Ele criticou o sistema judicial atual por sua suposta leniência e afirmou que não tolerará mais a presença de criminosos em série que espalham “sujeira, derramamento de sangue e caos” nas ruas.

A decisão de reabrir Alcatraz ocorre em meio a uma série de medidas controversas adotadas pelo governo Trump em seus primeiros cem dias de mandato, incluindo a reativação da prisão de Guantánamo para receber imigrantes e criminosos, além de acordos com países como El Salvador para abrigar prisioneiros. O presidente também não descarta a possibilidade de deportar cidadãos americanos para prisões fora dos Estados Unidos.

Viabilidade

A reabertura de Alcatraz, atualmente um ponto turístico que atrai cerca de um milhão de visitantes por ano, levanta questões sobre a viabilidade da proposta, considerando os altos custos operacionais que levaram ao seu fechamento original. Além disso, a iniciativa enfrenta críticas de defensores dos direitos humanos e especialistas em justiça criminal, que questionam a eficácia e a legalidade de tais medidas.

O Departamento de Justiça, o FBI, o Departamento de Segurança Interna e o Escritório Federal de Prisões foram instruídos a colaborar na reativação da penitenciária. A comunidade internacional e organizações de direitos civis observam atentamente os desdobramentos dessa política, que marca um endurecimento significativo na abordagem do governo Trump em relação à criminalidade e imigração.

O Tempo

Chaminé da qual sairá fumaça do conclave é instalada no Vaticano

FOTO: EFE

A chaminé que vai comunicar ao mundo a escolha do sucessor do papa Francisco foi instalada na Capela Sistina, no Vaticano, na manhã desta sexta-feira (2). A medida faz parte dos preparativos para o conclave que começará na próxima quarta-feira (7). Desde a última segunda (28), a Capela Sistina está fechada para visitações por conta das preparações para a escolha do novo pontífice.

O duto instalado no topo da Capela Sistina tem papel importante durante as reuniões para definir o novo papa, já que é da chaminé que sairá a famosa fumaça branca que indica que os cardeais definiram quem será o pontífice que liderará a Igreja Católica. No entanto, caso a fumaça seja preta, isso indicará que o colégio cardinalício não alcançou os dois terços de votos necessários para sacramentar o nome do escolhido.

COMO SERÁ O CONCLAVE

O conclave para eleger o novo papa começará em 7 de maio, às 11h30 (horário de Brasília), com o isolamento dos 133 cardeais eleitores na Capela Sistina. A jornada iniciará às 5h (de Brasília), com a missa Pro Eligendo Pontifice e, mais tarde, os cardeais se reunirão às 11h15 na Capela Paolina do Palácio Apostólico. As informações foram divulgadas na última terça (29) pelo porta-voz da Santa Sé, Matteo Bruni.

Quinze minutos depois da reunião, os 133 cardeais com menos de 80 anos e, portanto, com direito a voto, começarão a entrar na Capela Sistina para dar início ao conclave. Vestidos com suas vestes vermelhas, os cardeais deixarão a Capela Paolina entoando as litanias e seguirão em procissão para a Capela Sistina, onde entoarão o cântico Vieni Creator e farão o juramento.

Quando todos estiverem na Capela Sistina, o mestre de cerimônias, Diego Ravelli, pronunciará a fórmula “extra omnes” (todos para fora, em latim) para pedir a todos que não são cardeais eleitores saiam. A partir desse momento, o conclave terá início, com duas votações pela manhã e duas à tarde, até que um pontífice seja eleito com dois terços dos votos.

Atualmente, o Colégio de Cardeais é composto por um total de 252 cardeais, dos quais apenas 135 têm direito a voto por terem menos de 80 anos de idade, mas dois deles não participarão do conclave por motivos de saúde. Bruni não esclareceu quem são os dois cardeais que perderão a nomeação.

Com informações EFE

Turista descobre homem debaixo da sua cama em quarto de hotel

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Uma turista que estava no segundo dias de férias sozinha no Japão sentiu um odor estranho no seu quarto de hotel em Tóquio, ao qual tinha regressado após um dia de passeios turísticos.

Natalisi Taksisi disse que havia decidido visitar o Japão porque achava o país oriental “muito seguro”. Não demorou para a sensação de segurança cair por terra rapidamente.

O odor que a tailandesa sentia tinha uma explicação sinistra: ele vinha de um homem escondido debaixo da cama da suíte, de acordo com relato que viralizou neste mês.

“Depois de um dia de turismo, voltei por volta das 19h30, abri meu quarto, tirei as minhas roupas e deitei na cama”, disse Natalisi, segundo reportagem no “Metro”. “Então, senti um cheiro estranho. A princípio, pensei que vinha do meu cabelo ou dos lençóis, mas depois percebi que vinha de debaixo da cama. Quando me inclinei para verificar, vi um par de olhos me encarando. Vi um homem debaixo da minha cama, comecei a gritar e me levantei de um pulo. O homem saiu de debaixo da cama e me encarou por três segundos. Naqueles segundos, senti como se minha vida tivesse acabado”, acrescentou ela.

Natalisi imediatamente pediu ajuda, e os funcionários do hotel chamaram a polícia . Mas o invasor conseguiu fugir. A tailandesa contou que os funcionários do hotel lhe disseram que seria difícil identificar o intruso, pois não há câmeras de dentro do prédio.

“Os dias seguintes da viagem foram um pesadelo”, desabafou a turista, que havia desembolsado R$ 3.400 por três noites no hotel, na região de Ryogoku.

Extra

IMAGENS FORTES: Motorista atropela multidão e deixa vários mortos durante festa

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Pelo menos nove pessoas morreram após um motorista atropelar uma multidão em um festival de rua em Vancouver, oeste do Canadá, no sábado (26), horas antes da eleição nacional.

De acordo com a polícia, um homem de 30 anos foi preso, e um porta-voz da polícia disse aos repórteres que o motorista era um “suspeito solitário” conhecido pelas autoridades. Ainda segundo as forças policiais, por enquanto, está descartado que o ataque tenha sido um ato de terrorismo.

O caso aconteceu enquanto membros da comunidade filipina se reuniam para celebrar o Dia de Lapu Lapu, festival que homenageia um líder anticolonial filipino do século 16. O primeiro-ministro canadense Mark Carney, um liberal, escreveu nas redes sociais que estava “devastado” pelos “eventos horríveis”.

“Ofereço minhas mais profundas condolências aos entes queridos dos mortos e feridos, à comunidade filipino-canadense e a todos em Vancouver”, disse ele. “Estamos todos de luto com vocês”, acrescentou.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram um SUV preto com o capô danificado caído em uma rua coberta de escombros, ao lado de socorristas atendendo pessoas no chão.

A testemunha ocular Dale Selipe disse que viu crianças feridas na rua depois que o veículo avançou sobre a multidão.

Diário Brasil Notícias

“Anjo da morte”: Argentina libera arquivos sobre nazista Josef Mengele

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Por decisão do presidente Javier Milei, o Arquivo Geral da Nação (AGN) disponibilizou ao público uma série de documentos históricos que incluem informações sobre a atuação de nazistas na Argentina. Entre os registros divulgados, há um extenso material relacionado a Josef Mengele, médico conhecido por seus crimes durante o regime nazista no campo de concentração de Auschwitz.

O acervo reúne aproximadamente 1.850 peças documentais, organizadas em sete arquivos distintos, segundo informações da agência subordinada ao vice-chefe do Gabinete do Interior. A documentação foi restaurada, digitalizada e descrita para acesso público, podendo ser consultada gratuitamente no site do AGN.

A liberação acontece após um pedido formal feito pelo Centro Simon Wiesenthal, que atualmente investiga possíveis conexões entre o banco Credit Suisse e o financiamento do nazismo. A solicitação foi feita em fevereiro deste ano, durante uma audiência com o presidente Milei.

Embora o material já tivesse sido desclassificado durante o governo de Carlos Menem, em 1992, sua consulta era restrita a uma sala especial no Arquivo Nacional. Agora, a digitalização permite o acesso a partir de qualquer lugar do país ou do exterior.

Além dos documentos sobre atividades nazistas, foram disponibilizados 1.300 decretos presidenciais secretos e reservados, emitidos entre 1957 e 2005. Esses decretos abrangem temas como a compra e venda de armamentos, alterações orçamentárias, reorganizações nos serviços de inteligência e ações no combate ao comunismo durante as décadas de 1960 e 1970.

Entre eles estão registros da compra de mísseis Exocet em 1975 e da aprovação do Plano Militar Continental contra a ameaça comunista em 1963. O acervo também inclui o decreto relacionado à extradição do criminoso de guerra Erich Priebke.

O arquivo que trata especificamente de Josef Mengele, identificado como Arquivo 7-3772, contém quase 400 páginas de documentos. Eles detalham sua entrada na Argentina em 1949, inicialmente sob o nome falso de Gregor Helmut. Em 1956, Mengele apresentou uma certidão de nascimento legalizada para se identificar oficialmente como Josef Mengele.

Os registros incluem trocas de comunicações entre autoridades policiais e de inteligência, relatos de membros da comunidade alemã que reconheceram Mengele e informações sobre sua vida no país, como o casamento com Marta María Will.

As autoridades argentinas, alertadas por informes internacionais, iniciaram buscas que incluem suspeitas de sua passagem por cidades como Mar del Plata e relatos sobre sua suposta captura em Buenos Aires por agentes israelenses, nunca confirmada.

Com o aumento da pressão internacional na década de 1950, Mengele deixou a Argentina e se mudou para o Paraguai, onde obteve cidadania, em 1959, durante o governo de Alfredo Stroessner. Posteriormente, para escapar da perseguição de caçadores de nazistas, mudou-se constantemente até se estabelecer no Brasil.

De acordo com os documentos, Josef Mengele viveu em áreas rurais no Brasil e morreu afogado em 1979, em uma praia próxima a Bertioga. Sua identidade foi confirmada apenas nos anos 1980, após exumações e estudos forenses.

Metrópoles

Gay e católico: saiba quem é o alfaiate que vestia o papa Francisco

FOTO: DIVULGAÇÃO

O papa Francisco, que morreu na última semana, aos 88 anos, começou e terminou a missão como pontífice com peças do alfaiate Filippo Sorcinelli, especializado em vestes litúrgicas. O artista, nascido na cidade de Mondolfo, desenha para o Vaticano há 25 anos e criou o traje da primeira missa do líder católico, bem como a mitra para o velório. Recentemente, Sorcinelli chamou atenção após uma entrevista na qual fala sobre a experiência de ser um homem gay praticante do catolicismo, e o possível encerramento do trabalho para a igreja.

Relação com a igreja

Sorcinelli assina as vestes litúrgicas do Vaticano pela marca própria, Atelier Lavs. O artista também é pintor, fotógrafo e perfumista, e dono da marca de fragrâncias Unum. Ele cresceu em meio a uma família de tecelões e costureiras. Nas mais criações que fez para Francisco, destacou-se por interpretar e respeitar a abordagem humilde do líder religioso, nascido na Argentina.

O alfaiate criou a primeira veste religiosa em 2001, aos 23 anos, para um amigo que tinha acabado de virar padre. Desde então, ele traz nas peças referências artísticas que vão da Idade Média ao Renascimento. Na infância, quando acompanhava as visitas da mãe a igrejas antigas, ele ficava encantado com os elementos estéticos e doutrinários do catolicismo, que virou sua religião até os dias atuais.

“Levo no coração meus primeiros passos como criança: eu acompanhava minha mãe na limpeza da igreja paroquial da minha cidade. Esses gestos simples e humildes carregavam um grande significado e se tornaram a assinatura da minha vida”, disse o artista à Vogue americana.

“Ter fé, para mim, é ter sido agraciado por essa riqueza humana. Criar arte sacra hoje é transmitir essa mensagem ao mundo. Eu não estaria vivo hoje se não tivesse vivido esses momentos.”

Metrópoles