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Categoria: Mundo

Petro fala em pegar em armas em meio a declarações de Trump

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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, ameaçou nesta segunda-feira (5) voltar a pegar em armas, se necessário – como em seus anos de guerrilheiro -, após falas proferidas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a possibilidade de realizar uma operação na Colômbia similar a aquela que realizou contra a Venezuela.

– Embora não tenha sido militar, conheço a guerra e a clandestinidade. Jurei não tocar em uma arma sequer desde o pacto de paz de 1989, mas pela pátria tomarei novamente as armas que não quero – escreveu Petro, em uma longa mensagem em sua conta na rede social X.

Em sua juventude, Petro fez parte da guerrilha M-19, que se desmobilizou em 1990 após assinar um acordo de paz com o então presidente colombiano Virgilio Barco (1986-1990).

No domingo, Trump comentou a jornalistas a bordo do Air Force One que, assim como a Venezuela, a “Colômbia também está muito doente” e, em referência a Petro, disse que o país é “governado por um homem doente que gosta de fabricar cocaína e vendê-la aos Estados Unidos, e isso é algo que ele não fará por muito tempo”.

Ao ser questionado se isso significava que poderia haver uma operação dos Estados Unidos na Colômbia semelhante à realizada na Venezuela contra Nicolás Maduro – que foi detido com sua esposa, Cilia Flores, e levado perante um juiz em Nova Iorque -, Trump respondeu:

– Isso soa bem para mim.

No entanto, Petro rechaçou as declarações de Trump:

– Não sou ilegítimo nem sou narcotraficante, tenho apenas como bem a casa da minha família que ainda pago com meu salário. Meus extratos bancários foram publicados. Ninguém pôde dizer que gastei mais do que recebo. Não sou ganancioso.

O governante, que mantém um embate verbal com o republicano praticamente desde que este iniciou seu segundo mandato na Casa Branca há um ano, assinalou ter “enorme confiança” de que o povo colombiano irá defendê-lo.

– A forma de me defender é tomar o poder em todos os municípios do país. A ordem à força pública é não disparar contra o povo, e sim contra o invasor – enfatizou.

Segundo Petro, se os Estados Unidos “detiverem o presidente”, como fizeram no último sábado em Caracas com Maduro e Flores após bombardeios em diversos pontos da Venezuela, enfrentarão uma reação popular.

– Cada soldado da Colômbia tem uma ordem desde já: todo comandante da força pública que preferir a bandeira dos EUA à bandeira da Colômbia retira-se imediatamente da instituição por ordem das bases, da tropa e minha. A Constituição ordena que a força pública defenda a soberania popular – acrescentou o líder colombiano.

Pleno News

CIA sabia o que Maduro comia e até mesmo quais eram seus pets

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Muito antes da ofensiva militar que culminou na retirada de Nicolás Maduro do poder, os Estados Unidos já operavam silenciosamente dentro da Venezuela. Em agosto, agentes da CIA ingressaram clandestinamente no país com a missão de reunir informações detalhadas sobre a rotina do líder venezuelano, classificado pela administração Trump como “narcoterrorista”.

As informações, reveladas em uma reportagem detalhada do jornal americano The New York Times, apontam que, sem embaixada americana em funcionamento em Caracas, os agentes tiveram de atuar sem a proteção do disfarce diplomático. Ainda assim, conseguiram permanecer meses na capital sem serem detectados.

Nesse período, os americanos mapearam minuciosamente os deslocamentos de Maduro, seus hábitos alimentares e até informações banais, como quais eram seus animais de estimação, segundo o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto. O trabalho foi complementado por fontes próximas ao presidente e por uma frota secreta de drones, o que permitiu à inteligência traçar um quadro preciso de sua rotina.

O risco da missão era elevado, mas o resultado foi preciso. A ação ocorreu na madrugada do último sábado (3) e envolveu tropas de elite do Delta Force, numa operação considerada a mais arriscada conduzida pelos EUA desde a morte de Osama bin Laden, em 2011. Internamente, a avaliação entre pessoas com conhecimento direto da operação foi de que a execução foi impecável.

Para a execução, os comandos do Delta Force treinaram durante semanas em uma instalação construída no Kentucky que reproduzia em escala real a residência onde Maduro se encontrava. O objetivo era ensaiar, repetidas vezes, a entrada forçada em portas reforçadas, reduzindo o tempo de reação ao mínimo possível.

A janela para a ofensiva, no entanto, era estreita. Maduro alternava entre seis e oito locais distintos e, muitas vezes, os serviços de inteligência não sabiam onde ele ficaria até tarde da noite. A operação só poderia avançar quando houvesse certeza de que ele estava no local exato para o qual os militares haviam se preparado.

Nos dias que antecederam a incursão, os Estados Unidos reforçaram sua presença militar na região, deslocando aeronaves de operações especiais, drones armados Reaper, caças, helicópteros de resgate e navios da Marinha. Analistas interpretaram o movimento como sinal de que a decisão já estava tomada — restava apenas definir o momento exato.

Uma semana antes do ataque principal, a CIA havia conduzido uma ação com drone contra uma instalação portuária venezuelana. Pouco antes da ofensiva, Maduro ainda tentou negociar. De acordo com Trump, o ditador venezuelano ofereceu acesso ao petróleo do país.

Um oficial americano afirmou que, em 23 de dezembro, foi apresentada a Maduro a possibilidade de deixar o país rumo à Turquia. A proposta foi rejeitada, o que selou o caminho para a operação militar. Trump autorizou formalmente a missão em 25 de dezembro, mas delegou ao Pentágono e ao comando de Operações Especiais a decisão final sobre o momento do ataque.

A escolha do período de festas não foi casual: muitos integrantes do governo venezuelano estavam de férias, assim como parte significativa das Forças Armadas do país. O mau tempo adiou a ação por alguns dias. Quando as condições melhoraram, os comandantes identificaram uma nova janela de oportunidade. Às 22h46 da última sexta-feira (2), Trump deu a autorização final.

A ofensiva começou com uma operação cibernética que derrubou o fornecimento de energia em amplas áreas de Caracas, mergulhando a cidade na escuridão. Em seguida, mais de 150 aeronaves militares decolaram de cerca de 20 bases e navios, incluindo drones, bombardeiros e caças.

Explosões foram registradas durante a madrugada, quando forças americanas atingiram radares e sistemas de defesa aérea venezuelanos. Segundo autoridades dos EUA, os alvos atingidos foram torres de transmissão de rádio e instalações de radar.

Mesmo com as defesas aéreas neutralizadas, helicópteros americanos foram alvejados durante a aproximação ao complexo onde Maduro se encontrava. Um deles chegou a ser atingido, e cerca de seis militares americanos ficaram feridos.

Transportados pelo 160° Regimento de Aviação de Operações Especiais, chamados de Night Stalkers, os comandos do Delta Force desembarcaram na base militar mais fortificada do país. Em poucos minutos, avançaram pelo edifício até localizar Maduro. Toda a ação era acompanhada em tempo real por Trump e assessores, a partir de uma sala segura em Mar-a-Lago, na Flórida.

Segundo o presidente, Maduro e a esposa tentaram se refugiar em um cômodo fortificado, mas não conseguiram se trancar antes da entrada das forças americanas. Cerca de cinco minutos após o início da incursão, o Delta Force comunicou que o presidente venezuelano estava sob custódia.

O casal foi rapidamente levado de helicóptero ao USS Iwo Jima, posicionado no Caribe. De lá, seguiram para a base naval de Guantánamo Bay e, posteriormente, embarcaram em uma aeronave com destino a uma instalação militar próxima a Nova Iorque.

Pleno News

Petroleiros ‘fogem’ da Venezuela após captura do ditador venezuelano

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Mais de uma dezena de navios petroleiros venezuelanos deixaram as águas do país em um movimento coordenado para burlar o bloqueio marítimo imposto pelos Estados Unidos, após a captura do ditador Nicolás Maduro, no último sábado (3).

A informação foi divulgada pelo New York Times e confirmada por plataformas independentes de monitoramento marítimo.

Segundo o jornal americano, ao menos 16 petroleiros alvo de sanções dos EUA partiram da costa venezuelana desde o fim de semana. Parte das embarcações desligou os sistemas de identificação automática, prática conhecida como “modo escuro”, e outras passaram a operar com nomes, bandeiras e localizações falsas para dificultar o rastreamento em tempo real.

Imagens de satélite analisadas pelo NYT identificaram quatro navios, Veronica III, Vesna, Bertha e Aquila II, a cerca de 50 quilômetros da costa, já utilizando identidades falsas. Outros 12 petroleiros teriam desligado completamente os transmissores e não foram mais localizados por registros recentes.

O site TankerTrackers afirmou que cerca de 12 dessas embarcações estavam carregadas com petróleo cru, embora o New York Times destaque que alguns navios podem ter partido vazios para ganhar velocidade. Para Samir Madani, cofundador da plataforma, a saída simultânea seria uma tentativa deliberada de sobrecarregar a capacidade de resposta das forças americanas, considerada a estratégia mais eficaz para romper o bloqueio naval.

Apesar da captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em uma operação das forças norte-americanas em Caracas, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reafirmou que a chamada “quarentena do petróleo” permanece em vigor. Segundo ele, a medida seguirá sendo usada como instrumento de pressão para mudanças políticas e para o combate ao tráfico de drogas associado ao regime venezuelano.

No plano interno, a vice-presidente Delcy Rodríguez foi empossada como presidente interina da Venezuela por decisão do Tribunal Supremo de Justiça, com apoio das Forças Armadas, para um mandato provisório de 90 dias. Já Maduro foi transferido para Nova York, onde passou a responder formalmente às acusações do governo americano, incluindo a de liderar o chamado Cartel de los Soles.

Diário do Poder

Israel: “Maduro lavou dinheiro do Hezbollah com respaldo do Irã”

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O governo de Israel assegurou nesta segunda-feira (5) que o agora ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro, capturado pelos Estados Unidos em uma operação relâmpago realizada no último sábado (3), utilizou a Venezuela para lavar dinheiro do grupo terrorista libanês Hezbollah com o respaldo do Irã.

– Maduro liderou um regime terrorista apoiado pelo Irã, utilizando a Venezuela como plataforma para o narcotráfico e a lavagem de dinheiro de redes terroristas do Hezbollah. Posso dizer-lhes que a Venezuela também faz parte do eixo do terror [iraniano] – disse a porta-voz do Executivo israelense, Shosh Bedrosian, em sua coletiva de imprensa diária.

Bedrosian também ecoou a visão do Ministério das Relações Exteriores de Israel, que considerou que a Venezuela “serviu de base para operativos terroristas do Hezbollah e abrigou instalações de produção de armas iranianas”.

– O primeiro-ministro [israelense, Benjamin Netanyahu] declarou que o Irã exporta seu terrorismo para a Venezuela para prejudicar Israel e os Estados Unidos, e que tem trabalhado em conluio com o regime de Maduro – lembrou Bedrosian.

O premiê israelense já havia celebrado neste domingo (4) que “muitos países” da América Latina “estão voltando ao eixo americano”, depois de os Estados Unidos terem atacado diversos pontos estratégicos da Venezuela e capturado Maduro em Caracas. Além disso, felicitou o presidente americano, Donald Trump, pela operação.

As palavras do primeiro-ministro israelense seguiram a linha dos elogios feitos publicamente pelo ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, a Trump, expressando o desejo de que, “com o retorno da democracia ao país” caribenho, Israel e Venezuela possam restabelecer “relações amistosas”.

O Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela ordenou que a vice-presidente executiva, Delcy Rodríguez, assuma como presidente interina do país sul-americano, após Trump sinalizar que ela assumiria as rédeas temporariamente.

Durante pronunciamento no último sábado, após a captura de Maduro, Rodríguez afirmou que os EUA lançaram “uma operação com o único objetivo de mudança de regime e de se apoderar dos recursos naturais da Venezuela” e acrescentou que o ataque norte-americano tinha um “tom sionista”.

Desde que o falecido presidente Hugo Chávez rompeu relações diplomáticas com Israel em 2009, durante a “Operação Chumbo Fundido” na Faixa de Gaza, a Venezuela tornou-se uma das vozes mais críticas às políticas israelenses em relação aos palestinos na região.

Enquanto isso, a líder opositora venezuelana María Corina Machado, que aguarda com incerteza o desenrolar político, tem se pronunciado repetidamente a favor da ofensiva israelense em Gaza e mencionou a intenção de estabelecer uma embaixada em Jerusalém caso chegue ao poder.

Pleno News

‘Era a primeira noitada dela’, diz irmão de adolescente morta em incêndio em bar na Suíça

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O irmão de uma das vítimas do trágico incêndio no bar Le Constellation, em estação de esqui de Crans-Montana (Suíça), na noite de réveillon, que deixou 40 mortos e 119 feridos, revelou que a adolescente de 15 anos estava na sua primeira noitada.

Alice e Romain Kallergis, ambos com passaportes suíço e grego, estavam juntos na noite de 31 de dezembro até que eles se separaram para ir a locais diferentes após a virada do ano. Alice foi com duas amigas ao Constellation.

“Ficamos juntos até por volta da 1h da manhã, quando ela quis ir ao Constellation com algumas amigas. Acabei em uma boate próxima e fui falar com ela. Mas, quando cheguei lá, havia centenas de pessoas na rua e vi toda a fumaça saindo do prédio”, contou Romain, de 19 anos, de acordo com o “Metro”.

Romain se abaixou sob uma das barreiras policiais para ver se conseguia encontrar a irmã, mas foi impedido por um agente.

“Ela estava no último ano do ensino fundamental e era uma ótima esquiadora. Ela nunca foi de sair à noite, então essa foi a primeira vez para ela”, explicou o irmão da vítima.

A maior parte dos mortos acabou carbonizada. Especialistas em medicina-legal encerraram o trabalho nesta segunda-feira (5/1) e identificaram todas as vítimas.

Extra

Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, estaria na Rússia, diz Agência Reuters

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Delcy Rodríguez, declarada presidente interina da Venezuela, está na Rússia, disseram à agência de notícias Reuters quatro fontes familiarizadas com seus movimentos no sábado (3), depois que o presidente Donald Trump afirmou que o presidente Nicolás Maduro havia sido capturado pelas forças dos EUA após um ataque ao país.

O irmão dela, Jorge Rodríguez, chefe da Assembleia Nacional, está em Caracas, disseram três fontes com conhecimento de seu paradeiro.

Delcy Rodríguez apareceu em uma mensagem de áudio na televisão estatal no início do dia, pedindo uma prova de vida de Maduro e da esposa Cilia, enquanto Jorge Rodríguez não apareceu desde o ataque.

UOL com informações de Reuters

Trump diz que Irã pode ser “atingido com muita força” em meio a protestos

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou o Irã no domingo (4) sobre uma forte resposta caso as forças de segurança intensifiquem a violência contra os manifestantes no país do Oriente Médio.

“Estamos acompanhando de perto. Se eles começarem a matar pessoas como fizeram no passado, acho que serão duramente atingidos pelos Estados Unidos”, declarou Trump a repórteres ao ser questionado sobre os protestos no Irã.

Pelo menos 16 pessoas foram mortas durante uma semana de manifestações no país, segundo grupos de direitos humanos no domingo, enquanto as manifestações contra a inflação crescente se espalhavam pelo país, provocando confrontos violentos entre manifestantes e forças de segurança.

Trump havia ameaçado anteriormente ajudar os manifestantes caso enfrentassem violência, dizendo na sexta-feira (2): “Estamos prontos para agir”, sem especificar quais ações estava considerando.

Essa advertência provocou ameaças de retaliação contra as forças americanas na região por parte de altos funcionários iranianos. O Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei, afirmou que o Irã “não se renderá ao inimigo”.

CNN

Colômbia reafirma soberania e condena fala de Trump sobre possível operação militar no país

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O governo da Colômbia condenou, neste domingo (4), declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou que uma eventual operação militar americana em território colombiano seria “uma boa ideia”. A manifestação ocorreu um dia após os Estados Unidos realizarem uma ação militar na Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro.

Em comunicado oficial, o Ministério das Relações Exteriores da Colômbia afirmou que as declarações do presidente americano desrespeitam os princípios fundamentais que regem as relações entre Estados soberanos e configuram interferência indevida nos assuntos internos do país.

Segundo a chancelaria, o presidente colombiano Gustavo Petro foi legitimamente eleito pela vontade popular e exerce o cargo de acordo com a Constituição. Qualquer tentativa de desacreditá-lo, direta ou indiretamente, viola normas do direito internacional.

O governo colombiano destacou ainda que as falas de Trump contrariam princípios previstos na Carta das Nações Unidas, como a igualdade soberana entre os Estados, a não intervenção e o respeito mútuo, considerados pilares do sistema internacional. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que a Colômbia é um Estado democrático e soberano, que respeita integralmente o direito internacional e conduz sua política externa de forma autônoma, responsável e alinhada aos seus interesses nacionais.

Ataque dos EUA

As declarações de Trump foram dadas um dia após o presidente americano confirmar uma operação militar na Venezuela, na qual forças dos Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro sob acusações de ligação com o narcotráfico. Questionado por jornalistas sobre a possibilidade de uma ação semelhante na Colômbia, Trump respondeu que a chamada “Operação Colômbia” lhe parecia uma boa ideia, além de fazer ataques verbais ao governo de Gustavo Petro.

Diante do episódio, o governo colombiano reforçou que divergências entre países devem ser tratadas por meio de canais diplomáticos, com diálogo, cooperação e respeito às normas internacionais. A chancelaria afirmou ainda que continuará defendendo a soberania nacional, a legitimidade de suas instituições e a rejeição a qualquer ameaça ou uso da força nas relações entre Estados.

Com informações de CNN