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Categoria: Mundo

Médico prevê até 18 meses de vida para Biden após diagnóstico de câncer

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O ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden pode ter entre 12 e 18 meses de vida, segundo estimativas do médico Ronny Jackson, que atuou como médico oficial dos presidentes Barack Obama e Donald Trump. A declaração foi feita ao site The Washington Free Beacon, após a revelação pública de que Biden foi diagnosticado com câncer de próstata.

“Essa não é minha especialidade, mas conversei com diversos urologistas desde que a notícia veio a público, e o consenso geral é de que o prognóstico gira em torno de 12 a 18 meses”, afirmou Jackson. Apesar da estimativa, o médico disse esperar que Biden viva mais e que o tratamento consiga controlar a doença.

O diagnóstico de Biden foi divulgado no último domingo, gerando comoção entre apoiadores, mas também críticas. Aliados de Donald Trump acusaram o ex-presidente democrata de ter ocultado a doença durante seu mandato. A equipe de Biden, por sua vez, divulgou novas informações para tentar conter o desgaste e reforçar que o câncer só foi identificado após ele deixar a presidência.

De acordo com os dados atualizados, o câncer já se espalhou para os ossos, o que indica um estágio avançado e sem possibilidade de cura, embora o tratamento possa retardar sua progressão. O comunicado oficial informou que Biden não havia sido diagnosticado com câncer de próstata antes de 2024 e que seu último exame de PSA datava de 2014.

Folhapress

Férias que viraram pesadelo: turista inglesa morre durante férias, e o corpo é entregue sem o coração

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A família de Beth Martin ainda juntas as peças de um quebra-cabeça para solucionar um mistério: por o corpo dela foi entregue aos parentes sem o coração?

De acordo com a versão oficial, Beth, que tinha 28 anos, ficou “delirante” logo no primeiro dia das férias na Turquia e foi levada ao hospital, onde foi colocada em tratamento intensivo. A inglesa acabou morrendo no dia seguinte, 28 de abril.

Beth e o marido haviam partido em 27 de abril com seus dois filhos pequenos, de 5 e 8 anos. Luke agora luta por respostas sobre os eventos que levaram à perda prematura da esposa. Logo após o pouso em Istambul, a saúde da inglesa de Portsmouth se deteriorou misteriosa e rapidamente.

Os eventos suspeitos começaram quando Luke foi proibido de visitar Beth no hospital para o qual ela havia sido levada. O marido enfrentou acusações de autoridades turcas que suspeitavam que ele tivesse “envenenado” Beth, embora ele tenha sido posteriormente inocentado.

O hospital está sob investigação por potencial negligência.

Porém o detalhe mais misterioso do caso é o fato de o corpo de Beth ter sido entregue à família sem o coração.

A descoberta foi feita durante autópsia no Reino Unido, após o traslado do corpo, que só foi possível após doações via página em site de financiamento coletivo.

“Na autópsia no Reino Unido, o golpe final: o coração de Beth estava desaparecido. O hospital turco o removeu. Sem explicação. Sem consentimento. Eles invadiram o seu corpo e TOMARAM seu coração”, diz a página no GoFundMe.

Até agora não há qualquer explicação para a remoção e o desaparecimento do órgão.

“Há duas semanas, eu, minha esposa e dois filhos viajamos para a Turquia em família. Só três de nós conseguimos voltar. Perdi minha esposa, meus filhos perderam a mãe, perdemos a maior peça do quebra-cabeça que era a nossa família”, desabafou Luke, de acordo com reportagem no “Daily Star”.

Diário de Noticias Brasil

Secretário de Trump sinaliza sanções contra Moraes por violação dos direitos humanos

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O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) divulgou em suas redes sociais nesta quarta-feira (19) trechos da audiência na Comissão de Relações Exteriores dos Estados Unidos, que discutiu violações de direitos humanos no mundo — incluindo o que está acontecendo no Brasil. Durante a sessão, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que há uma grande possibilidade de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes seja sancionado sob a Lei Global Magnitsky, usada contra agentes públicos acusados de violações de direitos humanos.

“O que está sendo tratado é a violação dos direitos humanos no mundo todo e, lamentavelmente, também no Brasil. De forma muito triste, mas, pra quem é da oposição, também felizmente, a perseguição política no nosso país virou tema internacional, impactando não só brasileiros, mas também cidadãos norte-americanos”, declarou Marcel.

O deputado destacou que essa sinalização dos Estados Unidos é um alerta claro ao governo brasileiro e às autoridades que vêm atacando liberdades fundamentais:

“Essa notícia demonstra como os Estados Unidos estão reafirmando seu papel em um momento crucial de defesa da liberdade de expressão e a sanção à violação de direitos humanos e outras atitudes ilegais que atingem, inclusive, brasileiros e americanos em solo norte-americano. É uma forma de demonstrar ao Brasil e ao mundo que a situação aqui não é tolerável e que a perseguição política precisa acabar, sob risco da maior democracia do mundo acabar tomando atitudes contra líderes brasileiros, nos colocando numa situação internacional mais constrangedora”, afirma Marcel.

O parlamentar brasileiro destacou que o atual cenário de censura, perseguição política e ameaças à liberdade de expressão no Brasil está gerando preocupação internacional, algo sem precedentes na história recente do país.

Diário do Poder

Funcionários da embaixada de Israel são mortos a tiros nos EUA

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Dois funcionários da embaixada de Israel nos Estados Unidos foram mortos a tiros na noite de quarta-feira (21). A informação foi divulgada pela secretária norte-americana de Segurança Interna, Kristi Noem, que acrescentou que o crime ocorreu do lado de fora do Museu Judaico de Washington.

Segundo o Departamento de Polícia da capital, o autor dos disparos, identificado como Elias Rodriguez, foi preso enquanto tentava fugir. Ao ser detido pelos agentes, ele confessou o crime e informou o lugar onde havia descartado a arma utilizada. Depois, enquanto algemado, gritou várias vezes “Palestina livre, Palestina livre”. A motivação do crime ainda será apurada.

Pelas redes sociais, o presidente de Israel, Isaac Herzog, disse que estava devastado pelos assassinatos em Washington. “Este é um ato desprezível de ódio, de antissemitismo, que custou a vida de dois jovens funcionários da embaixada israelense. Os Estados Unidos e Israel permanecerão unidos em defesa de nosso povo e de nossos valores compartilhados. O terror e o ódio não nos quebrarão”, escreveu.

A prefeita de Washington, Muriel Bowser, expressou solidariedade aos familiares das vítimas e afirmou que a cidade não aceitará atos de violência e ódio. “Vamos continuar juntos como uma comunidade para enviar uma mensagem clara de que não vamos tolerar antissemitismo”, reforçou.

O mesmo foi dito pelo presidente Donald Trump. “Esses horríveis assassinatos em DC, baseados obviamente no antissemitismo, devem acabar agora. Ódio e radicalismo não têm lugar nos Estados Unidos. Condolências às famílias das vítimas. Tão triste que coisas como essa possam acontecer.”

SBT News

GRAVE: Jornal americano afirma que Rússia colocou espiões no Brasil

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O jornal The New York Times revelou nesta quarta-feira (21) a atuação de espiões russos no Brasil. Conforme a publicação, a intenção dos agentes não era espionar o governo brasileiro, mas criar identidades, laços e até mesmo negócios no país para usá-los como pano de fundo em operações ilegais nos Estados Unidos, Europa e no Oriente Médio.

Uma vez “vestidos” com o verniz verde-amarelo poderiam atuar em ofensivas de interesse russo sem despertar a atenção de que trabalham para o presidente Vladimir Putin. Um dos citados é Artem Shmyrev, membro da inteligência russa. Ele criou uma empresa de impressões 3-D e morava em uma apartamento no Rio de Janeiro com a sua namorada brasileira. O disfarce ia além do trabalho e do relacionamento amoroso.

Shmyrev tinha uma certidão de nascimento e um passaporte com o nome de Gerhard Daniel Campos Wittich, um “brasileiro” de 34 anos. Ainda conforme o jornal, Shmyrev não era o único agente russo em território brasileiro. A investigação mostra que a Rússia usou o Brasil para abrigar uma linha de montagem de espiões.

R7

Crise do arroz no Japão derruba ministro após fala polêmica

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Oministro da Agricultura do Japão, Taku Eto, renunciou nesta terça-feira (21) após ser duramente criticado por declarar que não compra arroz porque recebe o alimento de apoiadores — declaração considerada insensível em meio à disparada no preço do cereal no país.

A saída de Eto representa mais um desgaste para o primeiro-ministro Shigeru Ishiba, cuja aprovação segue em queda às vésperas das eleições legislativas deste verão. Para o lugar de Eto, Ishiba nomeou o ex-ministro do Meio Ambiente, Shinjiro Koizumi.

O episódio teve início no último domingo, quando, em um discurso na cidade de Saga, no sudoeste japonês, Eto afirmou: “Nunca compro arroz, recebo muito dos meus apoiadores. Tenho tanto na minha despensa que poderia vender”.

A fala gerou indignação popular e pressão política. Durante sessão na Comissão de Orçamento do Parlamento, Eto tentou se retratar: disse que o comentário foi “um erro” e revelou ter comprado arroz no supermercado dias antes. Ainda assim, a oposição ameaçou apresentar uma moção de censura caso ele não deixasse o cargo.

“Fiz um comentário extremamente inapropriado em um momento em que os consumidores enfrentam dificuldades para comprar arroz”, declarou o agora ex-ministro a jornalistas. “Achei que não seria adequado continuar no cargo justamente quando o governo precisa lidar com os desafios do preço do arroz.”

O arroz, alimento essencial na dieta japonesa, teve um aumento de preço de até 90% em 2024. A alta é atribuída à combinação do crescimento do turismo, aumento da demanda em restaurantes e compras motivadas por medo, após o governo alertar sobre a possibilidade de um grande terremoto.

Como resposta emergencial, o governo japonês liberou toneladas das reservas nacionais de arroz em março, medida inédita desde a criação do sistema, em 1995. Atualmente, cerca de 200 mil toneladas são estocadas anualmente para garantir o abastecimento em casos de crise.

Noticias ao Minuto

Itália prende 97 suspeitos ligados à máfia ‘Ndrangheta em megaoperação policial

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A polícia italiana prendeu nesta quarta-feira (20) 97 pessoas suspeitas de envolvimento ou colaboração com a ’Ndrangheta, poderosa máfia da região da Calábria, no sul da Itália. A ação foi resultado da operação “Millennium”, uma ofensiva de grande escala contra o crime organizado que se desenrolou em 14 províncias italianas, incluindo Milão, Roma, Verona, Bolonha, Turim e Reggio Calábria.

Os detidos foram acusados de crimes como associação mafiosa, tráfico e posse de drogas, extorsão, sequestro, posse ilegal de armas e lavagem de dinheiro. A operação também revelou indícios de influência do grupo mafioso sobre o sistema político em algumas regiões.

Segundo os Carabinieri de Reggio Calábria, a operação foi coordenada pela Direção Anti-Máfia e contou com apoio de helicópteros, forças especiais da Calábria e Sicília, além da Interpol e do Serviço Internacional de Cooperação Policial (SCIP).

Durante a operação, duas empresas – uma do setor da restauração e outra da construção civil, foram encerradas, suspeitas de servir como fachada para branqueamento de capitais e apoio logístico à organização criminosa.

As investigações apontam para a existência de uma estrutura mafiosa estável e organizada, formada pela aliança de diversas famílias da província de Reggio Calabria, com o objetivo de controlar o tráfico de drogas na Itália e internacionalmente. A polícia destacou que essa estrutura permitiu à ‘Ndrangheta manter monopólios significativos no tráfico internacional de entorpecentes.

A megaoperação faz parte de um esforço contínuo das autoridades italianas para desmantelar as ramificações da máfia que ainda operam no sul da Itália e em outras regiões do país.

BZN

‘Domo de ouro’: escudo antimísseis dos EUA custará R$ 1 trilhão e é inspirado no ‘Domo de Ferro’ de Israel

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Anunciado na terça-feira (20) pelo presidente Donald Trump, o americano “Golden Dome” (“Domo de Ouro”) é um sistema de defesa antimísseis inspirado no “Domo de Ferro” de Israel.

O projeto é avaliado em US$ 175 bilhões, o equivalente a R$ 1 trilhão, e está em desenvolvimento pelo Pentágono. Trump disse que quer concluí-lo até o final do mandato, em 2029.

Em 2024, ele falou na construção de um “sistema de defesa antimísseis Domo de Ferro, para garantir que nenhum inimigo” pudesse atacar os EUA. Na ocasião, citou o domo de Israel.

Assim que assumiu o mandato, em janeiro de 2025, Trump assinou um decreto para levar o projeto adiante. Entre as justificativas, elencou que os EUA sofrem ameaça de ataques balísticos, hipersônicos e de cruzeiro e estabeleceu que o país adotaria o objetivo “da paz pela força”.

O Domo de Ouro foi concebido para incluir capacidades terrestres e espaciais capazes de detectar e parar mísseis em todos os quatro estágios principais de um possível ataque:

  • detectá-los e destruí-los antes do lançamento
  • interceptá-los no estágio inicial do voo
  • pará-los no meio do caminho no ar
  • detê-los nos minutos finais enquanto descem em direção a um alvo

Segundo a agência de notícias Associated Press, uma fonte sob condição de anonimato revelou que, nos últimos meses, o Pentágono vem desenvolvendo opções para o projeto com base em um custo “médio, alto e extra alto”.

A diferença entre as três versões teria como base, em grande parte, uma variação na quantidade de satélites e sensores, além de interceptadores espaciais, que seriam adquiridos pela primeira vez.

Especialistas do setor foram receosos quanto ao plano de Trump de concluir o projeto em 2029, tanto por eventuais resistências políticas quanto a eventuais dificuldades de financiamento.

“O novo ponto de dados é de US$ 175 bilhões, mas a questão permanece: por quanto tempo? Provavelmente serão 10 anos”, disse Tom Karako, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, acrescentando que a expertise em software do Vale do Silício e dos EUA pode ser aproveitada para gerar avanços, além de utilizar os sistemas de defesa antimísseis existentes.

O financiamento do Golden Dome permanece incerto. Legisladores republicanos propuseram um investimento inicial de US$ 25 bilhões para o Golden Dome como parte de um pacote de defesa mais amplo de US$ 150 bilhões, mas esse financiamento está vinculado a um controverso projeto de lei que enfrenta obstáculos no Congresso.

“A menos que seja aprovado, os fundos para o Golden Dome podem não se materializar”, disse um executivo do setor que acompanhou o programa. “Isso coloca todo o cronograma do projeto em risco.”

O Escritório de Orçamento do Congresso estimou, este mês, que apenas os componentes espaciais do Golden Dome poderiam custar até US$ 542 bilhões nos próximos 20 anos. Trump solicitou um investimento inicial de US$ 25 bilhões.

g1