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Categoria: Mundo

Miss Mundo Somália revela mutilação genital na infância

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Zainab Jama, 23 anos, representante da Somália no Miss Mundo 2025, fez um relato comovente sobre um trauma pessoal que viveu na infância.

Ela contou que, aos sete anos, foi submetida à força à mutilação genital feminina, prática também conhecida como MGF. Às lágrimas, a somali lembrou de quando foi levada por três mulheres sem formação médica, que fizeram o procedimento com uma lâmina, sem assepsia ou anestesia.

Depois da mutilação, ela conta que ficou por dias em um quarto escuro, com as pernas amarradas.

A revelação foi feita durante o Head to Head, onde as misses compartilham histórias, convicções e apresentam as causas sociais que defendem dentro do Beauty with a Purpose (beleza com propósito, em tradução livre).

“Eu gritava de dor. Não há conforto nesse procedimento, apenas sangue e silêncio ensurdecedor. Lembro de chorar e implorar, mas me disseram para ficar quieta, para ser corajosa e orgulhosa. Aquele momento me mudou para sempre. Minha infância terminou naquele dia”, detalhou durante o discurso no púlpito.

“Como sobrevivente da mutilação genital feminina, falo pelos milhões de meninas cujas vozes foram silenciadas antes que tivessem a chance de viver livremente”, completou.

A Female Initiative Foundation (Fundação Iniciativa Feminina), fundada pela modelo, é símbolo do ativismo de Zainab pela erradicação da prática por meio da educação e alternativas culturais. A mutilação genital ainda é amplamente praticada na Somália, muito embora seja proibida na constituição provisória desde 2012.

Metrópoles

Argentina ratifica saída da OMS após reunião com Kennedy Jr.

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O governo da Argentina ratificou nessa segunda-feira (26), durante a visita oficial a Buenos Aires do secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy Jr., a decisão de deixar a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O secretário americano foi recebido pelo ministro da Saúde da Argentina, Mario Lugones, que disse em uma mensagem nas redes sociais que os dois definiram uma “agenda de trabalho comum”.

– Acreditamos no futuro da colaboração em saúde global. Temos visões semelhantes sobre a direção a seguir, por isso vamos aprofundar o trabalho conjunto entre os dois países – afirmou Lugones.

Após a reunião, o Ministério da Saúde da Argentina anunciou em um comunicado uma “série de medidas que reafirmam o rumo da saúde adotado pelo país sul-americano” e que são adotadas “no âmbito da visita oficial” do secretário de Estado americano. Entre essas medidas está a ratificação da decisão da Argentina – anunciada em fevereiro – de sair da OMS, da qual fazia parte desde a fundação, em 1948.

– Hoje, as evidências indicam que as prescrições da OMS não funcionam porque não se baseiam na ciência, mas em interesses políticos e estruturas burocráticas que relutam em rever seus próprios erros. Longe de corrigir o rumo, a OMS optou por ampliar competências que não lhe correspondem e condicionar a soberania sanitária dos países – disse o Ministério da Saúde argentino.

O governo do presidente Javier Milei argumentou que, “diante disso, é urgente que a comunidade internacional repense o significado das organizações supranacionais”.

– Se elas são financiadas por todos, devem prestar contas, cumprir os propósitos para os quais foram criadas, e não se tornar plataformas de imposição política sobre os estados-membros”, acrescenta o texto.

Milei anunciou em fevereiro a intenção de retirar a Argentina da OMS, decisão tomada duas semanas depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, assinar uma ordem executiva para também retirar seu país do mesmo órgão.

Após a reunião com RFK Jr., Lugones anunciou que a Argentina “se concentrará nos processos de fabricação, aprovação e supervisão de vacinas, com o objetivo de garantir que as decisões de saúde sejam baseadas em evidências públicas, verificáveis e com controles eficazes”.

– Revisar não é negar: é exigir mais evidências, não menos – argumentou o governo argentino.

O Ministério da Saúde também anunciou que uma revisão estrutural do sistema nacional de saúde será aprofundada e que buscará restringir o uso de aditivos sintéticos potencialmente arriscados em produtos alimentícios. Além disso, o uso de autorizações rápidas para medicamentos de alto custo, especialmente aqueles para crianças e doenças raras, será revisado.

EFE

Embaixadora do Brasil nos EUA atua contra Eduardo Bolsonaro e reforça apoio a Alexandre de Moraes

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Embaixadora do Brasil nos Estados Unidos, Maria Luiza Ribeiro Viotti recebeu do Itamaraty a missão de neutralizar Eduardo Bolsonaro, que atua por sanções do governo Donald Trump ao ministro Alexandre de Moraes (STF).

Nos últimos dias, a embaixadora procurou membros da diplomacia dos Estados Unidos e da cúpula da secretaria de Estado, comandada por Marco Rubio, para tentar demover Trump de avançar em punições contra autoridades brasileiras.

Segundo fontes do Itamaraty, Viotti destacou a cooperação histórica entre os dois países e argumentou que sanções a Alexandre de Moraes têm o condão de implodir a aliança, uma vez que serão interpretadas como ataque à soberania brasileira.

Atualmente, há cerca de 4 mil empresas dos Estados Unidos fazendo negócios em solo brasileiro. Já no quesito balança comercial, o país chefiado por Trump é o segundo maior parceiro do Brasil, atrás apenas da China.

Na posse de Donald Trump, em Washington, o Brasil foi representado pela embaixadora Viotti. Indicada por Lula em 2023, ela se tornou a primeira mulher brasileira a comandar a embaixada brasileira nos Estados Unidos.

Embaixadora recebeu missão após alerta no Planalto

Na última quinta-feira (22/5), Marco Rubio afirmou haver “grande possibilidade” de que os EUA sancionem Alexandre de Moraes com a Lei Magnitsky. A declaração acendeu alerta vermelho no Palácio do Planalto.

Além de Moraes, estão na mira dos EUA outros magistrados da Corte, além de membros da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República.

Metrópoles

Maduro diz que Guiana deverá aceitar soberania venezuelana

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Nicolás Maduro afirmou, neste domingo (25/5), que o presidente da Guiana, Irfaan Ali, deverá “mais cedo ou mais tarde” se sentar com ele para negociações e aceitar a soberania da Venezula sobre o território de Essequibo. A declaração foi dada a diversos jornalistas após o político participar das eleições regionais venezuelanas.

Pela primeira vez, a Venezuela fará uma eleição em Essequibo. A região faz parte da Guiana e é reivindicado pelo governo de Nicolás Maduro. O pleito ocorre um ano depois de o presidente venezuelano promulgar a “Lei Orgânica para a Defesa de Essequibo”, que transforma a região em uma província da Venezuela.

A eleição está sendo boicotada pela oposição, que acusa o regime de Nicolás Maduro de interferência e de prender oposicionistas. Os eleitores escolhem governadores e parlamentares. A expectativa, entretanto, é de que Maduro se fortaleça no pleito.

O presidente da Guiana, Irfaan Ali, classificou como uma “ameaça direta” a eleição organizada pela Venezuela na região de Essequibo.

Na última sexta-feira (23/5), o líder oposicionista Juan Pablo Guanipa foi preso pelo regime autoritário. Ele é acusado de liderar uma rede terrorista que estaria planejando sabotar eleições regionais.

Guanipa é um aliado próximo de María Corina Machado, líder opositora que apoiou o candidato Edmundo González nas últimas eleições presidenciais na Venezuela. González foi declarado vencedor pela oposição.

A eleição, ocorrida em julho do ano passado, na Venezuela foi contestada por autoridades e organizações internacionais. Maduro, no entanto, foi declarado eleito e continuou no poder.

Hugo Chávez, antecessor de Maduro, ficou no poder de 1999 até 2013, com exceção de abril de 2003, quando sofreu uma tentativa de golpe. Já Maduro segue como presidente desde a morte de Chávez, devido a complicações de um câncer.

Metrópoles

Deputado coloca cerveja dentro de tênis e bebe durante sessão no plenário

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O deputado Kyle McGinn surpreendeu colegas de plenário ao encerrar seu discurso de despedida, após dois mandatos no Parlamento da Austrália Ocidental, com um “shoey” — tradição australiana que consiste em ingerir alguma bebida, geralmente alcoólica, a partir do próprio calçado.

Durante a sessão, McGinn tirou o tênis, abriu uma lata de cerveja e, sob gritos e risadas, despejou a bebida no calçado antes de tomar um longo gole. A cena, filmada pelas câmeras da Assembleia, viralizou nas redes sociais.

Em entrevista à imprensa local, o parlamentar explicou que o gesto não foi improvisado. O ‘shoey’ se popularizou mundialmente por meio de atletas australianos, como em competições de Fórmula 1 e UFC.

“É uma tradição minha com os eleitores. É uma forma de mostrar que pessoas normais também ocupam o Parlamento”, afirmou.

Conexão Política

Sem dor, sem fome, sem sono: o enigma de uma garota que desafia a medicina

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Olivia Farnsworth, uma jovem do Reino Unido, vive com uma condição genética raríssima que desafia a ciência: ela não sente dor, fome nem sono. Segundo especialistas, sua condição é causada por uma deleção no cromossomo 6 uma mutação tão incomum que não há registro de outra pessoa no mundo com esses três sintomas combinados.

Aos 7 anos, Olivia foi atropelada e arrastada por um carro por mais de 20 metros. Para espanto de todos, ela se levantou sozinha do chão e perguntou o que havia acontecido. Tinha marcas de pneus no peito, hematomas e ferimentos graves, mas não chorou nem demonstrou dor.

Sua condição é estudada por médicos e pesquisadores do mundo inteiro. Como não sente dor, pode se machucar gravemente sem perceber. Como não sente fome, corre risco de desnutrição. E por não sentir sono, já chegou a ficar três dias acordada, apenas tomando medicação para
conseguir descansar.

Daily Mail UK Reportagem com imagens de Thomas Temple / Rossparry.co.uk

Presidente Macron é agredido pela esposa no rosto: “Briguinha de casal”

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O gabinete do presidente da França, Emmanuel Macron, admitiu que sua esposa, Brigitte, o agrediu durante uma discussão, após imagens mostrarem a primeira-dama empurrando seu rosto enquanto o avião que transportava os dois pousava em Hanói, no Vietnã, nesse domingo (25/5).

Um vídeo do incidente, que viralizou nas redes, mostra a porta do avião do presidente francês se abrindo, revelando o momento tenso entre o casal.
Nas imagens, os braços de Brigitte surgem do lado esquerdo da porta da aeronave, quando ela coloca as duas mãos no rosto do marido e o empurra. O presidente parece assustado, mas se recupera rapidamente e se vira para acenar para o público.

O casal então desce a escada para a recepção oficial das autoridades vietnamitas, embora Brigitte Macron não aceite o braço oferecido pelo marido.

O gabinete de Macron inicialmente negou a autenticidade das imagens, antes de serem confirmadas como genuínas. Um colaborador próximo do presidente descreveu mais tarde o incidente como uma “briguinha de casal”.

Metrópoles

Trump diz que Putin “enlouqueceu” e alerta para queda da Rússia

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (25) que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, “enlouqueceu completamente” e alertou que uma tentativa de ocupação total da Ucrânia pode levar à queda do governo russo.

A declaração foi feita por meio da rede Truth Social, plataforma utilizada por Trump. “Sempre tive boas relações com Vladimir Putin, mas algo aconteceu com ele. Ficou completamente LOUCO!”, escreveu o republicano, em letras maiúsculas, como de costume. “Sempre disse que ele quer TODA a Ucrânia, e talvez isso esteja se confirmando. Se ele fizer isso, levará à queda da Rússia”, acrescentou.

As críticas vieram após um dos maiores ataques contra o território ucraniano desde o início da guerra. De acordo com a força aérea da Ucrânia, o país foi alvo de 367 projéteis durante a madrugada de domingo, incluindo 69 mísseis e 298 drones. As autoridades confirmaram a morte de ao menos 13 pessoas.

Trump também condenou os ataques russos contra alvos civis. “Mísseis e drones estão sendo lançados contra cidades ucranianas sem qualquer motivo. Isso está matando muitas pessoas, não apenas soldados”, escreveu.

O presidente norte-americano, porém, não poupou críticas ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmando que o ucraniano “não está ajudando seu país” ao manter o tom duro contra Moscou. “Tudo o que sai da boca dele cria problemas. Não gosto disso. É melhor que ele pare.”

No mesmo dia, Zelensky voltou a pedir mais pressão internacional contra o Kremlin. Segundo ele, o silêncio dos Estados Unidos e de outros aliados “apenas encoraja Putin”. O líder ucraniano também anunciou novas sanções contra indivíduos e entidades ligados à Rússia, e afirmou que está em diálogo com parceiros europeus para ampliar as medidas punitivas.

Apesar dos repetidos apelos por um cessar-fogo, os Estados Unidos não conseguiram avanços concretos nas conversas com Moscou até agora. Trump chegou a se reunir com Putin na semana passada por quase duas horas, mas, segundo relatos, evitou fazer cobranças diretas ao líder russo.

Notícias ao Minuto