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Categoria: Mundo

Ozempic pode aumentar o tamanho do pênis? Relatos viram polêmica entre especialistas

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Relatos recentes em fóruns como o Reddit estão apontando um fenômeno curiosamente apelidado de “Ozempic penis”. Usuários de medicamentos com semaglutida (Ozempic ou Wegovy) relatam ter observado aumento de até 1 a 1,5 polegada (2–4 cm) no tamanho do pênis após o início do tratamento — o que gerou debates online.

Um site britânico apresentou registros mostrando um aumento médio no comprimento ereto de 5,17” para 5,63” (≈ 13,1 cm para 14,3 cm) entre 2022 e 2024 . ^[Relatos semelhantes foram encontrados na Venezuela e em outros países.

Por que isso estaria ocorrendo?

Perda de gordura pubiana: à medida que o peso cai, a base do membro pode ficar mais exposta, causando aumento aparente .

Melhora da circulação: com redução de gordura e possível melhora vascular, pode haver melhor enchimento sanguíneo .

Ilusão de medição: fatores como hora do dia, temperatura e grau de ereção podem gerar variações nos relatos .

O que dizem os especialistas?

O urologista Dr. Richard Viney sugere que a perda de gordura e redução da próstata com a idade podem tornar o pênis visualmente maior . Já Dr. Michael Eisenberg alerta que o crescimento acelerado pode indicar mudanças biológicas inesperadas.

Vale mudar de ideia?

A maioria dos especialistas concorda que não há evidência médica de que Ozempic promova aumento real do órgão. A explicação mais provável é uma combinação de visible shrinkflation – efeito visual por perda de gordura – e vieses de medição .

Conclusão

Embora relatos online sobre o “Ozempic penis” sejam curiosos e atraem atenção, o fenômeno não é comprovado por estudos médicos formais. Se a mudança for real, é mais provável que seja resultado de perda de gordura e melhora da circulação, e não efeito direto do medicamento.

O Tempo

Pescador é detido após esfaquear tubarão em ato de vingança por peixe roubado

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Um homem foi preso na quinta-feira (5/6) na Flórida (EUA) após admitir ter esfaqueado repetidamente um tubarão na cabeça, conforme ficou registrado num vídeo do Snapchat que viralizou no fim do mês passado.

Zane Garrett, de 26 anos, foi acusado de crueldade animal agravada após esfaquear brutalmente um tubarão-touro perto de um local de naufrágio em Key West, em 22 de maio, em um vídeo intitulado “O amigo quebrou minha vara”, informou o canal Local 10. O pescador ficou irritado após o tubarão morder o peixe que ele fisgara e resolveu “se vingar”. A vara utilizada não seria adequada para resistir à pressão exercida pelo predador.

O pescador foi denunciado por um informante anônimo que viu o vídeo assustador e levou o caso à Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida, alegando “preocupações com a segurança”.

Detido, Zane afirmou que o seu comportamento no mar estava de acordo com o método típico usado para impedir que tubarões roubem presas, e que esfaquear um deles afastaria os outros predadores.

Zane já havia sido recentemente “investigado por falsa representação” por não possuir a licença necessária para ser capitão de barco no estado do Sul dos EUA, acrescentou a emissora.

A primeira audiência do caso está marcada para 26 de junho. Zane continua preso.

Extra

Entra em vigor nesta segunda decreto com proibições de entrada nos EUA

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O decreto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impede a entrada de cidadãos de 12 países no território norte-americano, entrou em vigor às 1h01 (horário de Brasília) desta segunda-feira (9). A medida, segundo Trump, tem como objetivo proteger o país contra a ameaça de “terroristas estrangeiros”.

Essa proibição afeta os cidadãos dos seguintes países:

Afeganistão;
Mianmar;
Chade;
República Democrática do Congo;
Guiné Equatorial;
Eritreia;
Haiti;
Irã;
Líbia;
Somália;
Sudão;
Iêmen.

Além disso, viajantes de outros sete países – Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela – enfrentarão restrições parciais de entrada.

De acordo com o presidente, esses países abrigam uma “presença significativa de terroristas”, não colaboram de forma eficaz com os protocolos de segurança de vistos, apresentam falhas na verificação de identidade dos viajantes e possuem registros criminais incompletos, além de altas taxas de permanência irregular nos Estados Unidos.

Novo Noticias

EUA X Alexandre de Moraes: sanções podem chegar até confisco de salário do ministro, diz Infomoney

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As possíveis sanções dos Estados Unidos contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Alexandre de Moraes poderiam resultar até mesmo em um confisco do salário do magistrado em contas bancárias. Analistas avaliam como reais as chances de o governo de Donald Trump cumprir as ameaças que vem fazendo ao judiciário brasileiro e a Moraes.

O professor da Unesp e pesquisador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU), Marcos Cordeiro Pires, afirma que os EUA podem aplicar medidas para impedir movimentações financeiras de Moraes e de familiares. “Em tese, o banco poderia confiscar até o salário pago a Moraes em algum destes bancos”, explica

Sendo assim, bancos brasileiros com ações negociadas na bolsa americana também teriam que aderir às restrições, por se submeterem à legislação dos EUA.

Infomoney

Influencer faz orgia com 20 homens, filma tudo e marido pede divórcio

FOTO: REPRODUÇÃO

A influenciadora digital Tiffany Wisconsin, de 35 anos, revelou recentemente que um vídeo de uma orgia com 20 homens teria sido o motivo para o término do seu casamento. Segundo a mulher, que vive em Wisconsin, nos Estados Unidos, o ex optou pelo fim do casamento ao encontrar a filmagem de cunho sexual, realizada na mesma noite em que se casaram.

“Meu marido encontrou o vídeo que eu fiz com 20 caras na noite do nosso casamento”, contou, em vídeo no Instagram. Assista neste link.

Segundo a influencer, que é conhecida por atuar em plataformas como o OnlyFans, esse foi o pior momento que ela já passou na vida.

Nos comentários da publicação, alguns internautas ficaram do lado da mulher, alegando que os vídeos fazem parte do trabalho dela. Outros, por sua vez, teceram críticas. “Você é linda. Você não precisa de 20 caras. Você pode ser feliz com 1.”

Metrópoles

Musk acusa Trump de escândalo sexual e sugere impeachment

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Em um novo capítulo do embate entre os outrora aliados, o bilionário Elon Musk pediu o impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou que o vice JD Vance deveria assumir a Casa Branca.

A declaração ocorreu em publicação na rede social X. No post, o dono da plataforma replica a mensagem de outro usuário junto da legenda “sim”, demonstrando concordar com o que foi dito.

– Presidente vs. Elon. Quem ganha? Aposto no Elon. Trump deveria sofrer impeachment e JD Vance deveria substituí-lo – diz o texto compartilhado por Musk.

A fala ocorre após a saída do bilionário do governo dos EUA. Ele chefiava o DOGE (Departamento de Eficiência Governamental), mas deixou a entidade após discordâncias em relação à gestão do republicano.

Apesar de a saída ter sido pacífica e recheada de votos de amizade, o clima de desconforto começou a se tornar público quando Elon chamou o projeto fiscal do governo Trump de “aberração nojenta”, “escandaloso” e “repleto de desperdícios”.

Em resposta, Trump disse estar “muito desapontado com Elon” e sugeriu que ele mudou de postura após saber que o projeto pode enfraquecer obrigações ligadas a veículos elétricos.

– Preferia que Musk tivesse criticado a mim, e não meu projeto de lei tributário. Musk e eu tivemos uma ótima relação no governo, mas não sei se ainda será assim. Acho que Musk sentirá falta desse lindo Salão Oval – assinalou Trump, chamando-o também de “louco”.

O chefe da Casa Branca ainda ameaçou quebrar contratos do governo com as empresas administradas por Musk.

A situação piorou após o magnata acusar o presidente de envolvimento no escândalo sexual de prostituição e explorações de menores do empresário Jeffrey Epstein.

– Hora de soltar a bomba: Donald Trump está nos arquivos de Epstein. Essa é a verdadeira razão pela qual eles não foram tornados públicos. Tenha um bom dia, DJT! – escreveu.

Por fim, os dois decidiram acalmar os ânimos e marcaram uma conversa privada via telefone para esta sexta-feira (6).

Pleno News

Trump abre processo contra Moraes por censura na Justiça dos EUA

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A Trump Media, empresa ligada ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, entrou com uma ação judicial nesta sexta-feira (6) no Distrito Central da Flórida contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que o magistrado teria promovido censura a cidadãos e empresas americanas. A petição foi apresentada pela plataforma Rumble, controlada pela Trump Media, e acusa Moraes de violar a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão.

Com 62 páginas, o documento alega que Moraes emitiu “ordens secretas de censura extraterritorial” com base em investigações conduzidas no Brasil, incluindo o inquérito das fake news e uma apuração recente envolvendo o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que atualmente reside nos Estados Unidos. Segundo a ação, as determinações do ministro teriam forçado empresas como a Rumble a remover conteúdos e bloquear usuários sediados em território americano.

Os advogados da Trump Media argumentam que as ações do ministro seriam ilegais por aplicarem leis brasileiras fora do Brasil, e pedem que a Justiça dos EUA reconheça a impossibilidade de executar essas ordens em solo americano. Além disso, solicitam medidas como:

  • Declaração de que as ordens de Moraes são inexequíveis nos EUA por violarem a Primeira Emenda e leis locais;
  • Concessão de liminar que impeça a aplicação dessas ordens nos Estados Unidos;
    Proibição de que o ministro acione empresas como Apple e Google para remover o aplicativo Rumble de suas lojas;
  • Indenizações por supostos danos comerciais, reputacionais e à liberdade de expressão;
  • Reconhecimento da responsabilidade pessoal de Moraes pelas alegadas violações;
  • Outras medidas que o tribunal considerar cabíveis.

A petição afirma ainda que o ministro teria tentado obrigar a Rumble a aceitar notificações judiciais brasileiras e a nomear um representante legal no Brasil, embora a empresa não possua operação direta no país. Segundo a Trump Media, isso configuraria uma atuação “ultra vires”, ou seja, além da autoridade legal de Moraes.

Procurado pela CNN, o Supremo Tribunal Federal não se pronunciou sobre o caso até o momento.

Interlocutores da empresa americana afirmaram ao veículo que o processo representa um “teste histórico” sobre os limites da atuação de autoridades estrangeiras frente às garantias constitucionais dos Estados Unidos.

A Justiça americana ainda não decidiu se aceitará ou não julgar o caso.

CNN

Aliados de Trump sinalizam que EUA não extraditarão Zambelli ao Brasil, diz jornal

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Integrantes do entorno do ex-presidente Donald Trump sinalizaram a aliados de Carla Zambelli (PL-SP) que os Estados Unidos devem negar eventual pedido de extradição da deputada federal caso ela esteja em solo norte-americano. A informação tem circulado entre bolsonaristas próximos da parlamentar, segundo fontes ouvidas pela Folha de S. Paulo.

Com base nesse respaldo, Zambelli estaria reconsiderando sua ida à Itália, destino inicialmente anunciado após a condenação a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O receio é que, apesar da cidadania italiana, o país europeu tenha menor resistência jurídica à extradição, mesmo para cidadãos locais, diferentemente do que se espera do governo norte-americano.

Além do apoio informal de aliados de Trump, o entorno da deputada tem ressaltado a presença expressiva de bolsonaristas nos EUA, especialmente na Flórida, onde já vive Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A avaliação é de que, em território norte-americano, Zambelli teria maior rede de apoio político e logístico, tanto para permanecer fora do Brasil quanto para conduzir sua defesa internacionalmente.

Mesmo assim, até o momento, a parlamentar mantém o plano de seguir para a Itália, segundo sua assessoria. Ela afirma que buscará tratamento médico na Europa e deve pedir licença do mandato.

A deputada foi incluída na lista vermelha da Interpol por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e passou a ser considerada foragida internacional após deixar o Brasil dias após sua condenação. A eventual extradição depende de tratativas diplomáticas e de adesão dos países aos tratados de cooperação com o Brasil.

Infomoney