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Categoria: Mundo

Atirador invade prédio em Nova York e mata quatro pessoas; veja

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Cinco pessoas – incluindo o atirador – morreram na noite desta segunda-feira (horário de Brasília) em um ataque a tiros dentro de um edifício comercial em Manhattan, Nova York, nos Estados Unidos.

O autor dos disparos, que teria agido sozinho, foi identificado como Shane Devon Tamura, de 27 anos, natural de Las Vegas. Segundo a imprensa norte-americana, entre as vítimas estão um policial e três civis.

O ataque ocorreu no número 345 da Park Avenue, onde funcionam empresas como a Blackstone, a KPMG e a sede da NFL, a liga de futebol americano dos Estados Unidos, de acordo com a NBC News.

Ainda não se sabe a motivação do crime. Shane Devon Tamura foi encontrado morto no local, e a suspeita é de que ele tenha tirado a própria vida após o ataque.

Segundo a CNN Internacional, o suspeito iniciou uma troca de tiros com a polícia no saguão do arranha-céu antes de subir ao 33º andar. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que ele entra no prédio, usando óculos escuros e segurando uma arma em uma das mãos.

De acordo com a chefe da polícia de Nova York, Jessica Tisch, câmeras de segurança registraram o momento em que o homem saiu de um carro preto empunhando um fuzil M-4. Ainda segundo ela, o agressor, que tinha histórico de transtornos psiquiátricos, demonstrava clara intenção de atacar o prédio número 345 da Park Avenue.

Um grande contingente policial foi mobilizado, com centenas de agentes atuando na área. As autoridades também isolaram a região, criando um perímetro de segurança ao redor do edifício.

O prefeito de Nova York, Eric Adams, publicou um vídeo no X diretamente do local do ataque, confirmando que o atirador foi “neutralizado”. A mesma informação foi reforçada pela comissária Jessica S. Tisch, em uma mensagem também divulgada na rede social.

Notícias ao Minuto

EUA anuncia recompensa de US$ 25 milhões por captura de Nicolás Maduro

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A Administração de Repressão às Drogas do Estados Unidos (DEA, em inglês) divulgou nesta segunda-feira (28/7) em sua conta oficial no X (ex-Twitter) um cartaz com a foto de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, com um valor de recompensa de US$ 25 milhões (cerca de R$ 140 milhões) para quem tiver informações que o levem à prisão ou à condenação.

Maduro é acusado pelo governo americano de “conspiração com o narcoterrorismo, com a importação de cocaína, com o uso e transporte de armas e objetos destruidores em fomento a um crime de tráfico de drogas”.

O DEA procura ainda dados sobre os ministros Diosdado Cabello Rondón (Interior, Justiça e Paz) e Vladimir Padrino López (Defesa).

Na última sexta-feira (25/7), o EUA sancionou o “Cartel de Los Soles”, um grupo criminoso sediado na Venezuela liderado por Maduro e que fornece apoio material a organizações terroristas estrangeiras, como o Trem de Aragua e o Cartel de Sinaloa, segundo a administração Donald Trump.

“A ação expõe ainda mais a facilitação do narcoterrorismo pelo regime ilegítimo de Maduro por meio de grupos terroristas como o Cartel de los Soles”, disse o Secretário do Tesouro, Scott Bessent.

“O Departamento do Tesouro continuará a cumprir a promessa do presidente Trump de priorizar os Estados Unidos, reprimindo organizações violentas, incluindo o Tren de Aragua, o Cartel de Sinaloa e seus facilitadores, como o Cartel de los Soles”, completou.

Metrópoles

EUA não sinalizam recuo: Brasil representa só 1,1% das suas importações

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Cresce a certeza de que o presidente Donald Trump confirmará o tarifaço de 50%, a partir do dia 1º, e aplicará mais sanções contra o Brasil porque pode, simples assim, como já disse. Há relatos de que Trump está de fato indignado com as perseguições a Jair Bolsonaro e atos de censura a empresas e cidadãos dos EUA pelo regime, segundo diplomatas brasileiros. E Trump já teria precificado a briga: são do Brasil só 1,1% dos produtos importados pelos americanos, anualmente.

Brasil é que perde

Os EUA são o segundo maior cliente, compra 12% das exportações do Brasil, mas é ínfimo o papel brasileiro nas importações americanas.

Copo d’água no oceano

Os US$40,3 bilhões que os EUA compraram do Brasil em 2024 representam só 1,1% dos US$3,4 trilhões do total de suas importações.

É Democracia, mané

O Brasil é elo fraco no Brics, onde quase todos já fecharam acordo com os EUA. E sobra espaço para os EUA imporem seus próprios valores.

Isolamento possível

Brigar com China, Índia ou Rússia provocaria mais estragos aos EUA do que o Brasil, cuja capacidade de retaliar é próxima de zero.

Diário do Poder

Ex-presidente russo: “Ultimato de Trump é passo rumo à guerra”

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O vice-presidente do Conselho de Segurança russo, Dmitry Medvedev, afirmou que a cada ultimato que o presidente dos Estados Unidos Donald Trump dá a Rússia em relação ao conflito com a Ucrânia, mais ele chega perto de uma guerra direta contra o seu país. O aliado do presidente Vladimir Putin disse que sua nação “não é Israel, muito menos Irã”, e que não aceitará exigências.

– Trump está jogando o jogo do ultimato com a Rússia: 50 dias ou 10… ele deveria se lembrar de duas coisas: a Rússia não é Israel, muito menos o Irã; e cada novo ultimato é uma ameaça e um passo em direção à guerra. Não entre a Rússia e a Ucrânia, mas com o próprio país dele. Não siga o caminho do sonolento Joe [Biden] – escreveu no X.

A declaração de Medvedev, que é o principal responsável pela segurança do Kremlin e é ex-presidente do país, ocorre logo após o republicano dar um prazo de “10 ou 12 dias” para que o mandatário russo chegue a um acordo de cessar-fogo com a Ucrânia.

– Vou estabelecer um novo prazo de cerca de 10 ou 12 dias a partir de hoje. Não há razão para esperar. Não estamos vendo nenhum progresso – se queixou Trump, durante conversa com repórteres no resort de golfe Turnberry, na Escócia.

No último dia 14, o chefe da Casa Branca afirmou que, se não houver progresso nas negociações, seu país vai impor uma nova tarifa de cerca de 100% ao país comandado por Putin. Na ocasião, ele havia dado um prazo de 50 dias, mas decidiu reduzi-lo nesta segunda-feira (28).

– Estamos muito, muito insatisfeitos [com a Rússia], e vamos aplicar tarifas muito severas se não alcançarmos um acordo [de cessar-fogo)] em 50 dias – havia afirmado o republicano.

Pleno News

Trump dá de ’10 a 12 dias’ a Putin para acabar com a guerra na Ucrânia

FOTO: REPRODUÇÃO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu o tom e deu um ultimato nesta segunda-feira (28/7) ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, para encerrar a ofensiva militar na Ucrânia. O republicano exigiu um acordo em até 10 ou 12 dias.

“Vou estabelecer um novo prazo de cerca de 10 ou 12 dias a partir de hoje. […] Não há motivo para esperar. Simplesmente não vemos nenhum progresso sendo feito”, disse a jornalistas na Escócia durante reunião com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.

Em 14 de julho, Trump havia dado 50 dias ao Kremlin para firmar um cessar-fogo. O presidente norte-americano também afirmou não estar mais “interessado em conversar” com Putin sobre o fim do conflito.

“Tivemos boas conversas, mas depois mísseis caem sobre Kiev. Pessoas morrem. Estou farto disso”, disse o republicano a jornalistas na Escócia.

O norte-americano afirmou que já falou com Putin por três ou quatro horas, em diferentes ocasiões, e que em todas houve a impressão de que um acordo de paz estava próximo — o que, segundo ele, nunca se concretizou.

Pressão aumenta

Trump já havia ameaçado aplicar sanções à Rússia e a países terceiros que comprem exportações russas, como o petróleo.

As sanções podem atingir economias estratégicas como China, Índia e Turquia, que se mantiveram como principais clientes de energia russa desde o início da guerra.

Negociações recentes

Em maio deste ano, Rússia e Ucrânia iniciaram as primeiras negociações diretas desde o início da guerra. A iniciativa partiu do presidente russo Vladimir Putin.

A expectativa inicial era de que Putin se reunisse com Volodymyr Zelensky. O líder russo, no entanto, decidiu não comparecer às discussões na Turquia. Ao invés disso, ele decidiu enviar uma delegação composta por membros do segundo escalão do Kremlin.

Apesar das negociações, e da pressão vinda dos Estados Unidos por meio do presidente Donald Trump, poucos avanços aconteceram até o momento.

Nos três encontros realizados na Turquia, Rússia e Ucrânia apenas concordaram em trocar, além de devolver de jovens soldados feridos e corpos de militares mortos no campo de batalha.

Paciência de Trump chega ao fim

A fala de Trump marca uma mudança brusca de tom em relação ao Kremlin. Desde que assumiu o novo mandato, o presidente vinha adotando uma postura de canal aberto com Putin, em nome de uma solução negociada para o conflito que já perdura há três anos no leste europeu.

Entretanto, a constante ofensiva militar russa contra Kiev, parece ter colocado fim à paciência de Washington.

“Ele tem conversas tão agradáveis, conversas tão respeitosas e agradáveis, e então, na noite seguinte, pessoas morrem com um míssil atingindo a cidade”.
Segundo o líder dos EUA, o governo norte-americano agora pressionam por um caminho claro para a paz, com resultados concretos e não apenas promessas.

Metrópoles

Mulher pede divórcio após ChatGPT prever traição em borra de café

FOTO: DIVULGAÇÃO

Uma mulher grega decidiu encerrar um casamento de 12 anos depois que o ChatGPT indicou que ela estava sendo traída. A situação começou quando ela preparou café grego para ela e o marido, fotografou os resíduos no fundo das xícaras e pediu para a inteligência artificial fazer uma interpretação, seguindo uma moda de leitura de café com auxílio do chatbot.

Segundo o marido, o ChatGPT reportou sinais de infidelidade ligados a outra mulher, cujo nome começaria com a letra “E”. A mulher, então, decidiu pedir o divórcio. O episódio aconteceu em maio deste ano.

“Ela costuma seguir tendências da moda”, contou ele no programa matutino grego To Proino. “Um dia, ela fez café grego para nós e achou divertido tirar fotos das xícaras e pedir para o ChatGPT ‘ler’ aquilo.” O marido debochou e fez brincadeira com a situação.

Metrópoles

Milei e Modi lideram índices de popularidade mundiais; Lula fica na lanterna

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Uma série de nomes familiares da política apareceram no ranking de popularidade mundial de julho, divulgado pela empresa de pesquisa de opinião americana Morning Consult Pro. Na liderança, está o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, que conquistou 75% de aprovação. Ele é seguido pelo recém-eleito presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung (59%), e pelo controverso líder da Argentina, Javier Milei (57%), que comandou um amplo corte de gastos (e de direitos) em Buenos Aires — atraindo, na época, multidões às ruas.

O top 5 é completado pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney (56%), no cargo desde março, e pelo premiê da Austrália, Anthony Albanese (54%), reeleito em maio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por sua vez, aparece em 18º lugar, com 32%, bem atrás do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 8º, com 44%. Veja abaixo os 10 primeiros colocados.

Narendra Modi (Índia)
Lee Jae-myung (Coreia do Sul)
Javier Milei (Argentina)
Mark Carney (Canadá)
Anthony Albanese (Austrália)
Claudia Sheinbaum (México)
Karin Keller-Sutter (Suíça)
Donald Trump (EUA)
Giorgia Meloni (Itália)
Cyrill Ramaphosa (África do Sul)

Para além do ranking, Lula e Trump têm vivenciado uma queda de braço: de um lado, o americano anunciou taxas de 50% contra o Brasil devido à suposta “caça as bruxas” do governo Lula e do Supremo Tribunal Federal (STF) ao ex-presidente Jair Bolsonaro; do outro, o petista destaca o princípio da soberania e se recusa a recuar para agradar às vontades do republicano.

Boas perspectivas para Lula

A queda de braço pode funcionar como um tiro no próprio pé para Trump, que tenta fortalecer o aliado, Bolsonaro, no tarifaço a Lula. Uma análise do jornal americano The New York Times apontou que as taxas americanas tiveram um efeito “inesperado”: reacenderam o apoio ao petista, dando a Lula a narrativa de que não irá “ceder a um valentão”.

A reportagem comparou o cenário eleitoral no Brasil ao testemunhado nos EUA no ano passado: “A corrida presidencial do Brasil no ano que vem estava se configurando para ser algo que os americanos poderiam achar familiar: um titular envelhecido com popularidade decrescente, atrás de um populista descarado que alegou que a última eleição havia sido roubada dele”, disse o texto. “Então entrou o presidente Trump.”

O NYT afirmou que a ameaça de Trump como tentativa de “salvar seu aliado”, em referência a Bolsonaro, acabou por reorganizar “o cenário político do Brasil”. A postura combativa do presidente brasileiro, que se recusa a ceder à pressão do republicano, “está sendo elogiada na imprensa, viralizando online e renovando a esperança de que o Sr. Lula possa conquistar um quarto mandato no ano que vem, dias antes de completar 80 anos”, de acordo com o veículo.

“Eles têm motivos para estar otimistas: dias após as ameaças tarifárias de Trump, os índices de aprovação de Lula atingiram o nível mais alto em meses. Novas pesquisas mostraram que 43% a 50% dos brasileiros aprovaram seu desempenho, um aumento de três a cinco pontos percentuais desde maio”, destacou o The New York Times.

Veja

Irã intensifica execuções e reacende temor de massacre, diz jornal

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Oregime iraniano tem acelerado as execuções de opositores políticos, o que reacende o temor de que um novo massacre semelhante ao de 1988 esteja em curso. De acordo com o jornal britânico The Sun, Mehdi Hassani, de 48 anos, e Behrouz Ehsani, de 70, foram enforcados nos últimos dias após condenações consideradas forjadas. Ambos integravam a Organização dos Mujahidin do Povo do Irã (PMOI/MEK), principal grupo de oposição democrática do país.

Ainda segundo o The Sun, o governo iraniano estaria encurtando os prazos para execução de prisioneiros ligados à organização. O líder supremo Ali Khamenei tenta conter o desgaste do regime, que enfrenta instabilidade interna e pressões internacionais.

Em julho, a agência estatal Fars News, vinculada à Guarda Revolucionária Islâmica, publicou um editorial defendendo publicamente a repetição do massacre de 1988 — episódio em que cerca de 30 mil presos políticos foram executados. O texto é interpretado como reflexo do temor do regime pela própria sobrevivência.

A escalada da repressão tem gerado reações de juristas e parlamentares no Reino Unido, que pedem uma resposta internacional. Representantes do Conselho Nacional de Resistência do Irã (CNRI) criticam a comunidade internacional por dar prioridade às negociações sobre o programa nuclear iraniano, em detrimento da crise de direitos humanos.

De acordo com o The Sun, organizações relatam denúncias de maus-tratos dentro de prisões, repressão violenta e detenções em massa. Estima-se que cerca de 700 pessoas tenham sido presas no último mês sob suspeita de envolvimento com redes de espionagem. O Irã é um dos países com maior número de execuções no mundo, com mais de mil sentenças cumpridas em 2023 — o maior índice em três décadas.

Folhapress