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Categoria: Mundo

EUA pedem que cidadãos americanos deixem quase 15 países após ataques

FOTO: REUTERS

O Departamento de Estado dos Estados Unidos pediu nesta segunda-feira (2) que cidadãos americanos deixem quase 15 países “devido a sérios riscos à segurança”.

A publicação nas redes sociais foi feita pela principal funcionária do Departamento de Estado para assuntos consulares.

O texto diz que cidadãos americanos devem deixar os países “utilizando voos comerciais disponíveis”.

A lista inclui:

  • Bahrein
  • Egito
  • Irã
  • Iraque
  • Israel
  • Jordânia
  • Kuwait
  • Líbano
  • Omã
  • Catar
  • Arábia Saudita
  • Síria
  • Emirados Árabes Unidos
  • e Iêmen

O comunicado também pede que os cidadãos americanos deixem a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.

A mensagem surge em meio a uma série de ataques iranianos contra países do Oriente Médio – muitos deles visando especificamente alvos americanos – em resposta às operações militares dos EUA e de Israel.

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado (28) uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões sobre o programa nuclear iraniano.

O regime dos aiatolás iniciou retaliação contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles: Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que seu líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, foi uma das vítimas feitas pelos ataques norte-americanos e israelenses.

Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país persa considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”.

Em resposta, Trump ameaçou o Irã contra os ataques retaliatórios, dizendo “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”. As agressões entre as partes seguem neste domingo.

Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

CNN

Milionários estão pagando até R$ 1,8 milhão para sair do Oriente Médio após ataques do Irã

FOTO: AFP

Milionários estão pagando até US$ 350 mil (R$ 1,8 milhão) para fugir do Oriente Médio em jatos particulares, enquanto mísseis disparados pelo Irã continuam a atingir a região.

Superricos que vivem especialmente em Dubai e Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos – EAU) têm contatado empresas de segurança privada em busca de uma rota de fuga desde que os EUA e Israel atacaram o Irã em ataques coordenados no fim de semana, informou o site “Semafor”, especializado em inteligência e economia.

A rota de fuga aponta para uma jornada de SUV com equipe de segurança até a Arábia Saudita, onde eles podem fretar aviões particulares para a Europa. Os aeroportos dos EAU estão fechados.

“A Arábia Saudita é a única opção real para quem quer sair da região agora”, disse Ameerh Naran, diretor executivo da corretora de jatos particulares Vimana Private.

A vida em Riad (a capital saudita) continua praticamente normal, mesmo com outras cidades da região sendo bombardeadas por foguetes e drones iranianos. Embora algumas escolas para expatriados tenham adotado aulas online, e empresas, incluindo o Fundo de Investimento Público (PIF), tenham recomendado que pelo menos alguns funcionários trabalhassem de casa, muitas continuaram suas atividades normalmente.

Entre aqueles que tentam escapar estão altos executivos de empresas financeiras globais e turistas abastados.

“Fomos procurados por uma variedade de clientes, incluindo famílias, indivíduos e empresas que desejam sair da região, seja por medo pela sua segurança ou por motivos comerciais, simplesmente porque precisam poder viajar”, ​​disse Ian McCaul, da empresa de segurança britânica Alma Risk.

Dubai — que se tornou um polo de empresários, empreendedores e influenciadores estrangeiros ultrarricos nos últimos anos — está entre as áreas do Golfo atingidas após o Irã lançar seus ataques retaliatórios no sábado (28/2). Outros alvos foram Abu Dhabi, Israel, Catar, Kuwait, Bahrein, Omã, Arábia Saudita e Iraque.

Imagens mostraram o luxuoso hotel Fairmont The Palm, em Dubai, em chamas após as forças dos EAU interceptarem um ataque aéreo iraniano. Detritos do ataque interceptado teriam caído perto da entrada do hotel de luxo, de acordo com a versão do governo local.

O icônico Burj Al Arab, hotel sete estrelas que é símbolo de Dubai, foi atingido por destroços de um drone interceptado no último sábado (28/2). O hotel não foi um alvo direto, mas foi atingido por estilhaços. Os destroços causaram um incêndio na fachada externa e atingiram vidros de um elevador panorâmico. Segundo o Gabinete de Imprensa do Governo de Dubai, não houve feridos no hotel, e as chamas foram rapidamente controladas pela Defesa Civil.

Enquanto isso, dezenas de influenciadores inundavam as redes sociais com vídeos e fotos dos rastros de fumaça deixados pelos mísseis no horizonte de Dubai.

Extra

Candidato em eleição que levou Putin ao poder comete suicídio

FOTO: REPRODUÇÃO

O empresário e candidato nas eleições presidenciais que levaram Vladímir Putin ao poder em março de 2000, Umar Dzhabrailov, cometeu suicídio com uma arma de fogo, segundo informaram nesta segunda-feira (2) meios de comunicação da Rússia.

Dzhabrailov, de 67 anos, foi encontrado gravemente ferido em um hotel no centro de Moscou e transferido às pressas para o hospital, onde faleceu, relataram diversos veículos oficialistas, entre eles a agência de notícias TASS.

Fontes policiais afirmam que o ex-senador pela República da Chechênia foi hospitalizado como paciente desconhecido, com um ferimento de bala na cabeça, segundo o jornal Kommersant.

Nos dias anteriores, Dzhabrailov havia gravado vários vídeos para suas redes sociais nos quais comentava os últimos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, evidenciando sua preocupação com os turistas russos no Oriente Médio, em particular nos Emirados Árabes Unidos.

Dzhabrailov, que foi o candidato menos votado em 2000 (com 0,1% dos votos), já havia tentado o suicídio em 2020 ao cortar os pulsos.

O polêmico empresário, que, na primeira década dos anos 2000, conviveu habitualmente em público com celebridades nacionais da época, bem como com políticos e oligarcas russos, foi expulso do maior partido político russo, o Rússia Unida, após efetuar vários disparos contra o teto no hotel Four Seasons em 2017, incidente pelo qual também foi multado.

Dzhabrailov enriqueceu após a queda da União Soviética, primeiro através de uma rede de postos de gasolina na região de Moscou e, posteriormente, pelo setor imobiliário, sendo proprietário de vários hotéis e centros comerciais, como o Radisson Slavyanskaya.

O empresário tinha sua entrada proibida nos Estados Unidos depois que um de seus sócios americanos, Paul Tatum, morreu baleado após denunciar ameaças de morte proferidas por Dzhabrailov.

Entre 2004 e 2009, representou a Chechênia no Senado russo e, em 2006, ocupou durante um ano o cargo de vice-presidente do governo da república do norte do Cáucaso.

Também foi próximo ao líder da Chechênia, Ramzan Kadyrov, com quem realizou a peregrinação à Arábia Saudita em 2004, embora especule-se que as relações entre ambos tenham se deteriorado devido à candidatura do irmão de Dzhabrailov nas eleições presidenciais antecipadas daquela região russa.

Pleno News

Entre críticas e comemoração, América Latina se divide sobre ataque ao Irã

FOTO: AFP

Desde os ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, no último sábado (28) e a resposta iraniana, com mísseis contra diversos países da região, os governos da América Latina têm se manifestado com diferentes posturas em relação ao conflito.

A presidente mexicana Claudia Sheinbaum pediu nesta segunda-feira (2) a proteção de civis, após a escalada do conflito, condenando o bombardeio de uma escola de meninas do Irã, que segundo a mídia estatal do país deixou 165 mortos.

“Não se trata de concordar com um regime ou outro; é a população civil que paga”, disse a líder mexicana, em sua coletiva de imprensa diária, complementando: “é por isso que o apelo do México é sempre pela busca de uma resolução pacífica dos conflitos.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, descreveu o ataque como um “ato desprezível” afirmando que este viola “todas as normas do direito internacional e da dignidade humana”.

Já o colombiano Gustavo Petro criticou os bombardeios que provocaram 165 mortes na escola feminina, que atribuiu ao primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, e pediu que os EUA abandonem a aliança com Israel.

“Os Estados Unidos por razões éticas humanas não podem continuar em aliança com um genocida”, expressou.

Petro também pediu que o país retome o diálogo com o Irã para conseguir “um Oriente Médio sem armas nucleares” e inicie uma conferência de paz do Oriente Médio, “que comece pela soberania da Palestina”.

Mas a operação liderada pelos EUA não foi alvo somente de críticas. O governo de Javier Milei comemorou os ataques que resultaram na morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, a quem qualificou como “uma das pessoas mais malvadas, violentas e cruéis da história da humanidade”.

O governo argentino lembrou do atentado a bomba contra a AMIA (Associação Mutual Israelita da Argentina) de 1994, no qual 85 pessoas morreram e centenas ficaram feridas. A Justiça argentina afirma que o episódio foi planejado pelo Irã e executado pela organização Hezbollah.

“A República Argentina espera que esta ação militar conjunta de nossos países aliados ponha um fim definitivo ao que foram mais de 40 anos de opressão e violações aos direitos humanos no Irã, e que finalmente o povo iraniano tenha paz e recupere sua democracia”, expressa o comunicado, assinado por Milei.

O governo do Paraguai, por sua vez, não se pronunciou contra o ataque norte-americano ao Irã, mas condenou a “agressão iraniana” aos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait e Jordânia.

No fim de semana, o ministro das Relações Exteriores paraguaio, Rubén Ramírez Lezcano, conversou com o chanceler de Israel, Gideon Sa’ar, a quem transmitiu “todo o apoio e solidariedade” de seu país.

“Ambos os chanceleres se comprometeram a fazer esforços em nível multilateral para erradicar o flagelo do terrorismo e des regimes que o apoiam”, expressou o ministério das Relações Exteriores do Paraguai.

A Venezuela, aliada do Irã, mas sob forte pressão dos EUA desde a captura de Nicolás Maduro, afirmou inicialmente condenar e lamentar que “em um contexto em que se desenvolvem e negociações em curso, tenha sido escolhida a via militar, através de contra o Irã”.

Horas depois, no entanto, o chanceler venezuelano e o ministério da Comunicação do país, que tinham publicado o comunicado no último sábado, apagaram o documento das redes sociais oficiais.

CNN

Irã diz ter atacado gabinete de Netanyahu, afirma agência

FOTO: EFE

O governo do Irã afirmou nesta segunda-feira (2) ter realizado um ataque contra o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. A informação foi divulgada pela agência de notícias AFP.

De acordo com a agência, a Guarda Revolucionária iraniana declarou ter lançado uma nova leva de mísseis com dois alvos principais: o gabinete de Netanyahu e o quartel-general do comandante da Força Aérea de Israel.

Até a última atualização desta reportagem, o governo israelense ainda não havia se manifestado oficialmente sobre a alegação iraniana nem confirmado eventuais danos ou vítimas decorrentes do suposto ataque.

O episódio ocorre em meio à escalada das tensões no Oriente Médio, após confrontos recentes envolvendo Irã, Israel e os Estados Unidos, que resultou na morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

Pleno News

Irã afirma que ‘não negociará’ com os Estados Unidos

FOTO: AFP

Após os ataques aéreos dos EUA e de Israel contra o Irã, o poderoso chefe do Conselho de Segurança Nacional iraniano, Ali Larijani, negou qualquer negociação com o governo americano. “Não negociaremos com os EUA”, declarou Larijani nesta segunda-feira (2), em publicação nas redes sociais. Ele desmentiu as notícias veiculadas pela imprensa de que representantes iranianos teriam tentado iniciar conversas com Washington.

Larijani também acusou o presidente americano Donald Trump de ter “mergulhado a região no caos com seus ‘sonhos ilusórios’”. Ele acrescentou que Trump agora está preocupado com as perdas entre as forças americanas.

Na manhã de sábado (28), os EUA e Israel lançaram ataques aéreos massivos contra o Irã. Entre os mortos estava o Líder Supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. Em resposta, o Irã vem atacando instalações militares israelenses e americanas na região do Golfo desde sábado. De acordo com as Forças Armadas Alemãs (Bundeswehr), esses ataques também atingiram bases da Bundeswehr no Iraque e na Jordânia.

Jovem Pan

Primeiro-ministro de Israel afirma que ofensiva contra o Irã será intensificada

FOTO: REPRODUÇÃO/X

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou neste domingo 1º que a ofensiva militar contra o Irã, iniciada no último sábado 28, vai ser intensificada.Primeiro-ministro de Israel afirma que ofensiva contra o Irã será intensificada – Agora RNPrimeiro-ministro de Israel afirma que ofensiva contra o Irã será intensificada – Agora RN

“Nossas forças estão avançando no coração de Teerã com intensidade crescente, e isso só se intensificará ainda mais nos próximos dias.”

Os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã já deixaram centenas de mortos e feridos. Entre as vítimas, o Ministério da Educação do Irã inclui 153 meninas mortas e 95 feridas em um bombardeio aéreo a uma escola em Minab, no sul do país.

Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) anunciou neste domingo o lançamento de um ataque contra o território israelense e pelo menos 27 bases americanas na região do Oriente Médio.

Netanyahu reconheceu o custo humano do conflito para a população israelense, e citou ataques contra duas cidades do país: Tel Aviv e Beit Shemesh.

Benjamin Netanyahu classificou o momento como “dias dolorosos” e prestou condolências às famílias das vítimas. Por fim, desejou uma rápida recuperação aos feridos.

Queda do regime

O político israelense usou sua conta na rede social X para comentar os últimos desdobramentos da campanha militar contra o país persa.

“Acabei de sair de uma reunião com o Ministro da Defesa, o Chefe do Estado-Maior e o chefe do Mossad [Instituto de Inteligência e Operações Especiais de Israel]. Dei instruções para a continuação da campanha”, publicou o líder israelense.

O premiê destacou a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. “Ontem [28], eliminamos o ditador Khamenei. Juntamente com ele, eliminamos dezenas de figuras importantes do regime opressor.”

Aliança militar com os EUA

Em vídeo publicado, o mandatário israelense diz que tem mobilizado todo o poder das Forças de Defesa de Israel, “como nunca antes, para garantir a existência do país no futuro”. Além disso, ressaltou a parceria com os Estados Unidos e seu presidente, Donald Trump, a quem chama de amigo.

“Essa combinação de forças nos permite fazer o que eu venho esperando fazer há 40 anos: atacar o regime terrorista em cheio. Eu prometi, e nós vamos cumprir”.

Agora RN

Esposa de Khamenei morre após ataques de EUA e Israel, diz mídia do Irã

FOTO: REPRODUÇÃO

A esposa do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu nesta segunda-feira 2, após ter sido ferida em um bombardeio conjunto dos Estados Unidos e de Israel em Teerã. A informação foi divulgada pela mídia iraniana.

Segundo a agência de notícias Islamic Students News Agency (ISNA), Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh estava em coma desde sábado 28, quando ela e o marido foram atingidos no ataque. Khamenei morreu dias antes em decorrência do bombardeio.

Os Estados Unidos e Israel iniciaram no sábado 28 uma onda de ataques contra o Irã, em meio a tensões relacionadas ao programa nuclear iraniano. No domingo, a mídia estatal iraniana anunciou que o aiatolá Ali Khamenei foi uma das vítimas dos ataques norte-americanos e israelenses.

Após o anúncio da morte de Khamenei, o Irã ameaçou lançar a “ofensiva mais pesada” da história. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país considera se vingar pelos ataques de Israel e dos Estados Unidos como um “direito e dever legítimo”.

O regime iraniano iniciou retaliações contra países do Oriente Médio que abrigam bases militares norte-americanas, entre eles Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.

Em resposta às ameaças, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou: “é melhor que eles não façam isso, porque se fizerem, nós os atingiremos com uma força nunca antes vista”.

Na véspera, Trump já havia afirmado que os ataques contra o Irã vão continuar “ininterruptos durante toda a semana ou pelo tempo que for necessário para alcançarmos nosso objetivo de PAZ EM TODO O ORIENTE MÉDIO E, DE FATO, NO MUNDO!”.

As agressões entre as partes continuam neste domingo, ampliando a tensão no Oriente Médio após o assassinato do líder supremo iraniano.

Agora RN