2 de janeiro de 2026 às 17:30
2 de janeiro de 2026 às 13:20
FOTO: MARCELLO CASAL JR
O ano de 2026 começa com aumento no custo de vida para os potiguares. A partir desta quinta-feira (1º/01), entram em vigor no Rio Grande do Norte os novos valores do ICMS sobre gasolina, diesel/biodiesel e gás de cozinha (GLP) — reajuste que tende a ser percebido rapidamente nas bombas e no botijão em todo o estado.
A mudança foi definida em âmbito nacional pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e passa a valer simultaneamente em todos os estados, com um modelo de cobrança por alíquotas fixas (valores “por litro” ou “por quilo”), e não mais em percentual do preço final.
Gasolina: de R$ 1,47 para R$ 1,57 por litro (+ R$ 0,10).
Diesel e biodiesel: de R$ 1,12 para R$ 1,17 por litro (+ R$ 0,05).
Gás de cozinha (GLP): reajuste de cerca de R$ 0,08 por quilo, o que representa aproximadamente R$ 1,05 a mais no botijão de 13 kg.
2 de janeiro de 2026 às 09:45
2 de janeiro de 2026 às 05:59
FOTO: EFE
No primeiro dia de 2026, o governo federal já arrecadou mais de R$ 10 bilhões em impostos, segundo dados do Impostômetro, painel mantido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O número foi registrado nesta quinta-feira (1º), data que marca o início da transição da reforma tributária no país.
A marca bilionária aparece no mesmo dia em que começa a operar, em fase de testes, o novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA) Dual. O modelo faz parte da reforma tributária sobre o consumo aprovada pelo Congresso Nacional.
Embora a Receita Federal classifique 2026 como um “ano de testes”, não se trata de simulação. Haverá movimentação financeira real, emissão de notas fiscais com novos campos e impactos diretos na rotina de empresas e contribuintes que emitem documentos fiscais.
ENTENDA A TRANSIÇÃO
Neste primeiro ano, passa a valer uma alíquota simbólica de 1%, sendo 0,9% da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, e 0,1% do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que será dividido entre estados e municípios.
Os tributos atuais seguem existindo em paralelo. PIS, Cofins e IPI darão origem à CBS, enquanto ICMS e ISS serão substituídos pelo IBS. A extinção gradual desses cinco impostos começa apenas em 2027.
Segundo a Receita Federal, o valor pago em CBS e IBS em 2026 será compensado com o que já é recolhido de PIS e Cofins. Assim, não há aumento efetivo da carga tributária neste ano.
Mesmo com alíquotas reduzidas, as empresas precisam adaptar sistemas e emissão de notas fiscais. CBS e IBS deverão ser destacados nos documentos, com preenchimento correto de novos campos obrigatórios.
Falhas na classificação fiscal, como erros de NCM ou CNAE, podem gerar rejeição de notas, recolhimento incorreto e até paralisação do faturamento.
2 de janeiro de 2026 às 04:10
1 de janeiro de 2026 às 17:00
FOTO: RICARDO STUCKERT
O governo federal informou que pretende negociar com a China para reduzir os impactos das tarifas adicionais de 55% anunciadas pelo país asiático sobre a carne bovina brasileira, caso as exportações superem a cota de importação estabelecida para 2026. A sinalização ocorre em meio à preocupação do setor produtivo com os efeitos da medida sobre o principal mercado externo da proteína nacional.
Em nota, o governo afirmou que atua de forma coordenada com o setor privado e que seguirá dialogando com as autoridades chinesas tanto em âmbito bilateral quanto no contexto da Organização Mundial do Comércio (OMC). O objetivo, segundo o comunicado, é mitigar os efeitos da decisão e defender os interesses de trabalhadores e produtores ligados à cadeia da carne bovina.
A decisão chinesa foi tomada após pressão de associações da indústria local, que pediram a adoção de medidas de salvaguarda imediatas até o fim do ano. O argumento central é a necessidade de estabilizar as expectativas do mercado doméstico e proteger a renda dos produtores chineses, que vêm enfrentando dificuldades financeiras.
Desde 2023, o setor de pecuária bovina da China acumula prejuízos em razão de uma combinação de fatores, entre eles o aumento das importações. Esse cenário levou muitos criadores a anteciparem o abate de animais reprodutores como estratégia para reduzir custos, aprofundando o desequilíbrio do mercado interno.
As salvaguardas anunciadas por Pequim fazem parte dos instrumentos de defesa comercial previstos pelas regras da OMC e costumam ser acionadas em situações de crescimento abrupto das importações. Diferentemente de medidas antidumping ou compensatórias, essas ações não têm como objetivo coibir práticas desleais de comércio, mas oferecer proteção temporária a setores domésticos sensíveis.
No caso brasileiro, a tarifa adicional só será aplicada se as importações chinesas de carne bovina do Brasil ultrapassarem a cota de 1,106 milhão de toneladas em 2026. Esse intervalo, entre 1 milhão e 1,2 milhão de toneladas, corresponde à média histórica das exportações brasileiras para o mercado chinês, o que indica que a maior parte dos embarques deve permanecer isenta da sobretaxa.
Em 2025, no entanto, as exportações brasileiras de carne bovina para a China devem alcançar um patamar recorde, estimado em cerca de 1,6 milhão de toneladas. Na avaliação do governo, esse volume é considerado atípico e está diretamente relacionado ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos sobre a carne brasileira.
Com as tarifas adicionais adotadas pela gestão do presidente Donald Trump, parte relevante dos embarques brasileiros foi redirecionada para outros mercados, especialmente a China. A expectativa das autoridades brasileiras é que esse fluxo volte gradualmente à normalidade ao longo de 2026, reduzindo o risco de acionamento efetivo da tarifa adicional chinesa.
1 de janeiro de 2026 às 15:30
1 de janeiro de 2026 às 12:53
FOTO: MARCELLO CASAL JR
A reforma do Imposto de Renda (IR), sancionada em novembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entra em vigor nesta quinta-feira (1º), com uma das principais mudanças sendo a ampliação da faixa de isenção para quem recebe até R$ 5 mil por mês. A medida é considerada uma das mais significativas dos últimos anos na política tributária federal, com impacto direto no bolso de milhões de trabalhadores em todo o país.
Pelo novo modelo de tributação, cerca de 15 milhões de brasileiros ficarão totalmente isentos do pagamento do Imposto de Renda, representando uma renúncia fiscal estimada em mais de R$ 25 bilhões em 2026. Desse total, mais de 10 milhões deixarão completamente de pagar o tributo, enquanto outros cerca de 5 milhões terão redução no imposto devido em razão da criação de uma faixa de desconto gradual para rendas entre R$ 5 000,01 e R$ 7 350 por mês.
Impacto no Rio Grande do Norte
No Rio Grande do Norte, a mudança já tem números estimados que indicam a importância da reforma para a economia local. Segundo projeções regionais, aproximadamente 93 404 trabalhadores potiguares que ganham até R$ 5 mil deixaram de pagar Imposto de Renda a partir de 2026, com outros cerca de 59 626 contribuindo com valores reduzidos graças à faixa de desconto progressivo.
Esse efeito representa um alívio fiscal significativo para a classe média potiguar e pode impulsionar o consumo local, especialmente em um cenário de retomada econômica e aumento do poder de compra entre os assalariados.
O que muda na prática
A principal alteração é a elevação da faixa de isenção do IR, que atualmente, sob a regra antiga, favorecia apenas quem recebesse até cerca de dois salários mínimos por mês. A partir de janeiro de 2026:
Renda mensal de até R$ 5 000: isenção total do IR;
Renda de R$ 5 000,01 a R$ 7 350: desconto gradual no imposto, evitando saltos bruscos na tributação;
Acima de R$ 7 350: continua a tributação pela tabela progressiva tradicional.
A mudança já começa a refletir diretamente nas folhas de pagamento de janeiro: trabalhadores que se enquadram na nova faixa de isenção deixarão de ter a retenção do IR na fonte. Vale lembrar, porém, que a declaração de Imposto de Renda referente ao ano-base 2025, a ser entregue em 2026, ainda segue as regras antigas, e a nova condição será plenamente ajustada apenas na declaração de 2027, relativa ao ano-base 2026.
Compensações e contrapartidas
Para compensar a perda de arrecadação com a ampliação da isenção, a reforma cria um Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), que incide progressivamente sobre rendas anuais superiores a R$ 600 mil, com alíquota de até 10% para quem ultrapassar R$ 1,2 milhão por ano. Estimativas do governo apontam que cerca de 140 mil contribuintes de alta renda serão afetados por essa nova tributação.
Outro ponto importante da reforma é a tributação de dividendos, que passam a sofrer retenção de 10% quando pagos a partir de R$ 50 mil por mês, afetando principalmente sócios e acionistas com altos rendimentos.
Expectativas e desafios
Especialistas destacam que a ampliação da faixa de isenção deve ter impacto direto no poder aquisitivo de milhões de trabalhadores, reduzindo a tributação sobre a renda do trabalho e, potencialmente, aquecendo o consumo. No entanto, também alertam para a necessidade de ajustes contínuos à estrutura tributária para garantir sustentabilidade fiscal e evitar distorções no longo prazo.
No Rio Grande do Norte, a estimativa de quase 100 mil trabalhadores beneficiados com a isenção total reforça a dimensão regional dos efeitos da reforma e deve ser acompanhada de perto por economistas e gestores públicos à medida que os reflexos da política tributária começarem a ser sentidos na economia local.
31 de dezembro de 2025 às 09:30
31 de dezembro de 2025 às 09:13
FOTO: DIVULGAÇÃO
O início de 2026 trará um novo impacto no bolso dos brasileiros com o reajuste dos combustíveis em todo o país. A elevação dos preços da gasolina e do diesel ocorre em meio a debates sobre carga tributária, custos de transporte e efeitos na inflação, já que esses produtos são essenciais para a economia e para o dia a dia da população.
A partir de 1º de janeiro de 2026, os preços da gasolina e do diesel sofrerão reajuste em todo o Brasil devido à atualização do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A mudança foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e resultará em aumentos que podem chegar a 6,8%.
Com a nova tabela, o ICMS da gasolina passa de R$ 1,47 para R$ 1,57 por litro, enquanto o imposto do diesel sobe R$ 0,05, indo de R$ 1,12 para R$ 1,17 por litro. A medida gera insatisfação entre consumidores e setores produtivos, que defendem uma tributação mais equilibrada, especialmente sobre itens considerados essenciais.
Somente no caso da gasolina, a soma dos tributos federais e estaduais fará com que o valor pago em impostos chegue a cerca de R$ 2,25 por litro. Atualmente, a carga tributária representa aproximadamente 36% do preço final do combustível ao consumidor.
Embora o modelo de cobrança do ICMS tenha sido alterado em 2022, passando a adotar uma alíquota fixa por litro — conhecida como alíquota ad rem —, a decisão do Confaz mantém esse formato e apenas atualiza os valores cobrados.
O reajuste incide ainda na saída das refinarias e, como ocorre tradicionalmente, tende a ser repassado ao consumidor final nas bombas. Além do impacto direto no preço dos combustíveis, o aumento do ICMS deve elevar custos logísticos e de transporte, especialmente em um país que depende majoritariamente do transporte rodoviário, pressionando a inflação e os preços de produtos e serviços ao longo de toda a cadeia econômica a partir de 2026.
30 de dezembro de 2025 às 04:12
29 de dezembro de 2025 às 17:40
FOTO: CANINDÉ SOARES
Os feriados nacionais e estaduais seguem representando um desafio para o comércio de rua em Natal, especialmente no bairro do Alecrim, um dos maiores polos populares da capital. Para os lojistas, a interrupção da rotina de funcionamento costuma reduzir o fluxo de clientes e impactar diretamente o faturamento, exigindo planejamento cada vez mais cuidadoso para minimizar prejuízos ao longo de 2026.
Segundo o presidente da Associação dos Empresários do Bairro do Alecrim (AEBA), Matheus Feitosa, qualquer feriado provoca impacto negativo imediato. “Quebra toda a rotina de funcionamento do comércio e gera prejuízos”, afirmou. De acordo com ele, o volume de vendas normalmente cai nesses dias, já que parte dos consumidores prefere viajar ou aproveitar o tempo livre em atividades de lazer, como praia, cinema ou shopping centers.
Apesar disso, a entidade tem incentivado a abertura das lojas nos feriados desde 2024, como forma de estimular uma mudança gradual de cultura entre comerciantes e consumidores. “Todos os feriados em que o Alecrim funcionou tiveram boa presença de clientes, e as lojas que abriram venderam bem. Mas ainda precisamos aumentar a adesão”, explicou Feitosa, ressaltando que o processo é gradual.
Por ser um comércio popular e de grande circulação, o Alecrim sente os efeitos dos feriados de forma mais intensa do que outros polos da cidade. Há casos em que as perdas superam 50% do faturamento esperado. Além da queda nas vendas, os feriados também elevam os custos operacionais. Para abrir nesses dias, os empresários precisam arcar com pagamento de horas extras, geralmente com adicional de 100%, ou conceder folgas compensatórias. “Dependendo do dia e do movimento, abrir no feriado nem sempre garante lucro, mas é um investimento necessário para mudar uma cultura já estabelecida”, avaliou.
As pequenas lojas, segundo a AEBA, costumam ter mais facilidade para funcionar nos feriados, por demandarem equipes menores e uma logística mais simples. Já as grandes empresas tendem a abrir apenas quando há garantia de grande público e adesão coletiva do comércio. Em relação ao emprego, a associação afirma que, até o momento, os feriados não têm influenciado significativamente a criação de vagas temporárias ou a manutenção dos postos de trabalho.
Regras, decreto e planejamento para 2026
O calendário de feriados estaduais é discutido com antecedência entre governo, sindicatos patronais e de trabalhadores, por meio de reuniões e convenções coletivas. Ainda assim, a AEBA defende a revisão das regras para permitir o funcionamento do comércio de rua, com as exigências legais. “Pedimos que haja mais flexibilidade para que o comércio possa funcionar”, disse Feitosa.
O Governo do RN já publicou o decreto que define os feriados e pontos facultativos de 2026 para a administração pública estadual. O documento reúne datas nacionais, estaduais e alguns feriados municipais, além de pontos facultativos tradicionais, como Carnaval, Semana Santa, Corpus Christi e o recesso de fim de ano.
O decreto, no entanto, vale apenas para os órgãos do Executivo estadual. No setor privado, o funcionamento depende de regras próprias e acordos coletivos. Serviços essenciais, como saúde e segurança, devem funcionar normalmente.
Para enfrentar os impactos, o planejamento é apontado como fundamental. A orientação é alinhar decisões com a contabilidade e o setor de recursos humanos, além de investir em estratégias para atrair o consumidor nos feriados, como publicidade em múltiplos canais, ações promocionais, descontos, brindes e experiências diferenciadas.
“Equipe motivada faz diferença”, destaca o presidente da AEB. Ele lembra ainda que 2026 será um ano atípico, com eleições e Copa do Mundo, o que torna o planejamento ainda mais decisivo para reduzir prejuízos e aproveitar oportunidades de venda.
29 de dezembro de 2025 às 19:13
31 de dezembro de 2025 às 10:38
FOTO: DIVULGAÇÃO
A Prefeitura do Natal realiza na manhã desta terça-feira (30) o pagamento dos salários dos servidores municipais referentes ao mês de dezembro. Ao todo, R$ 90,7 milhões estão sendo destinados à folha de pagamento. A iniciativa representa uma importante injeção de recursos na economia da capital potiguar, com impacto direto nos setores do comércio e de serviços.
O prefeito Paulinho Freire destacou que o compromisso com o pagamento em dia é uma prioridade da gestão e reforçou a valorização dos servidores municipais. “Neste primeiro ano de gestão, foram 14 folhas de pagamento realizadas. Isso é um fato muito significativo e demonstra organização financeira e principalmente, o nosso respeito e a valorização dos servidores municipais, que são fundamentais para o bom funcionamento da cidade”, afirmou Paulinho.
Os valores começaram a ser enviados para as contas dos servidores ainda na segunda-feira (29) e estarão integralmente disponíveis para movimentação bancária a partir desta terça-feira (30). A medida assegura maior estabilidade financeira aos trabalhadores do município e contribui para o fortalecimento da economia local neste período de fim de ano.
O secretário municipal de Finanças, Marcelo Oliveira, também ressaltou o impacto positivo dos pagamentos concentrados no mês de dezembro. Segundo ele, em um curto espaço de tempo, a Prefeitura promoveu uma injeção ainda maior de recursos na economia natalense. “Em um período de apenas 20 dias, entre 10 e 30 de dezembro, o município está pagando duas folhas salariais. Ao todo, são R$ 175,6 milhões injetados na economia somente neste mês, o que reflete o compromisso da gestão com os servidores e com a responsabilidade fiscal”, pontuou o secretário.
29 de dezembro de 2025 às 11:15
29 de dezembro de 2025 às 08:08
FOTO: DIVULGAÇÃO
O novo salário mínimo, previsto para entrar em vigor em 1º de janeiro e começar a ser pago em fevereiro, deverá ser de R$ 1.621 e pode injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026, segundo estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
A projeção do Dieese aponta que 61,9 milhões de brasileiros terão rendimentos diretamente influenciados pelo piso salarial, incluindo 29,3 milhões de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Entre os grupos com rendimentos atrelados ao mínimo, o Dieese estima 17,7 milhões de empregados, 10,7 milhões de trabalhadores autônomos, 3,9 milhões de empregados domésticos e 383 mil empregadores.
O novo valor representa reajuste nominal de 6,79% em relação ao mínimo atual, conforme as regras da política permanente de valorização.
O Dieese destaca que o reajuste afeta benefícios e despesas indexados ao piso nacional, com reflexos no orçamento. Entre os impactos listados, está o aumento estimado de R$ 39,1 bilhões nas despesas da Previdência Social em 2026.
A estimativa também aponta custo adicional de R$ 380,5 milhões para cada R$ 1 de aumento no salário mínimo, além de indicar que 46% dos gastos previdenciários são impactados diretamente e que 70,8% dos beneficiários recebem valores atrelados ao piso.
O reajuste segue a Lei 14.663, de agosto de 2023, com correção baseada na variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior e no crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes.
Para 2026, o cálculo considera integralmente o INPC de 4,18% (de dezembro do ano passado a novembro deste ano) e aplica limite ao fator do PIB: embora o crescimento citado seja de 3,4%, ele fica restrito a 2,5%, teto previsto no novo regime fiscal. A combinação resulta em aumento nominal de R$ 103 no salário mínimo.
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