24 de novembro de 2025 às 04:11
23 de novembro de 2025 às 13:04
FOTO: REUTERS
Em audiência de custódia, no início da tarde deste domingo (23), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) relatou ter sofrido um surto e negou intenção de fuga. Segundo relatos feitos à CNN, o ex-presidente disse acreditar que a situação foi causada por medicamentos.
De acordo com relatos de investigadores, o ex-presidente estava com sinais de abatimento. Após a audiência, a prisão preventiva de Bolsonaro foi mantida e homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Bolsonaro está preso na Superintendência da PF (Polícia Federal), em Brasília, desde sábado 22), quando foi preso preventivamente por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
A audiência de custódia ocorreu por videoconferência e foi realizada por um juiz auxiliar do gabinete de Moraes. Além dele, participam da audiência advogados do ex-presidente e um representante do Ministério Público Federal.
Na audiência, o juiz analisou se a prisão ocorreu dentro da legalidade e se haveria necessidade de adequação da manutenção da medida. Bolsonaro respondeu sobre acesso à defesa e maus-tratos ou se houve alguma irregularidade.
Segundo o Supremo, a previsão é que a ata da audiência seja divulgada assim que o procedimento for finalizado. A decisão que decretou a prisão do ex-presidente ocorreu no âmbito de uma investigação sigilosa.
Ainda neste domingo, o ex-presidente teve autorização para receber visita da sua esposa, Michelle Bolsonaro. A visita será realizada entre 15h e 17h.
24 de novembro de 2025 às 04:10
23 de novembro de 2025 às 12:55
FOTO: ALAN SANTOS
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou em seu perfil no Instagram, neste domingo (23), uma nova mensagem de fé após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No texto, postado nos stories de sua página, Michelle falou sobre a soberania de Deus e pediu que as orações continuem.
– Deus não perdeu o controle de nada. Ele reina. Seu trono tem como fundamento a justiça e o juízo. Vamos continuar orando – escreveu.
Neste sábado (22), Michelle já havia se pronunciado sobre a prisão de Bolsonaro. Em uma primeira publicação, a ex-primeira-dama compartilhou o Salmo 121, que fala sobre o socorro e a proteção de Deus. Já em um outro texto, ela falou da confiança na justiça divina.
– Confio na Justiça de Deus. A justiça humana, como temos visto, já não se sustenta. Mas sei que o Senhor dará o escape, assim como fez em 2018, quando meu marido foi vítima de uma facada, planejada para matá-lo, por um ex-militante político – declarou.
Bolsonaro foi preso por volta das 6h da manhã deste sábado. Michelle não estava em casa no momento da detenção. Ao comentar a prisão do ex-presidente, ela informou que estava no Ceará, onde ocorreu um encontro do PL Mulher.
24 de novembro de 2025 às 04:09
23 de novembro de 2025 às 12:51
FOTO: MARCELO CAMARGO
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, não aplicou qualquer punição ao ex-presidente Fernando Collor depois que a tornozeleira eletrônica dele ficou desligada por cerca de 36 horas. O caso ocorreu no início de maio, e voltou a ser assunto neste sábado (22), por mostrar contraste com a decisão tomada pelo mesmo ministro que determinou a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo a defesa de Collor, o aparelho descarregou no dia 2 de maio por um “incidente involuntário”. Os advogados disseram que o desligamento ocorreu no dia seguinte à instalação da tornozeleira. Eles afirmaram que o ex-presidente ainda se ajustava ao equipamento e acreditava que a bateria estava carregada.
No relatório enviado ao STF, o Centro de Monitoramento Eletrônico de Pessoas informou apenas que o dispositivo ficou sem bateria. Moraes pediu explicações, recebeu a justificativa e não aplicou qualquer medida adicional. A defesa alegou que não houve descumprimento da prisão domiciliar e que o equipamento não emitiu alertas antes de desligar.
O monitoramento foi retomado assim que Collor percebeu o problema. A equipe jurídica ainda pediu que ele continuasse em casa e não fosse levado a um presídio — o que acabou sendo atendido. Atualmente, Collor cumpre pena de 8 anos e 10 meses por corrupção e lavagem de dinheiro em regime domiciliar.
O episódio também chama atenção quando comparado ao caso de Jair Bolsonaro. O ex-presidente afirmou, em vídeo divulgado neste sábado, que encostou um ferro quente na tornozeleira, mas negou ter tentado removê-la. Mesmo assim, a ordem de prisão assinada por Moraes foi emitida antes desse episódio e não teve relação direta com o uso do ferro, segundo os documentos do processo.
24 de novembro de 2025 às 04:07
23 de novembro de 2025 às 12:49
FOTO: DIVULGAÇÃO
Moradores do condomínio onde onde mora o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reagem a diversas notícias com falsos relatos de “incômodo” ou mesmo de “caos” envolvendo a presença do político na comunidade, produzidos por alguns ativistas de esquerda que vivem no local por meio de um “grupo” na inte.
Temendo serem vítimas desses ativistas, os moradores em sua maioria pediram para omitir seus nomes, mas outros, como.o corretor de imóveis Antonio Bispo, que reside no condomínio, tem enviado mensagens “aos srs. e sras. jornalistas” fazendo um apelo para que parem de mentir sobre esse tema.
Ele não se surpreender com jornalistas “pegando muito pesado” em relação a Bolsonaro, “mas, quando começam a mentir sobre onde moro, dizer coisas erradas sobre Bolsonaro, que ninguém gosta dele aqui, isso é pura mentira.”
Antonio Bispo diz que, ao contrário, o ex-presidente sempre teve boas relações com os moradores. “Muito alegre, a vizinhança toda gosta muito dele, andava a pé pelo condomínio, sem seguranças, na padaria, nas farmácias”.
Muito conhecido e respeitado em Brasília, o ex-presidente do Sindimóveis (Sindicato dos Corretores de Imóveis) Antonio Bispo testemunha que quando o ex-presidente não era impedido de sair de casa, “no comércio do Solar 2, todos adoravam ele”.
“Tudo mentira”, diz Bispo
Bispo disse que também são mentirosas as notícias publicadas sobre “caos” ou “perigo de invasão” risco de distúrbios na vigília de orações realizada no na noite deste sábado, no lado de fora do condomínio, que o ministro do STF Alexandre de Moraes classificou de “manifestação criminosa”.
“Tudo mentira!”, disse Bispo, que inclusive esteve no local da vigília para conferir. “Eram só cem pessoas”, disse.
Ele chegou a mandar mensagens de áudio e texto à imprensa na noite de sábado, reiterando acreditar em “jornalismo imparcial de informações verdadeiras, tanto para direita e esquerda”, mas deixou “registrado” que no Condomínio Solar de Brasília “reina a paz e não há multidões nas portarias e muito menos insegurança dos moradores”, ao contrário das notícias. “Há sim diferenças ideológicas entre os moradores. As notícias vinculadas na internet são mentirosas”, insistiu.
24 de novembro de 2025 às 04:04
23 de novembro de 2025 às 16:38
FOTO: REPRODUÇÃO
O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que estava com “certa paranoia” sobre a sua tornozeleira eletrônica antes de decidir mexer no equipamento. Ele passou por audiência de custódia hoje e teve a prisão mantida pela Justiça.
Veja a íntegra do que foi dito pelo ex-presidente na audiência de custódia:
Indagado acerca do equipamento de monitoramento eletrônico, o depoente respondeu que teve uma “certa paranoia” de sexta para sábado em razão de medicamentos que tem tomado receitados por médicos diferentes e que interagiram de forma inadequada (Pregabalina e Sertralina); que tem o sono “picado” e não dorme direito resolvendo, então, com um ferro de soldar, mexer na tornozeleira, pois tem curso de operação desse tipo de equipamento.
Afirmou o depoente que, por volta de meia-noite mexeu na tornozeleira, depois “caindo na razão” e cessando o uso da solda, ocasião em que comunicou os agentes de sua custódia; O depoente afirmou que estava acompanhado de sua filha, de seu irmão mais velho e um assessor na sua casa e nenhum deles viu a ação do depoente com a tornozeleira. Afirmou que começou a mexer com a tornozeleira tarde da noite e parou por volta de meia-noite. Informou que as demais pessoas que estavam na casa dormiam e que ninguém percebeu qualquer movimentação. O depoente afirmou que estava com “alucinação” de que tinha alguma escuta na tornozeleira, tentando então abrir a tampa. O depoente afirmou que não se lembra de surto dessa natureza em outra ocasião. O depoente afirmou que passou a tomar um dos remédios cerca de 4 (quatro) dias antes dos fatos que levaram à sua prisão.
Na sequência, dada a palavra ao Dr. Joaquim Cabral, pela Procuradoria-Geral da República, foi dito que, ante a manifestação do senhor JAIR MESSIAS BOLSONARO no que tange à higidez do comportamento dos policiais que cumpriram o mandado de prisão, manifestava-se a Procuradoria-Geral da República pela regularidade, nesse aspecto, da custódia cautelar.
Pela Juíza Auxiliar foi dito: Dada a palavra, em seguida, aos advogados regularmente constituídos do custodiado JAIR MESSIAS BOLSONARO, foi pergunta ao depoente se tinha intuito de tirar tornozeleira para empreender fuga. O depoente afirmou que não tinha qualquer intenção de fuga e que não houve rompimento da cinta.
Afirmou, ainda, que havia rompido anteriormente a cinta em uma ocasião em que precisou realizar uma tomografia. Sobre a vigília convocada por seu filho, afirmou o depoente que o local da vigília fica a setecentos metros da sua casa, não havendo possibilidade de criar qualquer tumulto que pudesse facilitar hipotética fuga.
Pela Juíza Auxiliar foi dito: Indagado acerca de quais médicos teriam receitados os medicamentos mencionados pelo depoente, cuja interação poderia ter causado a “paranoia” que o levou a “mexer” com a tornozeleira, informou que se chamam Cláudio Birolini, Leandro Chenique e Marina Graziottin Pasolini, está última prescrevendo a Sertralina, sem se comunicar com os demais médicos.
Pela Juíza Auxiliar foi dito: Indagado se já tinha o equipamento de solda em casa ou se foi fornecido por terceira pessoa, afirmou o depoente que tinha o equipamento em casa.
Ao final, pela Juíza Auxiliar foi deliberado: Diante de todo o exposto, inexistindo requerimentos que reclamem decisão por parte desta Juíza Auxiliar, e tendo-se em vista os relatos do custodiado JAIR MESSIAS BOLSONARO na presente audiência, no sentido de não ter havido qualquer abuso ou irregularidade por parte dos policiais responsáveis pelo cumprimento do Mandado de Prisão expedido nos autos desta Pet 14.129/DF, bem como considerando o cumprimento das formalidades legais e regulamentares, em especial os termos da Resolução CNJ nº 213, de 15 de dezembro de 2015, HOMOLOGO o cumprimento do Mandado de Prisão, relegando a análise das questões relacionadas ao mérito da causa a Sua Excelência, o Ministro Relator.
A seguir, pela Juíza Auxiliar, foi declarada encerrada a presente Audiência de Custódia, do que se lavrou o presente termo.
24 de novembro de 2025 às 04:03
23 de novembro de 2025 às 17:04
FOTO: MICHAEL MELLO
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-chefe do Palácio do Planalto.
O documento foi encaminhado ao STF na tarde deste domingo (23/11), junto às explicações da defesa sobre a violação do uso da tornozeleira eletrônica — um dos fatores que culminaram na prisão preventiva de Bolsonaro.
Os advogados afirmaram que o vídeo divulgado, que mostra a tornozeleira violada, comprova que não houve tentativa de rompimento do aparelho. A defesa alegou ainda que o estado de saúde do ex-presidente está comprometido e que ele faz uso de medicamentos “com ação no sistema nervoso central”.
“Durante o feriado, o Peticionário [Bolsonaro] começou a apresentar novos efeitos colaterais em razão das diferentes medicações prescritas, passando a ter pensamentos persecutórios e distantes da realidade. Conforme boletim médico divulgado pela imprensa pelos médicos responsáveis pelo acompanhamento do Peticionário, este quadro de confusão mental pode ter sido causado pela interação indevida de diferentes remédios”, diz a defesa em manifestação encaminhada ao STF.
A defesa apresentou ao ministro um laudo de dois médicos de Bolsonaro que aponta que ele apresentou quadro de confusão mental e alucinações, possivelmente induzidos pelo uso do medicamento pregabalina, que foi receitado por outra médica do ex-presidente. Esse medicamento, segundo os médicos, é usado para crises de soluço, mas tem efeitos colaterais que incluem alteração do estado mental.
“Foi dentro deste contexto que o Peticionário, conforme esclareceu na audiência de custódia, ‘estava com ‘alucinação’ de que tinha alguma escuta na tornozeleira, tentando então abrir a tampa’ em razão do quadro de confusão mental. Não buscou, portanto, retirar o dispositivo”, pontuou a defesa.
Ao fim, os advogados afirmaram que a possível violação da tornozeleira durante a madrugada demonstra que Bolsonaro está em situação delicada e evidencia um quadro de confusão mental. A defesa pede que Moraes reconsidere a prisão preventiva e conceda a prisão domiciliar humanitária.
Conforme decidiu o ministro, após o prazo de 24 horas concedido para a defesa, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, também terá o mesmo prazo para apresentar sua manifestação.
22 de novembro de 2025 às 04:12
21 de novembro de 2025 às 17:36
FOTO: REPRODUÇÃO
O ator e produtor de conteúdo adulto, Fábio Pereira da Silva, conhecido como “Binho Ted”, falou com exclusividade ao ND Mais após a repercussão de uma suposta gravação de filme pornô em Maragogi.
O homem aparece filmando uma mulher nua dentro de um jet ski em cenas que vazaram nas redes sociais.
A suposta gravação passou a ser investigada pelo Ministério Público de Alagoas após o vazamento de imagens nas redes sociais. “Binho Ted” aparece em cenas explícitas com uma mulher sobre um jet ski no mar do município alagoano.
As imagens circularam de forma massiva em aplicativos de mensagens e impulsionaram a abertura de um procedimento administrativo pelo MP-AL. A Promotora de Justiça de Maragogi, Francisca Paula de Jesus, conduz a apuração sobre a cena gravada em plena luz do dia no Litoral Norte do estado. Assista:
Fábio Pereira da Silva se pronunciou após a suposta gravação de filme pornô em Maragogi ganhar repercussão nacional. Ao ND Mais, ele afirmou que não estava produzindo conteúdo adulto no momento do flagrante e alegou que as imagens foram captadas sem consentimento.
“Foi apenas um passeio em um local que tinham muitos jet skis para alugar. Alugamos um e fizemos umas fotos. Um drone ficou rodeando em volta e fez várias [fotos] onde acabaram sendo vazadas”, disse o ator e produtor de conteúdo adulto.
O produtor ainda afirmou que desconhecia que o uso de jet ski na região era proibido e denunciou a falta de fiscalização no local. “Não sabíamos que era proibido jet skis na área. [O lugar] é sem placas indicativas e sem fiscalização, e [tem] muitos jet skis de aluguel no local”, denunciou.
“Somos turistas, não sabemos o que pode ou não na área”, desabafou Binho Ted. O ator e produtor de conteúdo adulto disse que ainda está avaliando se pretende judicializar ou não o caso.
Fábio, conhecido como “Binho Ted”, é sócio-administrador da HardBrazil Produções, empresa de São Paulo dedicada à produção de material pornográfico. Além da atuação como produtor, ele integra o elenco de filmes destinados a plataformas de assinatura, onde adquiriu notoriedade.
O ator mantém ao menos duas contas no Instagram, que somam mais de 425 mil seguidores. A filmagem, registrada em 29 de outubro, foi inicialmente publicada em plataformas de conteúdo adulto, antes de ser disseminada em redes sociais e viralizar em grande escala.
22 de novembro de 2025 às 04:09
21 de novembro de 2025 às 17:21
FOTO: DIVULGAÇÃO
Agonizantes e afundados em uma crise terminal, os Correios anunciaram nesta quinta-feira (20) um novo plano de reestruturação que beira o desespero: captar R$20 bilhões em dívidas com bancos privados e apelar para um Demissão Voluntária (PDV) que já fracassou fragorosamente no passado recente.
Após 12 trimestres seguidos de prejuízo, a estatal admitiu que só sobrevive aumentando em R$ 20 bilhões seu já colossal endividamento, hoje estimado em mais de R$15 bilhões. A proposta, aprovada nesta quarta-feira (19) pelo Conselho de Administração e pela nova gestão indicada pelo governo, tem como meta oficial “recuperação financeira, consolidação do modelo e crescimento estratégico”, mas, nos bastidores, é tratada como a última cartada antes da privatização ou do colapso total.
Internamente, a situação é ainda mais grave: mais de 70% dos 80 mil funcionários ativos têm ações trabalhistas contra a empresa. Só em passivos judiciais, os Correios já carregam quase R$30 bilhões em condenações e acordos.
Para tentar estancar a sangria, o plano prevê:
Novo PDV, mesmo após o programa de 2021 ter adesão pífia e custado R$1 bilhão sem reduzir quadro significativo;
Fechamento de até mil agências deficitárias, exatamente as que ainda captam clientes no interior e nas periferias;
Venda de imóveis não operacionais (potencial de R$1,5 bilhão) e monetização de ativos;
Expansão de portfólio para comércio eletrônico e serviços financeiros, área onde já perdeu mercado para concorrentes privados.
O presidente, Emmanuel Rondon, nomeado em outubro, conseguiu aval do conselho em tempo recorde, mas a sensação entre empregados e sindicatos é de que se trata de maquiagem de cadáver. “É o enterro disfarçado de plano de recuperação”, resumiu um diretor do principal sindicato da categoria.
Com caixa negativo e dependendo de novos empréstimos bilionários para pagar folha e fornecedores, os Correios caminham para o 13º trimestre vermelho e admitem que, sem a injeção de R$ 20 bilhões em dívida, não chegam a 2026 operando. A estatal que já foi símbolo nacional agora é o retrato mais crasso da falência do modelo público brasileiro.
Comentários