26 de janeiro de 2026 às 09:15
26 de janeiro de 2026 às 07:08
FOTO: HUGO BARRETO
Apesar do discurso público de que a manifestação liderada por Nikolas Ferreira (PL-MG) não preocupa, setores do governo e do PT avaliam nos bastidores que o ato pode ter marcado o início informal da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O deputado mineiro encerrou no domingo (25), em Brasília, uma mobilização que começou em Minas Gerais e reuniu milhares de apoiadores na capital federal.
A informação é da colunista Milena Teixeira, do Metrópoles. A leitura no entorno do presidente Lula é de que a iniciativa sinaliza que o grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro segue com capacidade de levar gente às ruas e manter mobilização política ativa até o período eleitoral. Aliados reconhecem que o movimento organizado por Nikolas funciona como um teste de força e reposiciona o bolsonarismo no debate público.
Diante desse cenário, auxiliares do Planalto passaram a defender uma estratégia chamada internamente de “política de retenção da atenção”. A ideia é impedir que a oposição monopolize a agenda política, obrigando o governo a disputar diariamente o foco do noticiário e das redes sociais.
Na prática, isso deve se traduzir na intensificação de inaugurações de obras, avanço em pautas de forte apelo popular — como o debate sobre a escala 6×1 — e reforço da comunicação sobre entregas da gestão, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. O consenso é que o governo precisará adotar postura ofensiva para neutralizar a antecipação do jogo eleitoral.
26 de janeiro de 2026 às 08:45
25 de janeiro de 2026 às 16:45
FOTO: REPRODUÇÃO
A médica e influenciadora digital Raphaella Brilhante afirma ter sido vítima de uma tentativa de homicídio cometida pelo cantor paraibano João Lima. O novo relato veio à tona após a divulgação de imagens que mostram uma agressão dentro da residência do casal, em João Pessoa. As informações foram obtidas pelo portal LeoDias, em parceria com a jornalista Patricia Calderón.
Segundo Raphaella, o episódio mais grave aconteceu dentro de casa, quando o artista tentou sufocá-la. Em depoimento, ela afirma que chegou a acreditar que não sairia viva da situação. “E é, ele pegou, me agrediu. Ele, ele literalmente, literalmente, ele tentou me matar, literalmente. Ele tentou me sufocar, eu não conseguia respirar”, declarou.
A médica contou que as agressões começaram poucos dias após o casamento, que durou cerca de dois meses. De acordo com ela, os episódios de violência eram recorrentes e, em muitos casos, motivados por crises de ciúmes do cantor ou sem qualquer motivo aparente.
No relato, Raphaella descreve que, já sem conseguir respirar, foi levada à força para o banheiro da casa. Ao perceber que seria agredida novamente, tentou se proteger como conseguiu. “Aí ele me levou para o banheiro e, quando ele foi me dar um murro, eu protegi com o braço. Aí, com o braço, que é o braço direito, que é o braço que eu sou destra, aí eu protegi com o braço”, contou.
Ela afirma ainda que, após as agressões, João Lima deixou a residência sem demonstrar qualquer reação, abandonando-a sozinha no local. “Aí, depois, ele me deixou lá e foi embora, como se nada tivesse acontecido”, disse.
26 de janeiro de 2026 às 08:30
26 de janeiro de 2026 às 07:13
FOTO: LUCIO TAVORA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem demonstrado crescente irritação com a atuação do ministro Dias Toffoli na condução do inquérito do Banco Master, no Supremo Tribunal Federal. Segundo relatos de aliados, o presidente acompanha de perto o caso e passou a externar desconforto com os efeitos institucionais provocados pela condução do processo, evitando qualquer movimento público de defesa ao magistrado.
Em conversas reservadas com auxiliares, Lula chegou a fazer críticas duras a Toffoli e, em desabafos, afirmou que o ministro deveria considerar deixar o STF, seja por renúncia ou aposentadoria. Apesar do tom, pessoas próximas ao presidente avaliam que dificilmente Lula fará um pedido direto para que Toffoli se afaste da relatoria ou do tribunal, embora uma nova conversa entre os dois esteja no radar.
O principal incômodo do presidente é o desgaste imposto ao Supremo, agravado por reportagens que expuseram vínculos de familiares de Toffoli com fundos ligados ao banco investigado. Lula também criticou o sigilo elevado imposto ao processo e manifestou receio de que a apuração seja esvaziada. A aliados, tem defendido que o governo sustente as investigações para demonstrar que o combate a fraudes não poupa figuras poderosas.
O caso ainda preocupa o Planalto por seu potencial político. O inquérito envolve personagens ligados tanto à oposição quanto a aliados do governo, o que indica que as investigações devem avançar independentemente de quem seja atingido. Lula, segundo interlocutores, vê no episódio um teste para a credibilidade institucional do STF e para o discurso do governo de enfrentamento a grandes esquemas financeiros.
26 de janeiro de 2026 às 08:15
25 de janeiro de 2026 às 16:40
FOTO: REPRODUÇÃO
A empresária Barbara Denise Folha de Oliveira, de 34 anos, foi encontrada morta dentro da própria casa em São Vicente, no litoral de São Paulo. Conforme apurado pelo g1 junto à Polícia Civil, acharam moedas dentro da boca da mulher e ao redor do corpo dela. O principal suspeito de cometer o crime é o ex-marido da vítima, que prenderam nesta quinta-feira, 22 de janeiro, na capital paulista.
O caso ocorreu em um apartamento no bairro Samaritá, por volta das 17h30 desta terça-feira, 20 de janeiro. Segundo a Polícia, encontraram Barbara morta e acharam moedas dentro da boca dela e ao redor do corpo. Além disso, ela tinha um cigarro de maconha entre os dedos e uma caixa de aliança ao lado. O local também tinha garrafas de bebidas.
O corpo de Barbara estava no chão do quarto e apresentava lesões — não especificadas — compatíveis com um homicídio. Também havia vestígios de sangue no rosto da vítima, na cama, no lençol e no travesseiro. A causa da morte ainda não se confirmou.
Ex-marido é suspeito
Quando chegaram ao local do crime, os policiais encontraram a mãe e o filho da vítima. Eles relataram aos agentes que não conseguiam contato com Barbara desde a noite de segunda-feira, 19 de janeiro.
Conforme depoimento à Polícia Civil, a mãe e o irmão da mulher afirmaram que o ex-marido dela esteve no apartamento nos dias que antecederam o crime. De acordo com eles, as discussões entre os dois eram frequentes, sendo certo que a vítima não demonstrava interesse em retomar o relacionamento. Assim sendo, a versão da família se corrobora por vizinhos de Barbara.
A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou ao g1 que a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Vicente investiga o caso. “Foram solicitados exames ao Instituto Médico Legal (IML) e ao Instituto de Criminalística (IC)”, destacou a pasta, por meio de nota.
Prenderam Manoel Ferro de Melo na capital paulista, na madrugada desta quinta-feira, 22 de janeiro, na Zona Leste de São Paulo. O homem, que é pai do filho de 14 anos de Barbara, estava na casa de familiares quando foi localizado por equipes da Delegacia da Defesa da Mulher (DDM) de São Vicente e levado de volta à Baixada Santista.
26 de janeiro de 2026 às 04:11
26 de janeiro de 2026 às 02:50
FOTO: REPRODUÇÃO
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) cobrou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por não abrir uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master.
Além disso, criticou Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Antes da chegada de Nikolas, 72 pessoas foram atingidas por raio no ato que reuniu milhares na capital federal.
“Uma pessoa que tem sido omissa nesse País que se chama Davi Alcolumbre. Nós queremos, Davi, a instalação da CPMI do Banco Master”, disse.
“Nós estamos aqui também como um grito de quem não aguenta mais para poder saber e punir quem teve ações criminosas ou o que aconteceu para uma esposa de um ministro do STF ter um contrato de 129 milhões com o Banco Master”, completou.
O parlamentar também afirmou que a caminhada “Acorda Brasil” é contra a violência, criminalidade e o que chamou de “descaso na saúde”.
26 de janeiro de 2026 às 04:09
26 de janeiro de 2026 às 03:00
FOTO: REPRODUÇÃO
A manifestação organizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) reuniu 18 mil pessoas em Brasília, neste domingo, 25, segundo levantamento do Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP) e da ONG More in Common.
Com margem de erro de 12%, o cálculo aponta um público, no momento de pico, entre 15,8 mil e 20,1 mil participantes, segundo a análise. A contagem foi feita a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial.
Nikolas promoveu uma caminhada com apoiadores que andaram de Paracatu (MG) até Brasília durante nesta semana. O evento foi batizado de “Caminhada pela Paz” e movimento “Acorda, Brasil”.
A manifestação foi marcada por coros com críticas ao presidente Lula e faixas pedindo o seu impeachment. Um carro de som foi posicionado na praça para permitir a realização de discursos.
Um raio atingiu a área, algumas pessoas ficaram desacordadas e 72 precisaram ser socorridas pelo Corpo de Bombeiros no local. Ao todo, 32 pessoas foram levadas para dois hospitais e oito apresentavam ‘condições instáveis’.
Para o cálculo do número de manifestantes, foram tiradas fotos em dois diferentes horários, às 10h45 e 15h15, totalizando 24 imagens. Foram selecionadas 7 fotos tiradas às 15h15, momento de pico da aglomeração. As imagens cobriam toda a extensão da manifestação, sem sobreposição.
No método, segundo o monitor da USP, um drone tira fotos aéreas e o software analisa as imagens para identificar e marcar automaticamente as cabeças das pessoas. Usando inteligência artificial, o sistema localiza cada indivíduo e conta quantos pontos aparecem na imagem. Esse processo garante uma contagem precisa, mesmo em áreas densas, de acordo com os analistas.
‘Caminhada pela Liberdade’
A caminhada liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira, apelidada de “Caminhada pela Liberdade”, que partiu de Minas Gerais com destino a Brasília, tem a previsão de ser concluída com um ato neste domingo. O ponto final do trajeto será a Praça do Cruzeiro, na capital federal.
O movimento, iniciado na última segunda-feira (19), percorreu aproximadamente 240 quilômetros como forma de protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e as condenações relacionadas aos atos de 8 de Janeiro de 2023.
Segundo o parlamentar, o ato possui caráter “simbólico” e visa “trazer luz” e “dar esperança” aos apoiadores. Neste sábado (24), em entrevista exclusiva a Jovem Pan, ao passar por Valparaíso de Goiás, Nikolas avaliou que o objetivo da mobilização já foi atingido ao promover um “despertar” político na população. Durante o percurso, o deputado compartilhou relatos de casos que considera “absurdos” no país a cada 10 quilômetros percorridos, incluindo menções à morte do comerciante Cleriston Pereira da Cunha na Papuda.
A segurança do deputado chamou a atenção durante o trajeto. Em vídeos divulgados nas redes sociais, Nikolas Ferreira foi visto utilizando colete à prova de balas. O parlamentar alegou a presença de supostos infiltrados e ameaças para justificar a medida. Além disso, a caminhada contou com a participação de outros nomes da oposição, como os deputados Gustavo Gayer (PL-GO), André Fernandes (PL-CE) e o ex-vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).
26 de janeiro de 2026 às 04:07
26 de janeiro de 2026 às 02:28
FOTO: DIVULGAÇÃO
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) discursou neste domingo (25) para uma multidão de manifestantes reunidos na Praça do Cruzeiro, no centro de Brasília, ao final da chamada “Caminhada pela Liberdade”, que durou sete dias e mobilizou participantes de diferentes regiões do país.
Em sua fala, o parlamentar defendeu uma mudança no rumo político do Brasil, negou qualquer intenção de ruptura institucional e fez críticas diretas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
“Não estamos aqui para tomar o poder, mas o Brasil acordou”, declarou Nikolas do alto de um carro de som. Segundo o parlamentar, o objetivo do ato foi despertar a população para o que classificou como um momento crítico vivido pelo país.
“O que vamos fazer amanhã são duas coisas. Vamos agora ter a missão de acordar as outras pessoas e essa missão é sua”, afirmou, dirigindo-se aos manifestantes.
Em outro momento, Nikolas fez críticas diretas ao ministro do STF, Alexandre de Moraes:
“Alexandre de Moraes, o Brasil não tem medo de você”, afirmou, sob aplausos e gritos da multidão.
Durante o discurso, o deputado destacou pautas como saúde e educação públicas, afirmando que a oposição luta por serviços de qualidade nessas áreas. Em tom crítico, fez um apelo aos professores: “Professores desse país, acordem e se livrem da ideologia da esquerda”.
Nikolas também orientou os manifestantes a deixarem a Praça do Cruzeiro de forma pacífica e a retornarem para suas casas, pedindo que não seguissem até a Praça dos Três Poderes, localizada a cerca de seis quilômetros do local. Ao final do ato, conduziu uma oração coletiva com os participantes.
“Meu Deus, nós não aguentamos tanta corrupção, maldade aqui no Brasil. Por favor, perdoe os nossos pecados, as nossas falhas e tenha misericórdia dessa nação”, disse o parlamentar, que pediu ainda perdão aos “inimigos” e força para enfrentar aqueles que, segundo ele, estariam “contra o bem”.
O deputado disse ainda que estava “desesperançoso” e que acreditava que não veria novas grandes manifestações na capital federal: “Mas eu tenho certeza de que essa foi a maior caminhada da história desse país”.
Para Nikolas, o Brasil vive “um pesadelo terrível” e a mobilização teria como objetivo “despertar o país”.
26 de janeiro de 2026 às 04:06
26 de janeiro de 2026 às 02:31
FOTO: REPRODUÇÃO
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) esteve no Hospital de Base, em Brasília, neste domingo (25), para prestar solidariedade e visitar as pessoas atingidas por uma descarga elétrica causada por um raio durante o encerramento da “Caminhada pela Justiça e Liberdade”.
O evento foi liderado pelo próprio parlamentar e reuniu apoiadores na capital federal.
Segundo informações repassadas pelo deputado após conversar com a equipe médica, 27 pessoas foram atendidas em decorrência do incidente. Duas delas permanecem em observação, mas, de acordo com os médicos, nenhuma apresenta quadro grave até o momento.
Em coletiva de imprensa, Nikolas comentou o ocorrido e destacou que se tratou de um evento natural, sem relação com falhas na organização da manifestação.
O deputado reforçou ainda a importância do apoio às vítimas e afirmou que seguirá acompanhando a situação junto às autoridades de saúde:
“Foram 27 vítimas. Acabei de conversar com o doutor Renato, e ele me disse que duas estão em observação. As outras, graças a Deus, não têm nada de grave até então, né? Essa foi a informação que eu tive. Então, graças a Deus por isso. Fico muito feliz. Fui muito bem recepcionado aqui, com carinho. Fiz questão de vir pessoalmente, mesmo após 255 quilômetros rodados. Mas aconteceu um incidente natural. Não foi por irresponsabilidade nossa, não foi por falta de organização, não foi por tumulto. Foi literalmente algo que foge do nosso controle. E eu não poderia deixar de vir aqui prestar nossa solidariedade, dizer que tem muita gente orando por eles para que se recuperem logo e possam estar de volta para ajudar o nosso país.”
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