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Categoria: Brasil

PT arma festa de 3 dias e transforma aniversário em ato pró-reeleição de Lula

FOTO: RICARDO STUCKERT

O PT prepara um grande evento de três dias para comemorar os 46 anos da sigla, transformando a festa em uma vitrine política para 2026. A celebração acontecerá entre 5 e 7 de fevereiro, em Salvador, e terá a presença do presidente Lula, que será a principal atração das atividades programadas.

A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Segundo dirigentes petistas, o evento deve servir, na prática, como um pontapé simbólico da pré-campanha de Lula à reeleição. Internamente, o partido trata a data como uma oportunidade estratégica para marcar posição e iniciar a mobilização nacional em torno do projeto de continuidade do governo.

Além do presidente, ministros e figuras de destaque do PT participarão da programação. A agenda incluirá debates, palestras e encontros políticos. Um dos nomes já confirmados é o ministro Sidônio Palmeira, chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), que deve conduzir discussões sobre estratégia e narrativa para o próximo ciclo eleitoral.

A escolha de Salvador também carrega peso político: a Bahia é um dos principais redutos eleitorais do PT e foi decisiva nas últimas eleições. A sigla pretende usar o cenário favorável para reforçar alianças, fortalecer sua base e demonstrar unidade em torno da reeleição de Lula.

Com informações do Metrópoles

Bolsonaristas espalham boato de que tornozeleira de Bolsonaro tinha césio-137, mas informação é falsa

FOTO: REPRODUÇÃO

É falsa a informação que a tornozeleira eletrônica usada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tenha sido contaminada por césio-137.

A alegação, que circula em publicações nas redes sociais, não tem qualquer respaldo técnico ou factual.

De acordo com o contrato firmado com o governo e informações do fabricante, o dispositivo é feito com materiais atóxicos e hipoalergênicos, não contendo metais perigosos ou radioativos.

Uma das postagens enganosas traz fotos do ex-presidente supostamente em atendimento hospitalar, do médico Antonio Luiz Macedo e de ambulâncias do Samu, acompanhadas da frase: “Confirmado. Tornozeleira envenenou Bolsonaro com césio-137”.

No entanto, nenhuma explicação acompanha a acusação, apenas a descrição do que seria o césio-137.

Uma das postagens falsas no Facebook ultrapassou 1.800 compartilhamentos, e vídeos no TikTok acumulam comentários de usuários acreditando na mentira e pedindo orações pelo ex-presidente.

A Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF) afirmou ao UOL que não há registros de problemas de saúde provocados por tornozeleiras eletrônicas no sistema penitenciário. Segundo o órgão, o aparelho é fabricado com insumos que não oferecem riscos à saúde.

As tornozeleiras utilizadas no DF são fornecidas pela UE Brasil Tecnologia. A empresa informa que o dispositivo é produzido com borracha, fibra ótica e outros materiais hipoalergênicos.

O contrato com a secretaria determina que o equipamento deve preservar a integridade física do usuário e não conter substâncias tóxicas.

O novo boato se aproveita do temor público em torno do césio-137, substância radioativa que causou o grave acidente de Goiânia, em 1987, quando quatro pessoas morreram e milhares foram expostas à radiação após a abertura de um aparelho de radioterapia abandonado.

Contexto

Em 22 de novembro, o ministro Alexandre de Moraes transformou a prisão domiciliar de Bolsonaro em prisão preventiva, depois de o ex-presidente tentar romper a tornozeleira com um ferro de solda.

Em audiência no dia seguinte, Bolsonaro afirmou ter tido “alucinações” antes da tentativa de violação. No dia 25, Moraes determinou o início do cumprimento da pena de 27 anos e três meses pelo envolvimento na tentativa de golpe.

UOL

Lula venceria Flávio Bolsonaro por 15 pontos no 2º turno, aponta Datafolha

FOTO: REPRODUÇÃO

Após Jair Bolsonaro (PL) anunciar o nome escolhido para enfrentar Lula (PT) nas eleições de 2026, o senador Flávio Bolsonaro aparece 15 pontos atrás do petista em um cenário de segundo turno, segundo pesquisa Datafolha. Outros potenciais candidatos da direita, como os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ratinho Jr. (PSD-PR), também registram desvantagem: 5 e 6 pontos, respectivamente.

A indicação de Flávio foi divulgada pelo próprio senador nesta sexta-feira (5). Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe após a derrota em 2022, está inelegível e só poderia voltar a disputar eleições aos 105 anos.

O levantamento, realizado entre terça (2) e quinta-feira (4), ouviu 2.002 eleitores em 113 municípios — antes, portanto, do anúncio da candidatura. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

No recorte de segundo turno, cenário considerado mais provável devido à fragmentação do eleitorado, Lula ampliou ligeiramente sua vantagem em relação à pesquisa anterior, feita em julho. Contra Flávio Bolsonaro, o petista aparece com 51% das intenções de voto, ante 36% do adversário — antes, a disputa era de 48% a 37%. O peso do sobrenome Bolsonaro segue sendo um fator decisivo no desempenho do senador.

Entre os nomes da direita considerados competitivos, os governadores têm desempenho mais favorável. Tarcísio de Freitas aparece cinco pontos atrás de Lula — 47% a 42% — praticamente o mesmo patamar registrado em julho, quando a disputa estava em 45% a 41%.

Ratinho Jr. também segue em posição relativamente equilibrada. Antes derrotado por 45% a 40%, agora registra 41%, enquanto Lula alcança 47%, mantendo a diferença dentro de um intervalo semelhante ao da medição anterior.

Jovem Pan

8% acham que Bolsonaro deveria apoiar Flávio e 22% Michelle

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Uma pesquisa do Datafolha divulgada neste sábado (6) aponta que apenas 8% dos eleitores acreditam que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deveria apoiar a candidatura de seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à Presidência da República em 2026.

O parlamentar anunciou sua pré-candidatura um dia antes, na última sexta-feira (5), afirmando assumir “a missão de dar continuidade” ao projeto da direita no país.

O levantamento, realizado entre 2 e 4 de dezembro, ouviu 2.002 pessoas em todo o Brasil e possui margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa também mediu a preferência do eleitorado por outros nomes ligados ao campo político de Bolsonaro. Michelle Bolsonaro aparece com 22% das menções, enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), registra 20%. Ambos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

Outro dado destacado pelo estudo mostra que o apoio do ex-presidente divide o eleitorado. Metade dos entrevistados (50%) afirma que não votaria em um candidato indicado por Bolsonaro, enquanto 26% dizem que aceitariam esse apoio.

Pleno News

Roseana Sarney é internada durante tratamento de câncer: ‘Baixa imunidade’

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A deputada federal e ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (MDB) informou nesta sexta-feira, 5, que está internada em um hospital no Maranhão desde a última segunda-feira, 1. Aos 72 anos, a parlamentar, filha do ex-presidente do Brasil José Sarney, está tratando um câncer de mama triplo negativo, diagnosticado em agosto.

“Estou hospitalizada desde segunda-feira. Eu estava com baixa imunidade, mas agora, graças a Deus, estou bem, medicada. E, se Deus, quiser, segunda-feira eu vou pra casa novamente”, disse ela em um vídeo postado no Instagram (assista abaixo).

Roseana teve que raspar o cabelo e se submeteu a 12 sessões de quimioterapia, finalizadas há 11 dias. Ela iniciou o tratamento no fim de agosto e passará também por uma cirurgia.

“Muito feliz hoje. Terminei a primeira etapa da imuno e da quimioterapia. Encerrei as 12 sessões. Graças a Deus foi tudo bem. Estou muito esperançosa”, informou Roseana, em um vídeo postado no último dia 24.

Em 1998, Roseana foi diagnosticada com câncer durante sua campanha ao governo do estado, quando realizou um tratamento. O mesmo ocorreu em 2002. Ela voltou à Câmara em 2022, eleita com 97 mil votos, como a 11ª mais votada do estado.

Extra

Careca teria falado em atirar em testemunha que acusa Lulinha

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Um depoimento prestado por Edson Claro Medeiros Júnior à Polícia Civil de São Paulo revelou detalhes de ameaças que ele diz ter recebido de Antônio Carlos Camilo Antunes, apelidado de Careca do INSS. Segundo Edson, que é ex-funcionário de Antunes, o lobista o teria intimidado, em uma reunião ocorrida em junho deste ano, a entregar equipamentos eletrônicos. A ameaça, relatada à polícia, teria sido direta.

– Se você não me entregar os aparelhos [eletrônicos] e abrir a boca, eu vou meter uma bala na sua cabeça – teria dito Careca, de acordo com Edson.

O teor do depoimento veio a público nesta quinta-feira (4). Além de falar com a Polícia Civil, Edson também conversou com a Polícia Federal, a quem afirmou que Antunes pagava uma espécie de “mesada” de R$ 300 mil a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e que teria feito ainda um repasse de R$ 25 milhões — valor cuja moeda ainda não foi esclarecida.

Edson se apresentou à polícia como diretor-executivo da World Cannabis e descreveu Antunes como um dos principais investidores. Porém, a documentação da empresa aponta que o próprio Careca do INSS detém 90% das cotas, e o restante está no nome do filho dele, Romeu Carvalho Antunes, de 28 anos.

No depoimento, Edson contou que foi chamado pela advogada de Antunes para uma reunião em 17 de junho. Ele disse que Antônio acreditava que seus dados sigilosos estavam armazenados em aparelhos eletrônicos dele e, temendo a investigação da PF, exigiu que eles fossem entregues. A discussão teria escalado até a ameaça registrada no inquérito.

Paralelamente às revelações do depoimento, a CPMI do INSS rejeitou nesta quinta o pedido para convocar Lulinha a prestar esclarecimentos. A articulação da base governista garantiu a vitória por 19 votos a 12. De acordo com a coluna de Andreza Matais, do site Metrópoles, Lulinha está morando em Madri, na Espanha, desde meados do ano.

Pleno News

TRE-SP declara Pablo Marçal inelegível por 8 anos

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O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) decidiu nesta quinta-feira (4) declarar a inelegibilidade do ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) por oito anos.

A Corte também manteve a multa de R$ 420 mil por descumprimento de ordem judicial, mas afastou parte das condenações impostas em primeira instância por captação e gastos ilícitos de recursos e por abuso de poder econômico.

A votação terminou empatada, e o presidente do tribunal, desembargador Silmar Fernandes, desempatou o julgamento ao acompanhar o relator, juiz Claudio José Langroiva Pereira, pela manutenção da inelegibilidade.

Votaram com o relator, os juízes Rogério Luis Adolfo Cury e o desembargador Roberto Maia. A divergência foi aberta pelo juiz Regis de Castilho Barbosa Filho e seguida pela juíza Maria Domitila Prado Manssur e pelo desembargador federal Mairan Gonçalves Maia Júnior.

As ações julgadas foram apresentadas pelo PSB, pelo Ministério Público Eleitoral e pela vereadora Silvia Ferraro. O TRE-SP concluiu que a campanha de Marçal em 2024 desenvolveu uma estratégia de cooptação de colaboradores por meio de um “concurso de cortes”, iniciativa que oferecia remuneração e brindes a participantes que produzissem e disseminassem vídeos do candidato nas redes sociais.

Outra ação analisada apurou que a maquiadora da esposa do candidato pagou um anúncio no Google que redirecionava usuários para o site oficial da campanha.

O julgamento no TRE-SP começou em 6 de novembro, quando o relator votou por afastar as condenações por captação e gastos ilícitos e abuso de poder econômico, mantendo apenas a punição por uso indevido dos meios de comunicação, com multa e inelegibilidade por oito anos.

A sessão foi suspensa após pedido de vista do juiz Regis de Castilho, que apresentou voto divergente nesta quinta, defendendo afastar a inelegibilidade e manter apenas a multa. O plenário, porém, formou maioria para manter a punição mais severa.

A defesa de Marçal informou que ele vai recorrer da decisão em instância superior.

Criança de 3 anos dada como morta permanece viva por horas sem cuidado médico e morre em UTI

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A família de um menino de 3 anos denuncia que ele foi declarado morto por um hospital particular do Recife, mas permaneceu vivo por aproximadamente cinco horas sem receber atendimento médico. Miguel, que tinha paralisia cerebral e utilizava sonda gástrica e traqueostomia, morreu apenas horas depois, já na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), de acordo com o g1.

Segundo a mãe, Laís Lima, o garoto foi levado ao Hospital Infantil Mandacaru, no bairro do Torreão, na tarde de segunda-feira (1º), apresentando palidez e dificuldade para respirar. A unidade teria informado que a criança chegou em parada cardiorrespiratória e que as equipes tentaram reanimá-la por 26 minutos, sem sucesso. A família recebeu a notícia do suposto óbito mais de uma hora após a chegada ao local.

Laís relata, porém, que ao ver o corpo do filho percebeu que ele ainda apresentava “gasps” — movimentos respiratórios curtos que podem ocorrer em quadros críticos. Imagens feitas pela família mostram que, mesmo envolvido em TNT e já passando por procedimentos de preparação do corpo, Miguel continuava com sinais vitais aparentes, como temperatura corporal preservada e coloração normal dos lábios.

A mãe afirma que o menino permaneceu cerca de cinco horas nessa condição, sem que a equipe médica retomasse o atendimento. Só então, ele foi levado à UTI, onde permaneceu por mais oito horas, até morrer definitivamente. A unidade pertence ao grupo Hapvida, que declarou, em nota, que o paciente recebeu assistência imediata e todos os cuidados necessários conforme seu estado clínico.

De acordo com a família, Miguel havia sido atendido no dia anterior em outra unidade, após apresentar febre e desconforto respiratório. Ele realizou exames, recebeu medicação e foi liberado. O menino era acompanhado em casa por uma equipe de home care fornecida pelo plano de saúde. Na segunda, diante da piora, uma fisioterapeuta que o atendia recomendou que ele fosse levado novamente ao hospital.

A Polícia Civil abriu inquérito para apurar a conduta da equipe médica e esclarecer se houve negligência no atendimento.