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Categoria: Brasil

Com peruca loira, empresário Luciano Hang critica Erika Hilton

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Nesta sexta-feira (20), o empresário Luciano Hang, dono da Havan, usou as redes sociais para criticar a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). Ele aparece em um vídeo usando uma peruca loira e, na legenda, afirmou que “o Brasil está virado de cabeça para baixo”.

Hang comentou o resultado da pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data, que apontou que 84% dos brasileiros rejeitam a escolha da parlamentar trans para o cargo de presidente da Comissão da Mulher na Câmara dos Deputados.

– Polêmica da semana envolvendo a presidente da Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados, e até o [apresentador] Ratinho. (…) Colocar uma peruca loira, uma roupa feminina, me faz conhecer os verdadeiros problemas de uma mulher? Será? Eu aqui agora, vestido assim, vou me candidatar a presidenta de honra da comissão dos cafés das mulheres aqui da minha cidade. Será que eu me elejo? Você discorda ou concorda com essa pesquisa – diz o empresário na gravação.

No último dia 11 de março, Erika Hilton foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Ao receber 11 votos, ela se tornou a primeira congressista trans a comandar o colegiado na história do Congresso Nacional.

A vice-presidência da comissão ficou com a deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ). Na votação, dez congressistas votaram em branco. Hilton assumiu o posto em sucessão à deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG).

No mesmo dia da eleição, Ratinho disse não considerar justa a escolha de Erika Hilton como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara. Para ele, o cargo deveria ser entregue a uma mulher.

Aliados Brasil

Pesquisa mostra que para 66%, ministros do STF têm envolvimento no caso Master

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Levantamento AtlasIntel/Estadão aponta que 66,1% dos brasileiros acreditam haver envolvimento direto de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) no caso do Banco Master. Outros 14,9% rejeitam essa hipótese, enquanto 18,9% dizem não saber. A informação é da CNN Brasil.

A percepção ocorre em meio à repercussão do caso e ao aumento do escrutínio sobre a atuação da Corte.

O desgaste foi intensificado após revelações sobre relações comerciais envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, e integrantes do STF.

As investigações apontam contratos ligados à esposa do ministro Alexandre de Moraes e ao ministro Dias Toffoli, o que ampliou a pressão pública e expôs divergências internas sobre a condução do caso.

O levantamento também indica que a desconfiança em relação ao caso não se limita à hipótese de participação direta. Para 89,9% dos entrevistados, há algum nível de influência externa no julgamento do Master na Corte, enquanto apenas 6,1% consideram que as decisões são estritamente técnicas.

Metodologia

Foram ouvidas 2.090 pessoas entre os dias 16 e 19 de março, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Portal 96 FM

Lei federal não dá espaço para delação seletiva poupando ministros do STF

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A lei federal 12.850/13, que normatiza acordos de colaboração, não deixa margem a manobras para poupar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ou o presidente da República, por exemplo, de eventuais relações incriminadoras com o banqueiro Daniel Vorcaro. A lei é clara quando impõe ao delator a obrigação de dizer a verdade e de renunciar ao direito ao silêncio, ciente de que mentindo ou omitindo fato importante, o acordo será rescindido. A lei prejudica delator que poupar envolvidos no caso.

Hipótese rechaçada

Antes de trocar de advogado, Vorcaro chegou a oferecer delação em que entregaria um dos ministros do STF e livraria o outro. Foi rechaçado.

Nem pensar

Conhecedor da lei, o ministro relator André Mendonça nem perderia tempo analisando uma proposta indecorosa de delação seletiva.

Dura lex, sed lex

O magistrado segue um norte: a aplicação da lei não pode ser instrumento de negociação política.

Fazendo a coisa certa

Com sua atitude, Mendonça fecha as portas a nulidades processuais e age no sentido de preservar a instituição STF, sem corporativismo.

Diário do Poder

MP do Maranhão pede afastamento do vice-governador por lavagem de dinheiro

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O Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA) protocolou pedido de afastamento cautelar do vice-governador, Felipe Costa Camarão (PT), juntamente com os policiais militares Thiago Brasil Arruda e Alexandre Guimarães Nascimento, ambos lotados no Gabinete Militar do Governo do Estado. Camarão é aliado político do ex-governador Flávio Dino e pivô do afastamento do atual ministro do STF do governador Carlos Brandão, que é politicamente rompido com o vice.

A solicitação Ministério Público, fundamentada em um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) nº 025065-750/2025, aponta indícios de crimes de lavagem de capitais e infrações penais conexas contra a Administração Pública. A investigação revela um complexo esquema de movimentações financeiras atípicas e incompatíveis com as rendas declaradas dos envolvidos, sugerindo o uso da máquina administrativa para a consecução dos delitos.

O Ministério Público argumenta que a permanência dos investigados em seus cargos representa um risco concreto à instrução processual, à proteção das provas e à garantia da utilidade do provimento jurisdicional.

A posição institucional do vice-governador, em particular, confere-lhe ascendência e capacidade de influência sobre agentes públicos e estruturas administrativas, o que poderia embaraçar o aprofundamento da apuração, de acordo com a alegação do MP.

Diante da insuficiência de medidas cautelares menos gravosas, o afastamento cautelar é considerado a única providência efetivamente idônea para neutralizar o risco funcional identificado e assegurar a higidez da persecução penal.

O MPMA busca, com a medida, impedir a continuidade das condutas ilícitas e preservar a integridade da investigação em curso.

Diário do Poder

Com delação à vista, governo Lula age para se descolar do caso Master

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Diante da perspectiva de uma delação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o governo federal abriu uma frente de ação para tentar se desvincular de denúncias e neutralizar o que petistas descrevem como “pontos sensíveis” relacionados ao caso do Banco Master. Embora digam que as denúncias só existem por conta da iniciativa da atual gestão de investigar, líderes governistas admitem que o tema alimenta o tema da corrupção, abastecendo a estratégia da oposição.

A preocupação se refere aos vínculos de setores do PT com o banco. A ala baiana do partido, em especial, mantinha relação com Augusto Lima, o Guga Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no banco, o que esbarra em quadros importantes do governo, como o ministro Rui Costa (Casa Civil) e o líder no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Há nos bastidores menções à possibilidade de o próprio Guga Lima também optar por uma colaboração.

Uma estratégia desenhada nos bastidores é tentar emplacar nos discursos de integrantes do governo e nas redes sociais o apelido “Bolsomaster” para a crise. Esse plano vem sendo puxado, por exemplo, pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.

A estratégia inclui alardear que Vorcaro assumiu o controle do Master e pavimentou um crescimento acelerado do banco no governo de Jair Bolsonaro (PL). Um ponto central é jogar a crise no colo do ex-presidente do BC (Banco Central) no governo Bolsonaro, Roberto Campos Neto, dizendo que as irregularidades se desenharam durante sua gestão, sem a devida investigação. E que só teria havido uma ação efetiva sob Gabriel Galípolo.

Este é um dos pontos da ofensiva autorizada pelo governo com ataques mais intensos ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, como adiantado pela CNN. Por exemplo, o PT começou a divulgar na quinta-feira (19) um material em que afirma que o governo Bolsonaro “abriu caminho para o escândalo do Banco Master”.

No campo bolsonarista, a eclosão do caso Master vem servindo como munição em declarações de líderes da oposição e do próprio Flávio. Boa parte do foco se apoia no STF (Supremo Tribunal Federal), dadas as menções aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no caso.

Mas Flávio também tem defendido publicamente que sejam investigados ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mencionando diretamente a relação de Guga Lima com o PT baiano e citando nominalmente o ministro Rui Costa.

Também costuma ser feita menção ao próprio Lula, pelo fato de o presidente ter recebido Vorcaro fora da agenda, em um encontro no Palácio do Planalto. O encontro, ocorrido em dezembro de 2024, teria sido mediado pelo ex-ministro Guido Mantega.

CNN

Voo com ministro Mendonça é abortado por falha mecânica, diz colunista

FOTO: FELLIPE SAMPAIO

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), estaria a bordo de um voo da Latam que foi cancelado na noite de quinta-feira (19), no Aeroporto de Brasília. O cancelamento teria ocorrido após a identificação de uma falha mecânica na aeronave, de acordo com uma publicação do colunista Claudio Magnavita, do site Correio da Manhã.

O voo, que seguiria da capital federal para o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, era operado por um Airbus A319. Segundo Magnavita, o embarque já havia sido concluído e as portas estavam fechadas quando a tripulação optou por interromper a decolagem. A Latam não teria informado aos passageiros qual foi a falha detectada.

Após o cancelamento, os passageiros foram realocados em voos previstos para a sexta-feira (20), com assistência aos que necessitaram de hospedagem. Além de Mendonça, outros ocupantes, incluindo políticos, estavam na aeronave. O cancelamento também foi registrado por plataformas de monitoramento de voos.

O Pleno.News procurou a assessoria da Latam para confirmar as informações a respeito da falha técnica que teria sido registrada no voo e aguarda resposta. A assessoria do Supremo Tribunal Federal também foi procurada para confirmar se Mendonça realmente estava no voo que foi cancelado nesta quinta.

O que é possível confirmar é que Mendonça, de fato, tinha agenda no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (20). Na capital fluminense, o magistrado foi convidado para uma palestra no prédio da OAB do RJ, no Centro da cidade, sobre os “desafios da advocacia no século 21”.

Pleno News

Carlos se sentiu ‘destruído’ após ver Bolsonaro ‘apagado’ e soluçando

FOTO: REPRODUÇÃO

O ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) relatou o que classificou como um dos dias mais difíceis de sua vida, ao visitar seu pai ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Hospital DF Star, em Brasília, e encontrá-lo “apagado” e soluçando enquanto estava sob efeito de remédios, desacordado, em uma cadeira. O momento foi fotografado e divulgado por Carlos, nas suas redes sociais, na noite dessa quinta (19).

Carlos detalhou que precisou recompor as emoções, ao ver a imagem de homem forte que tem de seu pai ilustrada por uma pulseira que indicava risco de queda. E disse que Jair Bolsonaro reclamou da respiração debilitada, na unidade semi-intensiva, onde segue tendo melhoras, mas com a voz fraca, sonolento por conta dos medicamentos, após uma semana de ser internado com urgência, para tratar uma pneumonia, a terceira seguida após sua prisão classificada pelo seu filho como ilegal.

“Confesso que, por algum motivo, hoje foi um dos dias mais difíceis ao visitar o Presidente Jair Bolsonaro. Ao entrar no quarto, me deparei com aquele homem forte ‘apagado’ na cadeira, com a cabeça baixa, soluçando enquanto dormia. Precisei recuar. Fiquei alguns minutos em silêncio, do lado de fora, tentando me recompor, antes de entrar novamente. Quando voltei, ele continuava da mesma forma. Me aproximei, fiz um carinho em sua cabeça, e ele sequer reagiu”, relatou Carlos Bolsonaro.

“Quando acordou, optei por não falar nada sobre o que está acontecendo aqui fora. Apenas comentei, de forma leve, sobre o novo visual do Augusto Nunes, fato o que arrancou dele um ‘espanto’ ao despertar”, prosseguiu Carlos, ao narrar ter presenciado a coleta de mais de cinco ampolas de sangue para exames.

“Fiz a minha parte, com humildade. Ele me disse que gostou da minha presença e que amanhã eu voltaria. Saio do hospital destruído, como sinceramente não esperava ficar. Mas seguimos. Amanhã é outro dia”, escreveu Carlos Bolsonaro, na rede social X.

A defesa e os médicos de Jair Bolsonaro defenderam, junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) o regime de prisão domiciliar para o ex-presidente, mesmo diante de melhoras e por causa do quadro delicado de saúde do líder da oposição ao presidente Lula (PT), que cumpre pena de 27 anos e três meses por crimes na “trama golpista”.

O ex-chefe do governo do Brasil foi transferido da prisão da Papudinha com urgência, na sexta-feira (13), para o hospital particular da capital federal. E seus médicos e o próprio filho senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) destacaram que a agilidade da transferência salvou Bolsonaro de um quadro potencialmente letal da infecção pulmonar.

Diário do Poder

Alunos são suspensos após lista com “meninas mais estupráveis”

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Alunos do 9º ano do Colégio São Domingos, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo, foram suspensos após a descoberta de um grupo de WhatsApp onde circulavam mensagens de teor misógino contra colegas. O caso gerou revolta entre estudantes e famílias.

Segundo relatos, os adolescentes criaram uma lista com conotação sexual envolvendo alunas da escola. O conteúdo veio à tona após as próprias estudantes descobrirem as mensagens e levarem o caso à coordenação, que iniciou a apuração.

A instituição confirmou que houve compartilhamento de mensagens ofensivas, embora não tenha detalhado o teor. Como medida imediata, suspendeu temporariamente os envolvidos e iniciou uma série de ações, incluindo diálogo com alunos, reuniões com famílias e acompanhamento dos desdobramentos. Segundo alunos, a lista falava em “meninas mais estupráveis”. Eles afirmaram à reportagem que a coordenação passou nas salas do 9º ano e do ensino médio para discutir o ocorrido e chegou a mencionar esse termo.

O episódio causou forte mobilização interna, com estudantes organizando protesto e debates sobre respeito, violência de gênero e uso responsável das redes sociais.

A direção informou ainda a criação de um grupo de trabalho para lidar com o caso e reforçou o compromisso de enfrentar situações desse tipo com responsabilidade, destacando a necessidade de combater a banalização da violência, especialmente contra mulheres.

Com informações de Metrópoles