1 de janeiro de 2026 às 11:45
1 de janeiro de 2026 às 09:35
FOTO: DIVULGAÇÃO
Nos primeiros dias de 2026, ministros do governo Lula têm feito uma brincadeira sobre a chegada do ano eleitoral: dizem que “o último a sair apaga a luz”. Isso porque a maioria deles deixará o cargo até abril para disputar votos nas urnas.
Em outra frente, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, já avisou ao presidente Lula (PT) que deseja sair do cargo. A aposta é que o interruptor ficará, uma vez mais, com o ministro da Defesa, José Múcio, que também tenta abrir a porta de saída.
Lula tem planos para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que tanto pode concorrer ao Senado por São Paulo como ao Palácio dos Bandeirantes. A titular da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, deve tentar a reeleição na Câmara.
Simone Tebet (MDB), do Planejamento, também deixará o posto. A intenção da ministra é concorrer novamente ao Senado, mas, desde que apoiou Lula, no segundo turno da campanha de 2022, perdeu votos em seu reduto no Mato Grosso do Sul, Estado conservador.
O chefe da Casa Civil, Rui Costa, é outro que sairá do governo: será candidato ao Senado pela Bahia. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, é incentivada pela primeira-dama Rosângela Silva a concorrer a deputada federal.
Mas não são só eles que estão de saída da Esplanada. A maioria dos ministros deixará os postos para disputar eleições.
1 de janeiro de 2026 às 10:45
1 de janeiro de 2026 às 11:04
FOTO: DIVULGAÇÃO
A Caixa realizou nesta quinta-feira (1º) o sorteio da Mega da Virada que seria realizado na noite de 31 de dezembro de 2025.
O sorteio do concurso 2955 estava previsto para as 22h da última quarta-feira (31), com transmissão ao vivo pelas páginas da instituição nas redes sociais, mas foi adiado para a manhã desta quinta-feira (1º) em razão de problemas técnicos.
Confira os números sorteados:
9 – 13 – 21 – 32 – 33 – 59
Prêmio bilionário
O prêmio, confirmado no valor de R$ 1,09 bilhão, gerou um movimento inédito nos canais de aposta, que chegou a 120 mil transações por segundo no canal digital e 4.745 transações por segundo nas unidades lotéricas.
1 de janeiro de 2026 às 10:00
1 de janeiro de 2026 às 08:29
FOTO: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ele permaneça internado no Hospital DF Star, em Brasília, até que seja analisado o pedido de prisão domiciliar humanitária protocolado nesta semana.
O requerimento foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal. Os advogados pedem que Bolsonaro não retorne à Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena de 27 anos e três meses, enquanto a decisão sobre a domiciliar não é tomada.
Segundo a defesa, a medida é necessária devido ao quadro clínico recente e ainda em evolução, incluindo intercorrências pós-operatórias que exigem acompanhamento médico contínuo e monitorado. Bolsonaro foi internado em 24 de dezembro para tratar uma hérnia inguinal bilateral, mas passou por quatro procedimentos cirúrgicos em cerca de uma semana, além de exames que identificaram esofagite, gastrite e picos de pressão arterial. Durante a internação, também solicitou prescrição de antidepressivos.
A previsão inicial da equipe médica é de alta hospitalar nesta quinta-feira (1º), mas a defesa alerta que o retorno ao regime fechado imediatamente após a alta poderia ser clínica e estruturalmente incompatível com a rotina carcerária, representando risco concreto de agravamento da saúde do ex-presidente.
Este é o terceiro pedido de prisão domiciliar feito pela defesa. Os dois anteriores foram negados pelo ministro Moraes, em novembro e dezembro, com base no risco de fuga e no argumento de que Bolsonaro já tinha acesso irrestrito a atendimento médico.
A decisão final sobre o pedido caberá ao ministro Alexandre de Moraes. Caso seja negada, Bolsonaro deve ser transferido para a Superintendência da PF logo após receber alta médica.
1 de janeiro de 2026 às 09:15
1 de janeiro de 2026 às 09:27
FOTO: REPRODUÇÃO
Um simples erro em uma casa lotérica virou vitória na Justiça para a professora Maria Rita Brandão Pereira, moradora de Marabá (PA). Ela pediu para apostar R$ 700 na Mega da Virada, mas a lotérica registrou os bilhetes como jogo comum da Mega-Sena. O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) determinou que a lotérica devolva o valor pago, segundo informações do Metrópoles.
O incidente aconteceu em 11 de dezembro de 2024, quando Rita Brandão percebeu, ainda na lotérica, que seus jogos não haviam sido registrados corretamente. Ela solicitou o estorno em dois caixas diferentes, sem sucesso. O sorteio da Mega-Sena comum estava marcado para o dia seguinte. Tentativas de resolver o problema por mensagens de texto com a lotérica também não deram resultado.
“Me desculpe, mas houve erro no atendimento sim. Se eu verbalizei que era bolão da Mega da Virada e ela fez para o sorteio de hoje, ela errou sim”, relatou a professora, em mensagens obtidas pelo processo. Ela argumentou que não havia sido informada sobre a necessidade de usar um volante específico para a Mega da Virada.
A Loteria São Felix, por sua vez, negou falha e alegou que estornos só são possíveis em caso de avaria na impressão ou erro do sistema. “O procedimento de cancelamento ou estorno de bilhetes segue normas rigorosas da Caixa Econômica Federal e só é autorizado nos casos de falha na comunicação do sistema ou erro de impressão”, disse a defesa da lotérica.
Diante da negativa, a professora acionou a Justiça menos de uma semana depois. No processo, pediu ressarcimento dos R$ 700 e indenização por dano moral de R$ 3 mil. Na loteria, ela havia apostado 20 cotas de R$ 35, cada jogo com oito números, para aumentar as chances de ganhar na Mega da Virada.
O juiz Aidison Campos Sousa, do TJPA, julgou o caso em 2 de dezembro. Ele determinou o reembolso integral de R$ 700, corrigido pelo IPCA, mas negou a indenização por dano moral. Na decisão, o magistrado destacou que há uma relação de consumo entre apostadora e lotérica e que a empresa tem obrigação de registrar corretamente a transação:
“A falha do preposto da lotérica em registrar a aposta na modalidade especial e a subsequente negativa de estorno configuram defeito na prestação do serviço, que resultou na aquisição de um produto diverso do que foi claramente solicitado pela consumidora.”
A sentença é de primeira instância, com possibilidade de recurso. No entanto, a Loteria São Felix informou que não vai recorrer. Em nota, a empresa afirmou que a cliente preencheu os bilhetes corretamente e que o registro foi feito conforme os bilhetes entregues.
Para Rita Brandão, o caso representa um azar na aposta, mas vitória na Justiça. Até a publicação da matéria, a professora ainda não havia sido oficialmente notificada da decisão e preferiu não comentar o caso.
31 de dezembro de 2025 às 10:00
31 de dezembro de 2025 às 09:15
FOTO: REPRODUÇÃO
Um vídeo da blogueira de Manaus (AM) Bárbara Santos começou a viralizar nas redes sociais nesta segunda-feira (29/12). Nas imagens, ela aparece segurando uma arma e dançando com uma amiga que seria namorada de um traficante.
Informações preliminares apontam que o vídeo teria sido gravado durante uma festa de Natal no bairro da Compensa.
Ao som de funk, as duas dançam, disputam espaço diante da câmera e chegam a interagir com a arma de fogo – a blogueira chega a beijar a pistola.
A coluna Na Mira entrou em contato com a Polícia Civil do Amazonas, que informou que o caso deverá ser apurado.
A reportagem também tentou localizar a defesa de Bárbara Santos. O espaço segue aberto para manifestações.
31 de dezembro de 2025 às 09:15
31 de dezembro de 2025 às 09:08
FOTO: DIVULGAÇÃO
A atuação da ex-BBB e influenciadora Paulinha Leite no universo das apostas lotéricas acabou extrapolando as redes sociais e chegou aos tribunais. Paulinha enfrenta uma disputa judicial com a Caixa Econômica Federal (CEF) em razão da plataforma digital Unindo Sonhos, voltada à organização de bolões. A influencer é conhecida por ter vencido dezenas de vezes nas loterias da Caixa por meio da iniciativa.
A ação foi proposta pela Caixa em abril de 2022. Para o banco público, a empresa de Paulinha exerce, de forma irregular, atividade que a legislação reserva exclusivamente à própria Caixa e a seus permissionários: a exploração das loterias federais. Segundo a estatal, a plataforma não se limita a facilitar apostas, mas comercializa bolões com finalidade lucrativa fora do sistema oficial.
O caso voltou a ganhar repercussão nacional na virada de 2024 para 2025, quando a Unindo Sonhos acertou a quina da Mega da Virada em um jogo com 20 números. Em publicações no Instagram, a empresa afirma que, ao longo de quatro anos de funcionamento, já teria distribuído mais de R$ 32 milhões em prêmios aos participantes.
Na avaliação da Caixa, porém, a plataforma promove a intermediação e a comercialização de apostas das loterias federais sem autorização, caracterizando exploração paralela de um serviço público regulado. A defesa da empresa, por sua vez, argumenta que não há exploração direta de loteria e que a Unindo Sonhos atuaria apenas como intermediadora, com base em contratos de mandato.
Em agosto de 2025, a Justiça Federal de Roraima deu razão à Caixa. O juízo da 1ª Vara Federal Cível considerou que a atuação da empresa de Paulinha ultrapassava os limites da simples intermediação e configurava exploração econômica indevida do serviço lotérico. A decisão, no entanto, teve seus efeitos suspensos no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
Em análise cautelar, o desembargador Newton Ramos, do TRF-1, entendeu que havia elementos suficientes para permitir, provisoriamente, a continuidade das atividades da empresa até o julgamento definitivo do recurso. A Caixa recorreu, mas a 11ª Turma do TRF-1 manteve, por unanimidade, a suspensão da sentença.
Neste domingo (28), Paulinha Leite comentou publicamente o caso. Segundo a influenciadora, o processo é antigo e, na visão dela, as decisões mais recentes reconhecem a legalidade da atividade desempenhada pela plataforma. Ela afirmou que a Unindo Sonhos atua exclusivamente como intermediadora de bolões, oferecendo comodidade aos apostadores.
31 de dezembro de 2025 às 04:08
30 de dezembro de 2025 às 16:13
FOTO: FABIO RODRIGUES POZZEBOM
Pela primeira vez na História, o governo federal vai fechar o ano com a dívida pública acima dos R$ 10 trilhões. Ou seja, sob a batuta de Lula e cia., a dívida astronômica do setor público brasileiro supera, em 2025, o Produto Interno Bruto de 180 países, segundo dados do Banco Central. Para piorar, a dívida do governo brasileiro representa quase 80% do PIB nacional e, segundo projeção do Instituto Fiscal Independente (IFI) do Senado, o comprometimento do PIB deve superar os 82% em 2026. A informação é destaque da Coluna Cláudio Humberto desta terça-feira (30).
A “Dívida Bruta do Governo Geral” inclui também governos municipais e estaduais, mas o governo federal é responsável por 80% do rombo.
Diretor do IFI, Marcus Pestana compara gastos do governo federal com doença crônica: “O desequilíbrio contamina e limita o horizonte do País”.
A oposição lembra: em só três anos, Lula torrou R$ 324,3 bilhões fora do teto das regras fiscais, inclusive aquelas que ele e seu governo criaram.
31 de dezembro de 2025 às 04:07
30 de dezembro de 2025 às 16:08
FOTO: DIVULGAÇÃO
O sorteio da Mega da Virada 2025 acontecerá nesta quarta-feira (31). E diante da expectativa, o que muitos apostadores querem saber é a probabilidade de acertar as seis dezenas preciosas. O que a matemática mostra é que a missão é realmente difícil.
A probabilidade de acertar as seis dezenas em uma aposta simples é de 1 em 50.063.860, o equivalente a 0,000001997%. Desde a primeira edição, em 2009, 130 apostas conseguiram acertar todos os números.
Ao marcar sete números no volante, o jogador aumenta as chances, mas elas continuam bastante restritas. Nesse caso, a probabilidade de acertar a sena passa para uma em 7.151.980, correspondendo a aproximadamente 0,000014%.
Do ponto de vista matemático, a única maneira de aumentar a chance de ganhar é apostar mais. Isso pode ser feito registrando vários jogos simples ou escolhendo mais dezenas em uma única aposta, a chamada aposta múltipla, que tem custo mais elevado. Apostar em sete números, por exemplo, equivale a fazer sete apostas simples, reduzindo significativamente a probabilidade em relação ao jogo mínimo.
Outra alternativa é participar de bolões, modalidade em que grupos de apostadores reúnem recursos para registrar apostas com um número maior de combinações. Embora o prêmio seja dividido entre os participantes, as chances de acerto aumentam proporcionalmente ao volume de jogos feitos.
Bolões milionários funcionam melhor?
Às vésperas do sorteio da Mega da Virada 2025, dois bolões milionários passaram a circular com força nas redes sociais. Em Passo Fundo, na Região Norte do Rio Grande do Sul, um grupo anunciou um bolão de R$ 300 mil. Já em Cachoeira Dourada, no Sul de Goiás, outro conjunto de jogadores levou a aposta a outro patamar, com cerca de R$ 13 milhões investidos em jogos do concurso especial. Mas, afinal, colocar mais dinheiro no jogo realmente aumenta as chances de levar o prêmio estimado em R$ 1 bilhão?
O economista e advogado tributarista Danilo Orsida, explica que a matemática da Mega da Virada impõe limites claros ao entusiasmo gerado por apostas milionárias.
— Do ponto de vista matemático, apostar valores muito altos não altera as chances individuais de ganhar. Cada aposta tem exatamente a mesma probabilidade de ser sorteada, determinada pelo número total de combinações possíveis — explica Orsida.
No caso de bolões de grande porte, como o grupo goiano que investiu milhões, há um efeito estatístico, mas ele é limitado.
— Quando um grupo investe mais, ele aumenta suas chances apenas porque está cobrindo mais combinações. Ainda assim, a probabilidade continua extremamente baixa, já que o universo total de possibilidades é muito grande — afirma.
Cuidado com as expectativas
Segundo o especialista, a ideia de que “quem aposta mais ganha mais chances” precisa ser tratada com cuidado.
— Essa afirmação é uma simplificação enganosa. Apostar mais aumenta a chance, mas com retorno decrescente. Mesmo com muitas apostas, a probabilidade de ganhar continua muito pequena.
Orsida detalha que uma aposta simples tem chance de uma em mais de 50 milhões de acertar as seis dezenas. Já uma aposta com sete números, ao custo de R$ 42, melhora essa probabilidade para cerca de uma em 7 milhões. Com oito dezenas, que custam R$ 168, a chance passa para uma em aproximadamente 1,78 milhão, e assim sucessivamente até o limite permitido, de 20 números.
— Entre fazer várias cartelas simples ou uma única cartela com mais números, pode ser uma boa estratégia apostar em uma cartela mais robusta. Os bolões entram como uma forma interessante de diluir custos e ampliar combinações — diz.
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