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Categoria: Brasil

Jogou o 13? Irmão de Jair Bolsonaro revela que ex-presidente ganhou prêmio na Mega da Virada

FOTO: FABIO VIEIRA

Renato Bolsonaro, irmão de Jair Bolsonaro (PL), afirmou que participou de um bolão da Mega-Sena da Virada ao lado do ex-presidente e de um aliado, e que o grupo acertou a quadra no sorteio realizado na quinta-feira (1º).

De acordo com Renato, ele, Jair Bolsonaro e Mosart Aragão Pereira, ex-assessor do ex-presidente, acertaram quatro dos números sorteados, entre eles o 13, número associado ao PT nas urnas. A informação foi divulgada pelo próprio Renato em suas redes sociais.

Segundo o bilhete publicado, a aposta foi registrada em 20 de dezembro, período em que Jair Bolsonaro estava preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

“Todo ano a gente joga. Fazemos sempre bolão eu, meu irmão, o Mozart e um cunhado meu. Eu que organizo sempre o bolão. Ano passado a gente jogou e também ganhamos a quadra. Esse ano fizemos o bolão em 3 e não podia deixar meu irmão de fora. Dessa vez não saiu o 22, mas em 2026 pode anotar que o 22 vai ganhar”, declarou Renato.

“Começamos o ano de 2026 com sorte! Acertamos a quadra em um bolão da mega da virada”, vibrou o irmão do presidente.

Seguidores de Bolsonaro parabenizaram a vitória: ‘Trio de peso fez a quadra do bolão! Começando com o pé direito!’, escreveu um. ‘A sorte está do nosso lado capitão’, disse outro. Uma seguidora comentou o fato do ex-presidente ter apostado na dezena 13. ‘Já sabia que teria maracutaia e que o 13 iria sair’, disse, desacreditando do sorteio.

Metrópoles

Flávio diz que Moraes é ‘ser abjeto’ após ministro negar domiciliar

FOTO: REPRODUÇÃO

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu nesta quinta (1°) à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de manter seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na sede da Polícia Federal em Brasília (DF), sustentando que o ex-chefe do Executivo precisa de cuidados que não podem ser garantidos em uma prisão.

Em seu perfil no X, o parlamentar, que é pré-candidato à Presidência da República nas eleições deste ano, apontou que seu pai tem até o risco de um AVC “em função das complicações em sua saúde”.

Mais cedo, Moraes negou um pedido da defesa de Bolsonaro para concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-chefe do Executivo. O ministro determinou que, assim que o ex-presidente tenha alta do Hospital DF Star, ele seja encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, para voltar a cumprir sua pena de 27 anos de prisão.

No despacho, Moraes apontou que, “diferente do que alegou a defesa”, o quadro de saúde de Bolsonaro melhorou. Flávio sustentou que a decisão está “cheia de sarcasmo”.

– Até quando Moraes terá procuração para praticar a tortura? Em mais uma decisão cheia de sarcasmo, dizendo que saúde de Bolsonaro “melhorou”, o laudo médico é claro em apontar que ele precisa de cuidados permanentes que não podem ser garantidos numa prisão – existe até o risco de AVC em função das complicações em sua saúde. Leia o laudo, ser abjeto! – completou.

Pleno News

Mendonça cancela recesso para manter prisões do INSS no STF

FOTO: GUSTAVO MORENO

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu não tirar recesso no fim de 2025 para continuar responsável pelos processos da investigação sobre fraudes no INSS, evitando que presos sejam soltos durante o plantão judiciário.

Relator do caso no STF, Mendonça autorizou, em 18 de dezembro, uma nova fase da Operação Sem Desconto, conduzida pela Polícia Federal. Na ocasião, foram cumpridos 16 mandados de prisão para impedir destruição de provas, fugas e a continuidade dos crimes.

Com a permanência no trabalho, eventuais pedidos urgentes, como habeas corpus, seguem sob análise direta do ministro. Em períodos de férias, esse tipo de decisão costuma ser transferido ao magistrado de plantão.

Entre os presos está Adroaldo Portal, então número dois do Ministério da Previdência, que depois passou ao regime domiciliar por motivos de saúde. Também foram detidos Romeu Carvalho Antunes Filho, filho do empresário conhecido como “Careca do INSS”, e Éric Fidelis, filho do ex-diretor do INSS André Fidelis.

As investigações apontam que entidades associativas ligadas ao INSS teriam feito descontos ilegais em benefícios, com prejuízo estimado em R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.

Além de Mendonça, outros ministros do STF, como Dias Toffoli, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, também optaram por manter atividades durante o recesso. Entre os casos acompanhados pela Corte neste período está o chamado caso Master.

Pleno News

Em gesto político ao Congresso, Lula empenha quase todas as emendas do Orçamento de 2025

FOTO: RICARDO STUCKERT

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empenhou quase a totalidade das emendas parlamentares previstas no Orçamento de 2025, em um movimento claro de reaproximação com o Congresso Nacional. Até 31 de dezembro, o Planalto reservou cerca de R$ 46,2 bilhões para investimentos indicados por deputados e senadores, o equivalente a 95,35% do total autorizado, que soma quase R$ 48,5 bilhões.

O empenho representa a penúltima etapa da execução orçamentária e indica que os recursos já foram separados para pagamento. Do total reservado, aproximadamente R$ 31 bilhões — cerca de 64% — já haviam sido efetivamente pagos até o fim do ano, segundo dados oficiais.

A maior fatia corresponde às emendas individuais, de execução obrigatória. Dos R$ 24,6 bilhões autorizados nessa modalidade, R$ 23,9 bilhões foram empenhados e R$ 19,7 bilhões pagos. Já as emendas de bancadas estaduais tiveram 85% dos recursos reservados, com R$ 10,5 bilhões empenhados e R$ 6 bilhões pagos. No caso das emendas de comissões, que não têm pagamento obrigatório, apenas 46% dos valores empenhados chegaram à fase de liberação.

A liberação acelerada ocorre em meio às dificuldades enfrentadas pelo governo no Congresso ao longo de 2025, quando o atraso no pagamento de emendas contribuiu para derrotas do Planalto em pautas sensíveis, como o PL Antifacção, além do travamento da PEC da Segurança. O desgaste também ampliou a resistência de parlamentares em votações estratégicas.

Após sucessivos atritos, Lula se comprometeu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a empenhar todas as emendas até o fim do ano. O gesto busca recompor a base aliada e fortalecer a articulação política do governo às vésperas do ano eleitoral de 2026, quando temas como segurança pública e agenda trabalhista devem dominar o debate no Congresso.

Com informações do Metrópoles

Quatro presos de ‘alta periculosidade’ não retornam de visita de Natal; mais da metade dos 258 fugitivos são do CV

FOTO: REPRODUÇÃO

Sete anos após ser preso pela Polícia Federal, Tiago Vinicius Vieira, conhecido como Dourado, acusado de chefiar grandes assaltos e atuar no tráfico de drogas e armas, voltou às ruas. Ele foi um dos 1.868 presos beneficiados com a saída temporária para visitar a família no Natal — a chamada “saidinha” —, mas não retornou à prisão em 30 de dezembro, como previsto.

Tiago é um dos 258 internos que não regressaram após o benefício. Desse total, 150 eram integrantes do Comando Vermelho (CV). Ao todo, 346 presos ligados à facção obtiveram a Visita Periódica ao Lar (VPL) no período natalino, o que representa 47,45% dos beneficiados do CV. O número também indica um crescimento de 7% em comparação ao ano passado.

Segundo sua ficha criminal, Tiago é de “altíssima periculosidade” para a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), e apontado como integrante do Terceiro Comando Puro (TCP), facção que atua no Mato Grosso do Sul (MS). Ele foi preso em flagrante no Rio, negociando drogas sintéticas. Na ocasião da prisão, realizada pela PF em 11 de dezembro de 2018, Tiago era foragido de uma penitenciária de segurança máxima de Campo Grande (MS).

Outros três fugitivos considerados igualmente perigosos, todos ligados ao CV, também não retornaram às unidades prisionais. São eles os traficantes André Luiz de Almeida, o Nestor do Tuiuti; Márcio Aurélio Martinez Martelo, o Bolado; e Sérgio Luiz Rodrigues Ferreira, conhecido como Salgueiro ou Problema. Eles são, respectivamente, chefes do Morro do Tuiuti, na Zona Norte do Rio, e do Fallet, em Santa Teresa, além de gerente da favela da Lagoa, em Magé.

Dos 258 presos que não retornaram, 39 eram do TCP, 23 da facção Amigos dos Amigos (ADA) e 46 se declaravam neutros, ou seja, não pertencem a nenhuma organização criminosa. Considerando esses quatro grupos, as evasões do Natal foram distribuídas da seguinte forma: 58,1% do CV, 17,8% neutros, 15,1% do TCP e 8,9% da ADA.

Na lista de beneficiados com a saída temporária havia ainda 21 policiais e 23 milicianos. Nesse grupo, no entanto, todos retornaram aos presídios.

Segundo a legislação, têm direito à saída temporária os presos em regime semiaberto que tenham cumprido um sexto da pena, no caso de condenados primários, ou um quarto, no caso de reincidentes. Além disso, o detento deve apresentar comportamento adequado, sob pena de não fazer jus ao benefício.

Extra

Governo Lula amplia arrecadação e passa a atingir trabalhadores informais

FOTO: MARCELO CAMARGO

O início de 2026 marcou uma mudança que já começa a pesar no bolso de quem trabalha por conta própria. Com novas exigências fiscais em vigor, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a alcançar diretamente profissionais informais, como cabeleireiros, pedreiros, eletricistas, diaristas e professores particulares, que agora entram no radar da Receita Federal.

Na prática, autônomos que emitem nota fiscal no próprio CPF ficam sujeitos a uma carga tributária que pode chegar a 25% do faturamento. A obrigação vale mesmo para quem não possui empresa formalizada, o que gera apreensão entre trabalhadores que antes atuavam à margem do sistema tributário tradicional.

Há, porém, alternativas pouco divulgadas. A emissão de nota via CNPJ reduz drasticamente a tributação, e a formalização como Microempreendedor Individual (MEI) permite o pagamento apenas do DAS, com valor mensal em torno de R$ 80, englobando impostos e contribuição previdenciária.

Críticos do governo afirmam que a medida amplia a arrecadação às custas dos mais vulneráveis e reforça a percepção de avanço do Estado sobre rendas informais. A crítica ecoa discursos de líderes liberais, como o presidente argentino Javier Milei, que classificou a tributação excessiva como um obstáculo à liberdade econômica e à sobrevivência de pequenos trabalhadores.

Com informações do Diário do Poder

PF tira R$ 9,5 bilhões do crime em 11 meses e expõe força das investigações no país

FOTO: DIVULGAÇÃO

A Polícia Federal retirou R$ 9,5 bilhões de circulação em operações de combate ao crime realizadas entre janeiro e novembro de 2025, em todo o Brasil. O valor reúne dinheiro em espécie, bloqueios em contas bancárias e bens apreendidos ao longo das investigações.

O volume chama atenção pelo impacto direto no enfraquecimento financeiro de organizações criminosas. Na prática, os recursos apreendidos reduzem a capacidade de atuação de esquemas ilegais e reforçam o alcance das ações da PF no país.

Parte do montante foi localizada em dinheiro vivo durante cumprimento de mandados. Esses valores foram depositados em contas judiciais da Caixa Econômica Federal, onde permanecem sob controle da Justiça.

Além do dinheiro em espécie, as operações também resultaram no bloqueio de valores em contas bancárias e na apreensão de bens, como veículos e outros ativos ligados às investigações.

Todo o material apreendido fica retido até a conclusão dos processos judiciais. Caso haja condenação, os recursos podem ser destinados ao ressarcimento de vítimas, ao pagamento de multas ou, quando não há prejudicados diretos, retornam aos cofres públicos.

A legislação prevê, no entanto, que dinheiro e bens podem ser devolvidos aos investigados se, ao final do processo, não houver condenação ou se for comprovada a inexistência de crime ou responsabilidade penal.

Em situações específicas, o destino dos valores segue regras próprias. Moedas falsificadas são encaminhadas ao Banco Central, enquanto moedas estrangeiras ficam sob custódia da Caixa Econômica Federal até decisão judicial.

O balanço reforça o papel do bloqueio financeiro como uma das principais estratégias no combate ao crime organizado, atingindo diretamente o que sustenta essas estruturas: o dinheiro.

“Vamos vencer os dias maus”, diz Michelle após alta de Bolsonaro

FOTO: DIVULGAÇÃO/PL

Após o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) receber alta hospitalar e retornar à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Michelle Bolsonaro publicou uma mensagem de apoio nas redes sociais nesta quinta-feira (1º). A ex-primeira-dama afirmou que a família vai superar “os dias maus” e exaltou o marido, que segue cumprindo pena determinada pelo STF.

Na publicação no Instagram, Michelle citou uma frase atribuída a Winston Churchill — mas que, na verdade, é do escritor norte-americano John C. Maxwell — para definir Bolsonaro como um líder. Em seguida, declarou apoio público: “Você é grande, meu amor! Existe um Brasil de bem que te ama e ora por você. Vamos vencer os dias maus. Que Deus te abençoe. Te amo e estarei ao seu lado”.

Bolsonaro estava internado desde 24 de dezembro no Hospital DF Star, onde passou por uma herniorrafia inguinal bilateral, procedimentos para conter crises persistentes de soluços e uma endoscopia digestiva alta. Após a alta, a defesa solicitou ao ministro Alexandre de Moraes a concessão de prisão domiciliar humanitária, pedido que acabou sendo negado.

Na decisão, Moraes afirmou que não houve agravamento do estado de saúde do ex-presidente e que os laudos médicos indicam melhora clínica após os procedimentos. O ministro também ressaltou que todas as recomendações médicas podem ser cumpridas na sala de Estado-Maior da PF, onde Bolsonaro segue preso após condenação a 27 anos e três meses por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado.

Com informações de O Antagonista