13 de janeiro de 2026 às 16:00
13 de janeiro de 2026 às 16:41
FOTO: DIVULGAÇÃO
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou a marca de 15 trocas de ministros desde o início do atual mandato, em janeiro de 2023, após a saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça e Segurança Pública na última semana.
A média de substituições no primeiro escalão é de aproximadamente uma troca a cada dois meses, um ritmo que se mantém constante ao longo dos quase três anos de gestão.
A mais recente mudança ocorreu com a renúncia de Lewandowski, que comandava a Justiça desde fevereiro de 2024.
Oficialmente, ele alegou razões pessoais e familiares para deixar o cargo, em meio às dificuldades enfrentadas pela pasta para avançar projetos como a PEC da Segurança e o Projeto de Lei Antifacção no Congresso.
Até que o novo nome seja confirmado, o secretário-executivo do ministério, Manoel Carlos de Almeida Neto, está à frente da pasta como interino.
Ao longo do mandato, as trocas envolveram diversas pastas estratégicas e aconteceram por motivos que variaram desde acordos políticos com a base parlamentar, pressões internas por desempenho até saídas diante de denúncias ou alegações de incompatibilidades políticas e administrativas.
Entre as mudanças anteriores, destacam-se:
Mudanças no Turismo, com a substituição de Daniela Carneiro por Celso Sabino, após rupturas com o partido que o indicou.
Alterações na Saúde e Relações Institucionais, com troca de Nísia Trindade por Alexandre Padilha e de Padilha por Gleisi Hoffmann.
Mudanças em áreas como Previdência Social, Comunicações, Direitos Humanos e Esportes, com substituições motivadas por denúncias ou articulações políticas.
A série de mudanças reflete uma gestão marcada por ajustes frequentes no comando de ministérios, num cenário de ambiente político intenso, especialmente em um ano eleitoral.
O governo ainda não anunciou todos os nomes que ocuparão as vagas deixadas recentemente, e novas alterações podem ser anunciadas ao longo de 2026, conforme a dinâmica política se aproxime das eleições.
13 de janeiro de 2026 às 13:30
13 de janeiro de 2026 às 15:27
FOTO: REPRODUÇÃO
Matheus Reis (foto em destaque), filho do vereador de Luziânia (GO) Zé Paulo, foi morto, aos 25 anos, pelo ex-namorado da mulher com quem ele estava se relacionando, segundo a investigação policial. A informação é do Metrópoles.
O suspeito é Paulo Henrique Telles Mathne Marinho, 26. Segundo relatos de testemunhas, o homem, conhecido como “Red”, estava em uma BMW branca quando parou em frente a uma distribuidora e desceu atirando.
O Metrópoles apurou que o homicídio foi motivado por ciúmes. O suspeito tem passagens por tráfico de drogas e saiu do presídio recentemente. Em abril de 2025, Paulo Henrique foi preso junto da mãe, ambos acusados de vender maconha e lança-perfume.
O crime foi registrado pelas câmeras de segurança de uma distribuidora, onde Matheus estava quando foi atacado. Nas imagens é possível ver que um homem de camisa preta chega ao local onde Matheus está e uma briga começa no local. Em seguida, o atirador dispara contra a vítima.
O autor dos disparos estava em uma BMW branca e, segundo testemunhas, uma mulher estava no banco do passageiro no momento do crime.
13 de janeiro de 2026 às 13:15
13 de janeiro de 2026 às 15:26
FOTO: REPRODUÇÃO
Câmeras de segurança flagraram o momento em que um criminoso se passou por candidato a uma vaga de emprego minutos antes de anunciar um assalto a um posto de combustível em Santarém (PA). O crime ocorreu no cruzamento da Avenida Cuiabá com a Marechal Rondon, no bairro Caranazal. A informação é do Metrópoles.
Nas imagens, um dos suspeitos aparece entrando no escritório do estabelecimento com um envelope nas mãos. No local, ele conversa com a gerente e afirma que estava em busca de uma oportunidade de trabalho. Ao ser questionado pela funcionária, o homem disse não ter experiência na área, apenas um curso.
Pouco tempo depois, o suspeito anunciou o assalto. Outros criminosos participaram da ação. Armados, eles renderam a gerente e levaram uma grande quantia de dinheiro que estava sobre a mesa do posto.
Testemunhas relataram à polícia que o escritório do estabelecimento fica na parte superior do prédio e que, normalmente, a porta permanece trancada, sendo aberta apenas após a gerente acionar a trava de segurança. A suspeita é de que, no momento do crime, a porta estivesse aberta, o que teria facilitado o acesso do grupo ao local.
Em nota, a Polícia Civil do Pará (PCPA) informou que equipes da Seccional Urbana de Santarém investigam o caso para identificar os autores do crime.
13 de janeiro de 2026 às 10:00
12 de janeiro de 2026 às 19:53
FOTO: WALDEMIR BARRETO
Nesta segunda-feira (13), o senador Magno Malta (PL-ES) protocolou um ofício na Superintendência Regional da Polícia Federal, no Distrito Federal, solicitando autorização para a realização de uma vistoria institucional e de uma visita humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está sob custódia da corporação.
O documento foi destinado ao delegado Alfredo Junqueira, superintendente regional da PF no Distrito Federal. No ofício, o parlamentar fundamenta o pedido no exercício do mandato e na prerrogativa constitucional de fiscalização dos atos do Estado, além de sua atuação como membro titular da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal.
A solicitação tem como objetivo verificar as condições humanitárias da custódia, com foco na integridade física, psicológica, médica e material do ex-presidente, assegurando o cumprimento dos direitos fundamentais previstos na legislação brasileira, especialmente na Lei de Execução Penal.
Ao se referir à situação, Malta afirmou que a iniciativa está estritamente vinculada às atribuições do mandato parlamentar.
– Não se trata de interferência administrativa ou processual. É uma obrigação do parlamentar fiscalizar e zelar para que a lei seja cumprida e para que os direitos humanos sejam respeitados, independentemente de quem esteja sob custódia do Estado – declarou.
Além da autorização para a visita institucional, o senador solicita informações formais sobre os cuidados médicos, assistenciais e de segurança dispensados a Bolsonaro, bem como a definição de data e horário compatíveis para a realização da vistoria, em conformidade com as normas internas da Superintendência da PF.
13 de janeiro de 2026 às 09:30
12 de janeiro de 2026 às 19:48
FOTO: REPRODUÇÃO
O corpo do médico Miguel Abdala Netto, de 76 anos, segue no Instituto Médico Legal (IML) enquanto a Polícia Civil apura as circunstâncias de sua morte, registrada na última sexta-feira, no Campo Belo, em São Paulo. Suzane von Richthofen – condenada a 39 anos de prisão por mandar matar os próprios pais – procurou a 27ª Delegacia de Polícia para tentar liberar o sepultamento do tio, segundo o jornalista Ullises Campbell, de O Globo.
Segundo investigadores, a presença de Suzane causou surpresa na unidade policial. Foi justamente nessa delegacia que, em 2002, foi registrado o boletim de ocorrência do assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen. À época, Suzane prestou depoimento no local acompanhada do mesmo tio agora encontrado morto.
Durante a conversa com os policiais, Suzane afirmou ser a parente consanguínea mais próxima de Miguel, por ser sobrinha de primeiro grau, e alegou que isso lhe daria legitimidade para autorizar o sepultamento. A iniciativa também poderia abrir caminho para que ela se tornasse inventariante dos bens deixados pelo médico, estimados em cerca de R$ 5 milhões. O patrimônio inclui uma casa e um apartamento no Campo Belo, além de um sítio no litoral paulista.
A polícia, no entanto, decidiu não atender ao pedido. Suzane cumpre a pena de 39 anos em liberdade. Um dia antes, Sílvia Magnani, prima de primeiro grau e ex-companheira de Miguel, também tentou a liberação do corpo, mas foi orientada a apresentar documentação que comprovasse formalmente o parentesco. Ela conseguiu apenas fazer o reconhecimento do cadáver no IML.
Casa pichada
Na madrugada em que a morte foi constatada, o portão da casa de Miguel apareceu pichado com a frase “Será que foi a Suzane?”, levantando suspeitas e reforçando a decisão da polícia de tratar o caso como morte suspeita. Exames periciais e toxicológicos ainda são aguardados para esclarecer a causa do óbito.
Após sair da delegacia sem sucesso, Suzane recorreu ao fórum e entrou com um pedido de tutela para tentar reverter a decisão. Até que haja definição judicial, o corpo permanece retido no IML.
Sílvia diz torcer para que Miguel tenha deixado um testamento. Segundo ela, o documento deixaria claro que Suzane estaria excluída da herança. Durante o período em que conviveu com o médico, afirma que ele “falava horrores da sobrinha” e dizia que lutaria até o fim da vida para que ela não herdasse “sequer um alfinete” da família que, nas palavras dele, ela própria havia destruído.
Essa não é a primeira disputa judicial envolvendo Suzane e patrimônio familiar. Logo após a morte dos pais, ela tentou assumir a inventariança dos bens do casal, avaliados na época em cerca de R$ 10 milhões. Miguel foi quem ingressou na Justiça e conseguiu que a sobrinha fosse declarada indigna de herdar os bens dos pais que mandou matar. Com isso, toda a herança ficou com Andreas von Richthofen.
13 de janeiro de 2026 às 04:04
12 de janeiro de 2026 às 15:47
FOTO: REPRODUÇÃO
O deputado federal Mario Frias (PL-SP) criticou o ator Wagner Moura após declarações feitas durante discurso no Globo de Ouro, em que o artista defendeu a produção de filmes sobre a ditadura e mencionou o período do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A manifestação de Frias foi publicada no Instagram nesta segunda-feira (12).
No discurso, Wagner Moura afirmou que a ditadura ainda é uma “cicatriz aberta” na história do Brasil e citou o período entre 2018 e 2022 como uma “manifestação física dos ecos da ditadura”, em referência ao governo Bolsonaro. Segundo o ator, o tema segue presente no cotidiano brasileiro e deve continuar sendo retratado no cinema.
Em resposta, Mario Frias acusou Wagner Moura de se apresentar como defensor da democracia enquanto, segundo ele, apoia ditaduras e políticos autoritários. O deputado também criticou o que chamou de postura contraditória do ator, afirmando que ele se beneficia de liberdades nos Estados Unidos enquanto faz críticas políticas ao Brasil.
Em outra publicação, Frias compartilhou uma declaração do diretor Kleber Mendonça Filho, que afirmou que o Brasil fez uma curva acentuada à direita e que o ex-presidente Jair Bolsonaro estaria preso por ter sido “epicamente irresponsável”. Na legenda, o deputado escreveu que Bolsonaro continua pautando o debate político mesmo em silêncio.
Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos de prisão desde o fim de novembro, na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após condenação por planejar uma tentativa de golpe de Estado para permanecer no poder depois das eleições de 2022.
13 de janeiro de 2026 às 04:03
12 de janeiro de 2026 às 15:49
FOTO: RICARDO STUCKERT
O longa O Agente Secreto, protagonizado por Wagner Moura e dirigido por Kleber Mendonça Filho, recebeu R$ 7,5 milhões em recursos públicos do governo Luíz Inácio Lula da Silva (PT), via Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), da Ancine. O valor foi aprovado por meio da Chamada Pública “Produção Cinema via Distribuidora 2023”, em fevereiro de 2024.
O FSA tem participação na exploração econômica das obras, conforme edital.
– A participação do FSA sobre a Receita Líquida do Produtor (RLP) nos projetos de produção audiovisual será equivalente a 50% da participação do investimento do FSA nos itens financiáveis do projeto, durante todo o prazo de retorno financeiro – diz trecho do edital.
O financiamento não teve ligação com a Lei Rouanet, pois esta só contempla curtas e médias-metragens – e não longas.
Com orçamento total de R$ 27,1 milhões, o filme contou ainda com cerca de R$ 5,5 milhões da iniciativa privada brasileira e cerca de R$ 14 milhões em incentivos internacionais, provenientes da França, Alemanha e Holanda.
A composição dos países serve também – para além de elevar o orçamento – para maior propagação do filme em territórios internacionais.
Vencedor de duas categorias no Globo de Ouro: Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura, o longa abriu mão de um possível aporte adicional de R$ 750 mil para distribuição no Brasil, também previsto pelo FSA.
12 de janeiro de 2026 às 17:30
12 de janeiro de 2026 às 13:40
FOTO: RICARDO STUCKERT
Uma firma utilizada pelo empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, pagou R$ 700 mil ao escritório de advocacia da ministra Verônica Abdalla Sterman, do Superior Tribunal Militar (STM). O pagamento é relatado em um dos Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) elaborados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e encaminhados à CPMI do INSS.
Segundo o RIF, o pagamento foi feito pela firma ACX ITC Serviços de Tecnologia S/A. O período analisado no relatório vai de outubro de 2024 a fevereiro de 2025 — portanto, o pagamento aconteceu antes de Verônica tomar posse como ministra do STM.
Feito em uma única parcela, o desembolso foi destinado ao escritório de advocacia dela. No entanto, a coluna não conseguiu localizar processos em que Sterman tenha atuado em favor da ACX ITC ou de outras empresas do grupo.
Advogada paulista de 41 anos, Verônica foi nomeada para o cargo pelo presidente Lula (PT) em setembro passado.
Sterman já teve como clientes a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo (PT); além do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Os três políticos apoiaram a indicação dela ao cargo. Em 2024, Gleisi e Alckmin já haviam apoiado o nome de Verônica para o cargo de desembargadora do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), em São Paulo.
Segundo o relatório, o pagamento foi feito por meio de uma conta da ACX no Banco do Brasil, aberta em São Caetano do Sul (SP). Nos quatro meses analisados, essa conta bancária movimentou pouco mais de R$ 266,6 milhões.
Como mostrou a coluna, a ACX ITC também pagou R$ 595 mil ao escritório de advocacia do ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Nefi Cordeiro, depois de ele deixar a Corte. Assim como no caso de Verônica, a coluna não encontrou registro de casos em que Nefi Cordeiro tenha defendido a ACX ITC. Em nota, o ex-ministro disse que o pagamento se refere a serviços advocatícios.
Segundo a ministra, o pagamento diz respeito a três pareceres jurídicos elaborados por ela, sobre temas criminais relacionados às atividades da empresa. Ela diz ainda desconhecer qualquer relação da ACX ITC com o “Careca do INSS”.
“Em relação ao questionamento apresentado, a ministra do Superior Tribunal Militar Verônica Sterman informa que desconhece que a empresa mencionada pertença ao empresário citado e que não mantém qualquer relação com ele”, disse ela, em nota.
“A magistrada esclarece ainda que, à época em que exercia a advocacia, foi consultada por essa empresa exclusivamente sobre a possibilidade de elaboração de três pareceres jurídicos, todos relacionados a temas de natureza criminal vinculados às atividades então desenvolvidas pela contratante”, diz o texto.
“Após a consulta, foi apresentada proposta de honorários, posteriormente aceita pela empresa. Os pareceres foram regularmente elaborados e entregues dentro dos prazos previamente estipulados, encerrando-se aí a relação profissional”, afirma.
Empresa “milionária” está em nome de recebedora do Bolsa Família
A ACX ITC foi aberta por dois empresários, ambos moradores de São Paulo: Ericsson de Azevedo e Erika Nogueira Marques da Costa. Durante a pandemia de Covid-19, ambos receberam o Auxílio Emergencial do governo federal. Além disso, Erika recebeu o Bolsa Família entre 2014 e outubro de 2021.
Enquanto recebia os pagamentos do programa social, Erika registrou na Junta Comercial ser a dona de metade do capital da empresa — pouco mais de R$ 50 milhões. Posteriormente, ela foi substituída na sociedade por outro dono. Ericsson segue como proprietário.
Nos documentos registrados na Junta Comercial, a ACX ITC é uma empresa de tecnologia e investimentos financeiros sediada em São Paulo, iniciada em dezembro de 2021, com capital de R$ 101,2 milhões.
No entanto, segundo a Polícia Federal, a ACX ITC era uma das firmas usadas pelo “Careca do INSS” para dificultar o rastreio dos recursos movimentados por ele.
A ACX ITC teve o sigilo fiscal quebrado pela CPMI do INSS por ser destinatária de recursos da Arpar Participações e Empreendimentos, pertencente ao Careca. Segundo o requerimento de quebra de sigilo, a ACX ITC recebeu pelo menos R$ 4,4 milhões da Arpar.
Segundo a Polícia Federal, a Arpar era uma empresa de passagem, usada pelo Careca para “fragmentar o fluxo financeiro, dificultar o rastreamento da origem criminosa dos recursos e ocultar os beneficiários finais”. Para isso, a Arpar dispersava o dinheiro entre várias firmas, entre elas a ACX ITC.
Apesar do suposto capital milionário, a presença online da empresa se resume a uma página no Instagram, que fez o último post em abril de 2023. Há também um site, mas está fora do ar.
Vítima acusa grupo de pirâmide financeira
A empresa ACX ITC tem poucos processos em andamento. Um deles é o da advogada Fernanda Teixeira de Souza, de Florianópolis (SC). Em 2022, ela depositou R$ 780 mil em favor da ACX ITC, como investimento. No entanto, a partir de fevereiro de 2023, foi impedida de acessar o site da empresa e de resgatar os valores — ou seja, a firma tomou o dinheiro.
Na petição, a advogada explica que a ACX ITC integrava um grupo então conhecido como RCX Group. Esse grupo foi investigado na CPI das Pirâmides Financeiras, realizada pela Câmara dos Deputados em 2023. Na ocasião, a CPI pediu o indiciamento de pessoas ligadas à empresa.
Na petição, ela alega ter sido enganada pelo grupo econômico.
“De fato, a agravante e outros tantos investidores foram ludibriados pelo dividendo prometido, bem como pela luxuosa vida que os sócios ostentavam, regada a veículos importados, imóveis luxuosos e viagens, tudo para transmitir credibilidade à operação”.
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