16 de março de 2026 às 09:45
16 de março de 2026 às 05:50
FOTO: REPRODUÇÃO
Mais um suspeito e investigado no caso do roubo bilionário a aposentados e pensionistas foi dispensado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de obedecer a intimação para prestar depoimento à CPMI do INSS, que aprovou sua convocação para a sessão desta segunda-feira (16). O beneficiado da vez foi o petista Aristides Veras dos Santos, presidente da Contag, a Confederação dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares.
Entidade ligada a Lula e controlada pelo PT há décadas, a Contag foi das entidades sindicais mais beneficiadas com o desconto não autorizado de mensalidades associativas. A estimativa na CPMI é que a Contag embolsou ao menos R$3,8 bilhões dos trabalhadores inativos. O convocado, Aristides é irmão do deputado federal Carlos Veras (PT-PE).
A decisão foi adotada neste domingo (15) pelo ministro André Mendonça, mesmo depois de o relator do caso no STF haver recebido a cúpula da CPMI, que chegou a sair da reunião muito otimista. No entanto, a decisão segue a lógica adotada por ministros do STF em decisões que desqualificam o parlamento com instância de investigação. Caso o suspeito decida comparecer, ele ainda está autorizado a não responder a qualwuer pergunta, sem o risco de ser preso, como prevêem a lei e o regimento do Congresso.
16 de março de 2026 às 09:30
16 de março de 2026 às 05:48
FOTO: REPRODUÇÃO
O vereador Gilmar Frigo (PSD), 45 anos, e a esposa dele, a professora Clarice Sartoro Frigo, 47, foram encontrados mortos dentro da própria casa, na manhã deste domingo (15), na zona rural de Boa Vista da Aparecida, cidade de 8 mil habitantes no Paraná. Clarice era servidora pública e trabalhava como professora da rede municipal de ensino. Já Gilmar foi eleito vereador para o mandato de 2025 a 2028. Antes, ele trabalhava como motorista de ônibus. As informações são do G1.
A Polícia Civil informou, por meio de nota, que a suspeita inicial é que o homem matou a esposa e, na sequência, tirou a própria vida. A corporação destaca que a hipótese será “devidamente investigada no curso do procedimento policial”. “Equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica estiveram no local para realização dos primeiros levantamentos periciais e demais providências de polícia judiciária. Será instaurado Inquérito Policial com a finalidade de apurar de forma completa todas as circunstâncias dos fatos. […] Outras informações poderão ser divulgadas oportunamente, após o avanço das investigações e a conclusão do inquérito policial”, diz a Polícia Civil.
A Prefeitura lamentou a morte do casal e decretou luto oficial de três dias, com suspensão do expediente nas repartições públicas municipais nesta segunda-feira (16), exceto nos serviços essenciais. “Neste momento de dor e consternação, o Município manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos, colegas de trabalho e a toda a comunidade boavistense. […] As circunstâncias dos fatos ainda estão sendo apuradas pelas autoridades competentes, motivo pelo qual o Município aguardará as informações oficiais para eventuais manifestações adicionais”, afirma a prefeitura.
16 de março de 2026 às 09:15
16 de março de 2026 às 05:46
FOTO: REPRODUÇÃO
A CPI do Crime Organizado teve acesso a dados financeiros que apontam circulação de recursos envolvendo familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada pelo relator da comissão, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), em entrevista ao programa Sala de Imprensa, do SBT News.
O parlamentar afirmou que a comissão recebeu quebras de sigilo bancário relacionadas às contas do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Segundo Vieira, os dados indicam transferências de recursos para contas de familiares dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.
Além disso, o senador destacou que as informações não permitem afirmar, neste momento, que houve irregularidade ou crime. No entanto, ele classificou a situação como moralmente questionável e defendeu aprofundamento das investigações.
“Não é razoável dizer agora que essa circulação de recursos é ilícita. Moralmente falando, é absolutamente reprovável. Juridicamente, vamos precisar de mais passos para constatar”, afirmou o relator durante a entrevista.
CPI do Crime Organizado analisa relatórios financeiros
Conforme explicou Vieira, os dados analisados pela CPI do Crime Organizado incluem relatórios de inteligência financeira enviados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Esses documentos registram movimentações consideradas atípicas ou suspeitas pelo sistema financeiro.
Segundo o parlamentar, os relatórios apresentam um volume significativo de informações. A documentação relacionada à gestora Reag Investimentos possui cerca de 200 páginas, enquanto os registros referentes ao Banco Master somam aproximadamente 80 páginas.
Entretanto, Vieira ressaltou que os relatórios do Coaf não funcionam como extratos bancários completos. Em vez disso, eles destacam movimentações financeiras incomuns que podem indicar irregularidades, mas que precisam ser confirmadas por investigações adicionais.
Enquanto isso, o senador também levantou questionamentos sobre contratos firmados com escritórios de advocacia ligados a familiares de autoridades.
Ministros citados respondem às acusações
Por outro lado, o ministro Dias Toffoli já reconheceu participação societária na empresa Maridt Participações, que mantém sociedade com familiares. A empresa realizou negócios com o fundo Arleen, ligado à Reag Investimentos. Em nota, Toffoli negou qualquer envolvimento nas fraudes investigadas.
Já no caso de Alexandre de Moraes, o escritório de advocacia da esposa do ministro, Viviane Barci, confirmou ter prestado serviços jurídicos ao Banco Master. Contudo, a defesa afirma que a atuação profissional não tem relação com o STF.
Além disso, o escritório informou que cerca de 15 advogados participaram das demandas envolvendo o banco e que os serviços prestados seguiram critérios técnicos e legais.
Investigação amplia tensão entre STF e Congresso
A CPI do Crime Organizado foi instalada em novembro de 2025 para investigar a atuação de facções criminosas no Brasil, incluindo seus mecanismos financeiros. Entretanto, as apurações acabaram revelando conexões que motivaram pedidos de investigação mais amplos.
Por esse motivo, um grupo de 38 senadores apresentou requerimento para criação de uma nova comissão parlamentar de inquérito, voltada especificamente à apuração de possíveis relações entre ministros do STF e empresários investigados.
Como resultado, o tema intensificou o clima de tensão entre o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional. Além disso, parlamentares passaram a discutir possíveis medidas políticas, incluindo pedidos de impeachment de ministros da Corte.
16 de março de 2026 às 08:45
16 de março de 2026 às 08:47
FOTO: DIVULGAÇÃO
Mensagens obtidas pela Polícia Federal (PF) indicam que o banqueiro Daniel Vorcaro relatou ter participado de um encontro com o ministro Alexandre de Moraes, o presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta e o senador Ciro Nogueira. As conversas foram enviadas à então namorada do empresário e fazem parte da investigação que embasa a nova fase da operação conduzida pela PF.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. Em mensagem datada de 20 de março de 2025, Vorcaro afirmou que estava reunido com Moraes quando Motta e Ciro chegaram para conversar com o magistrado. A conversa ocorreu após a ex-namorada questionar se ele estava acompanhado. “Acabou chegando Hugo e Ciro aqui para falarem com Alexandre. Não deve demorar”, respondeu o banqueiro.
Outras mensagens também mencionam encontros com o presidente da Câmara. Em uma conversa de 8 de maio de 2025, Vorcaro relatou que Motta permaneceu em reunião com ele até a madrugada. “Hugo saiu daqui quase 3 da manhã. Queria saber de tudo no detalhe”, escreveu.
O banqueiro também citou um jantar ocorrido em 26 de fevereiro de 2025 na residência oficial da Câmara. Segundo ele, participaram do encontro Motta e outros empresários. “Tô num jantar na residência oficial com Hugo e seis empresários”, afirmou na mensagem.
As conversas fazem parte das investigações da Polícia Federal que deram origem à terceira fase da Operação Compliance Zero. Na decisão que autorizou a prisão de Vorcaro, o ministro André Mendonça apontou indícios de um esquema criminoso que pode envolver integrantes da alta cúpula de órgãos governamentais.
16 de março de 2026 às 08:30
16 de março de 2026 às 06:36
FOTO: REPRODUÇÃO
O influenciador Ben Mendes, pré-candidato ao governo de Minas Gerais pelo partido Missão (ligado ao MBL), se envolveu em uma briga física com uma gerente de loja de acabamentos em Betim, na Grande Belo Horizonte, na última sexta-feira (13/3). A confusão foi filmada e viralizou nas redes sociais. Confira:
Ao Metrópoles, Ben Mendes afirmou ter sido agredido pela mulher. Já a gerente da loja contou à polícia ter sido ameaçada pelo influenciador e disse que os dois entraram em uma briga física.
A discussão, motivada por problemas na retirada de uma encomenda, terminou em agressões — incluindo tapas, empurrões, mordidas e objetos arremessados —, com parte da confusão registrada por câmeras de segurança e pela equipe do influenciador.
Ambos foram atendidos em uma UPA e levados à delegacia para registro do Boletim de Ocorrência (BO). A Polícia Civil instaurou procedimento para apurar os fatos.
“O que tenho a dizer é que fui agredido diversas vezes por uma mulher em uma loja que me reconheceu por já ter gravado reportagem no estabelecimento há 3 anos. Não houve nenhuma agressão da minha parte”, disse o pré-candidato ao Metrópoles.
Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a confusão começou por volta das 12h30, quando um funcionário de Mendes tentou retirar um produto (um porcelanato), mas foi informado de que o responsável pela entrega não estava no local e que deveria retornar após o horário de almoço. Ao voltar cerca de 40 minutos depois, a gerente exigiu a apresentação da guia de compra, documento que o funcionário não tinha. Mendes, que aguardava do lado de fora, foi avisado e entrou na loja para resolver a questão.
As versões divergem. Ben Mendes relatou à PM que tentou conversar pacificamente, mas a gerente, ao reconhecê-lo de uma reportagem antiga feita no local ( ligada ao programa dele, Ronda do Consumidor), exaltou-se, recusou entregar a mercadoria e o mandou embora. Ele alegou ter sido empurrado, mordido, atingido por cadeiras e objetos, além de ouvir ofensas a familiares e ameaças com faca. Afirmou que apenas se defendeu e que teve a camiseta rasgada.
Já a gerente, de 52 anos, contou à polícia que Mendes se exaltou ao ser informado sobre o procedimento padrão da loja para liberação da mercadoria. Ela disse que chamou a PM após ser ameaçada e que houve agressões mútuas. Afirmou que o influenciador tomou o celular de uma funcionária que filmava e o jogou no chão, e que se ofereceu para estornar o valor da compra, o que foi recusado.
Testemunhas corroboraram partes das versões: uma empregada da loja relatou discussões, xingamentos e tentativa de Mendes de tomar o celular; o acompanhante do influenciador disse que a gerente iniciou as agressões físicas ao reconhecê-lo.
Com a chegada da PM, as agressões já haviam cessado. Mendes e a gerente foram levados à UPA Norte para atendimento médico e, em seguida, à delegacia. Por se tratar de infração de menor potencial ofensivo, o registro inicial seria por BO, mas Mendes não assinou o documento, o que levou os envolvidos a serem ouvidos formalmente em uma delegacia da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).
O Metrópoles não conseguiu contato com a gerente da loja. O espaço segue aberto para futuras manifestações.
16 de março de 2026 às 08:15
16 de março de 2026 às 06:49
FOTO: FÁBIO RODRIGUES POZZEBOM
O ex-presidente Jair Bolsonaro segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e “evolui com estabilidade”, segundo novo boletim médico divulgado pelo hospital DF Star nesse domingo (15). No entanto, após novo aumento dos marcadores inflamatórios, a equipe médica decidiu dar mais antibióticos para o ex-presidente. Ainda não há previsão da alta.
O capitão da reserva está tratando um quadro de pneumonia bacteriana bilateral causada por uma broncoaspiração. O texto ainda aponta uma piora no funcionamento dos rins e marcadores inflamatórios, efeitos esperados pelo uso intenso de medicamentos.
A nota é assinada pelos médicos Claudio Birolini (cirurgião geral), Leandro Echenique (cardiologista), Brasil Caiado (cardiologista), Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Jr. (coordenador da UTI geral) e Allisson B. Barcelos Borges (diretor geral).
Leia o boletim na íntegra
O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital DF Star em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. Evoluiu com estabilidade clínica e melhora da função renal, porém com nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue. Em decorrência destas alterações, houve necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos. Segue com suporte clínico intensivo e com intensificação da fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI neste momento.
16 de março de 2026 às 08:00
16 de março de 2026 às 05:40
FOTO: VALTER CAMPANATO
Deve dar em nada a representação do Partido Novo contra Davi Alcolumbre (União-AP) no Conselho de Ética do Senado. A sigla questiona a condução institucional do presidente da Casa, que sentou em cima dos pedidos de CPIs do Banco Master, além de não andar com análise dos pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Eduardo Girão (Novo-CE) quer ainda a prorrogação da CPMI que investiga os cambalachos no INSS.
Nada anda
Acontece que o Conselho de Ética está longe de ser conhecido pela produtividade. O colegiado não se reúne desde julho de 2024.
Gavetão
Na última reunião do conselho, os senadores analisaram quatro representações contra os colegas. Votaram para arquivar tudo.
Nem virtual
Como ninguém é de ferro, em 2024 foi apenas uma reunião. Antes disso, duas em 2023. Em 2020, 2021 e 2022, pode esquecer, não teve sessão.
Sem pressa
A representação do partido foi apresentada à Secretaria-Geral da Mesa. O Conselho de Ética nem mesmo foi instalado este ano.
16 de março de 2026 às 04:41
16 de março de 2026 às 04:55
FOTO: REPRODUÇÃO
A morte do pastor Moisés Neves Galdino, ocorrida em um motel em Ipatinga (MG), ganhou um novo capítulo que está gerando grande repercussão.
A mulher que estava com ele no quarto decidiu falar publicamente e afirmou que não houve relação íntima entre os dois. Segundo ela, os dois estavam no local participando de uma “campanha de oração”, que seria realizada em lugares diferentes a cada dia.
De acordo com os primeiros relatos feitos ao Samu e à Polícia Militar, a acompanhante teria dito que o pastor passou mal logo após uma relação, levantando suspeita de infarto fulminante. Após chamar o socorro, ela deixou o motel antes da chegada da polícia.
Equipes médicas tentaram reanimar o pastor por cerca de uma hora, mas ele não resistiu. A perícia informou que não foram encontrados sinais de violência no corpo.
A esposa do religioso chegou ao motel posteriormente para retirar os pertences do marido e acompanhar a liberação do corpo.
Agora, em entrevista a um portal local, a mulher que estava com o pastor afirmou que tudo fazia parte de um propósito espiritual.
“Não é nada disso que estão pensando. A gente estava em uma campanha, e a cada dia iríamos realizar essa campanha em um lugar diferente”, declarou.
Ela também afirmou que seu marido e a esposa do pastor sabiam da situação, negando qualquer caso extraconjugal.
Até o momento, a família do pastor não comentou as novas declarações.
Comentários