18 de janeiro de 2026 às 04:03
18 de janeiro de 2026 às 03:57
FOTO: REPRODUÇÃO
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou neste sábado (17), no Instagram, imagens das marmitas que preparou para o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena no batalhão da PM do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, em Brasília.
Bolsonaro foi transferido para a unidade na última quinta-feira (15). O líder da direita precisa manter uma dieta específica por conta dos problemas de saúde ligados às sequelas da facada sofrida em 2018.
Michelle mostrou três refeições acompanhadas de bilhetes escritos à mão, com mensagens de carinho e fé.
– Bom almoço, meu amor! Não se esqueça: você é forte e corajoso! Eu te amo. Beijos… Mi.
Em outro recado, ela destacou a importância da fé e da leitura bíblica.
– Estou aqui por você e para você. Leia a Palavra de Deus, que é viva e traz conforto. Salmos 121.
A terceira mensagem foi direta e breve.
– Meu amado, que Deus te abençoe. Mi.
Quando Bolsonaro estava custodiado na sede da Polícia Federal, em Brasília, ele também recebia alimentação preparada por Michelle, justamente por conta da necessidade de seguir uma dieta controlada.
18 de janeiro de 2026 às 04:01
18 de janeiro de 2026 às 03:53
FOTO: DIVULGAÇÃO
Nesta sexta-feira (16 de janeiro de 2026), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) utilizou suas plataformas digitais para contestar o posicionamento do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A crítica do parlamentar foi motivada por declarações feitas pelo magistrado durante um evento na Universidade de São Paulo (USP), ocorridas pouco tempo depois de ser ordenada a remoção de Jair Bolsonaro para a unidade prisional da Papudinha.
A polêmica teve início na noite de quinta-feira (15), quando Moraes, atuando como paraninfo na formatura da 194ª turma de Direito da USP, mencionou de forma descontraída sua produtividade no dia. Na ocasião, em alusão implícita aos desdobramentos jurídicos envolvendo o ex-mandatário, o ministro afirmou: “Acho que hoje eu já fiz o que eu tinha que fazer”.
Em resposta, Eduardo Bolsonaro sustentou que o magistrado “sente prazer em colocar a maldade em prática”. Em texto que acompanhou o vídeo publicado, o deputado argumentou que Moraes se comporta “como perverso de propósito, para intimidar a todos”, interpretando a fala no meio acadêmico como uma demonstração de autoridade deliberada.
O parlamentar também traçou projeções políticas para o futuro do país, associando a manutenção do atual cenário a uma possível continuidade do governo vigente.
“Agora, imagine como ele ficaria ainda mais confortável com a reeleição do Lula. Não se engane, ainda não chegamos no fundo do poço. Talvez nossa última esperança está neste ano, na eleição mais importante de toda a história do Brasil e com um Tse Sem Moraes“, registrou o filho do ex-presidente.
18 de janeiro de 2026 às 04:00
18 de janeiro de 2026 às 03:49
FOTO: RICARDO STUCKERT
Até o meio-dia desta sexta-feira (16), os gastos públicos no Brasil superaram R$ 244,6 bilhões, de acordo com dados da plataforma Gasto Brasil. Destas despesas públicas, R$ 99,3 bilhões foram frutos da sangria de recursos no governo do presidente Lula (PT), de acordo com a ferramenta que monitora em tempo real as finanças governamentais.
Nestas primeiras duas semanas do ano eleitoral de 2026, os estados e o Distrito Federal também já desembolsaram mais de R$ 69,1 bilhões com suas despesas. Já nas contas dos municípios são registrados mais de R$ 76,1 bilhões por todas as cidades brasileiras.
Segundo a Gasto Brasil, as informações da plataforma de controle social abrangem gastos com pessoal e encargos sociais, investimentos, como obras, inversões financeiras em aquisição de imóveis e outras despesas correntes.
O montante apurado até o momento indica que a pesadíssima máquina pública já gastou bem mais do que arrecadou em impostos. Segundo a plataforma Impostômetro, até meio-dia de hoje, foram arrecadados R$ 213,7 bilhões. Uma diferença de R$ 30,9 bilhões entre a gastança e a fonte de recursos para repor essas despesas ou financiar investimentos futuros em políticas públicas.
Gasta mais que arrecada
O site gastobrasil.com.br foi criado em abril de 2025 pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O objetivo é contribuir para fortalecer a transparência, a gestão fiscal e a tomada de decisões baseadas em dados, além de promover um ambiente mais eficiente para a política econômica brasileira.
O presidente da CACB, Alfredo Cotait, defendeu que o controle das despesas públicas é uma necessidade para garantir não apenas a saúde fiscal do Estado, mas também para promover o desenvolvimento social e econômico, e para que isso ocorra.
“É imprescindível que haja uma combinação de práticas de transparência, participação cidadã e inovação tecnológica”, afirmou Cotait, por meio de sua assessoria.
E CACB avalia como necessária uma reforma administrativa no Estado brasileiro, para melhorar o planejamento e a eficiência às ações governamentais. Também deve haver incentivo a mecanismos de controle com o teto de gastos, além de critérios claros de investimento. A ausência de reformas estruturais compromete a sustentabilidade das contas públicas e afeta diretamente a capacidade do Estado.
Dados confiáveis
A plataforma Gasto Brasil ainda possibilita que o cidadão consulte a destinação dos tributos por tipo, região e esfera de poder (Executivo, Legislativo, Judiciário), por Ministério Público e Defensoria Pública.
A Gasto Brasil utiliza uma metodologia baseada em atualizações e revisões contínuas dividido em três etapas principais: automatização da coleta e armazenamento de dados; tratamento e ajustes das informações coletadas; projeção dos valores estimados. Além de diversos subprocessos técnicos atrelados a dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), para captar as despesas efetivamente pagas pelos entes públicos.
17 de janeiro de 2026 às 04:09
16 de janeiro de 2026 às 15:35
FOTO: DIVULGAÇÃO
O líder do MBL (Movimento Brasil Livre) e pré-candidato à Presidência, Renan Santos (Missão-SP), jogou sal grosso junto de aliados políticos em frente à casa em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu, em Caetés, Pernambuco. De acordo com ele, o objetivo é evitar que nasça “outro demônio” que acabe “com nosso destino”.
– Quando os romanos derrotaram os cartaginenses, que trouxeram terror e quase acabaram com a geração inteira de romanos, eles os derrotaram em batalha, os destruíram, jogaram um sal grosso para que nada pudesse nascer. Foi isso que nós fizemos. Nós trouxemos sal grosso na casa do Lula para que nunca mais outro Lula possa nascer no Brasil – declarou o ativista.
No vídeo, Renan mostra a casa de aspecto humilde no sertão onde Lula morou com sua mãe, Euridice Ferreira de Melo, a dona Lindu, e outros sete irmãos. O líder do MBL ponderou que a casa não atrair visitantes é um indício de que a força política do petista teria se findado, e que ele só se mantêm no poder em razão da rivalidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
– Lula, que na prática destruiu nosso futuro, é um inimigo nosso. Que nunca mais outra figura bizarra como ele surja aqui. Que nunca mais brote outro demônio que acabou com o nosso destino. Centenas de milhares de pessoas no Brasil morreram nos últimos anos por conta das decisões políticas do Lula, cujo partido sempre defendeu bandido. Milhões de pessoas permaneceram na pobreza, milhões de oportunidades foram perdidas, milhões de sonhos deixaram de ser realizados porque Lula conduziu o Brasil através do populismo por um caminho fácil de pobreza enquanto ele próprio fica multimilionário – afirmou.
Renan também acusou familiares do presidente de estarem envolvidos em esquemas para obter dinheiro de forma ilícita.
– A família dele vem daqui, lugar simbólico de pobreza, de dureza. Mas o filho dele tá envolvido no escândalo do INSS, o irmão dele está no escândalo do INSS. Essa casa, que quer passar humildade, no fundo é uma casa que esconde os sonhos baixos de uma família que terminou trocando o Brasil em troca do bolso deles ficar cheio – assinalou.
O líder do MBL ainda apontou que o presidente não se empenhou em fazer desenvolver a própria região onde nasceu, haja vista que a localidade permanece em condição de pobreza.
– Se você olhar ao redor, as pessoas ainda vivem em um lugar difícil. Mesmo a região do Lula, que para ele devia ser um lugar simbólico, importante, ter se tornado independente e rica, não se tornou. Continua sendo esse mesmo lugar humilde. Então não adianta nada criar esse culto à pobreza como ele faz aqui, se no fim do dia a família dele é apenas um bando de bandidos, ladrões, vendilhões, canalhas, gente da pior espécie – adicionou.
17 de janeiro de 2026 às 04:06
16 de janeiro de 2026 às 15:31
FOTO: DIVULGAÇÃO
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (16), a Operação Serpens para investigar o suposto envolvimento de uma delegada de polícia com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Layla Lima Ayub foi presa durante a ação.
Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Pará, incluindo a cidade de Marabá, além de dois mandados de prisão temporária. As ordens judiciais foram expedidas no âmbito da investigação conduzida pelo Ministério Público.
De acordo com informações divulgadas pelo próprio MPSP, Layla mantinha vínculos pessoais e profissionais com integrantes do PCC. As apurações apontam ainda que ela teria utilizado o cargo de forma irregular, especialmente durante audiências de custódia envolvendo presos ligados à facção criminosa.
A operação conta com a atuação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, da Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo e do Gaeco do Pará.
16 de janeiro de 2026 às 17:00
16 de janeiro de 2026 às 13:39
FOTO: DIVULGAÇÃO
Nesta quinta-feira (15), horas após determinar a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal (PF) para o 19° Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, unidade que integra o Complexo Penitenciário da Papuda e é conhecido como Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) disse ter feito “o que tinha que fazer”.
A fala foi proferida durante a formatura da 194ª turma de Direito da Universidade de São Paulo, que aconteceu no Teatro Vibra São Paulo, em Vila Almeida, na Zona Sul da capital paulista. No momento em que deu a declaração, Moraes, que foi patrono da turma, comentava a duração das falas proferidas no evento. – Vocês percebem que ninguém cumpriu os três minutos, quase tive que tomar algumas medidas. Mas me contive hoje, acho que hoje já fiz o que tinha que fazer – disse, em fala que foi recebida com gritos de empolgação e aplausos do público presente ao evento.
TRANSFERÊNCIA DE BOLSONARO
Algumas horas antes, o ministro determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse transferido da sede da Polícia Federal, em Brasília, para o batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF), mais conhecido como Papudinha.
Preso na Superintendência desde novembro do ano passado, o político conservador vinha reclamando das condições da cela, principalmente pelo barulho do ar-condicionado que o impedia de dormir. A PF chegou a lhe entregar um tampão de ouvido para abafar o ruído e, dias depois, concordou em desligar o equipamento no período da noite.
Fora isso, a defesa do ex-presidente também solicitava prisão domiciliar, por entender que o estado de saúde de Bolsonaro exige acompanhamento constante. Mas, ao contrário do pedido, Moraes decidiu enviá-lo ao batalhão da PM-DF, onde outros condenados por tentativa de golpe de Estado também estão presos.
Assim, Bolsonaro passará a cumprir a pena de 27 anos e três meses de prisão onde estão o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. Ao decidir pela transferência, inclusive, Moraes chegou a usar um tom sarcástico em relação ao líder conservador ao dizer que o cumprimento de pena não era “uma estadia hoteleira” ou uma “colônia de férias”.
– Ressalte-se, entretanto, que essas condições absolutamente excepcionais e privilegiadas não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Messias Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas instituições, em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias – disse Moraes.
16 de janeiro de 2026 às 16:30
16 de janeiro de 2026 às 13:42
FOTO: DIVULGAÇÃO
A advogada de 30 anos que acabou desalojada de sua cela na Papudinha para dar lugar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é Jéssica Castro de Carvalho. A “advogata” foi presa em novembro de 2025 por tráfico de drogas, após ser flagrada transportando entorpecentes e armas no próprio carro. Além das drogas, ela carregava arma de fogo de uso restrito e diversas munições. Jéssica é namorada de um integrante da facção criminosa Comboio do Cão (CDC).
Nas redes sociais dela, que somam milhares de seguidores, Jéssica se apresenta como advogada com sete especializações, incluindo Lei de Drogas e Violência Doméstica. Em suas publicações, compartilha momentos da rotina profissional, visitas à Polícia Civil, participação em batizados na igreja, agradecimentos e até atividades esportivas, como campeonatos de fisiculturismo.
16 de janeiro de 2026 às 15:15
16 de janeiro de 2026 às 13:48
FOTO: REPRODUÇÃO/X
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contará com assistência religiosa durante o período em que permanecerá detido no Complexo Penitenciário da Papudinha, no Distrito Federal. A autorização foi concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e prevê visitas semanais de cunho espiritual.
De acordo com a decisão que determinou a transferência de Bolsonaro, nesta quinta-feira (15), o acompanhamento religioso será realizado pelo deputado distrital Thiago Manzoni (PL-DF), integrante da igreja IDE Brasília, e pelo ex-deputado federal Robson Rodovalho, presidente da igreja Sarah Nossa Terra. As visitas ocorrerão de forma individual, uma vez por semana, às terças ou sextas-feiras, com duração de uma hora.
Manzoni já vinha prestando apoio espiritual ao ex-presidente durante o período de prisão domiciliar, por meio de um grupo de orações organizado semanalmente pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Segundo o parlamentar, a proposta é dar continuidade ao acompanhamento religioso, oferecendo palavras de fé e conforto espiritual.
O deputado afirma que a intenção é levar a Bolsonaro ensinamentos bíblicos voltados ao fortalecimento emocional em momentos de dificuldade e que acredita que o ex-presidente seguirá amparado pela fé para enfrentar as adversidades.
Ligado à deputada federal Bia Kicis (PL-DF), Manzoni é um dos principais nomes do bolsonarismo no Distrito Federal. Ele preside a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa e atua como secretário-geral do PL no DF. No ano passado, participou da organização de carreatas em apoio a Bolsonaro e já manteve em seu gabinete o coronel da reserva Flávio Botelho Peregrino, ex-aliado do general Walter Braga Netto.
No ano anterior, Alexandre de Moraes havia impedido a participação de Rodovalho no grupo de orações durante a prisão domiciliar de Bolsonaro, sob o argumento de evitar desvio de finalidade no uso das visitas autorizadas.
Além do apoio religioso, Bolsonaro seguirá tendo direito a acompanhamento médico contínuo na Papudinha, com assistência 24 horas, visitas livres de seus médicos, sessões de fisioterapia e alimentação especial. A transferência também amplia o tempo de visitas familiares e garante acesso a banho de sol e atividades físicas em horários livres, com a instalação de equipamentos recomendados pela equipe médica.
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