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Categoria: Brasil

Celular de Vorcaro: Senador aparece de sunga em poses sensuais com modelo loira

FOTO: DIVULGAÇÃO

As fotos e vídeos íntimos de políticos brasileiros no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro foi um dos motivos que fez o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, proibir o acesso à sala-cofre da CPMI do INSS, onde estão armazenados equipamentos e documentos apreendidos. A medida foi tomada após suspeitas de vazamento de conteúdos íntimos do banqueiro.

Pelo que foi divulgado na imprensa, pelo menos um senador foi identificado em um momento íntimo com uma modelo loira. As imagens não foram divulgadas, mas compartilhadas em vários veículos, como a Revista Fórum. Segundo a publicação, o político aparece “de sunga”, em poses sensuais, por trás da mulher loira, em imagens apreendidas.

O episódio ganhou repercussão após o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmar em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que a existência de conteúdos desse tipo foi determinante para que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça, decretasse novo sigilo sobre os dados.

Nesta terça-feira (17), em entrevista coletiva no Senado Federal, Carlos Viana afirmou que a decisão de Mendonça foi de “comum acordo” com a CPMI do INSS. O “combinado” é que esse tipo de conteúdo seja retirado dos dados fornecidos aos políticos e, depois, disponibilizado novamente.

Diário do Brasil

Câmara aprova projeto que cria o crime do falso advogado

FOTO: DIVULGAÇÃO

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite dessa terça-feira (17/3), um projeto de lei que cria o crime do falso advogado. O intuito é criar medidas para evitar golpes. O texto, agora, vai ao Senado.

O projeto altera o Código Penal para passar a prever como crime obter vantagem fazendo-se passar por advogado ou outro profissional essencial à Justiça. A pena prevista é de quatro a oito anos e multa.

Também passa a ser previsto o crime de utilizar credenciais com a intenção de obter dados pessoais, processuais ou sigilosos, interferir no andamento de processos, ou facilitar fraude. A pena é de dois a seis anos e multa.

O exercício ilegal da advocacia também passa a ser passível de detenção de um a três anos e multa.

Além da criação dos crimes, o projeto também cria medidas como a autenticação multifator para magistrados, membros do Ministério Público, defensores, servidores e advogados, e a definição de padrões mínimos de segurança da informação no âmbito do processo eletrônico.

Falso advogado

O projeto é apoiado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que no início do mês aprovou uma nota técnica favorável ao texto.

O golpe do falso advogado é quando há a ultização indevida de dados reais de processos com o intuito de obter pagamentos sob a falsa promessa de liberação de créditos judiciais.

Críticas

O projeto foi aprovado com críticas dos deputados da oposição. O deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) alegou que a possibilidade de tirar o acesso ao Whatsapp de maneira cautelar pode resultar em cerceamento ao uso de redes sociais e perseguição. “Duas pessoas poderão suspender o whatsapp de qualquer pessoa no Brasil que estiver respondendo acusação de ser um falso advogado”, disse.

Metrópoles

Sob pressão, governo anuncia hoje medidas para deter greve de caminhoneiros

FOTO: DIVULGAÇÃO

A preocupação no Palácio do Planalto com a possibilidade de uma greve de caminhoneiros ocorrer nesta semana no país e contaminar ainda mais o ambiente político-eleitoral levou a força-tarefa do governo que cuida do assunto a planejar o anúncio, na manhã desta quarta-feira (18), de medidas para ampliar a fiscalização do cumprimento da tabela do piso mínimo do frete para caminhoneiros e para responsabilizar os infratores contumazes.

O anúncio deverá ser feito às 10h pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, e pelo diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Guilherme Sampaio, no Ministério dos Transportes, em Brasília.

A tabela advém de uma lei de 2018 que estabelece parâmetros mínimos para o pagamento de frete a caminhoneiros, baseados no número de eixos do caminhão, no peso da carga e na distância percorrida.

A categoria, porém, aponta que a falta de fiscalização pelo governo faz com que ela não seja cumprida, ainda mais em um contexto de aumento do preço de combustíveis.

Essa, aliás, é outra frente para conter a greve que o governo pretende avançar hoje.

O Ministério da Fazenda irá ampliar a pressão sobre os estados para que eles reduzam o ICMS sobre combustíveis e para que os preços sejam fiscalizados.

O debate ocorrerá na reunião extraordinária convocada para esta quarta-feira pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), justamente para discutir a redução temporária do ICMS sobre o diesel.

O governo deve fazer, inclusive, uma proposta de redução e não descarta apresentar um plano de compensação aos estados pelas perdas de recursos.

A maior parte dos estados resiste a reduzir o tributo, principal fonte de arrecadação dos estados. Nesta terça-feira, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) divulgou uma nota na qual informa que não reduzirá o imposto.

Além do componente econômico, há o fator político, pois grande parte dos governadores tentará a reeleição e é de oposição a Lula.

O governo, porém, quer mostrar que já deu o exemplo ao reduzir PIS e Cofins do diesel e que também já colocou a Polícia Federal para apurar crimes contra consumidores e contra a ordem financeira. O órgão abriu um inquérito nesse sentido nesta terça-feira.

A força-tarefa do governo envolve principalmente Casa Civil, Secretaria-Geral da Presidência e Ministério dos Transportes e é acompanhada com preocupação pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social, marqueteiro Sidônio Palmeira.

A grande preocupação é com uma crise de desabastecimento no país e, em especial, seus impactos políticos em um ambiente já tensionado e polarizado que dificulte o cenário, já difícil, da campanha à reeleição de Lula.

“Se não tiver nenhuma sinalização do governo até o final da semana, a greve acontece”, disse à CNN uma das lideranças do movimento, Wallace Landim, presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores, conhecido como Chorão.

Ele aponta que o movimento é parecido com o de 2018, que parou o país e levou a desabastecimento em diversas regiões.

“Se não cruzar os braços em greve, a gente para automaticamente, porque não está viável economicamente trabalhar”, disse.

CNN

Banco Master paga empresa de nora do senador petista Jaques Wagner

FOTO: VINICIUS SCHMIDT

Uma empresa em nome da nora do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), está na folha de pagamento do Banco Master.

Estudante de psicologia, graduada em direito e florista, Bonnie de Bonilha foi contratada para prospectar operações de crédito consignado para o banco de Daniel Vorcaro.

Bonilha é casada com o secretário de Meio Ambiente da Bahia, Eduardo Sodré, enteado do senador petista.

O contrato com o Master foi firmado por meio da BK Financeira, fundada em 2021.

Nessa empresa, Bonnie é sócia do advogado Moisés Dantas. À coluna, ele confirmou a sociedade e o vínculo com o banco.

“Somos sócios desde 2022, e o serviço prestado não foi de consultoria, mas de prospecção e indicação, em caráter de exclusividade, de operações e convênios de crédito consignado, modalidade existente em todo o Brasil”, afirmou.
Segundo ele, “todos os valores recebidos foram formalizados por meio de nota fiscal, e balanços e extratos estão à disposição das autoridades”.

Procurada, a nora do senador disse à coluna que seu sócio responderia por ela.

O senador Jaques Wagner afirmou que “jamais participou de qualquer intermediação ou negociação em favor da empresa citada” e que cabe exclusivamente à empresa prestar os devidos esclarecimentos sobre suas atividades e contratos celebrados.

Além da BK Financeira, a nora de Jaques Wagner é proprietária da BN Representações. Segundo registros na Receita Federal, a empresa presta serviços de desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não customizáveis.

Até 26 de janeiro deste ano, a companhia tinha outra razão social e um objeto totalmente distinto. Chamava-se “Vamos Florir Comércio de Flores Ltda.” e atuava no varejo de plantas e flores naturais.

No mesmo período, houve alteração no quadro societário: seu irmão, Patrich Toaldo Bonilha, deixou a sociedade, e Bonnie assumiu a administração de forma individual.

Metrópoles

‘Cristã e casada’: presa por sequestro de mulheres em shopping pregava nas redes sociais

FOTO: REPRODUÇÃO

Apesar do envolvimento com o mundo do crime, Emile Quessia Oliveira da Silva Sena, presa por participação no sequestro de uma mãe e duas filhas no estacionamento do Salvador Shopping, mantinha uma imagem diferente nas redes sociais. Em publicações, a suspeita se apresentava como “cristã, casada e mãe de pets” e costumava compartilhar versículos bíblicos com os seguidores.

A maioria das postagens tinha tom motivacional. “Agora, minha filha, não tenha medo; farei por você tudo o que me pedir. Todos os meus concidadãos sabem que você é mulher virtuosa”, escreveu Emile Quessia ao citar um trecho bíblico em um vídeo de pregação evangélica publicado em seu perfil.

Além das mensagens de “bom dia”, ela também fazia publicações com teor profético. “Este ano Deus vai descer em muitos Ananias e Safiras. Eu recuperei este vídeo com o comando do Senhor. Pega se quiser. Acredita se quiser. Mas Deus está avisando. Não pare no meio do processo”, afirmou em outro post.

O comportamento nas redes, no entanto, contrasta com as informações levantadas pela investigação. Emile Quessia é esposa de Pedro Vitor Lima Sena Souza, apontado por fontes policiais como integrante do Bonde do Maluco (BDM), com atuação em Salvador, na Região Metropolitana e também no município de Seabra.

Apesar da suposta ligação do companheiro com atividades criminosas, a suspeita nunca escondeu o relacionamento e demonstrava afeto em publicações. “Somos muito alma gêmeas. Minha versão masculina parece nada comigo e sim com meu marido”, escreveu em uma das postagens.

Em novembro do ano passado, a Justiça da Bahia negou um pedido feito por Emile Quessia para a devolução de um celular apreendido com Pedro Vitor durante uma investigação por tráfico de drogas. O juiz entendeu que o aparelho ainda era relevante para o andamento do inquérito.

A apreensão do celular, um modelo iPhone Pro Max, ocorreu durante uma operação policial com mandado de busca e apreensão. Emile apresentou nota fiscal e documentos para comprovar a propriedade do aparelho.

A Polícia Civil, no entanto, informou que o dispositivo continha grande quantidade de conversas com indícios de comercialização de drogas, motivo pelo qual defendeu a manutenção da custódia para continuidade das investigações.

Correio 24h

VÍDEO: “Vai morrer”, diz influenciador sobre Bolsonaro e fala revolta redes em meio à internação

 
 
 
 
 
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Um post compartilhado por Luiz Bacci (@luizbacci)

Um vídeo com declarações polêmicas de um influenciador sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro gerou forte repercussão nas redes sociais. Na gravação, o homem afirma que Bolsonaro “vai morrer” e chega a comemorar o estado de saúde do ex-chefe do Executivo, o que provocou uma onda de críticas.

Bolsonaro está internado em Brasília após ser diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral. Nos últimos dias, apresentou piora no quadro renal, mas, segundo boletins médicos recentes, teve evolução clínica e laboratorial positiva nas últimas 24 horas.

O ex-presidente segue em tratamento no Hospital DF Star, onde recebe antibióticos, fisioterapia respiratória e suporte clínico. Ele foi transferido para uma unidade semi-intensiva, conforme informou Michelle Bolsonaro.

A repercussão do vídeo foi imediata, com usuários classificando a fala como desrespeitosa diante da condição de saúde do ex-presidente. O episódio reacende o debate sobre os limites do discurso nas redes sociais, especialmente em situações envolvendo saúde e figuras públicas.

Apesar da melhora recente, ainda não há previsão de alta para Bolsonaro, que permanece sob observação médica contínua.

Com informações de Bacci Notícias

Master emprestou R$ 22 milhões para cunhada de Hugo Motta

FOTO: BRUNO SPADA

Bianca Araújo Medeiros, cunhada do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), contraiu um empréstimo de R$ 22 milhões no Banco Master para a compra de um terreno em João Pessoa (PB). A operação, realizada em março de 2024, foi revelada pela Folha de S.Paulo.

No dia 8 de março, Bianca adquiriu integralmente a ETC Participações, empresa que possuía capital social de R$ 100 mil. Apenas uma semana depois, no dia 15, ela assinou o contrato com a instituição financeira de Daniel Vorcaro, oferecendo todas as cotas da empresa como garantia do montante milionário.

No mês seguinte, a empresária comprou o terreno na capital paraibana por R$ 45 milhões, embora o valor fiscal do imóvel seja de R$ 101 milhões. A área tem 4 milhões de metros quadrados, o triplo do tamanho do Parque Ibirapuera, em São Paulo, e abrigará um novo bairro na região.

Em agosto do ano passado, a ETC já havia realizado outro investimento de grande porte por R$ 8,6 milhões na AJC Participações, adquirindo 25% da companhia.

A assessoria de Bianca informou que a contratação seguiu os meios legais, com análise de condições e garantias habituais.

— A escolha da instituição financeira decorreu exclusivamente de condições negociais e operacionais apresentadas à época da contratação (…) a operação foi realizada por empresa regularmente constituída e que não possui qualquer relação societária, comercial ou de gestão com o deputado Hugo Motta — declarou.

O parlamentar, por sua vez, garantiu não ter relação direta com o Banco Master ou com empresas ligadas à sua cunhada. No entanto, o nome de Motta teria aparecido em dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro. Mensagens indicam que o banqueiro teria jantado na residência oficial da Câmara logo após a articulação de Motta para presidir a Casa.

Recentemente, o deputado descartou a abertura de uma CPI para investigar fraudes no Master, alegando acúmulo de projetos na pauta, e defendeu a atuação do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), no processo envolvendo o banco.

Jornalista foi alvo por minar sonho de Dino ser presidente da República, diz deputado

FOTO: FELLIPE SAMPAIO

O deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA) denunciou, ontem (16), que a “esdrúxula decisão” do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) de mandar apreender equipamentos de trabalho do jornalista Luís Pablo, no Maranhão, seria um pedido do ministro Flávio Dino, por causa de reportagens que estariam atrapalhando seu suposto projeto de conquistar espaços de poder não apenas em seu antigo reduto eleitoral maranhense, bem como para alcançar um futuro mandato de presidente da República.

“Mas tem outro objetivo essa ação, essa decisão do ministro Alexandre de Moraes, a pedido do ministro Flávio Dino: fazer com que os outros jornalistas fiquem intimidados para não falar mal de ministro do Supremo Tribunal Federal, principalmente do Flávio Dino, que tem esse sonho de ser Presidente da República, que quer ser candidato em 2030, mas cuja imagem não pode ser queimada”, denunciou o parlamentar maranhense.

Jornalista Luís Pablo denunciou que o automóvel usado pelo ministro Flavio Dino (dir.) pertence ao Tribunal de Justiça do Maranhão.

A ordem de Moraes que levou a Polícia Federal à residência do jornalista, em São Luís, foi uma reação a três reportagens publicadas por Luís Pablo, em seu blog, em novembro de 2025, denunciando que a família do ministro Dino teria feito mau uso de um carro oficial blindado do Tribunal de Justiça do Maranhão. Dino considerou que o trabalho de Luís Pablo seria um caso de “stalking”, e a PF ficou com um notebook e telefones celulares do jornalista.

“Essas decisões que estão sendo tomadas buscam justamente saber quem é a fonte do jornalista Luís Pablo. E isso é um absurdo, porque o jornalista tem o direito de não revelar a sua fonte, para que possa fazer a matéria. O certo seria investigar o uso irregular do automóvel […]. Isso é o que é errado, porque um carro público não pode ser usado para se passear na praia, um carro público não pode ser usado para se levar filho à escola. Isso é o que está errado, e não ir atrás do jornalista”, avaliou Hildo Rocha.

Projeção como meta

No discurso, o deputado ainda acusa Dino de atuar como ministro em outras frentes políticas no Maranhão e no Brasil, com supostos interesses de projeção eleitoral nacional. E cita como exemplo as decisões sobre vetar penduricalhos salariais e aposentadorias compulsórias de juízes.

Porém, aponta que o uso do veículo utilitário SW4 blindado para passeios do ministro seria, em si, um penduricalho que Dino lutaria para manter, já que o aluguem deste tipo de veículo custaria R$ 20 mil por mês. Além de considerar hipocrisia que já tenha presidido a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), como grande defensor “de tudo que hoje ele condena”.

“Ele sabe que precisa estar bem com a população [para se eleger presidente]. Então, ele selecionou duas armas poderosas. […] Uma delas é defender essas causas midiáticas, essas causas populares. A segunda arma que ele usa, que ele quer e que está fazendo de tudo para ter, é o Governo do Maranhão. Ele pretende utilizar o Governo do Maranhão para financiar sua pré-candidatura junto à imprensa nacional”, afirma Hildo Rocha.

Outra decisão de Dino classificada como eleitoral teria sido tomada há cerca de dois anos, segundo o deputado, quando o ministro suspendeu a escolha de um conselheiro do Tribunal de Contas do Maranhão, até hoje. Além de uma segunda nova vaga, que seria de livre escolha do Governador, também suspensa por Dino.

“[Dino] está segurando essas vagas, porque provavelmente seria para que, quando o vice-governador Felipe Camarão assumisse, nomeasse quem o ministro Flávio Dino quisesse — talvez até algum parente dele, algum amigo dele ou algum ex-sócio do escritório de advocacia que ele teve. Mas surgiu um empecilho, surgiu uma pedra no meio do caminho […] Carlos Brandão”, concluiu o deputado, citando o governador que teria decidido ficar no governo não apoiar o candidato de Dino, Camarão.

O Diário do Poder enviou à assessoria de imprensa do STF uma solicitação pelos posicionamentos dos ministros sobre as acusações do deputado Hildo Rocha. E publicará eventuais esclarecimentos.

Diário do Poder