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Categoria: Saúde

DEDICAÇÃO: Maternidade Leide Morais é referência no parto humanizado e em assistência às mães

A Maternidade Leide de Morais sempre foi referência nos partos humanizados em Natal. A estrutura física e seus serviços também são outros pontos que merecem destaque. “Nós somos uma maternidade de risco habitual (parto normal). Atualmente dispomos de 40 leitos obstétricos e quatro leitos de internamento pediátrico para bebês em tratamento. O diferencial da Leide Morais é a assistência em relação a proposta de parto humanizado da unidade. Nós oferecemos um atendimento individualizado através das suítesPPPs (Pré-parto, Parto e Pós-Parto), que garante o direito da mulher a um acompanhante no trabalho de parto, durante o parto e inclusive no pós-parto dando a ela uma assistência mais direcionada e atenciosa. Além de contar com enfermeiros obstétricos, que auxiliam o parto para acontecer naturalmente, sem muitas intervenções e saudável, sempre respeitando a vontade de mulher” destaca a administradora da Maternidade, Ruth Oliveira.

Ruth Oliveira explica que a maternidade se destaca por sua estrutura física, que, vista por cima, é em formato de mandala – símbolo que remete à meditação, divindade, divisão, soma, expressão artística, espiritual, elevação e vida. A administradora continua sua fala: “Outro ponto que posso destacar é que todos os setores interagem entre si com diálogos muito alinhados e afinados, e eu acredito que além do preparo de nossos profissionais parte disso é facilitado pela estrutura física também. Estamos traçando um projeto de segurança interna com relação a orientações aos guardas para que tenhamos um trabalho diário de monitoramento interno fortalecido para garantir ainda mais a segurança”.

Só nos cinco primeiros meses de 2019, a Maternidade Leide Morais realizou mais de 60 mil atendimentos, um número tão marcante quanto a boa impressão que fica nas mães que são atendidas no local. A estudante Karol Nascimento, de 22 anos, diz estar encantada com a atenção recebida na Leide Morais, “desde o primeiro acolhimento, fiquei muito impressionada e minhas expectativas foram bem altas. Passei por vários processos e me senti muito ouvida e respeitada sempre, tudo aquilo que eu esperava foi superado. Eu sempre achei que a experiência de ter um filho seria muito difícil, mas a equipe da Leide Morais fez tudo isso se tornar muito mais fácil e mágico. Hoje eu estou de alta e extremamente satisfeita com a experiência, com a maternidade e com todos os funcionários”.

Entre os procedimentos, foram realizados 1.202 partos, sendo 723 normais e 479 partos cesáreos, além de atendimentos de fonoaudiologia (avaliação, teste da orelha e teste da linguinha), teste do olhinho, teste do pezinho, teste do coração, vacina BCG, ultrassonografias, exames laboratoriais entre outros serviços. A fonoaudióloga e também responsável pelo setor de aleitamento materno da Leide Morais é Rose Negro Monte que fala sobre o teste da linguinha: “O teste da linguinha é muito importante tanto para a correta sucção tanto para a fonação”.

O teste da linguinha é feito para detectar se a língua do bebê está saudável e se ele tem dificuldade no ato de mamar, ou seja, fazer a pega e a sucção corretamente. Quando o problema é detectado, logo é resolvido realizando uma manobra com a ajuda do fisioterapeuta capacitado e no caso da Leide Morais também conta com uma pediatra que faz a técnica do “piquezinho”. E logo o bebê começa a mamar corretamente.

Os problemas mais perceptíveis do frênulo curto segundo a fonoaudióloga Rose Negro Monte é que o bebê pode danificar e causar dores no bico do mamilo da mãe, além do bebê não conseguir realizar a amamentação com a pega e a sucção correta, e de proporcionar o desmame precoce. Além disso, outro problema do frênulo encurtado que é detectado caso não seja resolvido é que essas crianças terão dificuldades na pronuncia de palavras e consequentemente terão dificuldades na alfabetização, leitura e na comunicação.

A fonoaudióloga ainda explica que este problema é bem comum. “No momento que fazemos o teste e achamos o resultado duvidosos, nós acompanhamos o bebê e a mãe mais de perto para saber como está sendo o processo de amamentação”.

Sobre as perspectivas futuras, a diretora da Maternidade Leide Morais, Aldair Bezerra informa que participou recentemente de reuniões para discutir a possibilidade de se fazer certidões de nascimento dos recém-nascidos na própria maternidade.

“Se tudo der certo, na segunda quinzena de julho teremos um treinamento com os funcionários daqui para voltarmos a registrar os bebês a partir de agosto” afirmou a diretora. Outro tema que está em discussão é a vinculação das gestantes. “A Secretária de Saúde Pública do Estado fez uma reunião com todas as maternidades para trabalharmos a vinculação de gestantes às maternidades de referência de acordo com a sua Unidade Básica, isso para facilitar o atendimento e deslocamento das gestantes. A Leide Morais continua sendo referência para as gestantes que fazem pré-natal na Zona Norte. Algumas unidades do Distrito Sanitário Norte I ficaram vinculadas também ao Hospital Santa Catarina, mas nada impede que as mulheres tenham seus bebês aqui”.

Para a fonoaudióloga Rose Negro Monte, “o diferencial da nossa maternidade é a humanização. E nós temos o maior cuidado, orientamos leito por leito a amamentação. Nós queremos que o bebê saia daqui mamando. Tentamos fazer um atendimento diferenciado levando em consideração a díade mãe-bebê. Com cuidados não só para o bebê, mas também para a mães que estão amamentando, para não saírem daqui com dificuldades na amamentação. E caso a dificuldade ocorra, nós orientamos para que elas voltem para examinarmos os casos”.

A administradora Ruth Oliveira complementa afirmando que “a maior conquista é todo dia, porque sempre que aparecem diversidades ou incompreensões nós as superamos com muito diálogo e ternura. Sempre explicitando a proposta diferenciada da nossa maternidade e explicando para todos que tem dúvidas”. Já para a usuária e nova mamãe Karol Nascimento “este local é muito importante pra valorização das mulheres e para a saúde das crianças. Se um dia eu voltar a ser mãe com certeza farei questão de ser atendida e parir aqui. A Maternidade Leide Morais é vida”.

Informações: Prefeitura do Natal

São João de Natal: Secretaria Municipal de Saúde garantiu orientações para combate a doenças durante festividades

(FOTO: ALEXANDRE LAGO)

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Atenção Básica (DAB), Setor de Promoção à Saúde e do Núcleo de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs/Aids) estiveram presentes no São João de Natal, no Polo Arena das Dunas, com atividades de prevenção e orientações de doenças e promoção de saúde. A ação contou com a parceria dos Distritos Sanitários Oeste e Sul.

Durante as festividades do São João Natal, a equipe vestida com a camiseta do Projeto “Sífilis Não”, percorreu toda a Arena desenvolvendo as atividades educativas, distribuindo kits com material educativo, preservativos e gel lubrificantes para as pessoas que estavam curtindo a festa.

De acordo com a responsável técnica do NúcleoISTs/Aids, Emilly Miranda, a ação obteve grande aceitação do público. “Essa ação é importante porque abrange um grande público que está se divertindo e muitas vezes, não procura os serviços de saúde. Vimos ali um momento oportuno para se fazer a divulgação da SMS e da prevenção contra as ISTs, incentivando as pessoas a se prevenir com o uso do preservativo. A aceitação foi bastante positiva tanto do público que estavam curtindo a festa, quanto dos trabalhadores, que solicitavam os kits”, destacou.

Informações: SMS

DOR DE CABEÇA? Conheça os alimentos que provocam e os que evitam

Se entupir constantemente de analgésicos não é a melhor solução para a dor de cabeça. E sim é possível prevenir as crises de enxaquecas através de alguns ajustes na alimentação. Isto porque as dores de cabeça fortes e enxaquecas resultam do aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos. Resultado: inflamação e dor.

A comida tem muito a ver o processo de inflamação do organismo. Alimentos como carnes processadas e salsichas, hambúrgueres e presunto, contêm nitratos e nitritos, substâncias por trás da dilatação. Ou seja, para os indivíduos mais suscetíveis, tal é suficiente para desencadear a dor.

Já alimentos ricos em substâncias anti-inflamatórias podem ajudar a aliviar o incómodo. É o caso dos peixes gordos, ricos em ômega-3, como a sardinha, o atum, truta e salmão.

Ajustes na alimentação

O que deve ser cortado da dieta:

Nitritos e nitratos

Dilatam os vasos. Presentes na linguiça, presunto, salsichas, carnes processadas, nos molhos prontos e nos alimentos industrializados em geral.

Tiranina

Liberta a prostaglandina, hormônio responsável pela sensação de dor. Chocolate, vinho tinto, queijos duros, amendoins, carnes defumadas e frutas cítricas, entre outros, contêm essa substância.

Fenois, aldeídos e sulfitos

Estreitam os vasos, reduzem os níveis de açúcar no sangue e libertam agentes tóxicos. Estão presentes no vinho tinto e bebidas espumantes e destiladas em geral.

O que deve incluir na alimentação:

Gorduras boas

Os do azeite, da sardinha, do salmão e das anchovas agem no controle da dor.

Triptofano

Ajuda a libertar serotonina, que promove bem-estar. Invista em alimentos como banana, chá de erva-cidreira, maracujá, pão, arroz integral, feijão, granola e cereais integrais.

Anti-histamínicos

Inibem a produção da histamina e da prostaglandina, responsáveis por inflamações e dores. Estão nos orégano, no cravo, na canela e no gengibre.

Com informações: notícias ao minuto

O Centro Clínico de Parnamirim inicia planejamento de ações contra a Sífilis

Foto: ASCOM

O Centro Clínico de Parnamirim (CCPAR), através do Ministério da Saúde e coordenação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), iniciou na última sexta-feira, 7, um projeto vinculado ao planejamento de ações de resposta rápida à Sífilis nas redes de atenção.

O projeto intitulado como “Sífilis Não!”, em articulação com o programa de Ist Aids, Saúde da Mulher e a Vigilância da Secretaria Municipal de Saúde de Parnamirim, visa organizar ações dentro dos territórios para o enfrentamento à epidemia de Sífilis que atualmente o país tem vivido. A Infecção Sexualmente Transmissível (IST), tem gerado preocupação nos profissionais da saúde, visto que a IST tem atingido além do público geral, também gestantes. A Sífilis congênita é quando a gestante passa a infecção para o bebê e o objetivo é diminuir esses números.

Foto: ASCOM

Na ocasião, aconteceu a participação das equipes das Unidades Básicas de Saúde dos bairros Primavera, Nova Esperança, Boa Esperança, Parque das Orquídeas e Passagem de Areia II, onde houve o registro de casos da Infecção Sexualmente Transmissível (IST). Parnamirim contou, em 2018, com 15 casos de sífilis congênita, e a proposta da reunião foi analisar as investigações e identificar fragilidades no cuidado à saúde das gestantes desde o pré-natal, além da atenção ao exame rápido de identificação da IST. As análises são realizadas por um comitê, formado por profissionais de atenção à saúde, assistência social e educação, que busca o fortalecimento das ações.

A apoiadora do projeto “Sífilis Não!”, Chyrly Moura, destaca a importância do comitê. “O Comitê de Transmissão Vertical tem papel fundamental na identificação das fragilidades nas redes de atenção materno-infantil, possibilitando o planejamento de ações efetivas para garantir o diagnóstico precoce e o tratamento das gestantes a fim de evitar a transmissão vertical da Sífilis”.

Durante a reunião, também foi discutida importância dos papéis dos agentes comunitários de saúde quanto à busca ativa das gestantes para a realização do pré-natal. Com isso, o comitê de investigação decidiu criar um ciclo de capacitações para os agentes comunitários para que eles obtenham um maior conhecimento sobre a Sífilis e conheçam as ações de enfrentamento que estão previstas no município. O ciclo acontece nesta segunda-feira, 10, a partir das 8h, no Centro Pastoral de Parnamirim.

Informações: ASCOM

Nome reconhecido na medicina potiguar, Dr. Baltazar Marinho critica secretário Cipriano Maia e convida Fátima Bezerra para visitar amputados do Rui Pereira

Foto: Reprodução

Nessa quinta-feira, 6, o Dr.Baltazar Marinho, médico neurologista do Hospital Walfredo Gurgel, se manifestou em suas redes socias sobre o fechamento do Hospital Doutor Ruy Pereira, alegando que a medida tomada pela Governadora Fátima e o secretário de saúde ” mostra TOTAL INSENSIBILIDADE “.

“Sugiro que nossa governadora visite uma enfermaria de amputados , o odor de morte e a única chance de sobrevida terá sua porta fechada .”, disse Baltazar.

Dr. Baltazar Marinho posta desabafo sobre o fechamento do Hospital Doutor Ruy Pereira – Foto: Rede social

Com deficiências na estrutura do prédio, o Hospital Doutor Ruy Pereira será desativado, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).

De acordo com o secretário da saúde, Cipriano Maia, os serviços operados na unidade de saúde serão realocados. No entanto, o fechamento ainda não tem data certa para acontecer. “Só será desativado quando a questão assistencial for resolvida”, reforçou o secretário.

O Hospital Ruy Pereira é referência no Rio Grande do Norte em cirurgias vasculares e o principal destino de pessoas em tratamento para problemas como o “pé diabético”. A unidade tem 80 leitos clínicos de enfermaria e 10 leitos de UTI.

O anúncio gerou a preocupação da classe médica. Em nota, a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular do Rio Grande do Norte (SBACV-RN) repudiou a decisão da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap-RN) e classificou a medida como “um retrocesso no cuidado com a saúde”.

De acordo com o texto, a SBACV disse que o fechamento “revela uma decisão tomada sem ao menos conversar com a classe médica à frente do atendimento desses pacientes”.

“De acordo com o IBGE, o número de pacientes diabéticos no Rio Grande do Norte chega a 350 mil pessoas, ou seja, 10,1% da população potiguar tem diabetes, e que desses metade não sabe se quer tem a doença. Segundo dados do Hospital Ruy Pereira, no ano passado foram realizadas 242 amputações, o que revela uma média de 4,6 amputações por semana”, afirmou em nota a SBACV.

MP marca audiência com Sesap

A titular da 47ª Promotoria de Justiça (de Defesa da Saúde), Iara Pinheiro de Albuquerque, adiantou que o fechamento da unidade será tema durante audiência judicial entre a Sesap e o Ministério Público, agendada para esta sexta-feira, 7.

A promotora lembrou que a audiência foi requerida há cerca de um mês, dentro de uma ação que trata de deficiências na assistência cirúrgica vascular. “Na época ainda não havia essa informação sobre a desativação do Hospital Ruy Pereira”, afirmou.

Com informações: G1RN

RN supera meta de vacinação contra influenza e estado fica em 7° lugar no ranking nacional

O Rio Grande do Norte superou a meta na 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, imunizando 92,41% do público-alvo, o que representa uma cobertura vacinal de 917.891 pessoas e coloca o estado em 7º lugar no ranking da vacinação em todo o país.

A meta do Ministério da Saúde era atingir 90% do público alvo da campanha: as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), indivíduos com 60 anos ou mais de idade, os trabalhadores da saúde, os professores das escolas públicas e privadas, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

Com o encerramento da campanha na última sexta-feira, 31 de maio, por recomendação do Ministério da Saúde, aqueles municípios que ainda não atingiram sua meta e ainda tenham estoques da vacina contra a influenza, podem utilizá-lo em toda a população, a partir desta segunda-feira (3). De acordo com o Ministério da Saúde, a medida evitará desperdício de doses nas localidades que não alcançarem a meta de imunização no público-alvo, que continua sendo prioritário.

“Não receberemos mais vacinas do Ministério da Saúde. Sendo assim, os municípios que atingiram suas metas praticamente não terão vacinas para oferecer aos demais, pois já fizeram o seu dever de casa que era de oferecer essa vacina aos grupos prioritários”, explicou Katiúcia Roseli, coordenadora de imunização da Sesap. Dos 167 municípios do estado, 125 já atingiram a meta e 42 ainda não.

Números no RN

Confira o percentual de cobertura vacinal no estado por grupos prioritários:

Crianças: 88,6%

Gestantes: 91,3%

Trabalhador de Saúde: 91,8%

Puérperas: 109,3%

Indígenas: 96,1%

Idosos: 92,1%

Professores: 97,5%

Comorbidades: 101,9%

Privados de Liberdade: 62,9%

Vacinação contra gripe será aberta para toda população a partir da segunda-feira

A expectativa da Secretaria Estadual de Saúde, ao longo da Campanha, que encerrou nessa sexta-feira, dia 31, era vacinar no mínimo 90% de uma população total de 972.875 no Rio Grande do Norte, considerando-se os grupos prioritários. Ao final do prazo, a cobertura foi de 86,6% dessa população.

Com objetivo de evitar desperdício das doses, a vacinação contra o vírus Influenza deverá ser aberta para ao público geral a partir da próxima segunda-feira, dia 3.

Na 21ª Campanha Nacional contra a Influenza, o estado ficou em 8º lugar no país em cobertura vacinal para Influenza. Dos 167 municípios, um total de 81 já tinham atingido suas metas mínimas para a campanha. Por isso, existe a possibilidade que a população já não encontre vacina em alguns postos e municípios.

Foram vacinadas as crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), as gestantes, as puérperas (até 45 dias após o parto), indivíduos com 60 anos ou mais de idade, os trabalhadores da saúde, os professores das escolas públicas e privadas, os povos indígenas, os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

A recomendação do Ministério da Saúde é de que, a partir da segunda-feira a vacina seja distribuída para toda a população. Mas a Coordenação Estadual de Imunizações informa que serão oferecidas aquelas vacinas que não foram administradas nos grupos prioritários.

“Não receberemos mais vacinas do Ministério da Saúde. Sendo assim, os municípios que atingiram suas metas praticamente não terão vacinas para oferecer aos demais, pois já fizeram o seu dever de casa que era de oferecer essa vacina aos grupos prioritários”, explicou Katiúcia Roseli, coordenadora de imunização da Sesap.

Sobre a Influenza

A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, que pode levar ao agravamento e ao óbito, especialmente nos indivíduos que apresentam fatores ou condições de risco para as complicações da infecção (crianças menores de 5 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais).

Proibição de fumar em público salvou vida de 15 mil crianças, diz Inca

Imagem: Getty Images/iStockphoto

As leis brasileiras que proibiram fumar em locais fechados e criaram ambientes livres de fumo pouparam a vida de 15,1 mil crianças de até um ano entre 2000 e 2016, segundo estudo apresentado nesta sexta-feira, 31, no Instituto Nacional de Câncer (Inca).

A pesquisa Legislação de Ambientes Livres de Fumaça de Tabaco e Mortalidade Infantil, que envolveu instituições brasileiras e estrangeiras, foi apresentada nesta sexta durante a comemoração do Dia Mundial Sem Tabaco, na sede do instituto.

O estudo foi apresentado pelo médico André Szklo, que representou a divisão de pesquisa populacional do Inca. Também assinam o artigo a Imperial College of London, o Erasmus Medical Centre, a International Union Against Tuberculosis and Lung Diseases e a Universidade de São Paulo (USP).

Segundo Szklo, a criação de ambientes sem tabaco produziu uma queda média de 5,2% da mortalidade infantil nos municípios brasileiros. “As cidades com maiores taxas de pobreza e menores níveis de escolaridade foram as mais beneficiadas com redução da mortalidade infantil, mostrando como essa política ajudou a reduzir a desigualdade social.”

Lugares fechados

A proibição de fumar em lugares públicos fechados passou a valer para todo o país em 2014, mas, antes disso, alguns estados e cidades se anteciparam e fizeram leis com restrições totais ou parciais. Os pesquisadores apontam que, se desde os anos 2000, todo o país tivesse adotado a restrição de fumar em locais fechados, o número de vidas poupadas seria ainda maior, chegando a 25 mil.

Segundo Szklo, a atuação da indústria do tabaco foi determinante para atrasar a proibição total do fumo em locais fechados no Brasil. A pesquisa cita documentos que mostram que o setor questionou os malefícios do fumo passivo e buscou influenciar o Legislativo a afrouxar as restrições, que eram debatidas.

Com informações: Agência Brasil