9 de dezembro de 2019 às 17:47
9 de dezembro de 2019 às 17:47
O TRABALHO TEM AUTORIA DOS SERVIDORES GUSTAVO SOARES – QUE APRESENTOU O TRABALHO NA MOSTRA
Com o trabalho “Utilização de ferramentas digitais como suporte ao processo de capacitações dos técnicos municipais para operacionalização do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano – SISAGUA no estado do Rio Grande do Norte” uma equipe da Subcoordenadoria de Vigilância Ambiental (Suvam) da Sesap conquistou o 1º lugar na 16ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças.
O trabalho tem autoria dos servidores Gustavo Soares – que apresentou o trabalho na mostra -, Aline Rocha, Ana Cristina Advíncula, Beatriz da Silva, Francisco da Silva, José Azevedo e Luana de Oliveira.
A Suvam também teve outro trabalho aprovado e apresentado na mostra, com o tema “Unidades Sentinela da Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Poluentes Atmosféricos como estratégia de monitoramento de doenças respiratórias e promoção à saúde no município de Natal/RN”.
Em 2019, a área completa 20 anos de atuação no Estado e a secretaria de saúde não poderia estar mais orgulhosa pelo trabalho desempenhado, dedicação e conquistas no RN.
7 de dezembro de 2019 às 09:00
7 de dezembro de 2019 às 09:01
A ISENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA AO PORTADOR DA DOENÇA É CONCEDIDA QUANDO O PACIENTE É APOSENTADO POR INVALIDEZ
Dezembro é o mês nacional de conscientização e prevenção da AIDS, mas, apesar do alerta e das campanhas educativas, o número de novas infecções pelo vírus HIV cresceu 21% no país no período de 2010 a 2018. A doença atinge 37,9 milhões de pessoas em todo o mundo e o Brasil, para auxiliar os portadores do vírus, oferece aos acometidos alguns benefícios, como a isenção do Imposto de Renda. “Esses incentivos ajudam os portadores da doença a terem uma condição melhor de vida, uma vez que a AIDS gera diversos sintomas e um custo elevado de tratamento”, explica Daniel Carvalho, contador e sócio da Rui Cadete Consultores.
A isenção do Imposto de Renda ao portador da doença é concedida quando o paciente é aposentado por invalidez, o que é um direito para aqueles que convivem com o vírus, mas que requer uma perícia médica que deve ser realizada a cada dois anos, para que o benefício não seja suspenso. A isenção para pacientes com AIDS se encaixa na que é concedida para portadores de doenças graves e também para rendimentos de aposentadoria.
Além da AIDS, a legislação tributária considera doenças graves para fins de isenção: alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, contaminação por radiação, doença de Paget em estados avançados (osteíte deformante), doença de Parkinson, esclerose múltipla, espondiloartrose anquilosante, fibrose cística (mucoviscidose), hanseníase, nefrofatia grave, neoplasia maligna (câncer), paralisia irreversível e incapacitante e tuberculose ativa.
“Para ter direito ao benefício, o trabalhador tem que contribuir para a Previdência Social por no mínimo 12 meses. No caso de não ter o tempo mínimo de contribuição, a pessoa poderá solicitar auxílio doença, que não exige tempo mínimo de contribuição”, explica Daniel. Para solicitar a isenção, o portador de doença grave deve apresentar ao órgão responsável pelo pagamento da aposentadoria um laudo pericial emitido por serviço médico oficial da União, estados, Distrito Federal ou municípios.
O sócio da Rui Cadete Consultores ainda explana que a pessoa que não possui renda poderá solicitar o benefício de prestação continuada, que é a garantia de um salário mínimo à pessoa incapacitada para a vida independente e para o trabalho, que comprove não possuir meios de prover a própria manutenção e nem tê-la provida por sua família. Além disso, o trabalhador pode realizar o saque do FGTS para auxiliar no tratamento da doença.
6 de dezembro de 2019 às 13:38
6 de dezembro de 2019 às 13:38
MÉDICOS COOPERADOS ESTIVERAM PRESENTES EM REUNIÃO SOBRE NOVO PROJETO
Cerca de 180 médicos cooperados estiveram presentes esta semana no auditório do Holiday inn, em Lagoa Nova, para ouvir os argumentos técnicos sobre a ampliação do Hospital Unimed. O principal serviço próprio da cooperativa está passando por uma reforma e tem projeto para duplicar o número atual de leitos chegando a 250.
O Hospital vai ter todos os processos digitalizados em uma estrutura ampla e moderna. Para a execução da obra, orçada em R$114 milhões de reais, o presidente da cooperativa, Dr. Fernando Pinto, apresentou o balanço da gestão que está há 15 meses sem pro rata, ou seja, com as despesas controladas. O Superintendente Administrativo e Financeiro, Francisco Tavares, trouxe dados econômico financeiros mostrando a solidez da empresa. E o consultor da XVI Finance, Adriel Branco, mostrou as alternativas para captação de recursos e viabilização financeira da obra com menor impacto no patrimônio da cooperativa.
Em meio às discussões, além das questões de posicionamento no mercado, pontuadas pelos conselheiros, foram levantados também aspectos importantes do atual momento econômico que favorece a contratação de empréstimo a juros mais baixos. O diretor técnico, Fábio Macedo, destacou ainda os avanços nos modelos de gestão e de governança que permitem mais transparência nos processos e contribuem para a solidez da Unimed Natal.
Depois das argumentações, com apenas dois votos contrários, mais de 170 médicos cooperados aprovaram a realização de financiamento bancário para a ampliação do Hospital Unimed. “Esse é um momento decisivo para a cooperativa que se preocupa, não somente com o mercado de trabalho para o médico cooperado como também com a melhor prestação de serviço ao seu beneficiário. Esse é o nosso propósito, nossa vocação: cuidar das pessoas”, resumiu o presidente da cooperativa, Fernando Pinto.
6 de dezembro de 2019 às 09:23
6 de dezembro de 2019 às 09:23
O EVENTO VAI ABORDAR TEMÁTICAS RELACIONADAS À ERGONOMIA COGNITIVA, SÍNDROME DE BURNOUT E ASPECTOS PSÍQUICOS. FOTO: REPRODUÇÃO
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio do Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e do Núcleo de Atenção à Saúde e Segurança do Trabalhador (Nasst Central), realizará o “I Encontro – Trabalho e Saúde Mental dos Servidores da SESAP: uma discussão importante”. O evento acontece na próxima segunda-feira, 9, a partir das 8h, no auditório do Hospital João Machado, e é voltado para servidores e demais interessados pela temática.
A ação encerrará as atividades, em 2019, do Cerest RN na área de saúde mental e trabalho e tem o objetivo de discutir sobre os principais fatores de risco para a saúde mental dos trabalhadores e sobre estratégias de prevenção ao adoecimento psíquico, buscando uma melhor qualidade de vida no trabalho. Para isso, o encontro contará com a promoção de uma mesa redonda com temáticas relacionadas à ergonomia cognitiva, síndrome de Burnout e aspectos psíquicos presentes no processo de aposentadoria.
Números
Os transtornos mentais representam um dos principais grupos de agravos relacionados ao trabalho. Segundo da Organização Mundial de Saúde (OMS), os transtornos mentais menores acometem cerca de 30% dos trabalhadores e os transtornos mentais graves acometem de 5 a 10% dos trabalhadores.
No estado do Rio Grande do norte, foram notificados 854 casos de Transtornos Mentais Relacionados ao Trabalho (TMRT), no período de 2006 a 2019, segundo dados obtidos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).
5 de dezembro de 2019 às 17:44
5 de dezembro de 2019 às 17:49
A DESINFORMAÇÃO SOBRE VACINA TEM SIDO APONTADA COMO UM DOS FATORES PARA A QUEDA DA COBERTURA VACINAL
Enquanto o País lida com surtos de sarampo, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou nesta semana um projeto que prevê a prisão de quem deixar de vacinar criança ou adolescente. A medida trata de uma mudança no Código Penal e precisa ainda passar pela Comissão de Constituição e Justiça, para depois ir ao plenário da Casa.
O texto, relatado pelo deputado Pedro Westphalen (PP-RS), acrescenta ao Código Penal o crime de omissão e oposição à vacinação. Para os responsáveis que se negarem ou se omitirem a vacinar a criança ou adolescente, sem justa causa, poderão sofrer detenção de um mês a um ano ou multa. Ainda de acordo com o projeto, incorre na mesma pena quem divulgar, propagar e disseminar, por qualquer meio, notícias falsas sobre as vacinas componentes de programas públicos de imunização.
“O sarampo é algo que me alertou. A doença se alastrou por todo o País, atingindo, principalmente, jovens. Minha geração tinha a poliomielite”, disse Westphalen.
O deputado disse que achou importante a inclusão do combate às Fake News. Essa mesma preocupação já fez a Organização Mundial da Saúde (OMS) convocar gigantes de tecnologia, como o Facebook e o YouTube, para participar de uma reunião com técnicos do órgão para buscar soluções para a disseminação de Fake News sobre o tema.
A desinformação sobre vacina tem sido apontada como um dos fatores para a queda da cobertura vacinal de alguns imunizantes no Brasil e no mundo, o que trouxe de volta surtos de doenças até então controladas, como o sarampo.
O Brasil finalizou na semana passada a segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra o sarampo do governo federal, que teve como alvo jovens na faixa de 20 a 29 anos. O Ministério da Saúde estima que 9,4 milhões de pessoas nesse recorte não estejam imunizadas ou tenham tomado só uma dose – são necessárias duas.
Na primeira fase, a campanha focou a vacinação de crianças de 6 meses a 4 anos, que têm mais riscos de complicações.
O deputado Westphalen quer continuar tratando sobre o tema e já pediu para ser o relator do projeto de lei na Comissão de Cidadania e Justiça. Ele também protocolou, na semana passada, outra medida que determina que o trabalhador terá de comprovar que está com as vacinas em dia ao ser contratado por um empregador.
4 de dezembro de 2019 às 18:24
4 de dezembro de 2019 às 18:24
11 CASOS FORAM REGISTRADOS NO RN EM 2019. FOTO: REPRODUÇÃO
O Boletim Epidemiológico divulgado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), registrou no Rio Grande do Norte, em 2019, a ocorrência de 11 casos notificados de microcefalia e/ou outras malformações relacionadas às infecções congênitas. Os dados inseridos no sistema até a Semana Epidemiológica 43, encerrada em 30/11/2019, mostram uma queda acentuada em relação aos anos anteriores.
No Rio Grande do Norte, desde 2014 até hoje foram notificados 557 casos suspeitos de microcefalia e/ou outras malformações relacionadas às infecções congênitas como Zika e STORCH (sífilis, toxoplasmose, rubéola, CMV ou HSV), sendo 4 referentes a nascimentos ocorridos em 2014, 339 em 2015, 153 em 2016 e 23 em 2017, além de 20 em 2018 e das 11 em 2019.
O aumento da prevalência dos casos de microcefalia foi evidenciado especialmente a partir do mês de setembro de 2014 (20,1 casos por 1.000 nascidos vivos).
Os casos notificados em todo o período estão distribuídos em 98 municípios do estado. Do total, 123 estão sob investigação, 166 foram confirmados, 4 foram inconclusivos, e 262 foram descartados e ainda existem 2 casos prováveis.
4 de dezembro de 2019 às 16:34
4 de dezembro de 2019 às 16:34
A UNIDADE ESTÁ LOCALIZADA NO CENTRO AVANÇADO DE ONCOLOGIA COM MAIS DE 250M2 DE ÁREA TOTAL
Sempre em busca do aperfeiçoamento no tratamento e em fornecer o acesso de novas terapias aos seus pacientes, a Liga Norte Riograndense Contra o Câncer inaugura no nesta sexta-feira, 6, a partir das 14h, seu novo Centro de Pesquisa Clínica. A unidade está localizada no Centro Avançado de Oncologia (CECAN) e, após quatro meses de obras, contará com mais de 250m2 de área total, com quatro consultórios, farmácia, setor de quimioterapia, sala de coleta de sangue, processamento de amostras, área administrativa e arquivo.
“O local é destinado ao atendimento de pacientes oncológicos que integram pesquisas clínicas conduzidas pela Liga. O novo espaço foi concebido com foco na segurança e conforto dos pacientes, além da otimização do trabalho assistencial. Teremos novos equipamentos, em um espaço mais estruturado e acolhedor, com capacidade de atendimento ampliada. Desta forma conseguiremos oferecer maior eficiência no serviço com ampla qualificação no atendimento”, disse a coordenadora de pesquisa clínica da LIGA, Patrícia Pascoto.
Com toda sua experiência acumulada ao longo desses 70 anos e sempre focada na conjugação de excelência técnica com o capital humano, sendo referência na democratização do atendimento e ao fácil acesso à medicina especializada, a Liga Contra o Câncer se dedica ao campo da pesquisa clínica há mais de 13 anos, já tendo realizado mais de 100 estudos das mais diferentes patologias.
A instituição e vem obtendo reconhecimento nacional e internacional. Em alguns projetos específicos, como nos estudos ligados ao câncer de próstata, pulmão e mieloma múltiplo, a Liga está entre os maiores recrutadores de casos do mundo, tendo pesquisas publicadas em periódicos indexados de alto fator de impacto, como no New England Journal of Medicine, jornal britânico conhecido como o principal periódico médico do mundo.
O setor de Pesquisa Clínica da Liga possui atualmente 42 trabalhos em andamento e outros já premiados internacionalmente, entre eles estudos com pesquisas voltadas para tratamento com imunoterapias, inclusive um dos maiores avanços em terapia sistêmica na atualidade; o estudo multicêntrico chamado Latitude, com participação de 38 países, que aborda o câncer de próstata metastático e que, depois de sete anos de muita pesquisa, após sua publicação rege condutas novas no tratamento do câncer de próstata e se reverte em beneficio para a sociedade.
“Atualmente, com base no número de pacientes recrutados e incluídos em estudos, estamos entre as três maiores instituições de pesquisa clínica no Brasil. Podemos afirmar, com tranquilidade, que os maiores pesquisadores clínicos do mundo, juntamente com a indústria farmacêutica, são parceiros da Liga. Mantemos pesquisas conjuntas com instituições de diversos países, entre eles as universidades de Oxford, na Inglaterra, e de Sorbonne na França. São estudos que possibilitam o acesso a novos tratamentos, todos de ponta no cenário mundial, que muitas vezes não são viabilizados pelos SUS”.
Sobre a Unidade
O Centro de Pesquisa Clínica da Liga Contra o Câncer (CPC – LIGA) é uma unidade de pesquisa clínica dedicada à investigação na área oncológica. Contando com uma equipe multidisciplinar, especializada e altamente qualificada, tendo como principal objetivo a atenção individualizada de cada paciente participante da pesquisa e um corpo de investigadores clínicos atuando em parceria técnico-cientifica regulamentada na área oncológica, desenvolve todas as etapas de um Estudo Clínico (viabilidade de Ensaio Clínico no centro, protocolo com submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa, seja como centro coordenador, ou centro participante, execução do estudo, gerenciamento de dados, monitorias, relatórios e finalização do estudo).
Com mais de 13 anos de experiência, o Centro de Pesquisa Clínica da LIGA apresenta infraestrutura, logística e suporte tecnológico que possibilitam conduzir estudos clínicos dentro de condições ideais, seguindo rigorosamente o manual de Boa Prática Clínicas (BPC) ou Good Clinical Practice (GCP), elaborado pela International Conference on Harmonisation of Technical Requirements for Registration of Pharmaceuticals for Human Use (ICH), além das diretrizes e normativas nacionais regulamentadas pelo Conselho Nacional de Saúde, pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária/Ministério da Saúde.
4 de dezembro de 2019 às 16:04
4 de dezembro de 2019 às 16:04
A CONSULTORIA FOI PRESTADA AO LONGO DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2019 COM OBJETIVO MELHORAR A PRODUTIVIDADE. FOTO: REPRODUÇÃO
Com o objetivo de melhorar os resultados do trabalho realizado, o Hospital João Machado recebeu uma consultoria por parte de uma turma de Engenharia da Produção da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Na sexta-feira, 6, das 8h30 às 16h30, a direção do hospital e servidores irão se reunir com os alunos e a professora responsável para discutir os resultados da implementação das ações de qualificação.
A consultoria foi prestada ao longo do segundo semestre de 2019, com foco nos processos e rotinas de trabalho, com vistas a melhorar a produtividade, eficácia e os resultados alcançados. Por exemplo, no laboratório da unidade hospitalar, foram desenvolvidas ações para um melhor controle e organização dos exames realizados. Também foi feita a informatização do almoxarifado do hospital e, no setor de limpeza, foram definidas estratégias de melhor controle no uso dos lençóis.
Segundo a diretora geral do João Machado, Leidiane Queiroz, “a consultoria foi de grande valor, pois reavaliamos os processos de trabalho e vimos como pequenas mudanças já trouxeram bons resultados. Além disso, o projeto contribuiu para a valorização do servidor e de seu trabalho”.
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