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Categoria: Saúde

Governo Federal autoriza reajuste de até 5,2% nos preços dos medicamentos

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Depois de suspender por dois meses, o governo federal autorizou nesta segunda-feira, dia 1º, reajuste de até 5,21% nos preços de medicamentos para 2020. O aval para o aumento foi publicado na noite de segunda em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU), em decisão da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e as empresas já podem aplicá-lo. “As empresas produtoras de medicamentos poderão ajustar os preços de seus medicamentos em 31 de maio de 2020, nos termos desta resolução”, diz o ato.

O reajuste dos preços dos remédios é definido pela CMED em março de cada ano, passando a valer a partir de 1º de abril. Neste ano, no entanto, governo e indústria farmacêutica fizeram um acordo para adiar a correção por 60 dias, dentro do conjunto de ações para atenuar os efeitos econômicos do novo coronavírus no País.

A suspensão do reajuste foi formalizada pela Medida Provisória 933/2020, editada no fim de março e que aguarda votação no Congresso. A Câmara deve votar a MP ainda esta semana.

Pela resolução da CMED publicada no Diário Oficial, o reajuste máximo permitido para este ano será aplicado em três faixas, de 5,21%, 4,22% e 3,23%, a depender do tipo de medicamento. O teto do aumento autorizado para 2020 é superior ao do ano passado, que foi de 4,33%, e ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 11 de março de 2020, que acumulou 4,01% no período entre março de 2019 e fevereiro de 2020.

R7

Tabagismo no Brasil cai 37,6% nos últimos 14 anos, revela pesquisa

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O Ministério da Saúde apresentou nessa sexta-feira (29) o resultado da pesquisa por telefone sobre doenças crônicas e fatores de risco (Vigitel 2019), que mapeou a ocorrência de doenças crônicas no país. A mais comum foi a hipertensão arterial, presente em 24,5% dos entrevistados. Desde 2006, o índice vem se mantendo estável. Nas pessoas com 65 anos ou mais, este diagnóstico chegou a 59,3% das pessoas.

A obesidade atingiu o maior percentual em 14 anos, de 20,3%. Em 2006, ele era de 11,8%. A faixa com maior prevalência desta condição foi de entre 45 e 54 anos (24,5%).

Já o tabagismo caiu neste mesmo período. Esse fator de risco saiu de 14,1% em 2006 para 9,8% em 2019, uma queda de 37,6% no período. Na faixa dos 45 aos 54 anos, o percentual atingiu seu maior patamar: 52%.

A diabetes foi identificada em 7,4% dos ouvidos. Em 2006, o índice era 5,5%, um aumento de 35% no período. A prevalência foi maior nas pessoas com 65 anos ou mais (23%) e na população de menor escolaridade (0 a 8 anos de estudo) (14,8%).

Vigitel covid-19

A Vigitel sobre a covid-19, que entrevistou duas mil pessoas entre 25 de abril e 5 de maio. Destas, 87,1% relataram ter saído de casa pelo menos uma semana. O índice foi maior no Sul, Sudeste e Centro-Oeste (89,6%) do que no Norte e Nordeste (82,3%). No recorte por idade, a prática foi mais comum entre faixas etárias abaixo de 50 anos (89,5%) do que acima desta idade (82,6%).

Os motivos mais informados para a saída de casa foram comprar alimentos (75,3%), trabalhar (45%), procurar serviço de saúde ou farmácia (42,1%), estar cansado de ficar em casa (20,5%), prestar ajuda a familiar ou amigo (20,2%).

A pesquisa também perguntou aos entrevistados os principais incômodos das pessoas. Os relatados foram dificuldade de dormir ou dormir mais do que de costume (41,7%), falta de apetite ou comendo demais (38,7%), sentir-se para baixo ou deprimido (32,6%) e sentir-se cansado ou com pouca energia (30,7%).

Em relação aos cuidados, as mulheres informaram higienizar mais as mãos frequentemente (88,6%) do que os homens (80,2%).

Agência Brasil

Unimed Natal se pronuncia sobre a recomendação de utilizar hidroxicloroquina, denunciada pelo médico Enildo Alves

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Após a repercussão da matéria publicada neste sábado por este blog, onde o médico Enildo Alves revela que planos de saúde em Natal retardam a internação de usuários para “economizar”, como também que o anúncio por parte da Unimed Natal de que está adotando a hidroxicloroquina em protocolo já no início dos sintomas, vem sendo criticado nos bastidores por médicos como o próprio Enildo Alves, a cooperativa emitiu Nota de Esclarecimento sobre o assunto:

NOTA

A Unimed Natal não interfere na conduta do médico que tem a liberdade de escolher e decidir, junto com o paciente, sobre a terapêutica a ser adotada em cada fase da doença.

A  cooperativa vai  apenas disponibilizar uma medicação,  em falta no mercado pela alta demanda,  para que, se esta for a terapêutica adotada, médico e paciente possam fazer suas escolhas.  A Unimed Natal não tem, na definição do novo fluxo de dispensação de medicamentos, nenhum viés impositivo ou de caráter político. A cooperativa busca o melhor para seus beneficiários e está, a todo momento, alinhando junto aos médicos e especialistas no assunto, viabilizar a melhor estratégia para o combate ao Coronavírus e assim, preservar o maior número possível de vidas.

Nos bastidores da medicina comenta-se que planos de saúde em Natal retardam a internação de usuários para “economizar”

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Aviso aos navegantes: diante dos altos custos de manter pacientes do novo coronavirus em UTI’s ou Semi-UTI’s, planos de saúde estão retardando ao máximo a internação de usuários que estejam com a doença em fase inicial. Segundo comenta-se em alguns círculos médicos, a tática é postergar a internação para manter o paciente em casa por mais tempo possível, já que uma internação de pelo menos 10 dias em uma semi-UTI custa cerca de R$ 50 mil, segundo calcula o médico Enildo Alves, um nome de referência na hematologia potiguar e professor da UFRN por 40 anos. 

“Tem que se dar um ‘basta’ nesses planos de saúde que não querem internar o doente para não gastar dinheiro. Pode citar que os planos de saúde de Natal,  de um modo geral, estão evitando internar para não ter custos financeiros altos. Quando os pacientes precisam ser internados, não são internados, e vão pra casa morrer. Inclusive a letalidade no mundo inteiro é de cerca de 1% e aqui no Brasil é em torno de 7%. a 10 %.  Por que morrem mais brasileiros? Porque não  são bem tratados”, desabafa. 

Semana passada, um natalense que contraiu o novo coronavirus, embora acompanhado por um médico amigo que lhe assistia, levou um “chá de cadeira”  das 19 horas até a meia noite, numa sala de espera do hospital Memorial,  para que um plano de saúde local autorizasse sua internação.

Mesmo doente, o cidadão só não voltou para casa por que o médico amigo que o acompanhava não permitiu. 

CLOROQUINA

Aliás, o anúncio por parte da Unimed Natal de que está adotando a hidroxicloroquina em protocolo já no início dos sintomas, vem sendo criticado nos bastidores por médicos como o próprio Enildo Alves. ““Parem de receitar Cloroquina. Isso é um crime!”, diz o médico.

Em conversa com o BLOG DO FM, Alves destaca que o medicamento, além de não ser comprovadamente  eficiente no combate ao novo coronavirus, provoca efeitos colaterais sérios na área cardíaca e pode levar até a cegueira. O médico lembra ainda que a Sociedade Brasileira de Cardiologia diz que não recomenda o uso do remédio.

 “Eu vi um paciente de 52 anos usar esse medicamento e 40 horas depois morrer de parada cardíaca no Giselda Trigueiro. Isso tem que ser proibido o quanto antes”, ressalta e revela que os hospitais Giselda Trigueiro e da Hapvida são  adeptos ao uso do medicamento.

“Existem outros medicamentos que podem ser utilizados para aliviar os sintomas. Como tamiflu, corticoide e remédios a base de zinco. Mas Cloroquina, não. Isso é um crime”, enfatiza.

AUMENTO DE CASOS

Enildo Alves também acredita que os casos de Coronavírus devem vão se multiplicar em Natal, podendo atingir até o final do próximo mês cerca de 70 por cento da população, já que o isolamento social está bem abaixo do patamar desejado.

“Um laboratório privado de Natal apresentou, em média, na última semana, 6 casos positivos para cada 10 exames realizados.

Ele destaca que é muito preocupante os números de casos de Coronavirus registrados no Rio Grande do Norte.  “Os casos vão pipocar”  adverte.

Mesmo com pandemia é possível dar à luz gêmeos com segurança em Guamaré

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Todo o planeta estava no meio de um “filme apocalíptico”, e no Hospital Manoel Lucas de Miranda de Guamaré acontecia nessa quarta-feira, 20, a segunda cesárea gemelar, a cirurgia número 4.237, após cinco anos de instalação do Centro Cirúrgico. Os dois bebês do sexo feminino, nasceram saudáveis, às 12h27.

Na terceira gestação, a mãe das recém-nascidas, Janaína Belarmino, de apenas 20 anos, residente no distrito de Baixa do Meio fez todo o pré-natal na rede do município e no parto foi assistida pela equipe formada pelas obstetras Maria Dalva e Luzinete Nascimento, com assistência do médico-anestesista, Ovídio Cabral, do médico pediatra, James Brito e do médico clínico-geral, Elison Freitas.

Inaugurado em 30 de janeiro de 2015, na gestão do ex-prefeito Hélio Miranda, quando o atual prefeito, Adriano Diógenes era Secretário Municipal de Saúde, equipado com duas salas, o Centro Cirúrgico do Hospital Manoel Lucas de Miranda atualmente em razão da pandemia da Covid-19 está funcionando apenas com partos cesáreos.

Secretário Municipal de Saúde, Fabrício Moraes, destaca que já são quase 5 mil cirurgias, sem intercorrências em Guamaré. “Temos uma equipe médica e de enfermagem preparada que tomou todos os cuidados para proteger a mãe e os bebês, diante da pandemia que estamos enfrentando”, destacou, lembrando que o nascimento das gêmeas foi o segundo parto cesárea gemelar realizado desde 2015 no município.

Nesse momento de pandemia, o Prefeito Adriano Diógenes tem assumido a liderança no Comitê de Enfrentamento à Pandemia da Covid-19, com medidas de sanitárias de controle e o apoio à população mais vulnerável. O Hospital Manoel Lucas de Miranda está passando por reforma e vai ganhar uma sala vermelha, reservada ao tratamento de pacientes em estabilização com o coronavírus.

2ª fase da terceira etapa de vacinação começa nesta segunda e segue até o dia 5

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Tem início nesta segunda-feira (18) e segue até o dia 5 de junho a segunda fase da terceira etapa da campanha de vacinação contra gripe (influenza). São contemplados os professores de escolas públicas e privadas e adultos acima entre 55 e 59 anos.

A intenção do Ministério da Saúde é vacinar 36,1 milhões de pessoas deste grupo, total que corresponde ao percentual de 90% deste público-alvo.

A terceira etapa iniciada em 11 de maio foi dividida entre duas fases. Na primeira foram imunizadas as crianças entre 6 meses e menores de 6 anos, grávidas, mães no pós-parto e pessoas com deficiências.

De acordo com o Ministério da Saúde, foram vacinados 60,5% do grupo prioritário nas duas etapas anteriores.

Agência Brasil

Covid-19: EUA fará estudo extenso para comprovar eficácia da hidroxicloroquina

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O Instituto Nacional da Saúde (NIH), órgão do Ministério da Saúde dos Estados Unidos, lançou um teste clínico extenso para avaliar a eficácia da combinação entre a hidroxicloroquina e o antibiótico azitromicina para evitar a hospitalização e mortes por Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus.

Estudos menores da China – e do Brasil, como no Piauí – sugerem que o tratamento alivia a infecção respiratória, diminuindo a letalidade da doença. No entanto, ao mesmo tempo, há pesquisas que apontam para nenhuma melhora após o uso da hidroxicloroquina e, até mesmo, que seu uso pode causar efeitos colaterais como parada cardíaca.

Hoje, a aplicação da hidroxicloroquina só pode ser feita em pacientes hospitalizados, para que haja acompanhamento médico de perto para efeitos colaterais.

Muitos testes clínicos estão sendo realizados ao redor do mundo, mas este novo é o maior até então: randômico, com 2 mil participantes em 30 locais diferentes dos Estados Unidos.

O doutor Davey Smith, um pesquisador virologista, chefe da área de Doenças Infecciosas e Saúde Pública Global da escola de medicina da Universidade de San Diego, na Califórnia, conduzirá o estudo.

Jovem Pan

Liga Contra o Câncer firma parceria com gigante global no combate ao Covid-19

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Sempre em busca do que há de melhor no diagnóstico, assistência, ensino e pesquisa, a Liga Contra o Câncer firmou importante parceria com a Elsevier, empresa global especializada em informações analíticas que contribui com instituições e profissionais para o progresso da assistência à saúde e da ciência, e uma das seis maiores empresas de publicação científica do mundo.

Através do convênio, a instituição passará a ter acesso total à plataforma ClinicalKey, um banco de dados projetado com conteúdo científico de ponta, que reúne vídeos, planos de cuidado, alertas clínicos e outras informações produzidas por profissionais especializados de todo o mundo com base nas mais recentes pesquisas e evidências, direcionados para as equipes médicas e de enfermagem publicados pela Elsevier.

A parceria ganha ainda mais relevância diante do momento de crise mundial fruto da pandemia de Covid-19, uma vez que os profissionais da instituição poderão se adaptar rapidamente às práticas mais recentes e permanecer na vanguarda para obter os melhores resultados possíveis.

“Com a parceria a Liga passa a ter acesso à maior biblioteca médica digital da Elservier, permitindo a atualização constante do nosso corpo clínico, da equipe multidisciplinar e de residentes. Servirá também de base para o desenvolvimento de novos projetos de pesquisa e será uma fonte sólida de informações científicas, ajudando nas decisões necessárias na nossa prática assistencial”, afirma Edilmar de Moura Santos, Coordenador de Ensino e Pesquisa da Liga.

A ferramenta usa como base os padrões mais recentes de atendimento, onde os dados sustentados por evidências determinam o diagnóstico, colaboram com a realização de planos de tratamento e apoiam os profissionais de saúde a tomar as melhores decisões possíveis, ajudando na prestação de um melhor atendimento com o fornecimento de respostas rápidas e críveis.

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