18 de março de 2026 às 04:06
18 de março de 2026 às 04:22
FOTO: DIVULGAÇÃO
A deputada federal Carla Dickson (PL-RN) fez duras críticas à decisão da governadora Fátima Bezerra de permanecer no cargo e desistir da disputa ao Senado. Em pronunciamento na Câmara nesta terça-feira (17), a parlamentar definiu como um “gesto de desespero e medo” diante do que chamou de fracasso administrativo do governo. Segundo a parlamentar, a permanência não se deve a compromisso com o povo, mas sim à falta de viabilidade política e eleitoral.
“Não é um gesto de amor ao Rio Grande do Norte. É um gesto de desespero. Ela não fica por zelo; ela fica porque o seu governo colapsou e seu partido fracassou. Fica porque não tem sucessor, porque seu próprio vice a abandonou e porque ela sabe que, se saísse agora, deixaria para trás um rastro de destruição que nem o PT conseguiria esconder nas urnas. E porque sabe que também teria uma derrota vergonhosa na eleição indireta para escolha do governador tampão.”, afirmou.
Durante o discurso, Carla Dickson apontou uma série de problemas estruturais da atual gestão, com destaque para a situação fiscal do estado. De acordo com a parlamentar, o Rio Grande do Norte pode encerrar 2026 com um déficit de até R$ 3 bilhões, podendo chegar a R$ 6 bilhões ao considerar dívidas acumuladas e restos a pagar. “O estado hoje gasta quase tudo o que arrecada para manter uma máquina inchada, sem conseguir investir em áreas essenciais”, criticou.
Na área da saúde, a deputada afirmou que a rede estadual enfrenta um “colapso contínuo”, citando falta de insumos, atrasos de pagamentos e superlotação hospitalar. Ela destacou a situação do Hospital Walfredo Gurgel como símbolo da crise e mencionou a paralisação de obras na Unidade de Cuidados Intermediários do Método Canguru do Hospital Santa Catarina, em Natal, o que, segundo ela, impacta diretamente o atendimento a bebês prematuros.
Carla Dickson também criticou a política educacional do governo estadual, afirmando que os investimentos anunciados não refletem a realidade das escolas. A parlamentar citou problemas estruturais, evasão escolar e destacou que o Rio Grande do Norte se mantém com os piores índices educacionais do Ideb no país.
Ao final, a deputada cobrou que a governadora utilize o restante do mandato para enfrentar os problemas do estado. “Já que decidiu ficar até o fim, que tenha a dignidade de resolver os problemas que criou. Que ela cumpra as promessas de duas campanhas e não deixe um estado ainda pior para o próximo governador.”, concluiu Carla.
18 de março de 2026 às 04:02
18 de março de 2026 às 04:40
FOTO: REPRODUÇÃO
O secretário estadual de Saúde, Alexandre Mota, convidou, nessa segunda-feira (16), prestadores de serviços da pasta, como cooperativas médicas, anestesiologistas, hospitais privados e empresas terceirizadas que fornecem atendimento médico ao governo do Estado, para pedir desculpas, pasmem, acreditem, para se desculpar pelo calote.
O valor devido pelo Estado a essas empresas gira em torno de R$ 100 milhões em atraso. Durante a reunião, o secretário pediu desculpas a todos os fornecedores e afirmou que não tem como cumprir o parcelamento acordado em 2025 e que também não conseguirá efetuar o pagamento referente ao mês de fevereiro de 2026.
Segundo relato de participantes, o secretário assumiu o compromisso de retomar os pagamentos apenas a partir de março deste ano.
Os fornecedores saíram da reunião surpresos com a situação, sem acreditar no que tinham ouvido. De acordo com relatos, eles ainda não sabem como irão cumprir suas próprias obrigações diante do cenário apresentado.
17 de março de 2026 às 16:51
17 de março de 2026 às 17:41
FOTO: PEDRO BRANDÃO
A governadora Fátima Bezerra (PT) anunciou, nesta terça-feira (17), que deixará sua pré-candidatura ao Senado e permanecerá como representante do Executivo até o fim do mandato, após pedido do presidente Lula.
“Agora, tenho coragem também de renunciar a uma disputa que era legítima, esperada, necessária – por tudo que estará em jogo no Senado federal a partir de 2027, com a ofensiva da extrema-direita contra a democracia – para seguir defendendo os interesses do povo do Rio Grande do Norte. Esse era o desejo de Lula, do PT e de parte expressiva do eleitorado como já constatado em pesquisas”, disse.
A decisão ocorre após o vice-governador, Walter Alves, informar que não iria assumir o cargo de governador caso Fátima fosse renunciar à função para disputar as eleições em outubro. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, para concorrer ao Senado, ela precisaria renunciar ao cargo de governadora até seis meses antes das eleições.
“Para viabilizar a candidatura ao Senado, era necessário que o vice assumisse o governo, mas ele rompeu o compromisso firmado em 2022, atendendo a interesses de uma velha elite que nunca aceitou um RN governado pelo povo”, completou a governadora.
A governadora descartou submeter o estado a uma eleição indireta na Assembleia Legislativa para escolher um governador-tampão, o que aconteceria se ela deixasse o cargo e seu vice não assumisse.
Ainda segundo Fátima, a ação foi um movimento articulado para tirar o PT da disputa ao Senado. A governadora ainda reforçou o nome do secretário de Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, para a disputa no Estado. Ela não revelou o nome para a disputa do Senado, mas reforçou que a candidatura será do PT.
A coragem sempre me acompanhou, desde quando migrei da Paraíba para estudar, até quando renunciei a reeleições, sem falsa modéstia, asseguradas para me lançar a desafios até então impossíveis para alguém de sobrenome comum e do povo. Nunca tive medo da disputa eleitoral pois sempre me coloquei a serviço de um projeto maior de nação e de sociedade, que é maior que minha própria vida.
Coragem para disputar o Senado, em 2014, colocando em xeque a única cadeira que o PT do RN tinha no Congresso Nacional. Coragem para renunciar à metade do mandato de senadora, em 2018, para disputar o governo do estado e assumi-lo em situação crítica e precária. Houve quem dissesse que eu não duraria um semestre na cadeira de governadora.
Agora, tenho coragem também de renunciar a uma disputa que era legítima, esperada, necessária – por tudo que estará em jogo no senado federal a partir de 2027, com a ofensiva da extrema-direita contra a democracia – para seguir defendendo os interesses do povo do Rio Grande do Norte. Esse era o desejo de Lula, do PT e de parte expressiva do eleitorado como já constatado em pesquisas.
O que distingue mulheres e homens dos meninos é a maturidade, a seriedade, a ética e o compromisso público. Nunca me guiei por oportunismo ou interesse próprio. Minha vida sempre esteve a serviço de melhorar a vida do povo e para isso trabalhei como deputada estadual, deputada federal, senadora e governadora.
Não há cargo no senado que valha minha coerência, meus valores, minha honradez e meu compromisso com o Rio Grande do Norte.
Os mais de um milhão de votos que recebemos quando fui reeleita governadora serão honrados por mim até o último dia de mandato. A coragem e, repito, o compromisso, em primeiro lugar com o povo potiguar, me mandam agora ficar e garantir a construção do hospital metropolitano, a duplicação da BR 304, a concretização das obras da transposição do Rio São Francisco. Evitar qualquer retrocesso e garantir novas conquistas.
Eu jamais esquecerei como peguei o Rio Grande do Norte: servidores sem salários, fugas e rebeliões nos presídios, policiais dependendo de doação de cestas básicas. Esse foi o Estado que herdamos e para o qual não temos o direito de retroceder. O RN hoje não deve aos servidores, tem estradas recuperadas, segurança reconhecida e valorizada.
Hoje, no RN, temos o dobro de escolas em tempo integral e profissionalizantes, inclusive uma rede de novos IERNs – O IF potiguar; temos saúde em todas as regiões do estado, dispensando os deslocamentos para Natal para exames e cirurgias; temos novas delegacias da mulher, mulheres sem barreiras para entrar na PM, patrulha Maria da Penha ampliada e um combate firme ao feminicídio.
Temos outro estado, meu querido povo potiguar.
E eu tenho um amor imenso por essa terra, por nossa gente, por cada cantinho desse Rio Grande que passou a ter Norte, esperança e um futuro promissor. Esse amor me faz ficar, numa decisão que não é pequena nem qualquer. Não ter vaidade nos ajuda a ter sobriedade mesmo frente às injustiças.
Para viabilizar a candidatura ao Senado, era necessário que o vice assumisse o governo, mas ele rompeu o compromisso firmado em 2022, atendendo a interesses de uma velha elite que nunca aceitou um RN governado pelo povo. São escolhas e motivações que o tempo há de esclarecer e que o impediram de assumir a tarefa mais honrosa que um cidadão pode ter: governar o Estado.
Um movimento articulado para tirar o PT do Senado.
Não vão conseguir. Ao longo desses anos, muitas Fátimas se forjaram na luta política e social e seguirão ocupando, cada vez mais, os espaços de poder. Eles tentaram nos enterrar, mas não sabiam que éramos sementes. O RN vai florescer com Cadu governador, com o PT no senado, ao lado dos aliados do campo popular e democrático, e com Luis Inácio Lula da Silva presidente!
17 de março de 2026 às 16:12
17 de março de 2026 às 16:12
FOTO: DIVULGAÇÃO
Kelps é pré-candidato a deputado federal e tem estudado os problemas do Rio Grande do Norte. Uma de suas grandes preocupações é o risco de colapso da aposentadoria estadual.
A previdência só piorou nos últimos anos e nenhum gatilho de solução foi acionado.
Por isso, Kelps espera que o futuro governador do RN, seja quem for, não fuja do problema das aposentadorias. O afastamento do novo mandatário deste tema será uma tragédia para o Estado.
Para Kelps, é melhor começar a discutir o problema agora do que esperar a insolvência e correr o risco do cidadão chegar no dia do pagamento e não receber o dinheiro porque o instituto de previdência do Estado quebrou.
Kelps foi três vezes deputado estadual, é advogado e tem pós-graduação e mestrado na área pública. Na visão dele, o maior problema do Rio Grande é, de longe, o da previdência.
“O problema do RN é grave. Somos uma economia extremamente dependente da renda dos aposentados e estamos vulneráveis caso a previdência atrase pagamentos por períodos prolongados”.
No sistema de previdência do Estado, o número de servidores ativos já é menor do que os inativos e, por isso, a matemática não fecha. Não há servidores suficientes trabalhando para sustentar os aposentados e o Estado tem que complementar todos os meses o rombo da previdência.
Kelps gravou um vídeo sobre o tema da previdência. Assista – https://www.instagram.com/p/DRkhak-EcNc/
17 de março de 2026 às 16:09
17 de março de 2026 às 16:09
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Em Sessão Solene realizada na tarde desta terça-feira, 17, na Assembleia Legislativa do RN, o deputado estadual Tomba Farias (PL) prestou homenagem aos 90 anos do Rotary Club de Natal, destacando a contribuição histórica da instituição para ações sociais, educacionais e de saúde na capital potiguar e em todo o estado.
Em pronunciamento, o parlamentar ressaltou que a trajetória do clube é marcada pelo compromisso com o serviço voluntário e pela promoção do bem comum. Segundo ele, ao longo de quase um século, o Rotary consolidou-se como uma das entidades mais atuantes no apoio a iniciativas voltadas à cidadania e à solidariedade.
O deputado também lembrou que o movimento rotário teve origem em 1905, na cidade de Chicago, fundado pelo advogado Paul Harris. Atualmente, a organização reúne mais de 1,2 milhão de voluntários em diversos países, entre líderes comunitários, profissionais e empresários que atuam em projetos humanitários.
Fundado em 10 de março de 1936, o Rotary Club de Natal é o primeiro clube rotário do Rio Grande do Norte e um dos pioneiros do país. A criação da entidade contou com articulação do então governador do Distrito 172, Armando de Arruda Pereira, que solicitou ao presidente do Rotary Club de João Pessoa, Mateus de Oliveira, apoio para a fundação do clube na capital potiguar. O primeiro presidente da instituição foi o engenheiro e ex-prefeito de Natal Omar Grant O’Grady.
Tomba Farias destacou ainda que o Rotary Club de Natal teve papel relevante em diversas iniciativas sociais ao longo de sua história. Entre elas, citou a criação da Escola Rotary, campanhas de combate à paralisia infantil e doações de equipamentos hospitalares, como um craniótomo destinado ao Hospital Infantil Varela Santiago.
O parlamentar também mencionou o apoio da instituição à Casa da Criança de Natal e a projetos voltados para crianças, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade social, além de programas de intercâmbio para jovens.
Na ocasião, o Tomba Farias parabenizou a atual presidente do clube, Cândida Amália Aragão de Lima, bem como os integrantes da diretoria, ex-presidentes e associados que contribuíram para a construção da história da instituição.
A presidente rotariana, por sua vez, destacou que a homenagem recebida significa honrar e reconhecer o valor de homens e mulheres que estão hoje como associados ativos do Rotary Club de Natal. “Expresso nossa imensa gratidão a esta Casa Legislativa, em especial ao deputado Tomba Farias, pela iniciativa da proposição desta homenagem”, ressaltou.
Na Sessão Solene também foram homenageados os seguintes rotarianos: Adriane Araújo de Oliveira, Alberto Mattioli Neto, Aldanira Ramalho Pereira Souto Barreto, Cândida Amália Aragão de Lima, Genival Dias de Melo, Manoel Etelvino de Medeiros, Marina Pereira Souto Barreto Nogueira, Rogélia Carmen Ferreira de Souza, Rosa Magda dos Santos, Sidney Gurgel, Zita de Souza Rocha, Antônio de Araújo Tavares, Edgard Ramalho Dantas, João Vilmar de Azevedo, José Aníbal Mesquita Barbalho, Liana Batista de Melo, Manoel Enéas Dias, Maria da Conceição Rebouças Duarte Tavares, Maria Josineide Barbosa e Lopes, Paulo Hilson Malveira Junior, Pedro Avelino Neto, Vera Lucia Packard, Arnaldo Neto Gaspar, Alínio Cunha de Azevedo (in memoriam) e Omar Grant O’Grady (in memorian).
17 de março de 2026 às 11:59
17 de março de 2026 às 12:08
FOTO: DIVULGAÇÃO
O deputado federal General Girão (PL) criticou a postura do ministro Guilherme Boulos, durante entrevista concedida ao programa “12 em Ponto”, da Rádio 98 FM, na última sexta-feira, em Natal.
O parlamentar disse ser digna de repúdio repúdio à conduta do ministro do presidente Lula da Silva, que, ao ser confrontado com informações públicas sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, elevou o tom, acusou jornalistas de mentirem e tentou desqualificar o trabalho da imprensa durante a entrevista.
Para o deputado, a atitude representa um desrespeito à liberdade de imprensa, que classificou como um dos pilares do Estado Democrático de Direito. Ele afirmou que o papel do jornalista é questionar, confrontar e informar a população com base em fatos.
Girão também avaliou que reações com intimidação verbal, interrupções e tentativas de desacreditar as jornalistas Anna Karina Castro, Ana Ruth Dantas e Andreia Freitas, ultrapassam o limite do debate político e atingem o direito da sociedade informação.
17 de março de 2026 às 10:45
17 de março de 2026 às 08:38
FOTO: MAYANE LINS
O deputado estadual Kleber Rodrigues (PP) afirmou que a governadora Fátima Bezerra (PT) só deve deixar o cargo para disputar o Senado em 2026 se houver segurança política sobre o desfecho de uma eventual eleição indireta na Assembleia Legislativa.
A avaliação foi feita durante entrevista ao programa Repórter 98, da 98FM Natal, ao comentar as discussões sobre uma possível vacância simultânea dos cargos de governador e vice-governador no Rio Grande do Norte.
Segundo o parlamentar, atualmente nenhum dos grupos políticos possui maioria consolidada na Assembleia para definir sozinho o resultado de uma eventual eleição indireta.
“Hoje existe o grupo da governadora que não tem o quantitativo necessário de votos, existe o grupo da oposição que também não tem e existe o grupo do pré-candidato Allyson que também não tem. Ou alguém vai se entender ou não vai dar em nada”, afirmou.
Questionado sobre o que faria se estivesse no lugar da governadora, Kleber afirmou que só deixaria o cargo caso tivesse certeza do desfecho político da sucessão.
“Só se eu tivesse a certeza. Se eu não tivesse a certeza, com certeza não”, declarou.
Na avaliação do deputado, abrir mão do mandato sem garantia de continuidade política seria um movimento arriscado.
“Arriscar sem uma segurança é deixar uma continuidade no governo. Eu acho que o governo não vai arriscar se não tiver essa segurança”, disse.
Apesar da repercussão do tema no meio político, Kleber afirmou que dentro da Assembleia Legislativa o assunto ainda não domina as conversas entre os parlamentares.
De acordo com ele, neste momento os deputados estão concentrados principalmente na montagem das nominatas partidárias para as eleições de 2026.
“Hoje o assunto na Assembleia é a formação de nominata. É isso que está sendo discutido”, afirmou.
O deputado também negou que esteja conduzindo negociações com o governo para construir um acordo político em torno da eventual eleição indireta.
Segundo ele, qualquer decisão nesse sentido será tomada de forma coletiva dentro do grupo político ao qual pertence.
“Eu sou uma pessoa de grupo. Em nenhum momento houve essa delegação para que eu conduzisse esse entendimento”, afirmou.
Mesmo assim, Kleber ressaltou que mantém uma relação respeitosa com a governadora e afirmou que, caso Fátima Bezerra seja candidata ao Senado, pretende apoiá-la na disputa.
17 de março de 2026 às 10:44
17 de março de 2026 às 12:48
FOTO: DIVULGAÇÃO
O deputado estadual Tomba Farias (PL) apresentou uma moção de repúdio na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte contra o ministro deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP), ministro da Secretaria-Geral do governo Lula da Silva, em razão de sua postura durante entrevista concedida à 98 FM Natal, na última sexta-feira (13), em Natal, quando agrediu verbalmente e tentou intimidar as jornalistas Anna Karina Castro, Anna Ruth Dantas e Andreia Freitas.
As profissionais de imprensa foram chamadas de “mentirosas” pelo ministro de Lula, que elevou o tom de voz, adotando uma postura agressiva ao responder questionamentos feitos por jornalistas durante a entrevista.
Tomba Farias, que é líder do PL no Legislativo potiguar, criticou ainda o que chamou de “silêncio” de parlamentares da esquerda, principalmente da ala feminista do PT, que sempre “fazem barulho” quando entendem que mulheres petistas são atacadas.
O deputado afirma que o episódio gerou repercussão e indignação por envolver confronto verbal com profissionais da imprensa no exercício da função. Ele também ressaltou que a liberdade de imprensa é um dos pilares da democracia e que o respeito aos jornalistas deve orientar a atuação de agentes públicos.
“O ataque pessoal a mulheres jornalistas, no exercício de suas funções, reveste-se de gravidade adicional, exigindo uma postura firme desta Casa em defesa do respeito e da isonomia no tratamento entre autoridades e imprensa”, enfatizou.
O líder do PL ressaltou que o desagravo público é um instrumento voltado a restabelecer a dignidade de quem foi ofendido no exercício de sua profissão. “Ao acolher esta moção, esta Assembleia afirma que as jornalistas não estão sós e que a agressão sofrida por elas é uma agressão a todo o corpo social que depende da informação livre”, finaliza.
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