22 de dezembro de 2025 às 09:00
22 de dezembro de 2025 às 06:55
FOTO: VINICIUS SCHMIDT
O Congresso Nacional encerrou os trabalhos legislativos de 2025 na sexta-feira (19), antes do prazo oficial, previsto para 23 de dezembro. O último ato foi a aprovação do Orçamento de 2026, que projeta superávit de R$ 34,5 bilhões e reserva R$ 61 bilhões para emendas parlamentares no próximo ano. Apesar do saldo positivo na pauta econômica, o clima político não fechou o ano em harmonia.
A relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), segue estremecida desde a escolha do novo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Lula optou por Jorge Messias, enquanto Alcolumbre defendia o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). A tensão aumentou quando o senador adiou para 2026 a sabatina de Messias na CCJ, afastando ainda mais os dois.
O adiamento, por outro lado, deu mais tempo ao indicado de Lula para articular votos. No plenário, Messias precisará do apoio mínimo de 41 dos 81 senadores. A votação é considerada imprevisível, especialmente após o termômetro da recondução de Paulo Gonet à PGR, que obteve apenas quatro votos acima do necessário.
Além do impasse em torno do STF, outro ponto de atrito foi a pressa de Alcolumbre em pautar o PL da Dosimetria, que altera critérios de penas relacionadas aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro e pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para avançar a agenda econômica, Jaques Wagner (PT-BA) fechou um acordo de procedimento em torno da proposta. Lula afirmou não ter sido avisado sobre o movimento, o que reforçou o clima de distanciamento político que marcou o fim do ano.
22 de dezembro de 2025 às 08:30
22 de dezembro de 2025 às 08:38
FOTO: BLOG JARBAS ROCHA
O vice-governador do Rio Grande do Norte, Walter Alves (MDB) assumiu que disputará uma vaga ao cargo de deputado estadual caso não assuma o governo em 2026. O posicionamento foi dado em declaração durante cumprimento de agenda em Angicos.
Questionado sobre uma possível ida para o Tribunal de Contas do Estado (TCE), que já foi apontado como um possível destino para Alves após cumprir seu período como governador, ele classificou o assunto como “especulação”.
“Na verdade, o Tribunal de Contas é especulação. Na verdade o que nós vamos (fazer) é ouvir o nosso partido no sentido de assumir o governo ou não. Não assumindo o governo, serei candidato a deputado estadual”, disse Walter, em entrevista ao repórter Jarbas Rocha.
Walter reafirmou que seu lugar entre os candidatos ao cargo reforça o desejo da legenda em formar uma nominata forte para as eleições. Ele também citou, como retrospecto, o governo realizado por seu pai, o ex-governador Garibaldi Alves.
Aliança com Allyson
As articulações que envolvem o MDB e o grupo político do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, foi outro assunto levado a Walter Alves. Quanto a isso, ele afirmou que qualquer movimento de apoio a candidatos em 2026 será realizado de forma integrada com o partido.
“Vamos conversar com o nosso partido e escutar qual é o sentimento do partido deseja, que o MDB apoia para governador do Estado”, afirmou.
22 de dezembro de 2025 às 04:08
21 de dezembro de 2025 às 18:33
FOTO: MARCOS OLIVEIRA
O secretário-geral do PL, senador Rogério Marinho (RN), afirmou que a vitória da direita no Chile e a construção de uma “superbancada” no Senado serão fatores decisivos para eleger Flávio Bolsonaro presidente em 2026. Segundo ele, a direita pode chegar fragmentada ao primeiro turno, mas deve repetir o modelo chileno e se unir na etapa final para derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar tem atuado diretamente nas articulações estaduais para ampliar o palanque do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Com informações do Estadão.
Marinho também sustenta que a recente tentativa do ministro Gilmar Mendes, do STF, de restringir impeachment de magistrados fortalece o projeto do PL de ampliar sua presença no Congresso. Para o senador, há uma necessidade de “redefinir o papel dos Poderes” e conter o que classifica como interferência judicial nas prerrogativas do Legislativo. O avanço de discursos anti-STF, segundo ele, faz parte da estratégia eleitoral da direita para 2026.
O senador defendeu ainda que a construção de candidaturas fortes para o Senado deve caminhar junto com o projeto presidencial, ressaltando que a formação dessa superbase legislativa seria essencial para sustentar um eventual governo de Flávio Bolsonaro. Rogério Marinho também confirmou que Eduardo Bolsonaro participará da campanha e que o PL busca uma chapa ampla com apoio de diferentes setores da direita — incluindo nomes como Ricardo Nunes e Pablo Marçal.
Questionado sobre disputas regionais e impasses em estados como Ceará e Distrito Federal, Marinho afirmou que o partido segue avaliando alianças e que eventuais pausas fazem parte do processo. Em relação ao PL da Dosimetria — aprovado por ampla maioria no Congresso — disse acreditar na derrubada de um possível veto presidencial. O senador reforçou que a oposição votará contra Jorge Messias ao STF e negou qualquer vinculação entre negociações legislativas e indicação ao Supremo.
20 de dezembro de 2025 às 05:26
20 de dezembro de 2025 às 05:26
FOTO: FRANCISCO DE ASSIS
A Câmara Municipal de Natal aprovou nesta semana o Projeto de Lei nº 761/2025, de autoria do vereador Aldo Clemente (PSDB), que institui regras de conduta para torcedores e medidas de segurança em competições desportivas infantojuvenis não profissionais e em jogos escolares promovidos por instituições de ensino ou pelo Poder Público no Município. A matéria segue agora para sanção do prefeito Paulinho Freire (União).
O texto regulamenta, pela primeira vez no âmbito municipal, normas para assegurar que torneios escolares, campeonatos comunitários e competições de base ocorram em ambiente seguro, organizado e adequado ao desenvolvimento social e educacional de crianças e adolescentes.
Entre as proibições, estão o ingresso de bebidas alcoólicas e substâncias ilícitas, a entrada de objetos perigosos, manifestações ofensivas ou discriminatórias, cânticos preconceituosos, arremesso de objetos, violência física e invasão de áreas restritas aos atletas. As penalidades poderão ser aplicadas de forma imediata pelas organizações, incluindo advertência, retirada do local, apreensão de materiais proibidos e bloqueio de acesso a partidas futuras.
O projeto também autoriza a criação do Cadastro de Infratores de Eventos Desportivos (Ciede), que permitirá registrar torcedores que descumprirem a lei, com validade de até dois anos e total conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As competições deverão contar com seguranças identificados, assegurando a integridade de atletas e do público.
Para o vereador Aldo Clemente, autor da proposta, a aprovação representa um avanço importante na proteção das famílias e dos jovens atletas que participam do esporte de base.
“O esporte forma, educa e transforma. Mas, para isso, precisa ocorrer em um ambiente seguro. Este projeto nasce da realidade das nossas quadras e campos comunitários, atendendo ao apelo de pais, professores, dirigentes e árbitros que querem proteger nossas crianças e adolescentes. Nossa missão é prevenir conflitos, promover boas práticas e garantir que o esporte siga sendo um espaço de inclusão e cidadania”, afirmou.
O parlamentar ressaltou o caráter preventivo da proposição: “Não buscamos punir, e sim orientar. Regras claras fortalecem a convivência, a segurança e o espírito esportivo. Com este projeto, Natal avança na construção de ambientes esportivos mais responsáveis e acolhedores.”
Com a aprovação do substitutivo, o Município passa a dispor de um marco regulatório próprio para competições não profissionais, alinhado à proteção à infância, à segurança urbana e ao direito ao esporte e ao lazer. O texto segue agora para sanção do Executivo Municipal.
20 de dezembro de 2025 às 05:24
20 de dezembro de 2025 às 05:24
FOTO: FRANCISCO DE ASSIS
Novos elementos surgidos ao longo da semana derrubam a recente acusação apresentada pelo vereador Subtenente Eliabe (PL) contra a vereadora Brisa Bracchi (PT). Na última quarta-feira 17, o vereador do PL anunciou no plenário da Câmara de Natal que protocolaria uma denúncia contra a parlamentar do PT por quebra de decoro. Segundo ele, Brisa deveria ser processada na Comissão de Ética da Câmara por supostamente ter agredido uma mulher durante uma briga no município de Tibau do Sul em 5 de dezembro.
“A vereadora ora denunciada se envolveu em um grave episódio de agressão física contra a cidadã Raquel de Carvalho Silva. O regimento interno desta Casa atribui ao Conselho de Ética a competência para processar e julgar atos que atentem contra a dignidade, a moralidade e o respeito exigido do mandato eletivo”, afirmou Eliabe.
O vereador fez a acusação baseado em um boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil por Raquel de Carvalho Silva.
Na mesma sessão, Brisa reagiu. Ela negou envolvimento em briga e disse que, em 5 de dezembro, estava em Natal. “Vossa excelência vai ter que provar na Justiça, seu mentiroso, seu calunioso, seu fascista”, declarou Brisa, acusando Eliabe de ter orientado no registro do BO.
A prática imputada por Brisa a Eliabe pode caracterizar o crime de “denunciação caluniosa”, que é acusar falsamente alguém de um crime para que ele sofra investigação ou processo, ou o crime de “falsa comunicação de crime”, que é provocar a autoridade sobre um crime que você sabe não ter ocorrido.
Novos elementos
No dia da suposta confusão em Tibau do Sul, Brisa esteve pela manhã na Câmara Municipal de Natal, onde inclusive foi notificada do novo processo de cassação que a Câmara abriu contra ela. À tarde, a petista participou de reunião com o secretário municipal de Turismo, Sanclair Solon. Ela juntou fotos das duas agendas.
Brisa também apresentou nota fiscal de abastecimento do seu veículo em um posto de combustíveis da capital. O documento foi emitido às 14h58 daquele dia, reforçando que a vereadora permaneceu em Natal ao longo de todo o dia.
Na quinta-feira 18, dia seguinte à acusação de Eliabe, Brisa Bracchi foi à sede da Delegacia Geral de Polícia (Degepol), em Natal, para registrar um boletim de ocorrência contra Raquel de Carvalho Silva. A vereadora juntou provas que demonstram que, ao longo de todo o dia 5 deste mês, esteve em Natal, cumprindo agendas oficiais do mandato, o que inviabilizaria sua presença na localidade em que ocorreu o incidente.
“Vamos adotar todas as medidas legais cabíveis porque, infelizmente, o nível de perseguição está escancarado e extrapolou todos os limites. Trata-se de uma acusação mentirosa, que fere a minha honra e atinge a minha família. Isso é muito grave e não ficará impune”, afirmou a vereadora.
Ela também anunciou que processaria Eliabe pela acusação infundada.
Briga aconteceu, mas não envolveu Brisa
Apuração do repórter Emerson Medeiros, da rádio Clube FM, aponta que de fato houve uma briga entre duas mulheres em Tibau do Sul, mas que a agressora não foi Brisa, e sim uma pessoa que tem semelhança física com a vereadora.
“Quem agrediu foi uma moça chamada Alice”, afirmou o repórter. Emerson Medeiros afirmou que a verdadeira mulher que se envolveu na confusão está em viagem, mas garantiu que irá prestar depoimento à Polícia Civil.
A apuração aponta ainda que Brisa teria sido envolvida no episódio porque sua mãe é gestora de uma biblioteca social em Tibau do Sul. Raquel teria entrado em contato com a mãe da vereadora de forma provocativa e, em seguida, ido até seu local de trabalho. No boletim de ocorrência registrado pela mãe de Brisa, consta a informação de que Raquel teria, inclusive, agredido uma criança durante a confusão.
Um dos elementos centrais do equívoco, segundo a investigação jornalística, é a semelhança física entre Alice e a vereadora Brisa Bracchi. O repórter Emerson Medeiros tem fotografias de Alice e atesta que ela “lembra fisicamente a vereadora”. Ainda assim, Raquel teria insistido que a pessoa envolvida na briga era Brisa e, a partir dessa convicção, procurou o vereador subtenente Eliabe.
19 de dezembro de 2025 às 18:03
19 de dezembro de 2025 às 18:03
FOTO: DIVULGAÇÃO
A deputada federal Carla Dickson aparece em posição de destaque na disputa pela reeleição, segundo pesquisa de intenção de votos divulgada pelo Instituto Data Recta em parceria com o blog do jornalista Marcus Aragão. O levantamento, realizado em Natal, coloca a parlamentar na quinta colocação geral entre os nomes citados para a Câmara Federal, sendo a segunda mulher mais lembrada pelos eleitores para as eleições de 2026.
A pesquisa foi realizada nos dias 27, 28 e 29 de novembro, ouvindo 1.212 eleitores da capital potiguar. O estudo possui margem de erro de 2,83 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, retratando com precisão o atual cenário eleitoral entre os natalenses.
Em pouco mais de um ano de mandato, Carla Dickson tem se destacado pelo trabalho desenvolvido em favor do Rio Grande do Norte, com atuação firme especialmente na área da saúde. O mandato tem priorizado ações voltadas às pessoas neurodivergentes, fortalecendo políticas públicas de inclusão, diagnóstico precoce e acolhimento às famílias atípicas.
Para 2026, a deputada destinou cerca de R$ 30 milhões em emendas parlamentares para a construção de Centros de Referência do Autismo em diversas regiões do estado, ampliando o acesso a serviços especializados e garantindo mais dignidade às famílias que mais precisam.
Carla Dickson recebeu com alegria e gratidão o reconhecimento do povo natalense refletido na pesquisa. Para a parlamentar, o resultado confirma que o trabalho sério e comprometido está sendo percebido pela população. “Esse reconhecimento nos enche de alegria e aumenta ainda mais a nossa responsabilidade. Essa pesquisa nos dá mais gás para continuar fazendo pelo povo do nosso estado, com ainda mais dedicação e amor pelo Rio Grande do Norte”, afirmou.
A deputada reforçou que seguirá trabalhando com firmeza, presença e compromisso, mantendo o foco em ações que transformem a vida dos potiguares e fortaleçam o desenvolvimento do estado.
Pesquisa Data Recta aponta liderança de Carla Dickson entre eleitores de Natal na disputa pela reeleição
19 de dezembro de 2025 às 12:00
19 de dezembro de 2025 às 17:43
FOTO: DIVULGAÇÃO
Nesta quarta-feira (17), o Senado Federal aprovou o chamado Projeto de Lei da Dosimetria (PL 2.162/2023), que altera regras de cálculo e cumprimento de penas no ordenamento penal brasileiro. A proposta, aprovada por 48 votos a favor, 25 contrários e uma abstenção, agora segue para sanção presidencial, com expectativa de veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e pode beneficiar diretamente condenados por crimes ligados aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros envolvidos no julgamento do STF por tentativa de golpe de Estado. Dos três senadores do Rio Grande do Norte, só o voto de Styvenson Valentim fugiu ao costumaz combate “à bandidagem” que ele defende.
A senadora Zenaide Maia (PSD), vice-líder do governo Lula no Senado, votou contra o PL da Dosimetria, alinhada aos parlamentares que defendem a manutenção de penas rigorosas para crimes contra a democracia e veem no projeto um enfraquecimento do sistema de punição para ataques institucionais. A posição dela se insere no bloco de oposição à redução de penas como forma de proteção a figuras centrais do bolsonarismo.
Em mensagem enviada ao Diário do RN, Zenaide reafirmou seu compromisso com a democracia: “A Democracia é inegociável. A Democracia não tem partido e nem cor”, justificando seu voto como um defensor dos princípios democráticos e contra qualquer medida que possa enfraquecê-los através de remissões ou reduções de pena.
O senador Rogério Marinho (PL) votou a favor da aprovação do PL da Dosimetria, seguindo a orientação da oposição no Senado, da qual é o líder. Dentro do bloco que compõe a oposição, o projeto é defendido como um passo rumo a uma “justiça proporcional”, além de ser visto por aliados como uma resposta ao que chamam de “excessos” nas condenações do processo do 8 de janeiro.
Marinho, secretário-geral do PL, é um dos nomes mais próximos do bolsonarismo. Em discursos no Senado, ele argumentou que a proposta é uma forma de “virar a página” e “corrigir injustiças”, chegando a defender que o 8 de janeiro foi usado para “tentar tirar o maior líder político da história recente do Brasil”, em referência a Bolsonaro.
A posição de Rogério, portanto, reflete não apenas uma lógica jurídica de redução de penas, mas também uma estratégia política de suporte às lideranças do campo oposicionista e ao entorno do bolsonarismo, que vê no projeto um benefício direto a um de seus principais nomes.
Já o senador Styvenson Valentim (PSDB) também votou a favor do PL da Dosimetria, alinhando-se em plenário aos defensores da redução de penas. Isso chama atenção, sobretudo quando se considera seu histórico público como ex-policial militar conhecido pelo rigor na coordenação da Lei Seca no Rio Grande do Norte e pela postura crítica a crimes e criminalidade.
Styvenson ganhou reputação por críticas duras a práticas criminosas e posturas rígidas de aplicação da lei, em redes sociais e manifestações públicas ao longo de seu mandato. Dado isso, seu voto favorável ao projeto, que a oposição crítica vê como alívio penal para envolvidos em crimes contra a democracia e potencialmente para o ex-presidente Bolsonaro, gera questionamentos sobre a coerência entre sua trajetória de política de tolerância zero ao crime e sua posição no caso.
Até o fechamento da matéria, Styvenson não havia respondido ao Diário do RN para explicar a mudança de postura ou justificar seu voto nas circunstâncias atuais.
O projeto modifica dispositivos do Código Penal e da Lei de Execução Penal para recalcular penas aplicadas a quem participou de episódios como o ataque às sedes dos Três Poderes em Brasília.
Especificamente, ele impede a soma cumulativa de penas quando múltiplos crimes são praticados no contexto de um mesmo ato golpista, reduzindo o tempo final de pena, e também facilita a progressão de regime ao prever a possibilidade de progressão após o cumprimento de um sexto da pena total, desde que haja bom comportamento.
O próximo passo é a sanção ou veto do presidente Lula, que já indicou nos últimos dias a intenção de vetar dispositivos que possam aliviar penas de líderes de movimentos antidemocráticos, como Bolsonaro. Caso o veto seja rejeitado pelo Congresso, o projeto pode se tornar lei com ainda maiores impactos no sistema penal brasileiro.
19 de dezembro de 2025 às 04:07
18 de dezembro de 2025 às 17:02
FOTO: BRUNO SPADA
A pesquisa feita pelo Atlas Intel/Bloomberg apontou o Deputado Federal Nikolas Ferreira (PL-MG) como o político mais bem avaliado do Brasil. Os dados foram divulgados nesta quinta (18).
O levantamento foi feito entre os dias 10 e 15 de dezembro, por meio do método de Recrutamento Digital Aleatório.
Ao todo, foram 18.154 entrevistados. A margem de erro é de um ponto e o nível de confiança é de 95%.
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