3 de janeiro de 2026 às 04:09
2 de janeiro de 2026 às 16:40
FOTO: DIVULGAÇÃO
Em comunicado nas redes sociais nesta sexta-feira (02), o ativista, influenciador e comunicador Ivan anunciou o lançamento de sua pré-candidatura a deputado estadual do Rio Grande do Norte. Na publicação, Ivan Baron, apresenta uma proposta política voltada à inclusão social, à defesa do equilíbrio democrático e ao enfrentamento dos extremismos que têm defendido nos últimos anos.
Com atuação reconhecida na defesa dos direitos das pessoas com deficiência, o influenciador ganhou projeção ao participar da cerimônia de posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 1º de janeiro de 2023, quando subiu a rampa do Palácio do Planalto ao lado do chefe do Executivo. No entanto, o comunicador afirma que sua pré-candidatura busca ir além desse episódio simbólico e está relacionada à necessidade de renovação da política potiguar, com maior representatividade no Legislativo estadual.
“Quero levar para a Assembleia Legislativa do RN uma política que una, não que divida. A inclusão precisa sair do discurso e virar prática, com políticas públicas que funcionem para todas as pessoas, especialmente para quem sempre ficou à margem, pessoas com deficiência!”, destaca Ivan.
O pré-candidato também confirmou que irá se filiar ao Partido Verde (PV) no próximo dia 17 de janeiro, durante um evento oficial da sigla no estado. A programação inclui ainda a filiação do deputado estadual Dr. Bernardo, reunindo dirigentes partidários, militantes e apoiadores. O encontro deve marcar um momento de reorganização e fortalecimento do PV no Rio Grande do Norte.
“O Partido Verde dialoga com valores que eu carrego: justiça social, inclusão, sustentabilidade e equilíbrio. Foi uma escolha certa que fiz ao lado do Presidente Estadual Rivaldo Fernandes e espero que minha possível candidatura seja de fato competitiva.”, afirma Ivan.
Ivan Baron destaca que sua trajetória pessoal e profissional fundamenta a decisão de disputar um mandato eletivo. Pessoa com deficiência, ele atua há anos na produção de conteúdo e em ações de conscientização, com alcance nacional por meio das redes sociais, palestras, campanhas educativas e participação em espaços institucionais. A proposta, segundo ele, é levar essa experiência para o debate legislativo, com foco em políticas públicas voltadas à inclusão e à cidadania.
2 de janeiro de 2026 às 13:00
2 de janeiro de 2026 às 06:41
FOTO: KAYO MAGALHÃES
A proximidade das eleições de 2026 deve influenciar diretamente as negociações pelo comando das comissões permanentes da Câmara dos Deputados. Com um calendário legislativo mais curto e foco crescente nas campanhas, parlamentares passam a disputar espaços de maior visibilidade política, capazes de projetar pautas e fortalecer discursos eleitorais.
Com a retomada dos trabalhos em fevereiro, as primeiras semanas serão marcadas por intensas articulações para a definição dos presidentes dos colegiados. A escolha segue a proporcionalidade das bancadas, o que garante às maiores siglas prioridade na ocupação dos cargos. Ao todo, são 30 comissões permanentes, cuja instalação, no ano passado, levou mais de um mês devido a acordos herdados da gestão de Arthur Lira e da eleição de Hugo Motta para a presidência da Casa.
O comando dessas comissões é estratégico porque permite controlar a pauta, acelerar ou travar projetos e até impulsionar convocações de ministros. As maiores disputas costumam envolver a CCJ e colegiados ligados a áreas sensíveis ao governo, além da CMO, que neste ano será presidida por um deputado. Paralelamente, a Câmara tenta avançar em temas de forte apelo eleitoral, como segurança pública, com a PEC da Segurança e o projeto Antifacção, que podem ir direto ao plenário.
Outro movimento esperado para o início do ano legislativo é a troca de lideranças partidárias. O PT terá Pedro Uczai no lugar de Lindbergh Farias, enquanto o PSB será comandado por Jonas Donizetti. Na oposição, o PL já confirmou Cabo Gilberto Silva como líder. Algumas siglas, como União Brasil e PL, optaram por manter seus atuais comandos, em meio a um cenário de reorganização política que antecede a disputa eleitoral.
2 de janeiro de 2026 às 08:30
2 de janeiro de 2026 às 06:06
FOTO: IGO ESTRELA
Em 2026, ano eleitoral no Brasil, 18 dos 27 governadores do país não podem concorrer à reeleição, por já estarem no segundo mandato. Apenas em nove estados os chefes do Executivo estadual poderão disputar novamente o cargo que ocupam.
Sem possibilidade de reeleição, muitos deles miram o Senado como alternativa para continuarem na vida pública. O rito é comum entre políticos brasileiros que deixaram postos de governador.
Alguns deles já anunciaram pré-candidaturas, outros ainda calculam a rota e fazem articulações com os seus partidos. Mesmo aqueles que ainda não confirmaram a intenção de concorrer a uma vaga na Casa Alta aparecem nas pesquisas em destaque entre a preferência dos eleitores.
A decisão precisa ser tomada ainda no primeiro semestre, já que governadores que pretendem disputar um cargo diferente do que já ocupam precisam se desincompatibilizar do posto até abril de 2026 — seis meses antes do pleito.
Nas eleições de 2026 serão disputadas 54 das 81 cadeiras do Senado — uma renovação de dois terços das cadeiras, com dois novos senadores por estado.
31 de dezembro de 2025 às 08:30
31 de dezembro de 2025 às 08:58
FOTO: JOSÉ ALDENIR
Pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026, o senador Rogério Marinho (PL-RN) mergulhou nas articulações em torno da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. O político potiguar tem sido peça-chave na construção do nome da direita que quer bater de frente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa de 2026.
Este cenário tem levado a especulações sobre a manutenção ou não da pré-candidatura de Rogério Marinho ao Governo do RN em 2026. A continuidade do projeto no Estado poderia conflitar com as atribuições políticas em âmbito nacional. Oficialmente, o senador nega que tenha desistido de disputar o governo potiguar, mas nos bastidores um nome já aparece como opção para representar o grupo político na disputa estadual de 2026: o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias.
Líder da oposição no Senado, secretário-geral do PL e nome de confiança da família Bolsonaro, Marinho tem atuado, na prática, como coordenador da pré-campanha, articulando alianças, formando palanques estaduais e participando da estratégia de fortalecimento da bancada do partido no Congresso.
Na semana passada, a CNN Brasil divulgou que o ex-ministro do Desenvolvimento Regional na gestão passada já é tratado nos bastidores de Brasília como “homem forte” da campanha de Flávio. O senador potiguar já teria iniciado, inclusive, a elaboração do plano de governo do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Rogério Marinho ainda tem mais quatro anos de mandato de senador pela frente. Então, ele tem essa tranquilidade: não precisa pensar na própria campanha para ajudar Flávio Bolsonaro”, afirmou a âncora Débora Bergamasco, citando análise de fontes da pré-campanha. Outro elemento que pesa a favor do senador potiguar é o fato de ele ser do Nordeste, região onde o bolsonarismo tem maior dificuldade de penetração.
Em uma entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo no último dia 21, Rogério admitiu a participação na construção da pré-candidatura presidencial. “Neste primeiro momento, nós estamos ajudando o nosso candidato a presidente nesse trabalho interno. Não só de contatos, mas também de formação de palanques em cada Estado, com partidos que convergem conosco”, enfatizou o senador.
Falando em nome da pré-campanha, ele ainda mencionou a estratégia desenhada: “Estamos fazendo um trabalho para tentar ampliar o espectro de partidos que estarão junto conosco na largada do primeiro turno. A ideia é que quem (passar para o segundo turno) receberá o apoio de todos (os outros candidatos da direita).”
Ele ainda mencionou a necessidade, segundo ele, de formar uma bancada forte no Congresso para “evitar que um poder, como é o caso do Judiciário, invada a prerrogativa do Parlamento Brasileiro de uma forma absolutamente banalizada e isso seja encarada como natural.”
Em uma visita ao pai na prisão no último dia 9, o próprio Flávio Bolsonaro falou do papel de Rogério na sua candidatura. “O Rogério Marinho é uma pessoa que vai estar muito do meu lado ainda mais a partir de agora”, declarou o senador fluminense.
Nos bastidores de Brasília, Rogério também é frequentemente citado como um provável candidato à presidência do Senado na próxima legislatura, especialmente se o presidente da República for Flávio.
Nos bastidores da política potiguar, a avaliação é que o mergulho de Marinho na campanha de Flávio Bolsonaro abre espaço para uma reorganização da direita local. Um dos nomes que ganham força nesse cenário é o do ex-prefeito de Natal Álvaro Dias, que poderia emergir como candidato ao governo do Estado com o aval do campo conservador.
O ex-prefeito de Natal está filiado ao Republicanos, mas já admitiu publicamente a possibilidade de migrar para o PL, em um entendimento com Rogério. “Se houver necessidade, e se for um desejo de todos os que compõem esse grupo, nós podemos analisar”, disse Álvaro à TV AGORA RN no início deste mês.
O ex-prefeito de Natal também já falou publicamente sobre a projeção nacional de Rogério Marinho.
“Rogério, hoje, é uma das figuras de expressão nacional aqui do Estado do Rio Grande do Norte. Então, é uma pessoa que tem muito relevo dentro do contexto da política estadual e nacional. Rogério é um nome para disputar o Governo, é um nome para disputar uma eleição como candidato a vice-presidente da República, é um nome para permanecer no Senado e pensar em disputar a presidência do Senado, como ele já fez, como ele já tentou”, declarou o ex-prefeito em uma entrevista à rádio Clube em setembro.
Álvaro Dias tem registrado em suas entrevistas que integra um grupo político que estará unido em 2026. Esse grupo é formado por ele, Rogério Marinho e também pelo senador Styvenson Valentim (PSDB) e pelo prefeito de Natal, Paulinho Freire.
“Eu, Rogério, Styvenson e Paulinho Freire vamos estar juntos nessa próxima eleição. Não haverá dissensão, não haverá divergência, não haverá ruptura nesse grupo. Nós temos um acordo de caminhar juntos e vamos caminhar juntos. Não haverá rompimento”, enfatizou o ex-prefeito.
Segundo ele, as decisões sobre quem será o candidato só serão tomadas “no final de fevereiro ou começo de março”, quando os partidos discutirão qual configuração maximiza as chances do bloco oposicionista.
Questionado sobre a possibilidade de o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), integrar o mesmo grupo político, Álvaro disse que vê espaço para diálogo: “Eu acredito que há possibilidade de ele vir a fazer parte desse grande grupo de oposição”.
Para isso, porém, “todo mundo tem de estar desarmado” e disposto a priorizar decisões coletivas.
31 de dezembro de 2025 às 05:27
31 de dezembro de 2025 às 05:27
FOTO: DIVULGAÇÃP
Com apenas um ano de trabalho, a deputada federal Carla Dickson (União-RN) vem se destacando por sua atuação na Câmara dos Deputados. Dados oficiais da Casa colocam a parlamentar como a deputada federal mais atuante do Rio Grande do Norte, líder em produtividade da bancada potiguar e entre as parlamentares mais atuantes do país.
Integrante da Comissão Nacional dos Direitos da Pessoa com Autismo, Carla Dickson teve uma atuação fortemente marcada por ações permanentes voltadas às famílias atípicas, com iniciativas de inclusão, acolhimento e conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Entre os principais destaques estão as Imersões em Autismo, realizadas em ins…
31 de dezembro de 2025 às 04:05
30 de dezembro de 2025 às 15:55
FOTO: MARCOS OLIVEIRA
Sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o Partido Liberal (PL) finalizará o ano de 2025 como a maior bancada do Senado, com 15 das 81 cadeiras. Em razão de trocas partidárias no decorrer de 2025, a legenda ultrapassou o Partido Social Democrático (PSD), que hoje possui 14 representantes na Casa Legislativa.
A liderança é importante porque, em 2026, direita e esquerda terão como missão ganhar mais espaço no Senado especialmente devido à competência da Casa para julgar impeachments de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). É necessária uma maioria de 41 votos para a destituição de magistrados. Nestas eleições de 2026, será possível renovar 2/3 da Casa.
Presidido por Valdemar Costa Neto, o PL ultrapassou o PSD após algumas mudanças partidárias, incluindo a posse da senadora Eudócia Caldas (PL-AL), que assumiu a vaga de Rodrigo Cunha (Podemos-AL) após o parlamentar se tornar vice-prefeito de Maceió. Além disso, a senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) se desfiliou do PSD e migrou para o Partido Progressistas por discordar da ideia da sigla de se fundir com o PSDB.
Além de ser maioria no Senado, o PL também lidera na Câmara. No decorrer do ano de 2025, houve nove baixas, entretanto a sigla, que iniciou o ano com 93 parlamentares, fechou o ano com 86 deputados, número suficiente para se manter como a maior bancada da Casa.
30 de dezembro de 2025 às 17:22
30 de dezembro de 2025 às 17:22
FOTO: REPRODUÇÃO
O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União), afirmou nesta terça-feira 30 que o edital da licitação do transporte público da capital potiguar será publicado em até 20 dias. O documento encontra-se em fase de revisão final na Procuradoria Geral do Município (PGM) e, segundo o prefeito, todo o processo está sendo conduzido com foco em segurança jurídica, transparência e controle externo.
De acordo com Paulinho, a expectativa da gestão é que, até outubro de 2026, as empresas vencedoras da concorrência já estejam operando o sistema de transporte coletivo em Natal. “É um desejo antigo da população. O usuário precisa de um transporte melhor, mas também é fundamental garantir segurança jurídica tanto para a prefeitura quanto para as empresas”, afirmou, em entrevista à rádio 96 FM.
Acompanhamento de órgãos de controle
O prefeito destacou que o edital foi construído em parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) e que todo o processo licitatório será acompanhado por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RN), Ministério Público, Tribunal de Justiça e Câmara Municipal de Natal. “Queremos uma licitação com lisura e transparência”, disse.
Segundo ele, o transporte público urbano enfrenta uma crise generalizada no País. “O transporte público está quebrado e sucateado no Brasil inteiro, com exceção de São Paulo”, afirmou, ao defender uma maior participação do governo federal no financiamento do setor, especialmente em cidades com mais de 1,2 milhão de habitantes.
Comissão especial de licitação
Paralelamente à finalização do edital, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) iniciou a formação de uma comissão especial de licitação para conduzir o processo. A secretária Jódia Melo informou que a comissão será composta por servidores públicos e contará com observadores externos, com o objetivo de reforçar a transparência.
A criação da comissão está prevista na Lei Federal nº 14.133/2021, que rege as licitações e contratos administrativos, sendo adotada em processos considerados mais complexos e sensíveis. Foram convidados como observadores representantes do TCE, do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), da OAB-RN, do Conselho Municipal de Transporte e Mobilidade Urbana (CMTMU) e da Câmara Municipal.
Após a definição dos nomes, a composição da comissão será submetida à análise final da PGM. Só então o edital será publicado, abrindo oficialmente a fase de concorrência pública.
Novas regras para o transporte
Com a licitação, o sistema de transporte público de Natal passará a operar sob contrato formal de concessão, substituindo o atual modelo, no qual empresas atuam por meio de autorizações precárias.
A concessão estabelecerá obrigações claras para as operadoras, além de definir a forma de remuneração pelo serviço. A licitação do transporte é considerada uma das principais metas da atual gestão municipal.
Natal nunca realizou uma licitação definitiva para o sistema de transporte público. Em 2017, a Prefeitura chegou a lançar dois editais, em janeiro e abril, mas nenhuma empresa demonstrou interesse, alegando condições desfavoráveis. Desde então, o município vem tentando reformular o modelo para torná-lo mais atrativo.
Em novembro de 2023, a Prefeitura contratou uma consultoria da Associação Nacional do Transporte Público (ANTP), que auxiliou na elaboração do texto atual. A minuta passou pela análise do TCE, que sugeriu ajustes, especialmente nas áreas econômica e financeira, antes de retornar à STTU.
Em outubro deste ano, o prefeito enviou à Câmara Municipal projetos de lei considerados essenciais para viabilizar a licitação, incluindo a criação de subsídio público para reduzir o valor da tarifa e a prorrogação da isenção do ISS para as empresas de ônibus. As propostas foram aprovadas e sancionadas.
Contrato, frota e intervalos
De acordo com informações antecipadas pela STTU, o contrato de concessão deverá ter duração de 15 anos e prever intervalos médios de 12 minutos entre as viagens. Para minimizar o impacto da tarifa sobre os usuários, o edital incluirá fontes de receita extratarifária, que irão compor o Fundo Municipal do Transporte.
Também está previsto um período de transição para a implementação de investimentos, como a renovação da frota. Atualmente, a idade média dos ônibus em circulação é de quase 11 anos, com limite máximo de 12 anos. A meta da gestão é reduzir essa média para seis anos.
30 de dezembro de 2025 às 15:45
30 de dezembro de 2025 às 14:42
FOTO: REPRODUÇÃO
O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União), afirmou nesta terça-feira 30 que vai “lutar até o final” para que a oposição lance apenas uma candidatura nas eleições de 2026 para o Governo do Estado. Ele declarou, porém, que, se isso não for possível, terá de se posicionar no pleito e antecipou que não ficará contra o grupo que lhe apoiou em 2024.
Atualmente, a oposição estadual caminha para estar dividida em dois palanques nas eleições de 2026. Um grupo é liderado pelo prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União), e outro é composto pelos senadores Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB) e também pelo ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos). Paulinho é mais próximo politicamente desse segundo grupo.
“Vou lutar até o final para que a gente possa sair unido. Se não sair, eu vou ter que me posicionar. E não posso ficar contra quem me ajudou: Rogério, Álvaro, Styvenson. Isso é muito claro. Eu sempre fiz política dessa maneira: com lealdade. Se hoje eu estou como prefeito, é por conta disso, porque eu consegui juntar um grupo, por ser uma pessoa que passou confiança a esse grupo de que não ia trair. E vou continuar com a minha característica, que é ser leal a quem sempre foi leal comigo”, afirmou o prefeito, à rádio 96 FM.
“Se não conseguir (unir), que se converse para, num possível segundo turno, esse grupo estar unido, desde que eles não se enfrentem”, emendou o prefeito.
Paulinho, no entanto, ainda disse ter confiança de que toda a oposição estará unida. “Tenho defendido que a gente faça a união, para que a gente possa sair com muita força. Isso foi um dos segredos da minha eleição aqui em Natal”, disse o prefeito, lembrando de sua vitória em 2024.
O prefeito de Natal reforçou, porém, que é improvável que todos os interesses sejam conciliados. “Infelizmente, talvez, e praticamente, isso não vai dar certo. E eu tenho que me posicionar. Claro que eu tenho que levar em conta aqueles que me ajudaram, que estiveram comigo, na minha eleição”, declarou.
Paulinho minimizou a divergência evidente que ele tem com o comando do próprio partido, o União Brasil, que tem a pré-candidatura de Allyson Bezerra. “Eu quero deixar claro que não existe crise entre Paulinho e o (ex-)senador José Agripino. Todo mundo sabe da estima e amizade que eu tenho com o (ex-)senador. Ele viajou e, quando ele retornar, vamos nos reunir para tomarmos decisões”, acrescentou.
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