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Categoria: Política

Prefeita Nilda reúne vereadores e aliados políticos para declarar apoio a Kelps Lima para deputado federal

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A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, reuniu nesta semana vereadores da base aliada e secretários municipais para um encontro político que marcou o anúncio do apoio do seu grupo ao projeto do ex-deputado estadual Kelps Lima como pré-candidato a deputado federal nas eleições deste ano.

O encontro contou com a presença de nove vereadores, além de praticamente todo o secretariado municipal e várias lideranças políticas. Estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal, vereador César Maia, e os vereadores Chicão, Léo Lima, Eder, Marquinhos da CLIMEP, Eurico do Japão, Irani Guedes, Binho de Ambrósio e Wolney, além das vereadoras Rhalessa e Rafaela de Nilda

Durante a reunião, a prefeita destacou a relação política construída com Kelps ao longo dos últimos anos e a importância de Parnamirim ter uma representação forte na Câmara dos Deputados.

“Kelps é um companheiro de caminhada desde antes da nossa eleição. Ele esteve ao nosso lado em momentos importantes e foi fundamental na construção da vitória que tivemos em Parnamirim. Ter alguém em Brasília que coloque nossa cidade em primeiro lugar é muito importante para o futuro do município”, afirmou Nilda.

Kelps Lima agradeceu a confiança da prefeita e do grupo político e reforçou que Parnamirim continuará sendo prioridade em sua atuação política.

“Parnamirim sempre foi prioridade política nas minhas ações e continuará sendo prioridade absoluta no meu mandato como deputado federal. Tenho um compromisso profundo com esta cidade e com as pessoas que acreditam nesse projeto”, declarou.

O presidente da Câmara Municipal, vereador César Maia, também manifestou apoio ao projeto político.

“Estamos juntos com a prefeita Nilda e com Kelps nessa caminhada. Vamos percorrer todas as casas de Parnamirim para apresentar esse projeto e fortalecer essa união em favor da cidade”, disse.

A reunião evidenciou a mobilização do grupo político da prefeita Nilda em torno do projeto eleitoral deste ano. Para aliados presentes no encontro, o momento demonstra a força da articulação política da gestora e o início de um movimento de organização do grupo para mais um desafio eleitoral em Parnamirim.

Vereadores de Natal conseguem carta de anuência para deixar União Brasil

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A medida nacional que veda aos diretórios estaduais a autorização do União Brasil aos vereadores dos seus quadros que pretendam disputar em outubro por outros partidos ganhou uma brecha no Rio Grande do Norte. Articulações de Paulinho Freire (UB), junto a Antônio Rueda, presidente nacional da sigla, garantiram a anuência dos vereadores de Natal para a mudança partidária sem risco de perda de mandato.

De acordo com informações de bastidores obtidas pelo Diário do RN, a articulação atende ao projeto do grupo da direita, do qual Paulinho Freire faz parte, e beneficia a secretária de Assistência Social de Natal, vereadora Nina Souza (UB). Vereadora licenciada, Nina já anunciou que pretende disputar uma vaga na Câmara Federal na nominata do PL. Além de Nina, o projeto deve auxiliar a composição da nominata do Republicanos, sob comando de Ezequiel Ferreira.

Hoje (10), o prefeito Paulinho Freire deverá conversar com o presidente estadual do União Brasil, José Agripino, sobre o assunto.

A ideia é que os vereadores sigam Paulinho e possam integrar o projeto da direita, cuja articulação vem sendo elaborada em conjunto entre o prefeito de Natal, o senador Rogério Marinho (PL), Styvenson Valentim (PSDB) e Álvaro Dias (Republicanos), pré-candidato ao Governo do RN.

Neste fim de semana, o grupo se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa e avançou na possibilidade de Ezequiel assumir o comando do Republicanos no Estado e integrar formalmente a aliança que se articula para o pleito de 2026.

O movimento ocorre em meio à reorganização partidária do grupo. Álvaro Dias deve deixar o Republicanos para disputar o Governo do Estado pelo PL, partido de Rogério, mantendo-se dentro do mesmo campo político. Com a saída do ex-prefeito da legenda, abre-se espaço para que Ezequiel passe a conduzir o Republicanos no Rio Grande do Norte.

Além da definição partidária, as conversas também avançaram na formação das nominatas proporcionais para a disputa da Assembleia Legislativa e da Câmara Federal. De acordo com interlocutores ouvidos pelo Diário do RN, Ezequiel já trabalha na estruturação da chapa do Republicanos para deputado estadual.

Além dele, entre os nomes citados nas conversas para compor as nominatas estão o presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome (PP), além de Cristiane Dantas (SD), Taveira Júnior (UB), Ivanilson Oliveira (UB) e Gustavo Soares, que conversam sobre seguir Ezequiel para a nova sigla.

A atuação de Paulinho Freire junto à direção nacional do União Brasil é estratégica para o projeto.

Com a anuência da direção nacional, os vereadores poderão migrar para outras legendas e participar da formação das nominatas do grupo aliado.

Entre os nomes citados nesse movimento estão os vereadores Robson Carvalho e Camila Araújo, que podem reforçar a nominata em construção. Eriko Jácome, atualmente filiado ao PP, partido que integra federação com o União Brasil, deve compor a nominata com ou sem anuência do partido onde está atualmente.

Diário do RN

Henrique Alves confirma retorno ao MDB: “Cicatrizei uma ferida aberta”

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O ex-deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, confirmou ao Diário do RN seu retorno ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), legenda que marcou sua trajetória política por mais de cinco décadas. A filiação, segundo ele, foi formalizada diretamente pela Executiva Nacional do partido.

A decisão, afirmou Henrique, foi fruto de uma reflexão pessoal. “Eu comigo mesmo. Meu coração convencendo minha consciência. Diálogo do bem. E cicatrizei uma ferida aberta”, disse, ao lembrar a saída do partido que sempre considerou sua casa política. A saída de Henrique aconteceu em 2022, após desentendimentos com o primo Walter Alves (MDB), que acabara de assumir a presidência do partido.

A filiação foi realizada pela direção nacional do partido, mecanismo previsto no estatuto para quadros de expressão política. O próprio ex-parlamentar confirmou ao Diário do RN que o processo ocorreu dessa forma. “Se deu no nacional”, resumiu.

Henrique explicou que o retorno ocorre sem ressentimentos e com a intenção de retomar uma relação histórica com a sigla.

Questionado sobre a convivência com o atual presidente estadual do MDB, o deputado federal Walter Alves, Henrique disse que o retorno não tem caráter de disputa interna e que pretende manter um ambiente de diálogo. Ele também relatou que tem conversado com o ex-senador Garibaldi Alves Filho, seu histórico parceiro de vida política, nos últimos dias.

“Natural. Sou um homem de paz. Aprendi na luta o diálogo como caminho. Tenho falado com Garibaldi todos esses últimos dias”, disse.

Há algumas semanas, Henrique fez duras críticas a Walter na ocasião da decisão de rompimento do vice-governador com Fátima Bezerra (PT). Para ele, a abordagem representa comportamento democrático. ““Apenas registrei comportamentos diferentes. Eu cumpriria meu dever com o RN e com o MDB. O natural. Sem ódio e sem medo”, afirmou.

Apesar da volta ao partido, Henrique reiterou que é afastada a possibilidade de disputar o comando da legenda no Estado. Após 44 anos de mandato na Câmara dos Deputados e 11 eleições consecutivas como deputado federal, ele diz considerar sua trajetória política encerrada.

“Já presidi por muitos anos e repassei para Garibaldi. Na política, torcedor sempre de camisa verde, honrando uma história de esperanças. Política partidária e eleitoral já fiz muito. Foram 44 anos com 11 mandatos, líder do MDB por seis anos com 82 deputados, presidente da Câmara, ministro do Turismo em dois governos. Missão cumprida”, afirmou.

O ex-deputado complementou que, neste momento, pretende acompanhar a política apenas como observador. “Serei apenas um exigente torcedor de arquibancada. Que vença a melhor proposta para o nosso Estado”, declarou.

Mesmo assim, opinou sobre o ambiente político atual. Questionado se iria seguir a decisão partidária de aliança com o centro, Henrique fez um apelo por mais respeito e menos radicalização e destacou que a democracia e o diálogo devem orientar a vida pública.

“Radicalismo, de direita e de esquerda, acho que nosso povo não quer ver nem ouvir. Respeito é bom e o RN gosta. Que todos consigam o diálogo como a receita do bem. Viva a democracia, forma e essência de viver”, concluiu, sem maiores detalhes.

Henrique Alves deixou o MDB em 2022, após divergências internas com a direção estadual do partido, liderada por Walter Alves. À época, o ex-parlamentar relatou que a decisão foi dolorosa após mais de meio século de filiação.

Durante sua trajetória no MDB, Henrique acumulou 11 mandatos consecutivos como deputado federal pelo Rio Grande do Norte e chegou à presidência da Câmara dos Deputados, além de integrar a executiva nacional do partido por cerca de 40 anos.

Após deixar o MDB, ele se filiou ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) em 2022, legenda da qual se desfiliou em fevereiro deste ano. Na ocasião, agradeceu publicamente ao vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, pela convivência política.

O retorno ao MDB foi anunciado também nas redes sociais por meio de um vídeo publicado pelo próprio Henrique, no qual relembra o início de sua trajetória política e reafirma a ligação histórica com a legenda fundada sob a inspiração de lideranças como Ulysses Guimarães.

O Diário do RN buscou conversar com Garibaldi Alves Filho e com Walter Alves sobre o retorno de Henrique, mas não obteve retorno até o fechamento da edição.

Diário do RN

Allyson Bezerra é alvo de denúncia no TCE sobre fraude em licitação da Saúde

FOTO: REPRODUÇÃO

O prefeito Allyson Bezerra (UB) enfrenta nova polêmica sobre licitação da saúde. Ele é alvo de denúncia apresentada ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) por suposta irregularidade no Pregão Eletrônico nº 07/2025. O processo tinha como objetivo a contratação de serviços de engenharia clínica e manutenção de equipamentos médico-hospitalares da Secretaria Municipal de Saúde.

A denúncia foi feita pela empresa TM Soluções Integradas EIRELI, que acusa o processo de favorecer a empresa STIBIO Soluções Tecnológicas Biomédicas Ltda. De acordo com a representação, diversas concorrentes, incluindo a própria denunciante, foram desclassificadas repetidamente sob alegações de falhas em documentos e planilhas não previstas no edital, o que configuraria, segundo a empresa, excesso de formalismo, tecnicidade e possível direcionamento da licitação.

Na denúncia, o autor pede que o Tribunal de Contas receba e analise o caso e que seja concedida uma medida cautelar para suspender a licitação e qualquer contrato decorrente dela, evitando possíveis prejuízos aos cofres públicos. O documento também solicita que, se as irregularidades forem confirmadas, o pregão eletrônico nº 07/2025 da Secretaria de Saúde de Mossoró seja cancelado. Além disso, pede a punição do prefeito e dos membros da Comissão Permanente de Licitação, caso fique comprovado direcionamento no processo, e que o caso seja encaminhado ao Ministério Público e ao Gaeco para apuração de possíveis responsabilidades criminais.

Em despacho de 28 de janeiro de 2026, o conselheiro Antonio Gilberto de Oliveira Jales reconheceu que a denúncia atende aos requisitos formais e determinou o envio do processo para análise técnica preliminar da Diretoria de Controle de Contas de Gestão e Execução da Despesa Pública do TCE.

O caso ainda está em fase inicial de apuração e não há decisão sobre irregularidades.
Dentre medidas possíveis, o Tribunal poderá determinar suspensão cautelar do pregão e do contrato, evitando prejuízos ao erário enquanto a apuração é realizada.

Casos como este podem comprometer a transparência e a competitividade do processo licitatório, além de gerar desgaste político para a nova administração. Caso as irregularidades sejam confirmadas, o pregão pode ser cancelado, e o prefeito e membros da Comissão de Licitação podem responder administrativa e criminalmente.

Mederi

Em 27 de janeiro de 2026, o prefeito de Mossoró foi alvo de operação da Polícia Federal em sua residência, assim como outros prefeitos e proprietários de empresas com contratos de licitação da Saúde. A Operação Mederi, deflagrada pela PF e pela Controladoria-Geral da União, investiga um suposto esquema de corrupção envolvendo contratos de fornecimento de medicamentos para a rede pública de saúde em municípios do Rio Grande do Norte.

As principais suspeitas apontadas pela investigação são a de que o prefeito teria recebido 15% de propina sobre valores pagos pela Prefeitura de Mossoró a empresas fornecedoras de medicamentos, especialmente a distribuidora Dismed. Com base nos pagamentos realizados entre 2022 e 2025, os investigadores estimam que o valor poderia ultrapassar R$ 2,2 milhões.

Além disso, a operação investiga irregularidades em processos licitatórios e na execução de contratos para fornecimento de medicamentos e insumos hospitalares. Há suspeita de direcionamento de contratos, pagamentos irregulares e entrega parcial de produtos; ainda há o esquema de divisão de propinas e uso de contas “laranja” para movimentar dinheiro, afirmam os documentos.

Diário do RN

Senado tem assinaturas necessárias para abrir CPI contra Toffoli e Moraes com apoio de Flávio, Rogério, Styvenson e Moro

FOTO: AGÊNCIA SENADO

O senador Alessandro Vieira (MDB) informou nesta segunda-feira (9/3) que colheu as assinaturas necessárias para instaurar uma CPI a fim de investigar a conduta dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso do Banco Master.

Segundo informou o portal Metrópoles, Vieira apresentou um requerimento na última sexta-feira (6/3) para abertura da comissão. Nesta segunda, o parlamentar anunciou que havia colhido as 27 assinaturas necessárias para dar início ao processo de abertura da CPI.

“Vamos continuar a coleta até um número mais seguro e, em seguida, o pedido será protocolado. Sem condenação antecipada, mas com muita firmeza, vamos realizar uma investigação absolutamente necessária para resgatar a confiança dos brasileiros nas instituições”, declarou o senador.

Nos últimos meses, a condução do caso do Banco Master no STF gerou questionamentos sobre a imparcialidade de magistrados da Corte, sobretudo devido às suspeitas de envolvimento de Toffoli e Moraes com Daniel Vorcaro, o dono da instituição.

Toffoli, que era relator do caso no STF, deixou a condução do processo após a divulgação de notícias sobre uma sociedade que chegou a manter com uma empresa ligada a Vorcaro.

Nos últimos dias, mensagens interceptadas pela Polícia Federal no celular do banqueiro indicaram uma aproximação entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, conforme revelou a colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

Veja quem assinou a lista pedindo a CPI:

Alessandro Vieira (MDB-SE)
Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)
Eduardo Girão (Novo-CE)
Magno Malta (PL-ES)
Luis Carlos Heinze (PP-RS)
Sergio Moro (União-PR)
Esperidião Amin (PP-SC)
Carlos portinho (PL-RJ)
Styvenson Valentim (PSDB-RN)
Marcio Bittar (PL-AC)
Plínio Valério (PSDB-AM)
Jaime Bagattoli (PL-RO)
Oriovisto Guimarães (PSDB-PR)
Damares Alves (Republicanos-DF)
Cleitinho (Republicanos-MG)
Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
Jorge Kajuru (PSB-GO)
Margareth Buzetti (PP-MT)
Alan Rick (Republicanos-AC)
Wilder Morais (PL-GO)
Izalci Lucas (PL-DF)
Mara Gabrilli (PSD-SP)
Marcos do Val (Podemos-ES)
Rogério Marinho (PL-RN)
Flávio Arns (PSB-PR)
Laércio Oliveira (PP-SE)
Dr. Hian (PP-RR)
Flávio Bolsonaro (PL-RJ)

PT segue sem apoiar CPI para investigar Moraes e Toffoli

FOTO: CARLOS MOURA

O requerimento para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), avançou no Senado nesta segunda-feira (9) sem contar com nenhum voto de qualquer parlamentar do Partido dos Trabalhadores (PT). A proposta, focada na atuação dos magistrados no processo envolvendo o Banco Master, é liderada pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

Conforme balanço divulgado pelo autor do projeto no início da tarde de hoje, o documento já contabiliza o suporte de 27 congressistas. Este volume representa o patamar mínimo exigido pelo regimento interno para que o pedido seja protocolado, embora Vieira pretenda encorpar o quórum de apoio antes de formalizar o registro.

A ausência dos nove senadores que compõem a bancada petista, legenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato à reeleição em 2026, evidencia o distanciamento do governo em relação à pauta. O movimento de adesão ao colegiado está restrito, primordialmente, a siglas oposicionistas ou a parlamentares que mantêm postura crítica à atual gestão federal.

O escopo da investigação pretendida por Vieira visa passar o pente fino em decisões judiciais e nos procedimentos adotados pelos ministros nas apurações que envolvem o Banco Master. O tema ganhou os holofotes do Legislativo após o encerramento das atividades da instituição financeira e a detenção do empresário Daniel Vorcaro.

Diário do Poder

Flávio Bolsonaro virá a Natal no dia 21 de março; visita movimenta cenário político no RN

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A possível disputa presidencial de 2026 já começa a movimentar o cenário político no RN. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deve visitar Natal no próximo dia 21 de março, segundo anúncio feito nas redes sociais por lideranças do PL no estado. Até agora, porém, não foram detalhados os compromissos que o senador deverá cumprir durante a passagem pela cidade.

Flávio é um dos nomes que vêm sendo citados em discussões sobre a disputa presidencial de 2026. Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ele tem aparecido em levantamentos eleitorais que testam possíveis cenários para o próximo pleito nacional.

Pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha no sábado (7) simulou um eventual segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro. No cenário apresentado, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o senador registra 43%.

De acordo com o levantamento, a diferença está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, configurando empate técnico entre os dois nomes testados.

Novo Noticias

Sindicato quer impeachment de Fátima Bezerra por pedalada fiscal com dinheiro de servidores

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O Jornal 96 desta segunda-feira (9), trouxe que o Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do Rio Grande do Norte (Sinai) denunciou que o Governo do Estado estaria deixando de repassar aos bancos valores descontados dos salários de servidores referentes a empréstimos consignados. Segundo o sindicato, a situação pode configurar apropriação indevida de recursos e até pedalada fiscal. Veja no vídeo acima.

A denúncia foi feita pela presidente da entidade, Janeayre Souto, em um vídeo divulgado nas redes sociais. De acordo com ela, os valores descontados nos contracheques dos servidores não estariam sendo repassados às instituições financeiras. A estimativa apresentada pelo sindicato é de que a dívida já ultrapasse R$ 600 milhões.

Segundo a dirigente sindical, os descontos continuam sendo feitos mensalmente, mas os recursos não estariam chegando aos bancos. A situação, ainda de acordo com o sindicato, ocorreria desde julho de 2025.

Servidores também relatam prejuízos. Há casos de negativação do nome em serviços de proteção ao crédito e até descontos duplicados nos contracheques para tentar regularizar as dívidas junto às instituições financeiras.

Diante da situação, o sindicato cobra uma atuação mais firme dos órgãos de controle, como o Ministério Público e a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. A entidade defende que o caso seja investigado e que haja responsabilização caso sejam confirmadas irregularidades.

Na Assembleia Legislativa, parlamentares já discutiram a possibilidade de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o atraso no repasse dos consignados. A proposta chegou a ser defendida publicamente pelo deputado estadual Gustavo Carvalho, mas ainda não avançou.

Durante o debate sobre o tema, também foram citadas informações sobre atrasos do governo com fornecedores. Segundo estimativas mencionadas, essas dívidas poderiam chegar a cerca de R$ 1 bilhão, com pagamentos em atraso entre três e cinco meses. Somados aos valores dos consignados, o montante poderia ultrapassar R$ 1,6 bilhão.

Para o sindicato, a retenção de valores descontados diretamente dos salários dos servidores pode caracterizar apropriação indébita. Por isso, a entidade afirma que o caso deveria ser tratado como possível crime e defende que seja analisada até mesmo a possibilidade de impeachment da governadora Fátima Bezerra.

Até agora, o Governo do Rio Grande do Norte não confirmou oficialmente o valor da dívida relacionada aos consignados. De acordo com relatos citados no debate, o secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier, tem afirmado apenas que o valor divulgado publicamente não corresponde ao montante real, mas não apresentou números oficiais sobre o tamanho da dívida.

Portal 96 FM